Farmácias começam a disponibilizar tratamento com metadona

© IGOR MARTINS / OBSERVADOR

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O Governo dos Açores lança esta semana uma plataforma digital que pretende aproximar os órgãos de comunicação social do arquipélago aos da diáspora açoriana.
Intitulada Azores-Diaspora Media Alliance Association (ADMAA), a plataforma resulta de uma parceria com o centro académico e cultural Portuguese Beyond Borders Institute (PBBI), sediado na universidade California State, em Fresno, nos Estados Unidos.
A plataforma será lançada num evento dedicado ao fortalecimento da rede de comunicação social entre o arquipélago e a diáspora, que decorre entre segunda e terça-feira em Ponta Delgada.
Segundo uma nota de imprensa do executivo açoriano, a ADMAA "constitui-se como uma rede colaborativa criada com o intuito de unir os órgãos de comunicação social dos Açores aos da diáspora, ampliando o seu alcance global e partilhando recursos".
A nova plataforma, que já se encontra 'online' e disponível através do endereço admaazores.com, funciona como um "agregador e um espaço ágil de intercâmbio de conteúdos jornalísticos, e promoverá a troca de matérias e o idealizar de projetos conjuntos entre a imprensa açoriana e a da diáspora".
O executivo "reconhece o papel insubstituível destes profissionais na preservação da identidade açoriana e na manutenção de uma ligação informada e inquebrável com os milhares de açorianos que prestigiam a região além-fronteiras".
A secretaria regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades, através da Direção Regional das Comunidades, vai promover também, na próxima semana, a 4.ª edição da Mostra Cinema Sem Fronteiras, que será exibida em todas as escolas secundárias da Região Autónoma dos Açores.
Com o tema "Olhares e narrativas plurais: o que ganhamos quando culturas diferentes se encontram e dialogam", a mostra assenta numa sessão de exibição e debate, que reúne quatro curtas-metragens de animação, num total de 45 minutos.
A iniciativa convida os alunos a refletir sobre migração, diversidade e diálogo intercultural, à volta do conceito de ir, ficar, voltar.
Com esta iniciativa, o Governo dos Açores leva às escolas secundárias da Região "obras de reconhecimento internacional, que servem de ponto de partida para o debate entre os jovens sobre a pluralidade de olhares e o encontro entre culturas".
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O ministro da Administração Interna, Luís Neves, reiterou, este sábado, que espera que as manifestações pela habitação marcadas para este sábado decorram "com toda a ordem e com toda a civilidade".
"O que se espera é que de facto as manifestações decorram como normalmente acontecem, com toda a ordem, com toda a civilidade e que de facto cada um faça o seu trabalho, que cada um cumpra a sua missão e, sobretudo, que se cumpra a lei", começou por dizer, em declarações aos jornalistas, em Ponte de Sor.
E acrescentou: "Nenhuma manifestação pode por em causa os direitos de terceiros e é disso que estamos a falar. Portanto, apreço, respeito por tudo, pela legitimação por tudo o que está a acontecer".
O ministro salientou ainda que a habitação "é um tema central deste Governo". "Estamos a procurar encontrar soluções legais e também de amplificar a questão da construção juntamente com os autarcas. Este é um objetivo comum e que tem o Governo muito centrado em alcançar essas metas", apontou.
Saliente-se que estão marcadas novas manifestações pela habitação para este sábado em Lisboa, no Porto, Viana do Castelo, Braga, entre outros.
Luís Neves, note-se, já havia dito que esperava que corresse tudo "dentro da normalidade e da legalidade" na sexta-feira, depois da audição sobre o Orçamento do Estado, no Parlamento.
De recordar que, na semana passada, a PSP dispersou à bastonada e com recurso a cães as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas.
Os protestos pelo direito à habitação começaram a 10 de outubro na Praça D. João I, no Porto, e em Lisboa a 17 de outubro na Praça de D. Pedro IV, tendo existido tensão com a polícia que não permite que as tendas permaneçam durante a noite nestas praças.
A primeira carga policial aconteceu no Porto a 15 de outubro.

"Espero que tudo decorra dentro da normalidade e da legalidade", disse Luís Neves aos jornalistas.
Lusa | 16:37 - 30/10/2026
O deputado único do BE/Açores questionou hoje se o modelo de educação inclusiva, aprovado pelo parlamento regional, está a ser cumprido na região, apontando "falta de capacidade" de resposta.
Esta preocupação estende-se aos Programas Específicos de Escolarização e Formação e foi manifestada em requerimento submetido à Assembleia Legislativa dos Açores.
O partido refere que recebeu "informações relacionadas com a falta de capacidade efetiva das respostas para acompanhar as necessidades destes alunos", segundo nota de imprensa.
O BE/Açores refere que está em causa o "incumprimento da dimensão dos grupos, a dificuldade no acesso a terapias e apoios especializados, a falta de disponibilidade de recursos técnicos e humanos e a falta de articulação com respostas complementares de apoio às famílias".
No requerimento, o deputado António Lima quer saber quantos alunos frequentam atualmente os programas ocupacionais, quantos grupos existem, quantos excedem o limite máximo de alunos legalmente estabelecido, e quais as justificações para estas situações.
O Bloco quer também apurar qual o número de docentes, técnicos especializados, terapeutas da fala, terapeutas ocupacionais, psicólogos e outros profissionais afetos aos Programas Específicos de Escolarização e Formação em cada unidade orgânica, quantos pedidos de reforço foram apresentados pelas escolas e qual a resposta a cada caso.
O Bloco pretende ainda saber se existe listas de espera ou insuficiência de resposta de ATL ou outras respostas complementares destinadas a crianças e jovens com necessidades específicas
Outras das questões levantadas é se o Governo Regional considera que os recursos atualmente disponíveis são suficientes para assegurar a plena concretização dos objetivos definidos pelo regime jurídico da educação inclusiva e pela portaria que regula os Programas Específicos de Escolarização e Formação.
Leia Também: PS/Açores lamenta atraso de vagas em creche e ATL em São Miguel

O Outono está a demorar a chegar e ainda que as temperaturas já tenham baixado, a verdade é que o calor continua. Na sexta-feira, dia 30 de outubro, a localidade de Coruche foi a mais quente do país, tendo registado 30.2ºC, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
No segundo lugar encontra-se a estação meteorológica de Odemira - Sabóia que registou a temperatura mais alta de 29.3ºC.
Seguiu-se Alcácer do Sal, Barrosinha, com 29.2ºC, Coruche/ Cruz Do Leão, com 29ºC, e Alvalade com 28.9ºC.
De salientar que o bom tempo poderá ter já os dias contados, uma vez que a chuva regressará em breve.
De acordo com a previsão do IPMA para a semana de 2 a 8 de novembro, Portugal Continental irá continuar, "em grande parte da semana, sob a influência de ar quente e seco, prevendo-se valores de temperatura acima do normal para esta época do ano".
"No entanto, durante a semana iremos ter mudança gradual do regime de tempo", avisa o IPMA, na previsão publicada esta sexta-feira nas suas redes sociais.
Portugal continental bateu um novo recorde de ondas de calor em 2026, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Só este ano, foram registadas nove ondas de calor.
Numa nota partilhada no site, o IPMA explica que foi feito um balanço provisório "que abrange o período entre fevereiro e outubro deste ano".
"Os episódios distinguiram-se pela sua duração, magnitude e abrangência territorial, com destaque para a onda de calor do final de junho e início de julho, uma das mais relevantes desde 1981", refere.
A onda de calor mais recente foi registada entre os dias 10 e 16 de outubro.

Portugal continental bateu um novo recorde de ondas de calor em 2026, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Só este ano, foram registadas nove ondas de calor.
Notícias ao Minuto | 16:15 - 19/10/2026
A Federação Nacional de Professores (Fenprof) apresentou queixa à Provedora de Justiça do "desrespeito" do Governo pela negociação coletiva na aprovação de diplomas relativos ao recrutamento docente, anunciou hoje a organização, responsabilizando também o Presidente da República.
"As promulgações pelo Presidente da República dos diplomas relativos ao recrutamento docente, ao Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação e à educação inclusiva responsabilizam também o primeiro órgão de soberania pelas consequências das decisões tomadas e pela validação de ilegalidades nos processos que lhes deram origem", afirmou a Fenprof, em comunicado.
Em causa estão, segundo esta organização sindical de professores, "atropelos às regras da negociação coletiva" por parte do Governo PSD/CDS-PP, pondo em causa o regular funcionamento das instituições democráticas.
Discordando do conteúdo destes diplomas do Governo, a Fenprof realçou que "o processo negocial não respeitou a lei" e, no caso do regime de recrutamento e colocação de docentes, solicitou ao Presidente da República, António José Seguro, que não o promulgasse, "face às graves irregularidades que denunciou no que deveria ter sido a negociação suplementar".
"O executivo aprovou o diploma em apreço, em reunião de Conselho de Ministros, quando a negociação suplementar ainda nem tinha acontecido. Assim, converteu em simulacro uma fase negocial que a lei prevê precisamente para permitir um esforço derradeiro de discussão das propostas e de procura de aproximações e melhores soluções", expôs a organização sindical.
A Fenprof acusa mesmo o Governo de "uma flagrante desconsideração pela negociação coletiva e pelas associações sindicais representantes dos professores".
Por isso, a Fenprof comunicou estas preocupações ao ministro da Educação, Ciência e Inovação, ao primeiro-ministro e ao Presidente da República, mas não recebeu qualquer resposta às questões colocadas.
Sobre a ausência de resposta por parte do Presidente da República, a federação lamentou que António José Seguro tenha promulgado o diploma sem sequer se pronunciar sobre as denúncias apresentadas, acabando por "dar cobertura ao desrespeito por regras legais, contribuindo para a degradação da negociação coletiva.
Afirmando que a negociação coletiva, que "vem sendo sucessivamente maltratada pelo Governo", é um mecanismo fundamental do diálogo social e da democracia, que não pode ser convertido numa "encenação destinada a legitimar decisões previamente tomadas pelos governos".
"A questão assume especial importância quando está em curso a revisão do Estatuto da Carreira Docente. A Fenprof não aceitará que um processo com consequências profundas para a carreira e as condições de trabalho dos professores seja conduzido segundo uma lógica em que as decisões são tomadas unilateralmente e antes ainda de a negociação terminar", reclamou.
Neste sentido, a organização sindical de professores exigiu que o Governo respeite a negociação coletiva e que as instituições democráticas não desvalorizem denúncias de incumprimento das regras, apelando ao Presidente da República para que assuma a fiscalização política da atividade legislativa dos outros órgãos de soberania.
"Atendendo à gravidade dos factos", a Fenprof apresentou queixa à Provedora de Justiça, Luísa Neto, com quem a federação teve uma reunião quinta-feira, na qual foi abordada a queixa anteriormente remetida, aguardando agora os resultados desta diligência relativa ao diferendo com o Ministério da Educação sobre a remuneração dos docentes que classificaram exames nacionais.
A federação disse ainda que irá informar a Assembleia da República sobre a situação de "desrespeito" pelas regras legais da negociação coletiva, e desenvolverá as diligências institucionais e sindicais necessárias à defesa dos direitos dos docentes e investigadores, da escola pública e da democracia nas relações de trabalho.
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O Sindicato dos Médicos da Zona Sul condenou hoje "o uso desproporcionado da força" pela PSP no domingo no Rossio e considerou "inaceitável que o socorro a feridos com lesões de potencial gravidade tenha sido impedido ou atrasado".
Em causa está a carga policial na madrugada de dia 25 de outubro para acabar com a acampada pela habitação em curso na Praça D. Pedro IV (Rossio), em Lisboa, e na Praça D. João I, no Porto, com recurso a bastonada e a cães.
O sindicato assinala que "recebeu com profunda preocupação" as informações dessa intervenção na Praça D. Pedro IV que davam conta de que "um número considerável de feridos apresentava traumatismos cranianos com lacerações importantes do couro cabeludo, compatíveis com impacto de bastão".
"Em dois desses casos existiriam sinais de alarme de possível lesão neurológica, que exigiam avaliação diferenciada no local e transporte a unidade hospitalar", continua o comunicado.
"De acordo com a mesma informação, não havendo meios do INEM [Instituto Nacional de Emergência Médica] no local, foi contactado o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU). Este terá referido não ser possível enviar meios por a PSP não autorizar a sua passagem. Os primeiros meios terão chegado cerca de 40 minutos depois e consistiram em motociclos do INEM e não em ambulâncias", lê-se ainda.
Refere a nota de imprensa que as normas em vigor na PSP sobre a utilização de meios coercivos classificam a cabeça como "área vermelha", onde os impactos de bastão são considerados meio coercivo de elevada potencialidade letal e só admissíveis em situação de legítima defesa.
"A confirmarem-se, os factos relatados configuram uma atuação desconforme com essas normas", aponta o sindicato.
Condenando o uso de "força desproporcionada contra cidadãos (…) no espaço público em exercício pacífico do direito de reunião e manifestação" e considerando "inaceitável que seja impedido ou atrasado o acesso do socorro pré-hospitalar diferenciado a pessoas feridas, algumas com lesões de potencial gravidade", o SMZS alerta que "o acesso a cuidados de saúde urgentes não pode, em nenhuma circunstância, ficar condicionado por operações de ordem pública".
O sindicato assinala ainda que a manifestação tinha por objeto o direito à habitação, "uma questão que afeta diretamente o Serviço Nacional de Saúde (SNS)", referindo que a dificuldade em conseguir casa a custos comportáveis na Área Metropolitana de Lisboa "é hoje uma das principais limitações à fixação de médicos e de outros profissionais de saúde na região, sobretudo em início de carreira".
"Esta realidade contribui para vagas por preencher e agrava as desigualdades no acesso aos cuidados de saúde, penalizando as populações e as unidades com maior carência de profissionais. A resposta à crise da habitação é, por isso, também uma condição para a sustentabilidade do SNS e para a equidade no acesso à saúde", acrescenta o comunicado.
Os protestos pelo direito à habitação começaram a 10 de outubro na Praça D. João I, no Porto, e em Lisboa a 17 de outubro na Praça de D. Pedro IV, tendo existido tensão com a polícia que não permite que as tendas permaneçam durante a noite nestas praças.
A primeira carga policial aconteceu no Porto a 15 de outubro.
Leia Também: PSP manda retirar "tendinha para brincar para crianças" no Rossio

Um jovem de 17 anos sofreu ferimentos graves após ser esfaqueado por outro, de 21 anos, na sexta-feira à noite, em Vila Viçosa, no distrito de Évora, revelou hoje fonte da GNR.
A fonte do Comando Territorial de Évora da GNR indicou à agência Lusa que a agressão com arma branca resultou de um desentendimento entre os dois jovens, na via pública, concretamente na Rua Florbela Espanca, cerca das 23h00 de sexta-feira.
A vítima foi transportada para o hospital de Évora e a GNR deteve o agressor, adiantou, e a investigação do caso passou para a alçada da Polícia Judiciária.
Contactada pela Lusa, fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Central indicou que o alerta para a ocorrência foi dado às 23h12.
As operações de socorro mobilizaram 12 operacionais dos bombeiros de Vila Viçosa, do INEM e da GNR, apoiados por cinco veículos, incluindo a viatura médica de emergência e reanimação (VMER) de Évora e uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Estremoz.
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As farmácias começam no domingo a disponibilizar tratamento da dependência de opioides com metadona, iniciativa que arranca em sete concelhos, inclusive Albufeira e Portalegre, e que será progressivamente alargada a todo o país, revelaram hoje as entidades responsáveis.
Em causa está o Programa de Tratamento da Dependência de Opioides com Cloridrato de Metadona em Farmácias Comunitárias, iniciativa promovida pelo Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD), INFARMED – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, Associação Nacional das Farmácias (ANF), Associação de Farmácias de Portugal (AFP) e Ordem dos Farmacêuticos (OF).
"Esta resposta permite às pessoas integradas em programas de tratamento da dependência de opioides tomar metadona numa farmácia comunitária aderente, mediante referenciação e em articulação com as equipas responsáveis pelo seu acompanhamento clínico", indicaram os promotores da iniciativa, em comunicado.
O programa no domingo nos concelhos de Albufeira, Loulé, Portalegre, Portimão, São Brás de Alportel, Santiago do Cacém e Vila do Bispo, e será progressivamente alargado a todo o país, pretendendo aproximar o tratamento das pessoas e promover a continuidade dos cuidados.
De acordo com as entidades responsáveis, a disponibilização deste serviço, através das farmácias comunitárias, "facilita o acesso, reduz deslocações e favorece a adesão", sendo que a relação de confiança estabelecida com as equipas das farmácias permite também assegurar a toma num ambiente reservado, que protege a privacidade, a confidencialidade e a dignidade de cada pessoa.
Citada no comunicado, a presidente do ICAD, Joana Teixeira, referiu que, "em 2024, estiveram em tratamento por problemas relacionados com o uso de drogas cerca de 24.100 pessoas na rede pública de tratamento em ambulatório, sendo a heroína a principal substância de consumo identificada em mais de 13.200 casos".
Considerando que a dimensão desta realidade exige respostas cada vez mais acessíveis, Joana Teixeira realçou que a colaboração com as farmácias permite alargar a capacidade de acompanhamento e favorecer os percursos de recuperação e reinserção social.
Já a presidente da ANF, Ema Paulino, disse que "as dependências exigem respostas qualificadas, humanizadas e centradas nas pessoas", pelo que as farmácias comunitárias têm participado em diferentes iniciativas de prevenção e combate às dependências, contando com a confiança das comunidades.
"A possibilidade de realizar o tratamento na farmácia, com privacidade e confidencialidade, pode contribuir para reduzir o estigma e fazer uma diferença concreta na continuidade dos cuidados", expôs.
Para o presidente do Conselho Diretivo do INFARMED, Rui Santos Ivo, este programa reforça o acesso aos cuidados de saúde e a proximidade das respostas às necessidades dos cidadãos, pelo que o INFARMED se associa a esta iniciativa, assegurando o acompanhamento regulamentar e a supervisão das condições de dispensa do cloridrato de metadona nas farmácias comunitárias.
De acordo com o bastonário da OF, Hélder Mota Filipe, os farmacêuticos envolvidos nesta iniciativa "têm formação específica para assegurar a toma assistida de metadona em condições de segurança, sendo que a prescrição e a supervisão clínica permanecem sob a responsabilidade das estruturas especializadas, com as quais as farmácias mantêm uma articulação permanente.
Este programa pretende contribuir para os objetivos do Plano Nacional para a Redução dos Comportamentos Aditivos e das Dependências 2030, facilitando o acesso ao tratamento e promovendo a recuperação e a reinserção social.

Esta sexta-feira, 30 de outubro, faz um mês que a campanha de vacinação contra a gripe arrancou. O Notícias ao Minuto esteve no terreno a tentar fazer um balanço dos primeiros 30 dias. Entre os grupos de risco, que este ano foram alargados, a vacinação está assegurada e tem decorrido normalmente. No contigente privado, não há vacinas.
Natacha Nunes Costa | 07:50 - 30/10/2026
A vítima foi transportada para o hospital de Évora e a GNR deteve o agressor, adiantou, e a investigação do caso passou para a alçada da Polícia Judiciária.

De acordo com as entidades responsáveis, a disponibilização deste serviço "facilita o acesso, reduz deslocações e favorece a adesão", sendo que a relação de confiança estabelecida com as equipas das farmácias permite também assegurar a toma num ambiente reservado.
A GNR deteve em Olhão um homem de 49 anos condenado por tentativa de homicídio no Brasil em 2019 e que se encontrava foragido à justiça, ao abrigo de um mandado de detenção internacional, foi hoje divulgado.
Em comunicado, a GNR refere que, após informação de que o suspeito estava em território nacional, os militares realizaram diligências que conduziram à sua localização.
O homem tinha pendente um mandado de detenção para cumprimento de uma pena de prisão efetiva por homicídio qualificado, na forma tentada.
Este crime, que ocorreu em 2019 no estado de Pernambuco, levou a que o suspeito se colocasse em fuga até à sua localização em território nacional, dando-se cumprimento a um mandado de detenção internacional emitido pelas autoridades judiciárias brasileiras, bem como da sinalização para detenção da INTERPOL.
A operação envolveu a Unidade de Ação Fiscal, através do Destacamento de Ação Fiscal (DAF) de Faro, com o apoio da Unidade Especial de Polícia da PSP.
Os factos foram comunicados ao Tribunal Judicial de Évora.
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As iniciativas intensificam-se a partir de meados do mês, com um Dia Nacional de Luta pela Habitação, agendado para 14 de novembro, pelos movimentos Casa para Viver e Porta a Porta.

A iniciativa estende-se este ano a 70% do território nacional, iluminando monumentos de roxo para recordar o terramoto de 1755 e sensibilizar para a prevenção e preparação de sismos.

A GNR deteve nove pessoas e registou 39 infrações nos concelhos de Almada, Palmela e Sines, no distrito de Setúbal, numa Operação Especial de Prevenção Criminal (OEPC), revelou hoje aquela força de segurança.
O Comando Territorial de Setúbal da Guarda Nacional Republicana (GNR) indicou, em comunicado, que a operação decorreu na sexta-feira, e incidiu na "prevenção e combate à criminalidade, na fiscalização rodoviária e de estabelecimentos e no reforço da visibilidade policial".
Segundo a GNR, na operação foram detidas quatro pessoas por tráfico de droga, três por condução sem habilitação legal e duas por condução sob o efeito do álcool.
A GNR registou ainda 39 autos de contraordenação, 28 de natureza rodoviária, seis no âmbito da fiscalização de estabelecimentos e cinco por consumo de estupefacientes.
Foram ainda apreendidas 148 doses de canábis resina e quatro de canábis folha,
Nesta OEPC, adiantou a Guarda, estiveram envolvidos 99 militares das diversas valências do Comando Territorial de Setúbal, nomeadamente do dispositivo territorial, intervenção e investigação criminal.
A operação contou ainda com o reforço da Unidade de Intervenção e do Comando Territorial de Évora.
"As ações periódicas desenvolvidas pelo Comando Territorial de Setúbal têm como principal objetivo reforçar a visibilidade da Guarda junto da população, prevenir e combater a criminalidade, em especial a criminalidade violenta e grave, intensificar a fiscalização rodoviária e promover o cumprimento da legalidade, contribuindo para a segurança de pessoas e bens", adiantou a GNR.
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Dois homens, de 43 e 68 anos, foram detidos e constituídos arguidos na quinta-feira por suspeita de uma queimada que se descontrolou e se transformou num incêndio florestal, revelou hoje a GNR.
Segundo a Guarda, o incêndio consumiu três hectares de floresta.
Os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial da Comarca do Porto Este, acrescenta o comunicado.
A ação contou com o apoio dos Bombeiros Voluntários de Lordelo, Baltar, Paredes e Rebordosa, lê-se ainda.
A GNR relembra que as queimas e queimadas são das principais causas de incêndios em Portugal.
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Um homem de 62 anos foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) na ilha das Flores, nos Açores, por estar fortemente indiciado pela prática de seis crimes de incêndio, ocorrido na vila de Santa Cruz das Flores, entre 25 de julho e 24 de setembro deste ano.
Num comunicado enviado às redações este sábado, a PJ refere que "os incêndios foram ateados numa garagem anexa a uma habitação, num veículo automóvel e em quatro estruturas de apoio a atividades agrícolas".
"Num dos casos, a atuação do suspeito terá sido motivada por sentimentos de vingança, não tendo sido apurado, até ao momento, o motivo para os restantes episódios, que terão ocorrido num contexto de consumo excessivo de bebidas alcoólicas", indica.
O suspeito terá "utilizado engenhos incendiários de fabrico artesanal" para atear os incêndios.
A PJ afirma ainda que, "em consequência dos factos investigados, foram produzidos prejuízos patrimoniais de um valor elevado, tendo sido criado, pelo menos, num dos episódios, perigo para a vida e para a integridade física das pessoas visadas".
"A pronta intervenção dos Bombeiros Voluntários locais foi determinante para evitar consequências de maior gravidade", sublinha.
O detido será presente à autoridade judiciária competente para aplicação das medidas de coação.
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Um homem de 37 anos, suspeito de, pelo menos, quatro incêndios nos últimos dois meses em Coimbra, foi detido pela Polícia Judiciária (PJ), revelou hoje aquela autoridade de investigação.
Segundo a PJ, as últimas deflagrações ocorreram no passado fim de semana, na área florestal localizada entre a rotunda da Avenida António Portugal e a Avenida Elísio de Moura, nas traseiras do Comando Distrital da PSP, zona que já tinha sido palco de outras ocorrências.
O homem é igualmente suspeito da autoria do incêndio urbano ocorrido nas garagens de um edifício em construção na Rua António Jardim, no dia 27 de setembro, cujos prejuízos se estima ascenderem a mais de 20 mil euros, lê-se ainda.
As diligências realizadas contaram com a colaboração do Grupo de Trabalho para a Redução de Ignições em Espaço Rural, composto por elementos da PJ, GNR e do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, acrescenta a nota de imprensa.
A PJ revelou ainda estarem em curso "seis inquéritos por crime de incêndio, nos quais o suspeito é fortemente indiciado da respetiva autoria".
O detido vai ser presente à autoridade judiciária competente para aplicação das medidas de coação, conclui o comunicado.
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