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Housing snapshot October 2026: Prices continue downward trend

Israel is building homes at a record pace. So why aren’t prices falling faster?

Netanyahu vence eleições em Israel, mas bloco fica sem maioria no Knesset
Benjamin Netanyahu's Party Says Israeli Election Was ‘Stolen by Arab Parties’
Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s Likud party complained on Wednesday that this week's tumultuous election was “stolen by Arab parties that support terrorism and the elimination of the Jewish state.”
The post Benjamin Netanyahu’s Party Says Israeli Election Was ‘Stolen by Arab Parties’ appeared first on Breitbart.
Netanyahu's party claims Israeli election 'stolen' as results show him losing majority

What Israeli Election Results Reveal About the Electorate

© Erik Marmor/Getty Images
Polymarket Is Investigating Suspicious Bets on Israeli Election

© Chris McGrath/Getty Images
No Clear Winner in Israel Election, Final Results Show

© Alexi J. Rosenfeld/Getty Images
Eleição de Israel: Veja resultado final e como Parlamento será dividido
O Comitê Central de Eleições de Israel divulgou nesta quinta-feira (29) o resultado final da votação para o Parlamento do país. Ele ainda será certificado em 4 de novembro e está sujeito a “pequenas alterações”, segundo as autoridades.
O partido Likud, de Benjamin Netanyahu, continua sendo a maior legenda no Parlamento, tendo conquistado 27 cadeiras. O Yashar, de Gadi Eisenkot, principal rival do primeiro-ministro, ficará com 21.
O bloco do premiê conquistou um total de 53 cadeiras, mas ficou aquém de assegurar a maioria, que seria de 61 cadeiras — o Knesset tem, ao todo, 120 lugares.
Por sua vez, a oposição também falhou na tentativa de conquistar maioria: o bloco assegurou 48 assentos.
Os partidos árabes, agrupados na Lista Conjunta e no Ra’am, conseguiram um resultado expressivo, com 19 cadeiras. Assim, podem ser importantes para as alianças de formação de novo governo.
Veja como ficará a distribuição do Parlamento de Israel:
- Likud: 27 cadeiras
- Yashar!: 21 cadeiras
- B’Yachad: 12 cadeiras
- Lista Conjunta: 11 cadeiras
- Os Democratas: 8 cadeiras
- Ra’am: 8 cadeiras
- Yisrael Beiteinu: 7 cadeiras
- Otzma Yehudit: 7 cadeiras
- Yahadut HaTorah: 7 cadeiras
- Shas: 6 cadeiras
- Religious Zionism: 6 cadeiras
Ao todo, 5.716.665 votos foram contabilizados. Destes, 5.690.778 foram considerados válidos, enquanto 25.887 votos foram invalidados.
O comparecimento de eleitores às urnas foi o mais alto em décadas, com 77,9%.
Veja o número de votos por partido
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Likud, partido de Netanyahu, lidera com 1.167.458 votos válidos (20,52%)
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Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 913.502 votos (16,05%)
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Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 531.414 votos (9,34%)
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Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 500.147 votos (8,79%)
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Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 366.352 votos (6,44%)
- Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 337.413 votos (5,93%)
- Ra’am (Lista Árabe Unida), com 337.253 votos (5,93%)
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Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 326.624 votos (5,74%)
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Judaísmo Unido da Torá, com 312.604 votos (5,49%)
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Shas, partido religioso sefardita, com 299.506 votos (5,26%)
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Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 290.451 votos (5,10%)
O que acontece agora?
Depois que os resultados forem certificados, o processo eleitoral passa para o presidente de Israel, Isaac Herzog.
Em uma série de reuniões em Jerusalém, Herzog iniciará uma rodada de consultas durante a qual cada partido eleito recomendará seu candidato ao cargo de primeiro-ministro.
Com base nessas recomendações, o presidente encarregará um dos candidatos com a tarefa de tentar formar um governo.
Depois de receber a incumbência, o candidato iniciará semanas de negociações políticas sobre cargos ministeriais, prioridades orçamentárias e compromissos de governo.
Essa pessoa designada pelo presidente terá um prazo de 28 dias — provavelmente prorrogável por mais 14 dias — para formar um governo.
Se não conseguir, o presidente israelense passará a incumbência a outro candidato, que terá mais quatro semanas.
Se essa segunda tentativa também fracassar, o Parlamento terá um curto prazo para apresentar outro candidato. Caso isso não aconteça, o país irá automaticamente a novas eleições.
Eleições em Israel: Bloco de Netanyahu não conquista maioria no Parlamento
A coalizão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não conseguiu obter maioria no Knesset, o Parlamento de Israel, nas eleições gerais do país.
O bloco formado por partidos de direita e ultraortodoxos obteve 53 cadeiras, abaixo das 61 necessárias para formar a maioria.
Os resultados finais foram divulgados pela Comissão Central de Eleições de Israel, após a conclusão da contagem dos votos e a revisão dos dados.
Leia Mais:
Já Likud, partido do primeiro-ministro, liderou a disputa, conquistando 27 das 120 cadeiras do Knesset.
O partido foi o mais votado, seguido pelo Yashar, do ex-chefe militar e principal rival de Netanyahu, Gadi Eisenkot, que garantiu 21 assentos. O Juntos, do ex-premiê, Naftali Bennett, por sua vez, conquistou 12 cadeiras, enquanto a Lista Conjunta, da aliança de partidos árabes, ficou com 11.
Os Democratas e o Ra’am terão oito representantes cada. Já o Yisrael Beytenu, o Otzma Yehudit e o Judaísmo Unido da Torá conquistaram sete cadeiras cada. O Shas e o Sionismo Religioso ficaram com seis assentos cada.
Ao todo, 11 listas de candidatos conseguiram superar a cláusula de barreira (de 3,25% dos votos) e terão representantes no Parlamento israelense. As demais candidaturas não atingiram o percentual mínimo exigido para conquistar cadeiras.
Segundo a Comissão Central de Eleições, o comparecimento às urnas foi de 77,9%. Foram contabilizados 5.716.665 votos, dos quais 5.690.778 foram considerados válidos e 25.887, inválidos.
Veja o número de votos por partido
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Likud, partido de Netanyahu, lidera com 1.167.458 votos válidos (20,52%)
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Yashar, partido de Gadi Eisenkot, com 913.502 votos (16,05%)
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Juntos, partido liderado pelo ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, com 531.414 votos (9,34%)
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Lista Conjunta, aliança de partidos árabes, com 500.147 votos (8,79%)
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Os Democratas, partido liderado por Yair Golan, com 366.352 votos (6,44%)
- Yisrael Beytenu, de Avigdor Lieberman, com 337.413 votos (5,93%)
- Ra’am (Lista Árabe Unida), com 337.253 votos (5,93%)
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Otzma Yehudit, partido de Itamar Ben-Gvir, com 326.624 votos (5,74%)
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Judaísmo Unido da Torá, com 312.604 votos (5,49%)
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Shas, partido religioso sefardita, com 299.506 votos (5,26%)
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Sionismo Religioso, de Bezalel Smotrich, e Zehut, de Moshe Feiglin, com 290.451 votos (5,10%)
O que acontece agora?
As autoridades israelenses têm até o dia 4 de novembro para certificar os resultados. Enquanto isso, o presidente israelense, Isaac Herzog, realizará uma rodada de consultas com todos os principais líderes partidários.
Na sequência, ele convidará os líderes que, em sua avaliação, possuem as maiores chances de formar um governo. Esse processo pode levar semanas.
O primeiro líder designado tem 28 dias para formar um governo, com a possibilidade de uma prorrogação de 14 dias caso não consiga fazê-lo.
Se o primeiro candidato não obtiver sucesso, o presidente pode transferir a incumbência para um segundo candidato, que terá 28 dias para formar um governo.
Caso a segunda tentativa também fracasse, a maioria dos membros do Knesset pode solicitar ao presidente que encarregue um terceiro candidato, que terá, então, 14 dias para montar uma coalizão.
Se tudo isso falhar, haverá uma nova eleição.
(Com informações de Kara Fox e Tal Shalev, da CNN)
Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel
Retired Israeli general on what the election results tell us

Beyond Netanyahu: what Israel’s election means for Palestinians
By Ramzy Baroud | MEMO | October 29, 2026
In the past, many Palestinians and Arabs followed Israeli elections closely. They did so not because they entertained illusions that a Zionist leader would deliver peace and justice, dismantle the occupation or remove illegal settlements. Rather, they feared that some Israeli leaders were worse than others. They hoped to avert the worst-case scenario.
Over time, however, that distinction gave way to the belief that all Israeli leaders were essentially the same. This is not pessimism. It is experience.
Consider, for example, the expansion of illegal Jewish settlements during the Oslo peace process under Israeli Prime Minister Yitzhak Rabin.
Between 1992 and 1995, the number of Israeli settlers in the West Bank, excluding East Jerusalem, increased from 111,673 to 140,235 – a rise of more than 25 per cent, according to the Palestinian Central Bureau of Statistics (PCBS), drawing on Israeli statistical records.
The same pattern continued under the Labour government of Prime Minister Ehud Barak.
Within his first six months, Barak’s government issued tenders for 3,196 settlement housing units, exceeding the annual average under his right-wing predecessor, Benjamin Netanyahu.
When Naftali Bennett formed a coalition government in June 2021 that included the Arab party Ra’am, settlement expansion continued unabated.
According to the Israeli settlement watchdog Peace Now, the Bennett–Lapid government advanced plans for 7,292 settlement housing units during its first year, a 26 per cent increase over the annual average recorded under previous Netanyahu governments.
The settlements are themselves a driving force behind the occupation. They require land, and therefore land confiscation; protection, and therefore an expanded military presence; water, roads and infrastructure, and therefore the appropriation of Palestinian resources. Together, these elements deepen dispossession and generate further Israeli violence.
According to the PCBS, the West Bank contained 645 Israeli settlement sites, outposts and other occupation installations by the end of 2025, including 350 settlement outposts.
The Palestinian Colonization and Wall Resistance Commission, a Palestinian Authority body, reported that Israeli authorities targeted approximately 29,335 dunums of Palestinian land through declarations of so-called “state land” between October 2023 and August 2026 – one of the largest waves of such land appropriation since Oslo.
By September 2026, the Commission had also documented the advancement or consideration of plans for more than 18,000 additional settlement housing units across the West Bank and occupied East Jerusalem.
Alongside this expansion is the violence unfolding across the West Bank.
By the end of 2023, the West Bank had experienced its deadliest year for Palestinians since the UN began systematically recording casualties in 2005.
The Colonization and Wall Resistance Commission documented 23,827 attacks by Israeli forces and settlers against Palestinians and their property during 2025 alone. In the first seven months of 2026, settler attacks increased by 63 per cent compared with the corresponding period of the previous year.
Typically, this violence, carried out by the Israeli occupation army and armed illegal settlers, is contextualised within the ongoing genocide in Gaza. But violence in the West Bank also serves another purpose beyond collective punishment: the confiscation of Palestinian orchards, the annexation of land, the expansion of settlements and the crushing of Palestinian resistance, including non-violent opposition to this colonial enterprise.
Any Israeli candidate in the 27 October elections who supports settlement expansion does so with full knowledge of its consequences: further dispossession, military occupation, annexation and violence.
The difference between Prime Minister Benjamin Netanyahu, Finance Minister Bezalel Smotrich and National Security Minister Itamar Ben-Gvir, and politicians presented as less extreme, is often one of language, strategy and timing.
Former Israeli military chief and Yashar party leader Gadi Eisenkot, for example, openly supports the expansion of Israeli settlements in the occupied West Bank, despite his reputation as a more “moderate” alternative to Netanyahu.
What, then, about Gaza?
Who among Israel’s leading political figures is promising to end the genocide, lift the siege, ensure unrestricted humanitarian aid, restrain the army or investigate violations of international law? None.
Israeli media have spent the past three years reporting on major disagreements between the government, military establishment, intelligence agencies and political opposition over what should happen in Gaza.
Yet Eisenkot has pledged to end Hamas’s rule in Gaza within 18 months of taking office, whether through US President Donald Trump’s framework or through continued war.
For his part, Yesh Atid leader and former Prime Minister Yair Lapid has proposed placing Gaza under Egyptian administration for up to 15 years, effectively shifting responsibility for Israel’s actions onto Arab states.
Former Prime Minister Naftali Bennett, meanwhile, supports continued Israeli military control until Palestinian groups are disarmed.
The disagreement, therefore, is often over how Israel should achieve its objectives, rather than whether those objectives should change.
Other major disagreements primarily concern Israeli society: the conscription of ultra-Orthodox Jews, judicial reform and accountability for the failures of 7 October.
But these disputes should not be confused with the questions that matter most to Palestinians.
If Netanyahu succeeds in forming another right-wing coalition, the policies of occupation, settlement expansion and military confrontation will continue, potentially with renewed momentum.
If Israel produces a broader coalition, its members may reach compromises over judicial reform, conscription and other domestic disputes. The occupation, however, is unlikely to become the central point of disagreement.
More troubling still, even a government leaning towards the centre-left might succeed in presenting Israel to the international community as a country ready to move beyond the image it acquired during three years of genocide, without fundamentally changing its conduct on the ground.
The international community must therefore remain vigilant. It cannot allow a future Israeli government to present itself as a peacemaker, or sell the illusion of a newly reformed Israel, while continuing to invest in settlements, occupation, war and genocide.
Como Israel pode sair do impasse eleitoral e formar um novo governo?
As eleições em Israel nesta semana terminaram sem que um bloco político conseguisse garantir clara maioria no Parlamento, o que deve gerar negociações delicadas para formação de um novo governo.
Benjamin Netanyahu permanecerá no cargo como primeiro-ministro interino, mas enfrenta um Parlamento com maioria da oposição que busca destituí-lo.
Aqui estão alguns cenários que podem acontecer nos próximos dias e meses.
Outra eleição
Após a divulgação dos resultados finais oficiais das eleições — o que deve ocorrer na próxima semana –, o presidente de Israel, Isaac Herzog, iniciará consultas com representantes dos partidos e, em seguida, indicará o candidato que considerar ter as melhores chances de formar um governo.
Se o candidato não conseguir formar um governo, outro poderá tentar e, caso esse também falhe, o Knesset poderá indicar outro. Há um prazo de cerca de 100 dias para esse processo.
Se ninguém tiver sucesso, será realizada outra eleição.
Herzog afirmou na quarta-feira (28) que tudo deve ser feito para evitar uma nova eleição e pediu aos partidos que participarem das consultas com ele com a mente aberta.
Governo de unidade
O partido Likud, de Netanyahu, que ainda deve conseguir a maior quantidade de assentos no Knesset, poderia formar uma coalizão com partidos de oposição de centro e de direita, como o Yashar, de Gadi Eisenkot — o segundo maior partido —, o “Israel, Nosso Lar”, de Avigdor Lieberman, e a facção “Juntos”, de Naftali Bennett.
Esse agrupamento garantiria 66 cadeiras, uma maioria no Parlamento de 120 cadeiras.
No entanto, essa opção parece remota neste momento, pois significaria que Netanyahu provavelmente teria que abandonar seus aliados políticos “naturais”: os partidos de ultradireita e os judeus ultraortodoxos.
Além disso, os partidos da oposição teriam que quebrar sua principal promessa aos eleitores, que era destituir Netanyahu.
Ainda assim, se nenhum dos lados conseguir formar um governo ao final de semanas de negociações prolongadas, um governo de unidade poderá surgir como última opção.
A retomada dos confrontos com o Irã, ou com outros atores, também poderia aproximar os lados.
Governo de minoria de Eisenkot
Se Herzog escolher Eisenkot primeiro, ele poderia tentar formar um governo com os aliados “naturais” do Yashar — Juntos, Os Democratas e Israel, Nosso Lar — apoiado pelos dois partidos árabes de Israel, mesmo que eles não sejam integrantes desse governo: Ra’am e a Lista Conjunta.
A coalizão de Eisenkot somaria 48 cadeiras, de acordo com a última apuração de votos, com os partidos árabes somando 19 cadeiras, o que, juntos, alcançaria uma maioria de 67 cadeiras.
Mas, mesmo que Eisenkot volte atrás em sua promessa de campanha de não incluir partidos árabes no governo e aceite o apoio deles, seria difícil convencer muitos israelenses, cujas atitudes em relação à minoria árabe de Israel se endureceram ainda mais desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023.
Netanyahu concentrou sua campanha em deslegitimar o apoio dos partidos árabes, que alcançaram níveis recordes nas eleições.
Por enquanto, apenas o partido “Os Democratas”, de centro-esquerda, se manifestou publicamente pedindo a inclusão desses partidos.
Ambos os partidos árabes sinalizaram que estão dispostos a cooperar com a chapa de Eisenkot.
O Ra’am integrou-se ao governo de Naftali Bennett em 2021, a primeira vez que um partido árabe independente entrou em uma coalizão israelense. Esse governo caiu após 18 meses.
Netanyahu com maioria para um governo de direita
A coalizão de Netanyahu deve sair das 64 cadeiras que detém no Parlamento para 53, de acordo com os últimos resultados eleitorais.
Mas o líder mais longevo de Israel é visto como um dos políticos mais habilidosos do país e poderia dividir a oposição ao atrair integrantes de seus partidos para o seu lado.
Ele já conseguiu fazer isso antes, inclusive como líder da oposição na corrida para as eleições de 2022, das quais saiu vitorioso. Mas a coalizão contra a qual ele lutava na época tinha uma vantagem muito menor e ele não precisou de muitos desertores para desestabilizar seus rivais políticos.
La guerra contro l’Iran e il “terribile potere del denaro”
Netanyahu sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran
Il «Grande Progetto» volto a «mantenere [la civiltà occidentale] al vertice del mondo» (come ha affermato il Segretario di Stato statunitense Marco Rubio) richiede che gli strumenti per garantire l’obbedienza siano di due tipi: La creazione di un fervore rivoluzionario distruttivo dal basso (oggi definito «cambio di regime»); e, in secondo luogo, l’uso di ciò che Theodore Herzl, in una famosa frase, definì «il terribile potere del denaro di esercitare una pressione irresistibile sulla politica internazionale», al fine di cooptare gli strati dominanti in una rete di potere che promuovesse il «progetto» del Grande Disegno.Questo è ciò che stiamo osservando nella guerra di Trump contro l’Iran.
L’attacco israelo-americano del giugno 2025 era principalmente un attacco di decapitazione volto a neutralizzare sia la leadership politica che quella militare dell’Iran, mentre elementi armati addestrati dal Mossad, il MEK e i separatisti baluchi tra gli altri sarebbero stati infiltrati in Iran per fomentare la rivoluzione dalla base. A quel tempo, il figlio dell’ex Scià – in modo poco plausibile – veniva presentato ai media occidentali come il futuro leader dell’Iran.
Non ha funzionato. E ora Netanyahu sta sostenendo che Israele disponga di «nuove prove» del fatto che l’Iran si stia orientando verso la produzione di un componente bellico nell’ambito del proprio programma nucleare. Sta dicendo a Trump che ora deve portare a termine l’opera di distruzione dell’Iran. E per motivare ulteriormente Trump, il principale quotidiano israeliano Ma’ariv riporta che Israele ha trasmesso direttamente alla Casa Bianca i sondaggi del Likud, secondo cui Netanyahu potrebbe vincere le elezioni israeliane del 27 ottobre. Secondo l’articolo, queste informazioni del Likud (che contraddicono la maggior parte degli altri sondaggi israeliani) hanno spinto Trump a esprimere il proprio pieno sostegno elettorale a Netanyahu.
Allo stesso tempo, i miliardari filosionisti stanno esercitando il «terribile potere del denaro» su Trump: «Non accetteremo nulla di meno della sconfitta dell’Iran. Se continuerà a cercare un accordo, le ritireremo il nostro sostegno finanziario».
Alti funzionari della sicurezza israeliani, sia in carica che in pensione, confutano tuttavia la necessità di un attacco imminente all’Iran e l’affermazione di Netanyahu relativa a nuove prove che l’Iran si stia muovendo verso l’arma nucleare –il Capo di Stato Maggiore delle Forze di Difesa Israeliane (IDF) Zamir ha dichiarato al Canale 13 israeliano: «Non vediamo la necessità di attaccare l’Iran prima delle elezioni»; Il principale stratega militare israeliano Udi Evental ha messo in guardia: «Una guerra per ostacolare le elezioni e la democrazia, non per ostacolare il programma nucleare dell’Iran. Netanyahu, che si sospetta sia immerso fino al collo in considerazioni politiche e personali estranee alla questione, non è idoneo a prendere una decisione del genere. Non glielo si deve permettere».
Che esistano o meno prove del genere non ha davvero importanza. Probabilmente non esistono. L’affermazione costituisce semplicemente il pretesto con cui si sta esortando gli Stati Uniti ad agire per ‘portare a termine l’opera’ contro l’Iran. Come sempre, Netanyahu ha dichiarato negli ultimi giorni: «L’Iran sta ancora una volta cercando di sviluppare le sue armi di morte… C’è un solo modo per eliminare questa minaccia una volta per tutte: rovesciare il regime in Iran, e questa è la mia direttiva all’IDF, al Mossad e alle agenzie di sicurezza».Un alto funzionario iraniano ha dichiarato a Drop Site che l’attuale valutazione dei servizi segreti interni di Teheran indica un’elevata probabilità che possano iniziare bombardamenti su larga scala – anche prima delle elezioni israeliane di martedì.
Il punto è che all’Iran non interessa chi vincerà le elezioni di medio termine, né chi conquisterà la presidenza degli Stati Uniti nel 2028. Per la leadership iraniana è tutto uguale. Comprendono bene il concetto del «Grande Disegno» (come potrebbero non farlo?).In Iran è ben chiaro che il Paese è impegnato in una lunga guerra contro l’intero blocco atlantista: Israele, i suoi servizi di intelligence, i suoi arsenali, i suoi satelliti, la sua industria militare e la sua macchina mediatica. Non importa se alla Casa Bianca ci sia un repubblicano o un democratico. Gli alti funzionari iraniani ritengono che entrambi i partiti siano stati comprati dal terribile potere sionista del denaro.
Comprendere il «Progetto» significa comprendere che la classe dei finanziatori sionisti non si accontenterà mai di un «accordo o compromesso». Essi sostengono con certezza che l’Iran alla fine verrebbe meno a qualsiasi acconsentimento ipotizzato alle richieste statunitensi. Gli israeliani e i loro alleati della classe dei finanziatori semplicemente non credono (e lo ripetono incessantemente) che l’Iran accetterebbe mai di sottomettersi a Israele, né di accettare il dominio politico e culturale degli Stati Uniti. Potrebbero avere ragione. Perché? Semplicemente perché l’Iran possiede una civiltà profonda, che affonda le sue radici in un complesso di credenze e pratiche specificamente persiano-iraniane risalenti al secondo millennio a.C.: il mazdeismo, una cosmologia del dramma divino, rappresentata dalla lotta continua tra Luce e Oscurità.
Il rinomato studioso, il professor Henri Corbin, ha sostenuto che «l’Iran era situato in una posizione centrale… non essendo solo una nazione o un impero, ma un universo spirituale». Egli concepiva quindi l’Iran come una forza mediatrice, sia geograficamente che metafisicamente.
Per millenni, gli iraniani hanno percepito il mondo come dotato di una chiara dimensione metafisica – e di una storia. È quindi improbabile che possano essere attratti da un atteggiamento materialistico e nichilista di stampo occidentale. Gli Stati civilizzatori, siano essi l’Iran o la Russia, che abbracciano valori contrari non soccomberebbero mai al «Grande Disegno». Di conseguenza, devono essere distrutti.
Cosa significa questa storia metafisica? Significa che l’Iran si sta preparando alla guerra, non a un «accordo». Mohsen Rezaei, segretario del Consiglio Supremo di Sicurezza Nazionale iraniano e rappresentante personale della Guida Suprema, l’Ayatollah Mojtaba Khamenei, ha affermato che, «Se la domanda è se l’Iran abbia ancora la capacità di proseguire le operazioni con missili e droni [in caso di attacco], la risposta è “sì” … Gli Stati Uniti dispongono di risorse preziose nella regione. In caso di guerra, anche cavi, centri dati e strutture di intelligenza artificiale potrebbero rientrare nel raggio d’azione. Se il conflitto dovesse riprendere, avremo un piano più ampio». «Tutti devono comprendere che un’azione contro l’Iran comporta un costo».
Alti funzionari iraniani ritengono che la guerra sia imminente. L’Iran dispone di piani di ampia portata (in caso di attacco) che coinvolgono anche l’Arabia Saudita e la sua leadership, ha lasciato intendere un alto funzionario iraniano. Karl Miller (dal campo) afferma che, a questo proposito, un quarto della produzione petrolifera saudita è già stato distrutto e che i danni causati dagli attacchi di rappresaglia di AnsarAllah interessano l’intera catena produttiva saudita – «dalla testa di pozzo alla stazione di servizio» – e che l’Arabia Saudita sta colmando il deficit attingendo alle proprie riserve.
Il rapporto di Miller, citato da Larry Johnson, avverte che,«se i canali di esportazione dell’Arabia Saudita dovessero chiudersi, il suo petrolio non avrebbe altra destinazione se non le proprie raffinerie, le proprie centrali elettriche e i propri serbatoi di stoccaggio. Una volta che lo stoccaggio fosse pieno, si raggiungerebbe all’incirca il limite massimo di produzione che l’Arabia Saudita potrebbe mantenere. Se Ras Tanura e Yanbu venissero chiusi contemporaneamente, il Regno sarebbe costretto a chiudere la maggior parte dei propri giacimenti petroliferi. Questo è esattamente lo scenario che la campagna di Ansar Allah contro l’oleodotto, il Mar Rosso e i terminali del Golfo è volta a provocare». «Qualsiasi nuova campagna americana o israeliana contro l’Iran si abbatterà su un sistema energetico saudita che non dispone più di margini per assorbirla», osserva Larry Johnson.
Qualsiasi nuovo attacco all’Iran, per estensione, significherà la fine del Golfo così come lo conosciamo, la fine del petrodollaro e la fine del Golfo come principale fornitore di liquidità per Wall Street e il mondo della tecnologia.
Ciononostante, secondo quanto riferito, Trump avrebbe affermato che gli Stati Uniti non stanno attualmente negoziando con l’Iran e che qualcosa accadrà «molto presto».
Forse. (Ma con Trump tutto si riduce a speculazioni). Se però sta bluffando, non funzionerà, e la sua umiliazione sarà ancora più profonda.
Un uomo che conosce Trump meglio di molti altri (avendo scritto quattro libri su di lui), Michael Wolff, sostiene che se i Democratici vinceranno nelle elezioni di medio termine del 3 novembre –
«Cercheranno di far capire al mondo che è “un nuovo giorno”. Trump, dal canto suo, cercherà di far capire al mondo che è ancora lui a controllare la scena. Ci sarà una serie di eventi di questo tipo (come una presunta invasione di Cuba, ad esempio) di portata superiore a qualsiasi cosa possiamo immaginare. Non si mostrerà umile. Il concetto di umiltà non esiste nell’animo di Donald Trump. Pertanto, farà esattamente il contrario».
«Non ritirarsi, ma attaccare».
Iran Says Four Tankers Hit Mines in the Strait of Hormuz
‘We’ve Seen This Movie’: Four Writers on What’s Next for Israel

© Illustration by Shoshana Schultz/The New York Times
Flour costs rise, egg prices to jump, with Israelis already short on dough

Ansar Allah de Yemen acusa a EE.UU. e Israel de usar consignas para justificar crímenes
Washington Warns Allies of Possible New Strikes on Iran After US Midterm Elections
The United States has privately warned Middle Eastern allies to prepare for renewed military operations against Iran following the 3 November congressional elections, according to diplomatic sources. Although President Donald Trump has not authorised further strikes, the warnings have heightened concerns about regional escalation, energy infrastructure and the consequences for European economies already facing rising fuel costs.
American officials have advised several governments in the Middle East to prepare for possible new military strikes against Iran after next week’s US midterm elections, raising the prospect of another escalation in a conflict that has already disrupted international energy markets.
According to an Associated Press investigation published on 29 October, two diplomats familiar with the warnings said US officials had urged regional allies to consider the possibility of Iranian retaliation against energy facilities and other critical infrastructure.
The diplomats emphasised that President Donald Trump had not made a final decision to resume military operations.
Nevertheless, Washington’s warnings suggest that preparations are being discussed for a potential campaign extending over several days.
Regional governments are concerned that retaliatory action by Iran or organisations aligned with Tehran could prolong the fighting beyond the duration initially envisaged by the United States.
The White House and American officials declined to comment on the reported communications.
Military Preparations and Political Timing
The warnings come as Trump approaches the final days of campaigning ahead of the 3 November elections.
The president has repeatedly suggested that further military action against Iran could follow the vote, although he has also claimed that the conflict may be approaching its conclusion.
During a campaign appearance in Texas, Trump said the war could end within weeks, while reiterating his insistence that Iran must not acquire nuclear weapons.
The timing of possible military action remains uncertain.
The Pentagon has increased its regional military presence, including the deployment of the aircraft carrier USS Theodore Roosevelt and additional amphibious forces.
Approximately 9,000 military personnel were associated with the deployment announced in September.
However, the movement of forces does not establish that an attack has been authorised or that particular targets have been selected.
American military preparations can also serve as deterrence, signalling and contingency planning.
The distinction is important because the political consequences of renewed strikes would depend on their scale, objectives and Iranian response.
Tehran Maintains That Diplomacy Remains Possible
Iran has indicated that it remains willing to pursue negotiations.
Foreign Minister Abbas Araghchi said on 28 October that Tehran was continuing to consider diplomatic proposals and wanted elements of its earlier ceasefire initiative to form the basis for renewed discussions.
That proposal had previously been rejected by Washington.
The continuing disagreement concerns both the conditions for ending military operations and wider questions about Iran’s nuclear programme.
The United Arab Emirates has urged the parties to seek political solutions and avoid returning to large-scale fighting.
Regional governments face a particularly difficult position because they may be exposed to retaliation even when they are not directly involved in American military operations.
Energy facilities, airports, ports and other infrastructure could become targets during an escalation.
Such attacks would also affect civilian populations and commercial activity beyond the immediate combatants.
The Conflict Has Already Spread
The war involving Iran, the United States and Israel began in late February and has subsequently affected other parts of the Middle East.
Iran-aligned Houthi forces have carried out attacks on Saudi oil infrastructure and airports, prompting retaliatory operations by a Saudi-led coalition against targets in Yemen.
These developments have complicated attempts to contain the conflict geographically.
The United States has not conducted a strike against Iran since early September, according to the reporting available on 29 October.
However, the absence of recent American attacks has not removed the risk of renewed operations.
Regional governments are therefore considering a range of possible developments, including limited strikes, a longer military campaign or retaliatory attacks preceding any American operation.
None of these scenarios should be treated as inevitable.
Europe Faces Another Energy Risk
For the European Union, a renewed confrontation would have implications extending well beyond diplomatic relations with Washington.
The Middle East remains a major source of global oil and liquefied natural gas supplies.
The Strait of Hormuz is particularly important to international energy shipping, connecting producers in the Persian Gulf with markets in Europe and Asia.
An increase in attacks on shipping, production facilities or export terminals could place further pressure on global energy prices.
The consequences would not necessarily be confined to countries purchasing oil or gas directly from the region.
European consumers compete in internationally connected markets, meaning supply disruptions can influence prices even where import arrangements have been diversified.
The EU has substantially reduced its dependence on Russian pipeline gas since 2022, but growing reliance on liquefied natural gas creates exposure to fluctuations in international supply and demand.
A further Middle Eastern escalation could therefore complicate Europe’s efforts to rebuild gas reserves and contain industrial energy costs before winter.
Higher fuel prices would also affect transport, food production and household expenditure.
The Strategic Dilemma for European Governments
European governments must balance several interests.
They support efforts to prevent nuclear proliferation, maintain relations with the United States and preserve stability in the Middle East.
At the same time, they have a direct economic interest in avoiding prolonged disruption to maritime trade and energy production.
A new American military campaign could revive debates concerning the legality, necessity and proportionality of military action, particularly if diplomatic alternatives remain available.
European governments may also face decisions about the protection of their nationals, regional diplomatic missions and commercial shipping.
The immediate significance of Washington’s warnings lies in the possibility of renewed hostilities, not in confirmation that such hostilities have been ordered.
With the American elections approaching, governments across the Middle East and Europe are preparing for developments that remain contingent on decisions in Washington and Tehran.
Whether the warnings lead to military action or renewed diplomacy will determine the next phase of a conflict whose economic effects are already being felt far beyond the region.