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"Bloco central" divide PS: Pedro Nuno Santos e Capoulas Santos dizem que nem pensar

Ex-líder do PS diz que “incompatibilidade programática” entre o PS e “este PSD” impede os dois partidos de governarem juntos. Já o histórico ministro socialista Capoulas Santos afirma como um “erro clamoroso” existirem “figuras de gabarito” no partido que admitam cenários de governação conjunta entre os dois partidos

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"Bloco central" divide PS: Pedro Nuno Santos e Capoulas Santos dizem que nem pensar

Ex-líder do PS diz que “incompatibilidade programática” entre o PS e “este PSD” impede os dois partidos de governarem juntos. Já o histórico ministro socialista Capoulas Santos afirma como um “erro clamoroso” existirem “figuras de gabarito” no partido que admitam cenários de governação conjunta entre os dois partidos

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La policía de Escocia investiga estancias de Epstein y el expríncipe Andrés en Balmoral

La policía escocesa está investigando las estancias del pederasta estadounidense Jeffrey Epstein, invitado por el entonces príncipe Andrés, hoy desposeído de su título, en el castillo de Balmoral (Escocia), una finca privada del rey Carlos III. Las fuerzas de seguridad han reconocido este viernes haber recibido información que le ha llevado a abrir lo que ha definido como “investigaciones activas” sobre esa visita del multimillonario, que se suicidió en la cárcel en 2019, al hermano del monarca británico. Sin embargo, la policía ha considerado “inapropiado” ofrecer más detalles sobre esa investigación, que está “en una fase muy inicial”, porque su prioridad es, ha dicho, proteger a las “víctimas supervivientes” del pederasta.

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© FOTO: SDNY (ZUMAPRESS/Cordon Press)

Epstein y Maxwell, en Balmoral (Escocia), en una imagen sin datar.
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El gobernador de São Paulo emerge como figura de la derecha brasileña tras la fuga de Flávio Bolsonaro

La fuga hacia Estados Unidos del ultraderechista brasileño Flávio Bolsonaro ha dejado a la extrema derecha brasileña perpleja y descabezada. En la búsqueda a toda prisa de un nuevo líder opositor al gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva sobresale un nombre: el del recién reelecto gobernador del estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de 51 años. Era el favorito de la élite económica y de la derecha menos radical para ser el aspirante a la presidencia en estas elecciones, pero el expresidente Jair Bolsonaro, preso por golpismo, truncó esas expectativas hace casi un año, cuando, desde la cárcel, decidió que su sucesor sería su primogénito.

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© Diego Vara (REUTERS)

Tarcisio de Freitas habla en un evento de campaña, junto a Flávio Bolsonaro, en Porto Alegre, el 14 de octubre.
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Un modelo que desfiló en Milán y un triple medallista paralímpico, la fórmula demócrata para tumbar el muro conservador de Iowa

Una decena de enfermos de cáncer se ha reunido en la cafetería Smokey Row, en Ankeny, un próspero suburbio al norte de Des Moines. Han acudido para relatar su experiencia a Rob Sand, el carismático candidato demócrata para gobernador de Iowa, un estado del Medio Oeste conocido por sus interminables campos de maíz. Es uno de los territorios representativos del llamado Corn Belt, el corazón agrícola del país, que apoyó abrumadoramente a Donald Trump en las pasadas elecciones de 2024. Sand es la gran esperanza de su partido. Lidera las encuestas con cierto margen sobre su rival conservador, Zach Lahn. Está a punto de convertirse en el primer demócrata en ganar una gran elección en este territorio en casi dos décadas.

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Imagen de una campaña publicitaria en la que participó Rob Sands, el candidato demócrata a gobernador de Iowa.Imagen del video de apoyo de Barack Obama a Josh Tureck como candidato al Senado por Iowa.

© Bryon Houlgrave (AP Photo)

Josh Turek en Des Moines, Iowa, el 2 de junio.
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PC Chinês promete combater regras informais que favorecem corrupção

O Partido Comunista Chinês (PCC) prometeu hoje intensificar o combate às regras informais que favorecem a corrupção e enfraquecem a disciplina interna, no âmbito de uma nova ofensiva para reforçar o controlo sobre os seus dirigentes.

Numa conferência de imprensa dedicada às conclusões do quinto plenário do Comité Central, encerrado na quinta-feira, altos responsáveis do partido sublinharam que a corrupção continua a representar uma ameaça grave, apesar da campanha lançada pelo Presidente chinês, Xi Jinping, há quase 14 anos.

A reunião, que decorreu durante quatro dias, terminou com a aprovação de uma resolução sobre o reforço da governação interna e da disciplina partidária, que identifica expressamente as chamadas “regras não escritas” como um dos principais obstáculos ao funcionamento das instituições.

“Durante algum tempo, certas regras não escritas existiram, em diferentes graus, dentro e fora do partido, prejudicando a autoridade e a aplicação das normas e da disciplina partidárias”, afirmou Xie Chuntao, vice-presidente executivo da Escola Central do Partido, em conferência de imprensa.

Segundo o responsável, estas práticas suscitaram fortes críticas entre os quadros partidários e a população.

Xie explicou que a resolução prevê reforçar a transparência nos assuntos do partido e do Governo, melhorar a formação dos dirigentes e corrigir práticas informais que permitem contornar as regras oficiais.

O documento procura ainda estabelecer mecanismos institucionais que impeçam a utilização de relações pessoais e redes de influência para obter promoções ou benefícios políticos.

Num artigo publicado este mês na revista de teoria política Qiushi, Xi Jinping alertou para os riscos associados à prevalência destas práticas.

“Quando as regras formais não são firmemente respeitadas, as regras não escritas proliferam inevitavelmente; quando estas prevalecem, as regras formais tornam-se meras decorações”, escreveu o líder chinês.

Xi advertiu que este ambiente permite a intermediários políticos e burlões recorrerem a contactos pessoais para progredir dentro do partido, defendendo maior transparência, fiscalização e responsabilização dos dirigentes.

O diretor do Gabinete Central de Investigação de Políticas do PCC, Tang Fangyu, afirmou que a resolução constitui o principal resultado do plenário e que a sua elaboração foi diretamente supervisionada por Xi Jinping.

Segundo Tang, o processo incluiu consultas a autoridades locais e departamentos governamentais, estudos sobre questões prioritárias e a recolha de mais de mil propostas de alteração.

A resolução reafirma a estratégia de manter uma pressão permanente sobre os dirigentes, visando criar condições para que estes “não ousem, não possam e não queiram” envolver-se em práticas de corrupção.

Huang Jianfa, vice-ministro do Departamento de Organização do Comité Central, explicou que o documento reforça também os critérios de seleção e avaliação dos quadros.

O partido deverá “afastar resolutamente aqueles que são desleais, que dizem uma coisa e fazem outra e que abusam do poder para obter benefícios pessoais”, afirmou.

Huang acrescentou que a fiscalização deverá ser acompanhada de mecanismos de incentivo e proteção dos funcionários que assumam responsabilidades e demonstrem iniciativa.

Zhang Fuhai, alto responsável da Comissão Central de Inspeção e Disciplina, anunciou o reforço da supervisão dos comités partidários, das estruturas locais e da coordenação entre os diferentes organismos de fiscalização.

Desde a chegada de Xi Jinping ao poder, em 2012, as autoridades chinesas abriram cerca de 8,1 milhões de processos disciplinares e puniram 7,92 milhões de pessoas, incluindo 963 altos responsáveis, segundo dados oficiais divulgados hoje.

As sanções abrangem diferentes infrações disciplinares e não correspondem necessariamente a condenações judiciais por corrupção.

O plenário ratificou ainda medidas disciplinares contra 34 membros efetivos ou suplentes do Comité Central, incluindo 18 dirigentes civis e 16 militares, um número sem precedentes nas reuniões plenárias recentes.

A reunião ficou igualmente marcada por uma participação invulgarmente reduzida: apenas 162 dos 205 membros efetivos do Comité Central estiveram presentes, o equivalente a 79% do total.

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Wendy Brown, politóloga: “Llevamos un tipo de vida insostenible y lo sabemos”

En esta época posterior a todo y anterior a nada, la politóloga Wendy Brown va a lo fundamental. Habla de la transcendencia de las próximas elecciones, de la espiral nihilista del neoliberalismo, del problemón de la lógica masculinista naturalizada, de las demandas que comparten los votantes de izquierda y derecha, y de los movimientos sociales que buscan salida a un mundo en combustión, víctima de un fuego alimentado por demagogos oportunistas.

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© GIANLUCA BATTISTA (EL PAÍS)

Wendy Brown en la Calle Rosselló, Barcelona, el pasado 18 de octubre.
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Una lectora: “No podemos normalizar que viajar en transporte público se convierta en un acto de fe”

Familiares de desaparecidos en el accidente de trenes, en el polideportivo de Urda (Toledo), este miércoles.

Con un saldo insoportable de vidas rotas, la tragedia ferroviaria de Toledo nos devuelve de golpe a la más cruda realidad: no podemos normalizar que viajar en transporte público se convierta en un acto de fe frente a fallos evitables y cadenas de negligencias. Confiamos en una red que, ante la primera brecha, delega toda la responsabilidad en el factor humano bajo presiones incomprensibles. La modernidad de un país no se mide solo por la velocidad de sus trenes, sino por la firmeza con la que prioriza la seguridad por encima de cualquier urgencia operativa. Exigir transparencia y responsabilidades hasta el final no es solo una deuda con las víctimas y sus familias, sino la única manera de rescatar la confianza en unas infraestructuras públicas que hoy nos duelen en el alma.

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Un Abascal de luto carga contra Pedro Sánchez y “Óscar Muerte” por el accidente ferroviario

“Setenta y cuatro compatriotas han muerto y otros tanto han sido heridos en un accidente ferroviario injusto y evitable”, ha comenzado su mitin en Ávila este jueves por la tarde el líder de Vox, Santiago Abascal. En el momento en que hablaba, la cifra oficial de fallecidos se mantenía en 69 y, a falta de determinar sus nacionalidades, se sabe que hay algún extranjero, pero Abascal se ha preguntado por qué no han dimitido todavía el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, y el ministro de Transportes, “Oscar Muerte”, como le ha llamado, después de que “120 españoles” hayan fallecido en accidentes ferroviarios este año.

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© Raúl Sanchidrián (EFE)

El presidente de Vox y candidato a la presidencia del Gobierno, Santiago Abascal, durante un acto público de la formación celebrado este jueves en Ávila.
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Las maniobras demócratas en Alaska dan munición a Trump para no acatar el resultado de las elecciones

La polémica en Alaska por la contienda a un escaño en el Senado no para de crecer. Donald Trump se pronunció este jueves sobre esta carrera decisiva que podría determinar el control del Senado en las elecciones de medio término del próximo martes. El presidente de Estados Unidos, que se juega el futuro de su mandato en las midterms del 3 de noviembre, puso en duda que la candidata demócrata al Senado por Alaska, Mary Peltola, pueda ocupar su escaño incluso si gana. Sus declaraciones llegan después de que The New York Times revelara que el equipo de Peltola maniobró para encontrar un tercer candidato con el mismo nombre que su rival republicano, con el objetivo de dividir el voto republicano en los comicios de ese Estado.

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© Kerry Tasker (REUTERS)

La candidata demócrata al Senado por Alaska, Mary Peltola, en el evento de lanzamiento de su campaña en Anchorage el pasado mes de enero.
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La Junta Electoral abre un expediente a Sánchez por el vídeo en el Reina Sofía ante el ‘Guernica’

La Junta Electoral Central ha decidido este jueves estimar la denuncia presentada por el Partido Popular y ha declarado que la grabación y difusión del vídeo protagonizado por el presidente del Gobierno, Pedro Sánchez Pérez-Castejón, en el Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía ante la obra Guernica, podría haber vulnerado la prohibición establecida en el artículo 50.2 de la Ley Electoral y la limitación a la obtención gratuita de medios proporcionados por las Administraciones Públicas fuera del período de campaña electoral prevista en otro artículo de esa norma.

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La ministra portavoz, Elma Saiz, durante la rueda de prensa posterior al Consejo de Ministros del 20 de octubre.

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© PSOE

Pedro Sánchez, en el Museo Reina Sofía frente al 'Guernica'.
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La candidata de La Izquierda en Berlín teme por su vida al oponerse a radicales afines a su partido

El pleno parlamentario de constitución de la nueva legislatura en Berlín tenía que ser una celebración para Elif Eralp. La candidata de Die Linke (La Izquierda) para gobernar la capital de Alemania veía este jueves cómo su amiga y compañera Hendrikje Klein era elegida presidenta de la Cámara. Pero las caras de Eralp y del resto de los diputados de la formación poscomunista mostraban poca alegría. El semanario Der Spiegel publicó pocas horas antes un documento interno del partido en el que la posible futura alcaldesa de Berlín reconocía temer por su vida y la de su familia. El origen de su miedo son grupos radicales palestinos afines a Die Linke.

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© HANNIBAL HANSCHKE (EFE)

Elif Eralp, arropada por compañeros de partido, este jueves en Berlín.
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Cómo un referéndum en Montana sobre el ‘dinero oscuro’ puede cambiar las reglas de la democracia estadounidense

Los estadounidenses están llamados el próximo martes a decidir en miles de contiendas si renuevan o confirman a congresistas y gobernadores, y también a alcaldes, miembros de distritos escolares o jueces. Hay, además, centenares de referéndums convocados, aunque tal vez ninguna de esas votaciones tenga tanto potencial para cambiar a largo plazo las reglas de esta democracia como la Iniciativa 194 (I-194), en Montana.

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© Matthew Brown (AP Photo)

Un votante ejerce su derecho en las primarias en Billings (Montana), el pasado 2 de junio.
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Muere a los 92 años Cuauhtémoc Cárdenas, histórico líder de la izquierda mexicana

Cuauhtémoc Cárdenas Solórzano, líder histórico de la izquierda mexicana y precursor de la transición democrática del país, ha fallecido este miércoles a los 92 años de edad. Sin su figura no se entendería que la izquierda haya llegado al poder. Tanto la actual presidenta, Claudia Sheinbaum, como el exmandatario Andrés Manuel López Obrador caminaron con Cárdenas en las luchas democráticas de los años ochenta, cuando el Ingeniero, como también se le conocía, rompió desde dentro el sistema de partido hegemónico del PRI y dio inicio a la transición.

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Cuauhtémoc Cárdenas en Ciudad de México, en julio de 2024.

© Fotografía Archivo Cuartoscuro

Cuauhtémoc Cárdenas en Ciudad de México, en 1988.
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