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Comandante da Proteção Civil do Cávado deixa o cargo no fim do mês

O major Manuel Moreira deixará no final deste mês o Comando da Subregião do Cávado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, sediada em Braga, para regressar à GNR.

A sua comissão de serviço de três anos, na Proteção Civil, tinha terminado há nove meses, mas manteve-se em funções, por conveniência de serviço, a pedido dos altos responsáveis da ANEPC.

O trabalho do major Manuel Moreira ficou marcado pelo evitar do grande fogo florestal de Lindoso, Ponte da Barca, de agosto de 2025, tivesse atingido e entrado na Portela do Homem.

As Matas de Cabril, de Palheiros e de Albergaria, as “joias da coroa” do Parque Nacional da Peneda-Gerês, foram poupadas à destruição, com o fogo descontrolado desde Ponte da Barca.

Com o objetivo de testar o Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil de Braga, em 12 de abril de 2025, notabilizou-se por liderar a organização do maior exercício de sempre no distrito de Braga, o Gallus Exercitium em Barcelos, uma organização com cerca de mil participantes.

Manuel Moreira, major de infantaria, de 41 anos de idade, natural de Valongo, foi o responsável pelos resgates no Gerês, quando não existia Posto de Montanha, em articulação com Bombeiros Voluntários de Terras de Bouro e com a Delegação de Rio Caldo da Cruz Vermelha Portuguesa.

O major Manuel Moreira, ainda com a patente de capitão, foi o precursor do primeiro socorro transfronteiriço Minho/Galiza, quando interveio no socorro a um grave acidente de viação em Lobios, na Estrada Número 312, a partir da Portela do Homem, concelho de Terras de Bouro.

Com 15 anos de experiência na área da proteção civil, onde se especializou, começou já neste setor a comandar, no Minho, o Grupo de Intervenção de Proteção e de Socorro (GIPS) da GNR, que passou a constituir depois Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS).

Apesar dos autarcas da região e da Comissão Distrital de Braga da Proteção Civil pretenderem a sua continuidade, Manuel Moreira entendeu ser a hora de voltar à GNR, a sua origem, tendo sido enaltecido por escrito por comandantes de corpos de bombeiros do distrito de Braga.

Até porque, tudo o indica, será brevemente promovido ao posto de tenente-coronel, podendo o oficial superior ficar colocado agora numa das unidades territoriais da GNR na zona do Minho.

Com a cessação de funções do major, marcada para o último dia deste mês, o Comando da Proteção Civil do Cávado recairá agora no segundo-comandante Sub-Regional, o licenciado Bruno Silva, que assumirá assim as suas funções, de forma interina.

Carreira ligada à proteção civil

O major Manuel António da Silva Moreira iniciou a carreira em 2009 como adjunto do Núcleo de Educação Física e Desportos, da GNR, ingressando em 2012 no Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS), atualmente UEPS da GNR, assumindo antes funções no Centro de Meios Aéreos de Arcos de Valdevez e ainda no Centro de Meios Aéreos de Baltar, em Paredes.

Em 2015 assumiu o comando da 4.ª Companhia do GIPS, em Braga, tendo sido o responsável desta força nos distritos de Viana do Castelo e Braga, para o desenvolvimento do ataque inicial terrestre e helitransportado aos incêndios rurais, bem como busca e resgate em ambiente de montanha em toda a área do Parque Nacional Peneda-Gerês, a ação com que mais se destacou.

Desde 2018 e até 2021 exerceu funções de comandante da Companhia 11, atual Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), pelo que é desde então responsável desta força para a primeira intervenção em incêndios rurais e as demais missões de proteção e socorro, tendo nesse período como a área de responsabilidade os distritos de Braga, Viana do Castelo e Porto.

Manuel Moreira possui um mestrado em Ciências Militares (Especialidade Segurança), pela Academia Militar, e também pós-graduação em Medical Response to Major Incidents, este pelo European Society for Trauma and Emergency Surgery e igualmente uma pós-graduação em Ciências Militares e Policiais, pelo Instituto Universitário Militar, entre diversas formações.

No dia 27 de setembro de 2024, recebeu um voto de louvor da Assembleia Municipal de Vila Verde, onde foi enaltecida a sua prontidão e disponibilidade constante na mobilização de meios e recursos, particularmente nos fogos florestais que afetaram sempre o concelho de Vila Verde.

“O major Manuel Moreira no exercício das suas funções, distinguiu-se por uma postura ética irrepreensível, capacidade de coordenação exemplar e um relacionamento assente no respeito e proximidade, profissionalismo, dedicação e dinamismo constituem qualidades amplamente reconhecidas pelas mais diversas entidades da Subregião do Cávado”, segundo refere o louvor.

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Bombeiros de Albufeira recebem nova ambulância após meses de elevada exigência

A nova viatura representa um investimento de cerca de 82 mil euros e reforça os meios de socorro à população e aos visitantes do concelho.

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Proteção Civil da Marinha Grande tem reserva de 22 geradores

O serviço tem atualmente 18 geradores ligeiros e quatro geradores médios, equipamentos que ou foram doados por várias entidades e particulares à autarquia no período crítico pós-depressão Kristin.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Também foi adquirido um drone, com câmara térmica que foi usado recentemente para tentar localizar uma mulher que estava desaparecida e no combate a um incêndio na Zona Industrial de Vieira de Leiria
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10h. Lituânia emitiu um alerta por violação do espaço aéreo

As autoridades aconselharam a população a procurar abrigo e mobilizaram caças da NATO. E ainda, IC19 com trânsito condicionado junto à estrada de Queluz, para exercício da Proteção Civil. 

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SOS Amianto: obras em escola de Cascais devem ser suspensas

A SOS Amianto reitera o pedido de suspensão dos trabalhos e lista irregularidades graves detetadas no terreno, dias depois de a Proteção Civil ter garantido a segurança do espaço escolar.

© JOSÉ COELHO/LUSA

O receio com a segurança das obras causou alarme na comunidade escolar
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ANEPC garante segurança na remoção de amianto em escola

Comunidade escolar pediu suspensão dos trabalhos iniciados segunda-feira no edifício antigo. Proteção Civil e DGS deram sinais contraditórios sobre os riscos.

© Getty Images

O receio com a segurança das obras causou alarme na comunidade escolar, e foi permitido que os alunos faltassem às aulas enquanto não fossem esclarecidas as medidas de segurança
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Bombeiros de Mogadouro lançam concurso para nova unidade de formação

VTM

A Associação Humanitária de Bombeiros de Mogadouro lançou hoje o concurso público para a construção da Unidade Local de Formação para Agentes de Proteção Civil, com um valor base estimado em 1,2 milhões de euros. Em declarações à agência Lusa, o presidente desta associação, João Gouveia, disse que as empresas interessadas têm um período de 14 dias para apresentar as suas propostas.

João Gouveia expressou a esperança de que o concurso não fique deserto devido à escassez de mão-de-obra e que as propostas sejam apresentadas para uma empreitada com um prazo de execução previsto de um ano. “Esperemos que haja propostas para a construção deste equipamento, e que no espaço de cerca de um ano a Unidade Local de Formação para Agentes da Proteção Civil seja uma realidade e estamos otimistas”, sublinhou.

O projeto consultado revela que esta nova unidade surge da necessidade dos bombeiros de Mogadouro terem acesso a uma estrutura moderna e funcional, ajustada às exigências atuais do treino operacional. O espaço incluirá um edifício destinado à formação, campos de treino interiores e exteriores, uma torre escola e contentores técnicos, permitindo a realização tanto da formação teórica como prática em condições realistas e seguras.

De acordo com João Gouveia, este novo equipamento estará disponível para todas as corporações de bombeiros da região e do país que desejem realizar exercícios e treinos relacionados com as missões no combate a incêndios urbanos e florestais.

O autarca António Pimentel revelou que o município disponibilizou cerca de 800 mil euros provenientes do orçamento destinado à Proteção Civil, que será utilizado pelos bombeiros na construção do campo de treinos. Em janeiro de 2025, foi assinado um contrato entre o município e a Associação Humanitária dos Bombeiros locais para a cedência de um terreno com 2,5 hectares na zona de Vale Calheiros, em Mogadouro, onde será instalada esta nova unidade.

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Rede de refúgios climáticos no concelho de Loulé

“Proteja-se do calor! Há um lugar perto de si!”. Este é o mote lançado pela Câmara de Loulé para dar a conhecer a sua rede de Refúgios Climáticos, os espaços pensados para proporcionar conforto e proteção à população, especialmente às pessoas mais vulneráveis, perante as temperaturas elevadas e as ondas de calor

Os Refúgios Climáticos identificados em todo o território já integram a Rede Nacional de Refúgios Climáticos, desenvolvida pelo Turismo de Portugal, e correspondem a espaços interiores e exteriores de acesso público que oferecem condições adequadas para minimizar os efeitos do calor extremo. Nos espaços interiores, os utilizadores encontram ambientes climatizados ou devidamente ventilados. Nos espaços exteriores, beneficiam de áreas com sombra e vegetação. Todos os refúgios dispõem ainda de acesso a instalações sanitárias, água e locais onde é possível descansar e recuperar do calor.

Esta rede do concelho de Loulé é composta pelos seguintes espaços: Alte – Polo da Biblioteca no Polo Museológico Cândido Guerreiro e Condes de Alte (das 09h00 às 17h00, de segunda a sexta-feira) e Parque de Merendas (acesso permanente, todos os dias da semana); Ameixial – Junta de Freguesia do Ameixial (das 09h00 às 17h00, de segunda a sexta-feira) e Fonte da Seiceira (das 10h30 às 21h00, todos os dias da semana); Benafim – Parque de Merendas (acesso permanente, todos os dias da semana); Boliqueime – Antigas instalações da Junta de Freguesia de Boliqueime e Sala da Assembleia de Freguesia de Boliqueime (das 09h00 às 17h00, de segunda a sexta-feira); Quarteira – Auditório do Centro Autárquico de Quarteira (das 09h00 às 16h30, segunda a sexta-feira) e Polo de Quarteira da Biblioteca Municipal de Loulé (das 10h00 às 18h99, de terça-feira a sábado); Querença – Polo Museológico da Água (das 10h00 às 18h00, de segunda a sexta-feira) e Fundação Manuel Viegas Guerreiro (das 9h30 às 17h00, de segunda a sexta-feira), Salir – Polo da Biblioteca José Viegas Gregório (das 09h00 às 17h00 de segunda a sexta-feira), São Clemente – Biblioteca Municipal de Loulé Sophia de Mello Breyner Andresen (das 09h30 às 19h00, de segunda a sexta-feira) e Parque Municipal de Loulé (acesso permanente, todos os dias da semana); e São Sebastião – Junta de Freguesia de São Sebastião(das 09h00 às 17h00, de segunda a sexta-feira); e Tôr – Junta de Freguesia da Tôr (das 09h00 às 16h00, de segunda a sexta-feira).

Durante os períodos de temperaturas extremas, estes espaços constituem uma resposta essencial para reduzir os riscos associados ao calor, contribuindo para a proteção da saúde e do bem-estar de todos.

A Autarquia deixa alguns conselhos aos munícipes durante as ondas de calor: mantenha-se hidratado, evite a exposição solar, dê especial atenção às crianças, idosos, grávidas e pessoas com doenças crónicas, sempre que possível, acompanhe familiares, vizinhos ou amigos que possam necessitar de apoio.

https://refugiosclimaticos.turismodeportugal.pt
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