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10h. Acidente Espanha. MNE confirma um morto português

A vítima mortal era membro da tripulação de um dos comboios envolvidos no acidente de quarta-feira. Ainda, amanhã há nova manifestação em Lisboa e o movimento Acampada admite regressar ao Rossio.

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Governo confirma morte de tripulante português na tragédia ferroviária em Espanha

O Governo confirmou, hoje, que um português, membro da tripulação de um dos comboios envolvidos no acidente de quarta-feira, em Espanha, está entre as vítimas mortais do desastre ferroviário.

Segundo o Correio da Manhã, trata-se de Nelson Bernardino, de 49 anos, natural de Serpa, distrito de Beja, e trabalhava em Madrid, numa empresa ferroviária.

De acordo com a mesma fonte, tinha sido promovido recentemente e fazia habitualmente o percurso Madrid-Sevilha nos comboios de alta velocidade.

Hoje, uma nota do Ministério dos Negócios Estrangeiros português confirmou a morte do português, depois de na quinta-feira o ministro Paulo Rangel ter confirmado que se encontrava desaparecido.

“Portugal lamenta profundamente as mortes e feridos deste trágico acidente em Espanha, reforçando as mais sentidas condolências aos familiares das vítimas e com solidariedade para com o povo e autoridades espanholas”, lê-se no comunicado do MNE português.

Pelo menos 69 pessoas morreram no acidente de quarta-feira em Urda, que ocorreu quando mais de 540 pessoas viajavam nos dois comboios de alta velocidade envolvidos na colisão, que ocorreu pouco antes das 09:00 locais (08:00 em Lisboa) perto da estação de Urda, a cerca de 150 quilómetros ao sul de Madrid.

Com Lusa

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O maquinista e fotógrafo que morreu a tentar travar comboio

Antonio nasceu rodeado de comboios, fotografou-os e morreu a tentar travar um. "A beleza é passageira, passageira num comboio": resumia assim a relação fotografia-caminhos de ferro. Tinha 36 anos.

© Reprodução X / @KtoUmarl

Além da profissão e da fotografia, Antonio Acedo tinha interesses políticos
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15h. MNE confirma possível cidadão português desaparecido

Paulo Rangel diz que vai ser preciso esperar pelo trabalho de identificação das vítimas do acidente. Ainda, Banco Central Europeu decidiu não mexer nas taxas de juro.

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14h. Acidente Espanha. Português pode estar desaparecido

A informação está a ser avançada pela SIC. O Ministério dos Negócios Estrangeiros diz ao Observador que não há confirmação oficial de ligação ao acidente. Ainda, BCE decide manter as taxas de juro.

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Jovem de Guimarães sobreviveu a tragédia ferroviária em Espanha: “Só vi pessoas a voar e tudo a partir-se”

Thomas Freitas, jovem de 25 anos, natural de Guimarães e a trabalhar em Madrid, sobreviveu ao desastre ferroviário que, ontem, fez pelo menos 69 mortos, em Toledo, Espanha. Em entrevista à CNN Portugal, conta que não sabe como conseguiu escapar.

O jovem vimaranense tinha partido de Madrid pelas 08:00, a bordo de um comboio da Renfe, rumo a Sevilha. Cerca de 54 minutos depois, a viagem transformou-se num pesadelo, quando a composição em que seguia colidiu com outro comboio de alta velocidade, operado pela Iryo.

O português viajava na carruagem 5 e recorda a violência do impacto, que destruiu parte das carruagens seguintes. “Não sei como me consegui segurar. Sei que fiz muita força agarrado ao banco da frente. À minha volta só vi pessoas a voar e tudo a partir-se”, recorda na entrevista à CNN Portugal.

Thomas Freitas considera difícil explicar como conseguiu sair ileso, pois as carruagens imediatamente à frente daquela onde seguia ficaram severamente destruídas, tendo uma delas caído por uma ravina e ardido.

“Dificilmente saiu alguém dessas carruagens com vida”, afirma.

Passageiros tiveram de partir uma janela para conseguir sair

Depois do embate, com as saídas bloqueadas e o próprio martelo de emergência partido, os passageiros tiveram de encontrar uma alternativa para escapar da composição. Segundo Thomas Freitas, foi um dos passageiros que conseguiu partir o vidro de uma janela com recurso a uma mesa, permitindo que os restantes saíssem.

A experiência foi de tal ordem traumática que o jovem vimaranense admite que poderá mudar de comportamento nas próximas viagens de comboio: “Foi um desastre tão grande que eu da próxima vez que tiver de comprar um bilhete de comboio seguramente escolho uma carruagem do meio”.

Número de mortos ascende a 69

Segundo o balanço mais recente, o número de mortos no acidente ferroviário subiu para 69 e permanecem internadas pelo menos 50 pessoas em diversos hospitais, disse hoje o presidente do governo regional de Castela-La Mancha.

Durante a noite e madrugada foi encontrado mais um corpo nos escombros dos dois comboios que colidiram na quarta-feira em Urda, Toledo, a cerca de 150 quilómetros a sul de Madrid, pelo que o número de mortos confirmados até agora subiu para 69, revelou Emiliano Garcia-Page, em declarações aos jornalistas.

Por outro lado, das 110 pessoas que foram atendidas em hospitais da região, 60 já tiveram alta e 50 permanecem internadas com “diferentes níveis de preocupação”, acrescentou.

Entre os feridos internados há pelo menos 15 em estado considerado grave, segundo o presidente de Castela-La Mancha, que falava no posto de comando de resposta ao acidente, instalado em Toledo.

Com Lusa

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Maquinistas espanhóis mantêm greve na Renfe

O Semaf decidiu não cancelar a paralisação de 24 horas já convocada, citando o bloqueio dos acordos de segurança ferroviária. Cerca de 6.000 maquinistas são abrangidos.

© ISMAEL HERRERO/EPA

Num comunicado, o sindicato acrescentou que pretende agir com prudência quanto às causas do acidente, evitando especulações
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19h. Parlamento aprovou voto de pesar pelo acidente Espanhol

O voto apresentado por Aguiar Branco foi aprovado por unanimidade e o Governo associou-se à homenagem, cumprindo 1 minuto de silêncio no final do debate do OE 2027, aprovado na generalidade.

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15h. Falha humana na origem do acidente em Espanha

A informação foi confirmada pelo Ministro dos Transportes espanhol, Óscar Fuente. E ainda, Flávio Bolsonaro já aterrou nos Estados Unidos, depois de ter fugido do Brasil por estar a ser investigado.

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Pelo menos 10 mortos em acidente com comboios em Espanha

Espanha

Pelo menos 10 pessoas morreram hoje 28 de outubro no acidente entre dois comboios de passageiros de alta velocidade, perto da estação de Urda, em Toledo, Espanha, disse o governo regional de Castela-La Mancha.

“Com total certeza este número [de mortos] vai aumentar”, disse a porta-voz do executivo de Castilla-La Mancha, Esther Padilla, em declarações à televisão RTVE.

A colisão ocorreu pouco antes das 09:00 locais (08:00 em Lisboa) e estão no local bombeiros e outros meios de proteção civil e emergência, segundo o serviço de emergências 112.

De acordo com a empresa Adif, que gere as infraestruturas ferroviárias espanholas, o acidente envolveu dois comboios de alta velocidade que faziam ligações entre Madrid e Sevilha, no sul do país.

O primeiro-ministro de Espanha, Pedro Sánchez, assim como vários ministros, cancelaram a agenda pública de hoje por causa do acidente.

“Segundo os primeiros indícios, um AVE [comboio da Renfe] poderá ter chocado com um comboio Iryo por trás, o que causou o descarrilamento de vagões do Iryo”, disseram fontes do Ministério dos Transportes à agência de notícias EFE.

Em 18 de janeiro, um acidente em Adamuz, Córdova, também com dois comboios de alta velocidade, causou a morte a 47 pessoas e ferimentos em cerca de 120.

Os comboios pertenciam igualmente à Renfe e à Iryo. O comboio da Renfe, que fazia a ligação entre Madrid e Huelva (no sudoeste de Espanha, perto da fronteira com o sul de Portugal) chocou com composições da Iryo que tinham descarrilado poucos segundo antes.

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Frente Cívica: "Já se brincou demasiado" com o TGV em Gaia

Em causa está a localização da estação, cujo contrato assinado entre a Infraestruturas de Portugal e o concessionário AVAN prevê que a paragem seja em Santo Ovídio, com ligação a duas linhas de metro.

© JOSÉ COELHO/LUSA

"A Frente Cívica estará vigilante e eu espero que todos os portugueses estejam vigilantes, porque já se brincou demasiado com esta obra e já se perdeu tempo demasiado", diz a associação Frente Cívica
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Linha do Vouga retoma circulação após acidente

Abalroamento numa passagem de nível no Casainho, em Águeda, deixou uma mulher ferida e suspendeu a circulação entre Águeda e Aveiro entre as 14h00 e as 17h15.

© Tony Dias

A circulação ferroviária na Linha do Vouga já foi retomada após ter estado interrompida em Águeda mais de três horas devido a um abalroamento
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