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Fachin devolve caso do INSS para Mendonça, mas mantém controle sobre investigação do Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, devolveu ao ministro André Mendonça a relatoria do inquérito que apura desvio a aposentados do INSS. No mesmo despacho, publicado ontem manteve sob sua custódia os autos do caso do Banco Master, que investiga Daniel Vorcaro.

Fachin informou ainda que, quando ficar pronto, o relatório da Polícia Federal sobre envolvimento de ministros da Corte com o banqueiro deve ser entregue a ele.

Caso Master permanece sob relatoria de Fachin

O presidente do STF havia avocado para si a relatoria dos dois processos após o ministro Alexandre de Moraes pedir a inclusão de Mendonça no inquérito das fake news por suposta condução política das investigações.

"Noutras palavras, em relação a esses fatos, à luz do parecer do titular da ação penal, não mais se justifica a manutenção dos autos sob a Presidência", diz trecho do documento.

Já o caso Master, Fachin manteve sob sua relatoria até que o plenário do tribunal delibere sobre o pedido pendente de abertura de investigação contra ministros da Corte. Moraes é citado em relatório da Polícia Federal tornado público por Mendonça. Nele, Moraes recebe mensagens do dono do Master, Daniel Vorcaro, com pedidos de orientação jurídica.

O banqueiro pede que o ministro interceda junto ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. Em represália, Moraes acusou o colega de direcionar as investigações para imputá-lo no escândalo de Vorcaro.

O ministro Fachin determinou que a permanência do inquérito do Master sob sua relatoria seja reavaliado até que o plenário decida sobre a abertura de procedimento contra seus membros ou dentro do prazo de 90 dias.

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© Alejandro Zambrana/STF

Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)
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Apresentador chuta drone ao vivo e machuca modelo; veja o vídeo viralizado

O apresentador Ernesto Chavana foi centro de uma polêmica depois de acertar a colega de palco, Isabella Rojas, com um drone. Nesta terça-feira (27), durante o programa mexicano “Es Show”, ele se irritou com o dispositivo e o chutou em direção às outras participantes da atração.

Após as imagens serem divulgadas, a emissora Multimedios Televisión publicou um vídeo nas redes sociais com o pedido de desculpas que Rojas fez ao vivo e o retorno de Isabella ao palco, com a boca sangrando.

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“Lamento, sou o responsável pelo que acabou de acontecer. De verdade, sinto-me arrependido e envergonhado pelo que acabei de fazer. Estava muito exaltado até colocarem isso na minha frente. E não sei se foram meus sapatos novos…”, disse.

Nos comentários, os fãs do programa não aceitaram bem o discurso de Chavana e deixaram recados agressivos contra o apresentador.

“Esse homem não deveria estar no programa”, “Programa ridículo”, “Pede desculpas e continua fazendo piada, falando que não foi nada grave”, “Espero que você o processe por humilhação pública” e “Não foi um acidente” foram alguns deles.

Assista ao vídeo

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Um post compartilhado por Es Show (@esshow)

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*Publicado por Giovana Christ, da CNN Brasil

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Jack Antonoff critica Ed Sheeran por excluir Macklemore de turnê

Cantor e produtor, Jack Antonoff, 42, criticou o britânico Ed Sheeran, 35, por excluir Macklemore, 43, da turnê depois de uma declaração do rapper sobre a Palestina.

“Todos nós vivemos em um mundo onde bilionários estão constantemente nos dizendo o que fazer. Então, levante a p**** da língua”, disse o músico do Bleachers ao The Guardian, no domingo (25).

Jack Antonoff, que já fez declarações pró-Palestina eem seus shows, seguiu com as críticas, opinando que Ed Sheeran optou por agradar bilionários em meio à situação. Ele também afirmou que se sentiu ainda mais encorajado a se manifestar sobre o assunto.

“É algo profundamente humano de se dizer. Se você acha que é [controverso], você está perdido em algum outro mundo, em algo completamente maluco”, disse.

A voz de “you and forever” opinou que Ed Sheeran deveria ter cancelado a turnê, ao invés de deixar um bilionário mandar nele.

“[Ed Sheeran] perdeu uma oportunidade enorme e maravilhosa: era só cancelar a p***a da turnê, tocar de graça na rua em cada local, arrecadar um monte de dinheiro, em vez de deixar um p*** bilionário mandar nele”.

As declarações ao jornal britânico acontecem mais de um mês após a polêmica saída de Macklemore da turnê “Loop”.

Relembre

A decisão foi tomada depois que Macklemore fez um discurso pró-Palestina no dia 4 de setembro, em um show de abertura no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), pedindo “paz em Gaza e na Cisjordânia”.

Na segunda-feira (14), o rapper fez um longo pronunciamento e afirmou que Robert Kraft, um dos grandes empresários da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) e dono do New England Patriots, teria tido influência em sua exclusão da tour.

Ed Sheeran resolveu se pronunciar sobre o assunto. Nas redes sociais, ele disse estar “horrorizado com o conflito entre Israel e Palestina”, mas que, após o discurso de Macklemore, os locais dos próximos shows de sua turnê comunicaram que cancelariam as apresentações caso ele continuasse participando.

Além de Macklemore, a banda Beoga e os cantores Aaron Rowe, Lukas Graham e Finneas se pronunciaram, anunciando que não vão mais participar da turnê do artista Ed Sheeran.

O rapper anunciou uma nova turnê, chamada “Free Palestine”, que teve início na segunda-feira (26). Na estreia das apresentações, ele prometeu continuar se manifestando de forma contundente contra a guerra de Israel em Gaza.

Ed Sheeran anuncia show único em SP; veja preços e como comprar

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

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Lula: Meta tem de deixar de enganar e adotar "bons costumes"

Presidente brasileiro reforça que qualquer crime na internet deve ser tratado como "um crime na vida real", após polémica sobre Meta ter suspendido contas e publicações durante período eleitoral.

© Andre Borges/EPA

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Caso MAI. Reestruturação do SIRESP ou quebra de confiança?

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Em causa esteve a necessidade de encontrar um perfil adequado e comprometido com os objetivos políticos e estratégicos do Ministério. Ainda, Luís Montenegro rejeita um entendimento com o Chega.

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