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BY Venture Partners abre sede europeia em Lisboa e fecha fundo de 53,5 milhões para startups de IA

A sociedade de capital de risco BY Venture Partners, com sede no Dubai, escolheu Lisboa para instalar o seu primeiro escritório na Europa e anunciou hoje o fecho do terceiro fundo, no valor de 53,5 milhões de euros, dedicado a empresas nativas de inteligência artificial (IA).

Em comunicado, a gestora refere que o Fundo III é ancorado pelo Dubai Future District Fund e conta com a participação de investidores institucionais e de ‘family offices’, entre os quais a Multi Lane, a Transmed Capital e o Indriss Family Office, da Arábia Saudita. Com este fundo, os ativos sob gestão da BY Venture Partners passam para mais de 178,4 milhões de euros.

O veículo vai investir sobretudo até um milhão de dólares (cerca de 860 mil euros) por empresa, entre as fases ‘pre-seed’ e Série A, em ‘startups’ de IA que estejam a “reinventar os fluxos de trabalho das empresas” e que tenham ambição de crescer à escala global desde o início.

O Fundo III já realizou 15 investimentos, num portfólio previsto de 40 empresas, entre as quais a PQShield, a Cosyne, a Isometric, a Huspy e a Invisible.

Apesar das raízes no Médio Oriente, a BY Venture Partners investe em 16 mercados, com dois terços do capital aplicado fora da região do Médio Oriente e Norte de África (MENA), na América do Norte e na Europa.

O escritório de Lisboa arranca com duas contratações locais na área de investimento. A sociedade tinha já apoiado, em fases iniciais, empresas europeias como a Onfido, a PQShield e a Huspy.

“A Europa forma alguns dos melhores talentos tecnológicos do mundo, mas os fundadores europeus enfrentam muitas vezes uma barreira quando tentam chegar ao capital internacional e a uma escala comercial global”, afirmou o sócio Sohrab Jahanbani, citado no comunicado, para quem o reforço da aposta europeia com o ‘hub’ de Lisboa é “uma evolução natural”.

Já o sócio-fundador Ghaith Yafi destacou o interesse da gestora em cidades como Madrid, Londres, Paris e Berlim, que “avançam rapidamente no desenvolvimento de software nativo de IA”, e disse que o fundo está “bem encaminhado para ficar entre os 10% melhores” do seu segmento.

Por sua vez, o sócio-fundador Abdallah Yafi sustentou que Lisboa e o ecossistema ibérico “deixaram de ser polos regionais emergentes” e passaram a ser “verdadeiras rampas de lançamento” para a inovação em IA e ‘deep tech’.

A BY Venture Partners é liderada por quatro sócios – Ghaith Yafi, Abdallah Yafi, Rami Jisr e Sohrab Jahanbani –, todos com experiência como empreendedores. Segundo a gestora, os Fundos I e II ajudaram a “produzir” quatro unicórnios, e a sociedade tem um ‘Founder Net Promoter Score’ de 87.

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Intuitivo capta 1,35 milhões de euros para acelerar expansão internacional e SRS Legal assessorou

A startup portuguesa de tecnologia educativa Intuitivo angariou 1,35 milhões de euros numa ronda de financiamento seed liderada pela Caixa Capital e pelo Impact Innovation Fund, gerido pela 3xP Global, com participação da Techstars e da COREangels Lisboa e Porto, anunciou a SRS Legal, que aconselhou a empresa na operação.

Os fundos serão aplicados no desenvolvimento da plataforma da Intuitivo e na preparação da expansão da empresa para o mercado brasileiro. A startup desenvolve uma solução digital de avaliação para instituições de ensino que recorre à inteligência artificial para simplificar e automatizar o processo de avaliação.

A Intuitivo participou em 2022 no Startup Lab da SRS Legal, considerado o primeiro programa de aceleração de startups criado em Portugal por uma sociedade de advogados, e venceu em 2024 a competição PITCH da Web Summit, entre 105 startups concorrentes.

A equipa jurídica da SRS Legal que acompanhou a transação foi liderada pelo sócio Paulo Bandeira e pela managing associate Solange Fernandes.

 

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Startup portuguesa tem 160 milhões para investir na construção de 1.080 casas até 2028

A startup portuguesa inHabitus especializada em construção industrializada quer colocar no mercado nacional 1.080 casas até 2028, através de projetos que unem métodos de construção inovadores e padronização em escala procurando entregar casas com prazos mais curtos e preços por metro quadrado global (incluindo áreas exteriores privativas) que chegam aos 65% abaixo da mediana nacional. Para isso conta com 160 milhões de euros provenientes de capitais próprios e financiamento bancário.

O primeiro projeto arrancou em setembro com a construção do ‘Origem Alfena’ no Porto, com 79 moradias em tipologias V2, V3 e V4, todas vendidas. Já em outubro, a inHabitus lançou a comercialização de um empreendimento de Setúbal, composto por 136 moradias, nas tipologias V1 a V4.

Até ao final do ano a startup portuguesa tem o objetivo de colocar no mercado mais 253 habitações, distribuídas por dois empreendimentos nas regiões de Viseu e do Grande Porto, num total de quatro projetos residenciais que integram a primeira fase de um pipeline com presença de Norte a Sul do país. Os empreendimentos incluem moradias de tipologias V1 a V4, com preços a começar nos 139 mil euros.

Mário Ferraz, co-fundador da inHabitus, salienta que a empresa constrói casas praticamente da mesma forma há décadas, apesar de os desafios do setor exigirem novas respostas. “Na inHabitus, queremos contribuir para tornar a habitação mais acessível, repensando a forma como desenvolvemos e construímos casas. O nosso objetivo é conseguir colocar mais habitação no mercado, com preços competitivos, sem comprometer a qualidade”, refere.

Para isso a empresa utiliza diferentes métodos modernos de construção, combinando engenharia e tecnologia, com ferramentas digitais próprias que automatizam o projeto, otimizam custos e prazos e garantem previsibilidade emn todas as fases, do conceito à obra.

“Uma parte importante da diferença está na forma como organizamos todo o processo. Ao concentrarmos competências na mesma estrutura e reduzirmos a dependência de uma cadeia de intermediários e subcontratados, conseguimos ter maior controlo sobre as decisões e os custos. A industrialização permite-nos padronizar soluções, ganhar eficiência e replicar o modelo em diferentes localizações. É esta combinação que nos permite trabalhar para oferecer casas a preços mais acessíveis”, explica.

O resultado previsto desta abordagem, face à construção tradicional, é a redução de cerca de 50% no tempo de entrega e a redução de 30% no custo total de construção. A empresa estima reduções de cerca de 80% no desperdício de materiais e no risco de acidentes em obra, face aos métodos tradicionais.

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The net gun built for civilians in Ukraine’s kill zone

At a training with the Ukrainian National Guard’s Omega unit, engineers from the defense tech company BlueBird Tech describe how to use their net gun, named Chipa, to entangle an approaching drone’s propellers.

The soldiers rehearse encounters with approaching first-person-view (FPV) drones, monitoring a handheld detector

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“Se é para crescer, acelera!” dá mote à 7ª edição do Programa de Aceleração da StartUp Portimão

Inscrições abertas até 28 de outubro

Com candidaturas abertas até 28 de outubro, a 7ª edição do Programa de Aceleração da StartUp Portimão desafia os empreendedores a dar um passo em frente no desenvolvimento dos seus negócios e impulsionar ideias de sucesso.

“Se é para crescer, acelera!” é o estímulo dado aos participantes para que, com apoio desta iniciativa, aproveitem a oportunidade de transformar ideias e ambições em resultados.

Neste contexto, estão previstos quatro dias de formação intensiva, no mês de novembro, com diversas atividades em ambiente presencial e online, que têm como objetivo auxiliar os empreendedores no desenvolvimento dos seus negócios, apontando o melhor rumo, aprofundando conhecimentos e mostrando instrumentos e ferramentas essenciais para que possam aperfeiçoar os seus modelos de negócios e, simultaneamente, enfrentar os desafios do mercado com maior confiança. 

Com atividades práticas, partilha de experiências e mentoria, os participantes reforçam competências e são capacitados com recursos que permitem identificar novas oportunidades de crescimento.

Esta iniciativa, ao longo das seis edições já realizadas, tem vindo a distinguir-se por promover sessões de formação, mas também conversas inspiradoras, momentos de networking e um contacto direto entre participantes e mentores, especialistas em áreas fundamentais para o desenvolvimento empresarial. O programa decorrerá em formato híbrido, com uma primeira fase online, prevista para os dias 2 e 3 de novembro, e uma segunda fase presencial, em Portimão, nos dias 24 e 25 de novembro. As candidaturas podem ser efetuadas até dia 28 de outubro clicando AQUI.

A StartUp Portimão volta, mais uma vez, a apostar num programa que coloca os empreendedores no centro da ação, valorizando a aprendizagem, a colaboração e o contacto com profissionais experientes, num ambiente favorável à partilha de conhecimento e à criação de oportunidades.

O Programa de Aceleração é uma iniciativa do Município de Portimão, no âmbito da StartUp Portimão, e conta com a dinamização dos Territórios Criativos, reforçando um compromisso conjunto com vista à promoção do empreendedorismo, da inovação e da competitividade empresarial na região, que, num âmbito geral, pretende contribuir para reafirmar o Algarve, enquanto território empreendedor.

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