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Dados do TSE revelam os números mais digitados para anular votos

No pleito deste ano, os eleitores que gostariam de anular os votos no segundo turno poderiam votar em qualquer número que não pertencesse aos partidos do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), que disputavam o Palácio do Planalto.

Conforme levantamento da CNN Brasil com base nos dados divulgados pelo TSE, o número mais utilizado para anular os votos foi “00”, que não pertence a nenhum partido e representou 54,5% dos votos nulos.

Confira a lista dos números mais utilizados para anular o voto:

  1. 00 – Sem partido – 1.483.343 votos – 54,5% dos nulos;
  2. 11 – PP (Partido Progressistas) – 162.324 votos – 6% dos nulos;
  3. 14 – Missão – 143.372 votos – 5,3% dos nulos;
  4. 12 – PDT (Partido Democrático Trabalhista) – 98.490 votos – 3,6% dos nulos;
  5. 99 – Sem partido – 78.143 votos – 2,9% dos nulos;
  6. 31 – Sem partido – 77.823 votos – 2,9% dos nulos;
  7. 15 – MDB (Movimento Democrático Brasileiro) – 77.389 votos – 2,8% dos nulos;
  8. 55 – PSD (Partido Social Democrático) – 61.750 votos – 2,3% dos nulos;
  9. 10 – Republicanos – 38.803 votos – 1,4% dos nulos;
  10. 33 – Mobiliza – 35.576 votos – 1,3% dos nulos;
  11. 44 – União Brasil – 35.254 votos – 1,3% dos nulos; 
  12. 23 – Cidadania – 27.427 votos – 1% dos nulos; 
  13. 45 – PSDB – 27.359 votos – 1% dos nulos; 
  14. 73 – Sem partido – 24.688 votos – 0,9% dos nulos; 
  15. 70 – Avante – 21.649 votos – 0,8% dos nulos; 
  16. 01 – Sem partido – 18.551 votos – 0,7% dos nulos; 
  17. 77 – Solidariedade – 16.615 votos – 0,6% dos nulos; 
  18. 25 – PRD – 16.319 votos – 0,6% dos nulos; 
  19. 67 – Sem partido – 15.298 votos – 0,6% dos nulos; 
  20. 88 – Sem partido – 14.840 votos – 0,5% dos nulos; 
  21. 20 – Podemos – 11.906 votos – 0,4% dos nulos; 
  22. 35 – Democrata – 11.474 votos – 0,4% dos nulos; 
  23. 66 – Sem partido – 10.423 votos – 0,4% dos nulos; 
  24. 56 – Sem partido – 10.335 votos – 0,4% dos nulos;
  25. 21 – PCB – 9.447 votos – 0,3% dos nulos;
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Apuração do 2º turno foi a mais rápida da história mesmo com prorrogação

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) registrou a apuração mais rápida da história recente da Justiça Eleitoral no segundo turno das eleições de 2026, realizado no domingo (25), mesmo com a votação prorrogada até as19h. Os dados constam em nota do tribunal e foram divulgados nesta quinta-feira (29).

A totalização de 100% das urnas foi concluída às 23h26, 52 minutos antes do segundo turno de 2022, quando o processo terminou à 0h18 de segunda-feira. Considerando o encerramento da votação às 17h, o procedimento levou 6 horas e 26 minutos, contra 7 horas e 18 minutos do pleito geral anterior.

O resultado matemático da eleição presidencial deste ano foi definido às 21h09, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu o percentual irreversível para a vitória. Ao final, Lula foi reeleito para o quarto mandato, com 64.256.232 votos (51,79%), contra 59.826.041 (48,21%) de Flávio Bolsonaro (PL).

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Segundo o TSE, a velocidade não se deve apenas à capacidade de processamento dos sistemas, mas também à agilidade dos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) no envio dos dados a Brasília.

Por volta das 19h, quase todos os boletins de urna do país já tinham chegado aos servidores centrais do tribunal. Por isso, a avaliação é que a prorrogação em seções com filas teve impacto mínimo no tempo final. Em eleições anteriores, a demora costumava estar ligada ao envio de boletins de locais de difícil acesso ou com problemas de conexão, e não à soma dos votos.

A votação foi estendida por decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), depois das campanhas de Lula e Flávio relatarem dificuldades no transporte público. A totalização só passou a ser feita oficialmente pelo TSE após as 19h, em razão da decisão.

Em levantamento divulgado na terça-feira (27), o TSE informou que 34.393 votos foram registrados depois das 17h. Desse total, 32.399 foram computados entre 17h e 18h, 1.981 entre 18h e 19h e 13 após as 19h. O número equivale a cerca de 0,03% do total de votos e é muito inferior à diferença de 4.430.191 votos entre os dois candidatos.

Das 497.333 seções do país, 437.065 encerraram os trabalhos até as 17h10. Outras 24.268 funcionaram depois desse horário e registraram 8.673 dos votos computados após as 17h.

O segundo turno teve a participação de 128,2 milhões de eleitores, entre os mais de 158 milhões aptos a votar. A abstenção foi de 19,2%, abaixo dos 21,08% do primeiro turno.

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TSE decide que agressão contra a mulher pode tornar candidato inelegível

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu por unanimidade que condenações por lesão corporal contra a mulher podem implicar inelegibilidade por se enquadrarem na categoria de crimes contra a vida.

Na sessão plenária desta quinta-feira (29), a Corte também fez um apelo ao Congresso Nacional para que alterassem com urgência a legislação eleitoral, de forma que ela passe a prever expressamente a inelegibilidade de pessoas condenadas por crimes de violência contra a mulher.

O entendimento foi firmado durante o julgamento de um recurso sobre a candidatura de João Francisco de Assis Neto, conhecido como Dr. João Neto, que pretendia disputar uma vaga de deputado federal por Alagoas nas eleições de 2026. Os ministros negaram o recurso e mantiveram a decisão do tribunal regional, que havia barrado a candidatura.

Relator do caso, o ministro Dias Toffoli afirmou que a decisão não cria uma nova regra de inelegibilidade, mas define como deve ser aplicada uma previsão que já existe na lei, que impede a candidatura de pessoas condenadas por determinados crimes, entre eles os crimes contra a vida. Segundo ele, condenações por lesão corporal contra a mulher podem se enquadrar nessa previsão.

Toffoli argumentou a favor de sua posição com base em mudanças na legislação feitas em 2024, que aproximaram as definições legais de feminicídio e de lesão corporal contra a mulher por razões de gênero. Segundo o ministro, esse avanço na lei deve ser considerado na análise dos casos de inelegibilidade.

“Aqui não se está a criar uma nova causa de inelegibilidade nem a incluir por analogia um delito não encontrado ali, mas trata-se de definir o alcance material da categoria dos crimes contra a vida mediante o mesmo mérito interpretativo utilizado pelo TSE”, disse.

A decisão foi acompanhada por todos os ministros. O ministro Sebastião Reis Júnior, por exemplo, afirmou que o tribunal não poderia separar a agressão física contra mulher do risco à vida, pois estaria subestimando a “real dinâmica da violência”.

O ministro Floriano de Azevedo Marques concordou e afirmou que o feminicídio normalmente acontece somente após uma série de agressões.

Durante os votos e discussões, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva propôs que o TSE encaminhe um apelo à Câmara dos Deputados e ao Senado para que o Congresso atualize a Lei de Inelegibilidades.

A ideia é incluir de forma explícita na legislação a proibição de candidatura para pessoas condenadas por violência contra a mulher, de forma que o entendimento fixado hoje pelo TSE deixe de ser apenas uma jurisprudência e passe a ser lei.

Um projeto de lei complementar que prevê a inelegibilidade de pessoas condenadas por crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher já tramita no Senado Federal.

A proposta prevê que a restrição valha para condenações definitivas ou confirmadas por um colegiado de juízes e dure oito anos após o cumprimento da pena. O texto, porém, está parado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado desde maio de 2025.

O ministro Kassio Nunes Marques reservou o momento de seu voto para ressaltar a importância da decisão e esclarecer que o TSE não estava legislando e que é muito comum que a Justiça interprete as leis antes que o Congresso faça mudanças expressas no texto.

“Esse é um momento histórico para o TSE. Mas o que estamos a fazer nada mais é do que sempre ocorreu: a jurisprudência chegando à frente da norma. É muito comum que os tribunais agasalhem o sistema positivado e incidam sobre determinado fato antes que o próprio parlamento venha a aperfeiçoar suas normas”, disse o presidente da Corte Eleitoral.

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Após Flávio alegar fraude, TSE diz que “qualquer pessoa” pode auditar urnas

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) afirmou nesta quarta-feira (28) que “qualquer pessoa” pode baixar os arquivos das urnas e auditar o resultado da eleição. A manifestação ocorreu no mesmo dia em que o senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado na disputa pela Presidência, voltou a alegar fraude no segundo turno sem apresentar provas.

Em texto publicado em seu site, a Justiça Eleitoral destacou que os Boletins de Urna, o Registro Digital do Voto e os logs de cada equipamento estão disponíveis ao público. Os arquivos permitem verificar, seção por seção, o funcionamento das urnas, como os horários de início e encerramento da votação e o número de eleitores que votaram.

“Esses arquivos contêm informações sobre o funcionamento do equipamento, como os horários de início e encerramento da votação e o número de eleitoras e eleitores que votaram. Qualquer pessoa pode baixar os arquivos e auditar os resultados da eleição”, diz.

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A nota foi divulgada horas depois de Flávio publicar uma carta em que contesta a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirma, sem apresentar elementos que sustentem a acusação, ter havido fraude. Na primeira versão, ele se declarava “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Minutos depois, apagou a publicação e a substituiu por outra, sem a frase.

Um dos principais argumentos do senador é a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), de prorrogar a votação até as 19h de domingo (25). Segundo Flávio, a extensão teria produzido uma “impossibilidade matemática”, em referência ao crescimento da votação de Lula entre o primeiro e o segundo turno.

Os dados oficiais não sustentam a tese. De acordo com o TSE, 34.393 votos foram computados após as 17h no segundo turno. Lula venceu por cerca de 4,4 milhões de votos de diferença: 64.256.232 (51,79% dos válidos), contra 59.826.041 (48,21%) de Flávio. Mesmo que todos os votos registrados depois das 17h tivessem sido dados ao petista, representariam menos de 1% da vantagem final.

Ainda nesta quarta, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, afirmou que a eleição transcorreu “dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”. Disse também que questionamentos apresentados “dentro do devido processo legal” serão analisados e respondidos.

No domingo, após a proclamação do resultado, ele já havia declarado ter “absoluta segurança” no processo e que a prorrogação não comprometeu o pleito.

O PL, partido de Flávio, reconheceu a vitória de Lula em nota assinada pelo presidente da sigla, Valdemar Costa Neto. O candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL-AL), e o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também reconheceram o resultado.

Flávio está nos Estados Unidos com a família e disse que pretende liderar a oposição do exterior. Ele deixou o Brasil na terça (27), apesar de decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que o proibia de sair do país e determinava a entrega dos passaportes. O senador seguiu pela Argentina e chegou a Miami na manhã desta quarta.

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Petistas falam em crime de responsabilidade após carta de Flávio

Petistas cobram do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que o senador Flávio Bolsonaro (PL) responda por crime de responsabilidade após as acusações feitas ao pleito eleitoral nesta quarta-feira (28). Para esse caso, a punição inclui perda do cargo e a cassação dos direitos políticos.

Em uma carta, Flávio aponta, sem provas, que viu “estarrecido uma fraude eleitoral se concretizar”. O parlamentar chegou a apresentar uma versão da carta em que se autointitulava presidente eleito do Brasil e depois corrigiu para “líder”.

“O Tribunal Superior Eleitoral precisa se pronunciar urgente e firmemente. Flávio Bolsonaro não apenas se auto-proclamou Presidente como mentiu descaradamente e contestou o resultado oficial proclamado pela Justiça Eleitoral. E ele deve responder por isso”, defendeu o secretário nacional de comunicação do PT (Partido dos Trabalhadores), Éden Valadares.

 

Eden ainda diz que a contestação do resultado das eleições é feita de maneira “coordenada” com a disseminação massiva de acusações falsas de fraude, o senador deveria ser alvo de investigações por desinformação contra a integridade do processo eleitoral e denunciação caluniosa.

O presidente do TSE, minsitro Nunes Marques, reagiu à carta de Flávio e disse que a eleição aconteceu “dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”.

A tese levantada por Flávio e por uma ala do bolsonarismo de que houve fraude na eleição não encontra qualquer margem de veracidade por dois motivos. O primeiro é que foram computados menos de 40 mil votos após a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), dada pelo ministro Cristiano Zanin, para prorrogar a votação até 19h. A campanha de Flávio também pediu a prorração do prazo, após a solicitação feita pelo PT.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou seu desempenho em quase 11 milhões de votos do primeiro para o segundo turno. Flávio também cresceu, com 3 milhões de votos a mais. A diferença final entre os dois foi de cerca de 4,4 milhões de votos.

O segundo fator tem explicação aritmética. No primeiro turno, cerca de 9,3 milhões de votos válidos foram para outros candidatos. No segundo, a abstenção caiu de 21,08% para 19,21%, e o número de votos válidos aumentou em cerca de 4,8 milhões. Esses 14,1 milhões de votos foram divididos entre os finalistas: Lula ganhou 10,4 milhões, e Flávio, 3,7 milhões.

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Após carta de teor golpista de Flávio, Kassio diz que eleição foi normal

Após divulgação da carta com teor golpista do senador Flávio Bolsonaro (PL), ex-candidato à Presidência, o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, disse em nota nesta quarta-feira (28) que as eleições “transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”.

O ministro destacou o compromisso da Justiça Eleitoral com a “vontade soberana do eleitorado, que foi às urnas e legitimamente escolheu seus representantes”.

Nunes Marques mencionou “instabilidade”, mas ressaltou que, apesar disso, o resultado do pleito foi entregue com segurança.

“Mesmo diante da instabilidade na reta final de votação, graças às medidas adotadas e a competência dos técnicos do Tribunal, foi possível avançar com a apuração e entregar um pleito com segurança“, escreveu em comunicado.

Ainda afirmou que todos os “questionamentos feitos dentro do devido processo legal” serão analisados e respondidos.

“Com empenho de servidores públicos de todo o país, dos mesários, das forças de segurança e dos demais atores envolvidos, as Eleições 2026 transcorreram dentro da mais absoluta normalidade e com respeito aos ditames legais e constitucionais”, prosseguiu.

Nesta tarde, Flávio divulgou uma carta em que se apresentava como “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Minutos depois, apagou o texto e republicou um novo sem usar a frase.

No documento, o senador confirma que está nos Estados Unidos com a família e diz que vai liderar a oposição no exterior. Ainda acusa “fraude eleitoral” no segundo turno das eleições, mas não apresenta provas de irregularidades no processo eleitoral.

O ex-candidato do PL (Partido Liberal) cita a decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que prorrogou a votação de domingo (25) até as 19h, como um dos argumentos. Ele se refere a Zanin como “ex-advogado de Lula” e afirma que o magistrado permitiu uma “impossibilidade matemática”.

Segundo a Justiça Eleitoral, Lula venceu no segundo turno com 64.256.232 votos (51,79% dos válidos), contra 59.826.041 (48,21%) de Flávio — uma diferença de 4,4 milhões de votos.

Como mostrou a CNN, dados oficiais divulgados pelo TSE mostram que 34.393 votos foram computados após as 17h do dia do pleito. Dessa forma, mesmo que todos os votos dados no horário extra tivessem ido para o petista, eles representariam menos de 1% da diferença final entre os candidatos.

No próprio domingo, Nunes Marques já havia declarado que a prorrogação do horário de votação não comprometeu o pleito.

“Volto a dizer: não houve nenhuma alteração advinda da decisão judicial. Temos absoluta segurança de todo o processo eleitoral”, destacou.

Desde a divulgação dos resultados, Flávio disse não reconhecer o resultado do segundo turno e afirmou que pediria anulação das eleições. Um dia depois, porém, integrantes da campanha do ex-candidato ouvidos pela CNN disseram que ele havia desistido de questionar a validade da votação.

Na terça (27), aliados relataram à CNN que Flávio havia deixado o Brasil.

O senador chegou em Miami, nos Estados Unidos, na manhã desta quarta após passar pela fronteira da Argentina, fazer escala no Equador — onde parou para abastecer — e decolar em direção aos EUA.

 

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Nunes Marques defende “eleições seguras” e descarta dúvidas sobre o pleito

Dois dias depois de confirmada a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Kassio Nunes Marques, fez nesta terça-feira (27), na sessão plenária da corte, um discurso de agradecimento à Justiça Eleitoral em que afirma que o pleito reafirmou “a confiança da sociedade brasileira” na instituição e “a solidez” da democracia.

Na fala, o ministro não faz referência direta às contestações do candidato derrotado, o senador Flávio Bolsonaro (PL), nem à decisão que prorrogou a votação no domingo.

Nunes Marques classificou as eleições de 2026 como “mais um ciclo eleitoral bem-sucedido” e atribuiu o resultado ao “empenho, à competência e ao elevado espírito público” de magistrados, servidores, mesários e colaboradores do TSE, dos Tribunais Regionais Eleitorais e das zonas eleitorais.

Segundo ele, o êxito é “resultado direto” de um esforço “conjunto, coordenado e harmonioso” em todo o território nacional.

Cerca de 158 milhões de eleitores foram atendidos em 5.571 municípios e em 186 cidades no exterior, em 517.179 seções eleitorais. A estrutura envolveu 2.990 magistrados, 24.511 servidores, mais de 2 milhões de mesários e mais de 8.000 colaboradores.

Sobre a participação, informou que mais de 125,2 milhões de eleitores compareceram no primeiro turno, o equivalente a 78,92% do eleitorado. No segundo, o comparecimento chegou a cerca de 128,2 milhões, e a abstenção caiu para aproximadamente 19,2%, ante 21,08% na primeira etapa.

Nunes Marques citou também estruturas criadas para este pleito, como a Sala Nacional de Situação Climática, voltada ao monitoramento de riscos climáticos. Para ele, a “articulação permanente” entre as instâncias da Justiça Eleitoral permitiu “superar desafios” com “agilidade e segurança”.

Contestação

Na noite de domingo (25), logo após a derrota, Flávio disse que não reconheceria o resultado e que pediria a anulação da eleição, alegando interferência do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), na votação. O senador criticou a decisão de Zanin que estendeu a votação até as 19h por problemas no transporte de eleitores. O ministro esclareceu depois que a medida valia apenas para seções que ainda não haviam encerrado a votação, sem reabertura de urnas já fechadas.

Antes do pronunciamento, Flávio havia sido informado da derrota por telefone pelo próprio Nunes Marques, que também ligou para Lula para comunicar a reeleição.

Na segunda (26), o senador recuou. Integrantes de sua campanha disseram à CNN, sob reserva, que não haverá pedido de anulação do pleito. A estratégia passou a ser a contestação de supostos abusos de poder político e econômico pela campanha petista, sem questionar a validade dos votos. Em vídeo, Flávio afirmou que pedirá a cassação da chapa de Lula e citou um “complexo industrial de fake news”.

O recuo veio após o isolamento político da tese de contestação. MDB, Republicanos, União Brasil e PSD divulgaram manifestações reconhecendo o resultado.

Saída do país

O desdobramento mais recente ocorreu nesta terça. Flávio fugiu para os Estados Unidos, segundo informou à CNN uma pessoa a par da situação; não está claro onde desembarcou. Um assessor do presidente americano, Donald Trump, afirmou que o governo dos EUA autorizou a entrada do senador e estava ciente do prazo dado a ele para entregar o passaporte. Duas autoridades americanas disseram anteriormente que vistos estavam sendo emitidos para ele e sua família. Não se sabe se Trump e Flávio conversaram antes da partida.

Na segunda, a PF pediu a entrega dos passaportes do senador, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que fixou prazo até as 11h desta terça. Como o prazo não foi cumprido, a corporação cancelou o passaporte comum e o diplomático e acionou autoridades argentinas diante do risco de fuga.

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Eleições 2026: TSE confirma 34 mil votos após as 17h no 2º turno

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) registrou 34.393 votos após as 17h no pleito de domingo (25), que foi prorrogado até às 19h por decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), após as candidaturas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) relatarem à Suprema Corte e à Justiça Eleitoral dificuldades no transporte público.

A CNN Brasil havia antecipado o número de votos computados pela Justiça Eleitoral após a prorrogação do pleito.

Em nota divulgada nesta terça, o TSE informa que 32.399 votos foram computados entre 17h e 18h 1.981 entre 18h e 19h e 13 após as 19h. No total das 497.333 seções eleitorais, 437.065 delas concluiram os trabalhos até 17h10, enquanto 24.268 funcionaram após esse horário.

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Das 24 mil seções abertas após as 17h10, foram computados 8.673 dos 34 mil votos após as 17h. Cerca de 6.766 seções encerraram a votação após as 19h.

O estado de São Paulo foi o local com mais seções abertas após as 17h10, com 6.093 seções e registrando 2.496 votos depois das 17h. Em seguida, aparece o estado do Rio Janeiro, com 5.713 seções e 2.349 votos; Bahia, com 3.787 seções e 1.656 votos; e Pernambuco, com 1.872 seções e 577 votos.

Os outros estados não mencionados registraram indíces inferiores a mil seções abertas após as 17h10.

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TREs reforçam legitimidade das eleições e elogiam gestão de Nunes Marques

O Coptrel (Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais) divulgou nota nesta terça-feira (27) em que reforça a legitimidade do processo eleitoral de 2026 e elogia a atuação do ministro Kassio Nunes Marques à frente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

No texto, o presidente do colegiado, em nome dos TREs de todo o país, afirma que as eleições deste ano tiveram resultado “ágil, transparente e confiável” e cumpriram a missão constitucional da Justiça Eleitoral de garantir o exercício do voto.

Os presidentes dos TREs afirmam que a Justiça Eleitoral superou dificuldades logísticas provocadas por eventos climáticos, como a seca na Região Norte e as chuvas intensas no Sul, além dos desafios relacionados ao uso massivo de inteligência artificial durante o pleito.

A nota não cita, porém, o problema da falta de transporte público em algumas cidades ou a consequente prorrogação do período de votação determinada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Ao avaliar os fatores que contribuíram para um pleito bem-sucedido, o colegiado destaca a “liderança firme e equilibrada” de Nunes Marques à frente do TSE e a interlocução permanente do ministro com os tribunais regionais.

A nota destaca ainda os índices de comparecimento às urnas. Segundo o documento, mais de 125 milhões de eleitores votaram no primeiro turno e mais de 128 milhões participaram do segundo turno. A abstenção na etapa final foi de 19,2%, o menor índice registrado em segundos turnos nos últimos 20 anos.

O Coptrel também ressalta a rapidez da apuração. De acordo com o texto, mais de 98% das quase 500 mil urnas eletrônicas foram apuradas pouco mais de duas horas após o encerramento da votação.

“O resultado proclamado refletiu, mais uma vez, a vontade soberana da população brasileira, fruto do trabalho incansável de magistradas e magistrados, servidoras e servidores, mesárias e mesários, colaboradores e instituições parceiras”, afirma.

Prorrogação

A prorrogação do período de votação foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, após pedido da Coligação Brasil Pronto Pra Mais, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na ação, o grupo alegou que prefeituras da Bahia e de São Paulo reduziram significativamente a frota de ônibus em circulação durante o segundo turno, prejudicando o deslocamento de eleitores.

Ainda de acordo com a coligação, em Salvador, por exemplo, uma fiscalização judicial registrou que mais da metade da frota habitual de dias úteis permaneceu retida nas garagens por orientação do próprio órgão de mobilidade do município. O TRE da Bahia chegou a ordenar a prisão do secretário de mobilidade da capital baiana.

O pedido também havia sido direcionado a Kassio Nunes Marques, que não respondeu de imediato. Por volta das 16h05, Kassio determinou que as prefeituras prestassem esclarecimentos em até meia hora. Sem resposta, Zanin decidiu na frente.

Eleições de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito no domingo (25) em 2º turno ao superar Flávio Bolsonaro (PL).

Lula obteve mais de 50% dos votos, segundo divulgação parcial da apuração do TSE.

Foi a primeira vez na história da República que quem saiu atrás no primeiro turno conseguiu virar no segundo.

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Restrição eleitoral termina e eleitores voltam a poder ser presos hoje

Após restrição durante o período eleitoral, eleitores voltam a poder ser presos ou detidos a partir desta terça-feira (27), a partir das 17h. O horário marca o término do prazo de 48 horas contado do encerramento da votação do segundo turno, realizado no domingo (25).

De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a medida está prevista no artigo 236 do Código Eleitoral e busca evitar que prisões ou detenções impeçam a participação de eleitoras e eleitores no pleito.

A regra estabelece que, nos cinco dias anteriores ao segundo turno das eleições e nas 48 horas seguintes ao encerramento da votação, eleitores não podem ser presos ou detidos, salvo em três situações previstas em lei:

  • Flagrante delito;
  • Sentença criminal condenatória por crime inafiançável;
  • Desrespeito a salvo-conduto expedido pela Justiça Eleitoral.

Neste ano, a restrição começou na última terça-feira (20). A regra busca evitar que prisões sejam usadas para impedir o exercício do direito ao voto.

Proteção a candidatos

Além dos eleitores, a proteção prevista no Código Eleitoral também se aplica às candidatas e aos candidatos que disputam o 2º turno.

Segundo o TSE, 15 dias antes da votação, eles não podem ser presos ou detidos, exceto em flagrante delito. A mesma garantia se estende a mesários e fiscais de partido durante o exercício de suas funções, nos termos da legislação eleitoral.

A medida para estes grupos também termina nesta terça-feira, às 17h.

721 ocorrências e 59 prisões em flagrante no 2º turno

Como a CNN mostrou, o esquema de segurança do segundo turno das Eleições 2026 registrou 721 ocorrências em todo o país até às 21h de domingo (25), segundo balanço do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Foram registrados 59 prisões em flagrante até o momento e 169 pessoas conduzidas à delegacia por crimes eleitorais.

O balanço aponta cinco bloqueios em vias, dez veículos e uma arma de fogo apreendidos e 864 materiais de campanha eleitoral recolhidos.

Minas Gerais foi o estado com mais ocorrências (93), seguido por Rio Grande do Sul (61) e Goiás (57).

Balanço da Polícia Federal

A Polícia Federal também divulgou um balanço das ocorrências registradas durante o segundo turno das eleições.

Segundo o levantamento, 41 pessoas foram conduzidas e há 11 ocorrências em andamento de possíveis flagrantes de crimes eleitorais. Entre os principais crimes apurados estão a propaganda eleitoral irregular e a violação do sigilo do voto.

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Disputa entre Lula e Flávio continua no TSE mesmo após o fim das eleições

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu as eleições deste ano, mas a disputa judicial entre o petista e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) deve continuar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Os dois constam como investigados em ao menos 22 Aijes (Ações de Investigação Judicial Eleitoral) protocoladas na Corte Eleitoral. As ações que forem admitidas seguem em tramitação mesmo após o fim da votação.

O petista foi reeleito no domingo (25) com 64,26 milhões de votos, ou 51,79% dos votos válidos, contra 59,83 milhões de Flávio, que recebeu 48,21%. O resultado também marcou a primeira virada da história dos segundos turnos presidenciais no país: Lula havia terminado a primeira rodada atrás do filho de Jair Bolsonaro (PL).

Levantamento da CNN na consulta pública do TSE mostra que Flávio aparece no “polo passivo”, ou seja, como investigado, em ao menos sete Aijes, e Lula, em 15. Os processos apuram suspeitas de abuso de poder político e econômico e de uso indevido dos meios de comunicação, entre outras condutas.

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Parte deles trata dos mesmos fatos, mas foi apresentada por autores diferentes.

Entre os casos de maior destaque contra Flávio estão:

  • ação sobre o filme “Dark Horse”, que trata da trajetória da família Bolsonaro. A coligação de Lula vê possível abuso de poder econômico e financiamento oculto da promoção política do candidato, com questionamentos sobre recursos ligados ao empresário Daniel Vorcaro;
  • investigação sobre o canal de WhatsApp “Tropa do Flávio”, que, segundo a campanha petista, integraria uma estrutura de mobilização e distribuição de conteúdo eleitoral;
  • apuração de suposto apoio ou interferência de grupos dos Estados Unidos em benefício da candidatura.

Contra Lula:

  • duas ações sobre o desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente no Carnaval, e que questionam o uso de recursos públicos e o eventual benefício eleitoral;
  • investigação sobre o “Exército do Lula”, canal de WhatsApp ligado ao deputado André Janones (Avante-MG), acusado pela campanha de Flávio de coordenar compartilhamentos e ações de mobilização digital;
  • ação sobre o envio de mensagens e notificações por canais do governo federal, relacionadas a programas como Bolsa Família e Farmácia Popular, sob acusação de uso eleitoral da estrutura pública.

O resultado das urnas não altera o andamento dos processos, inclusive dos que têm como alvo integrantes da chapa derrotada.

“Elas seguem o seu trâmite normal. Esse tipo de ação tem um trâmite lento, porque ainda tem toda uma instrução probatória a ser realizada, como perícias, juntada de novos documentos, oitiva de testemunhas e especialistas, entre outros. É incomum uma Aije ser julgada antes do pleito”, diz Jonatas Moreth, advogado de direito público e eleitoral e conselheiro seccional da OAB-DF.

Para a chapa derrotada, as sanções possíveis são multas e inelegibilidade, afirma Moreth, e empresas envolvidas nas condutas também podem ser punidas.

“No caso da chapa vencedora, além da inelegibilidade e multas, também pode ser aplicada a cassação do diploma, caso não tenha tomado posse, ou cassação do mandato no caso de já empossado”.

Uma eventual condenação de Lula pode, portanto, atingir o mandato conquistado nas urnas, a depender das sanções aplicadas pelo tribunal.

Para condenar, não é preciso demonstrar que a irregularidade mudou o resultado da eleição. “A jurisprudência do TSE entende que, para configurar o abuso, não se exige a comprovação de que ele alterou o resultado do pleito, mas sim a gravidade das circunstâncias”, explica Moreth.

Segundo ele, a gravidade é medida por critérios qualitativos, como o grau de reprovabilidade da conduta, e quantitativos, como a repercussão do suposto abuso.

Para além do que já está em trâmite, o resultado eleitoral foi questionado por Flávio. Ele anunciou que pedirá a anulação das eleições. Segundo ele, a campanha já acionou o setor jurídico sobre o tema.

O que é uma Aije

A Aije (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) é uma ação de natureza cível, e não penal, apesar do nome.

Prevista na Lei Complementar 64 de 1990, serve para apurar abuso de poder econômico ou político, abuso de autoridade e uso indevido dos meios de comunicação ou de veículos de transporte, condutas que comprometem a igualdade entre os candidatos e a legitimidade da eleição.

Podem propor esse tipo de ação partidos, coligações, candidatos e o Ministério Público Eleitoral. Nas eleições presidenciais, o julgamento cabe ao TSE, e o processo é conduzido pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral.

Se a ação for julgada procedente, os investigados podem ser declarados inelegíveis por oito anos, contados da eleição em que ocorreu a conduta, e o candidato diretamente beneficiado pode ter registro ou diploma cassado. Se houver indícios de crime, o caso é enviado ao Ministério Público Eleitoral para eventual abertura de inquérito ou ação penal.

 

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Eleições 2026: veja quais partidos elegeram mais governadores

Com a definição dos resultados da apuração das urnas no segundo turno, realizado no último domingo (25), o mapa de dominância de partidos nos Executivos estaduais foi redesenhado, com o PL (Partido Liberal) liderando a lista.

A sigla presidida por Valdemar Costa Neto conquistou seis estados no pleito deste ano, seguida pelo PSD (Partido Social Democrático), com cinco unidades federativas. Na sequência, aparecem o PT (Partido dos Trabalhadores), PP (Partido Progressistas) e Republicanos, cada um com quatro entes.

Fecha a lista o PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), com dois estados, além de MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e Podemos, cada sigla com um governador eleito.

Em relação aos partidos que tiveram mais variações positivas do último pleito, em 2022, para este ano, está o PL, que saiu de dois eleitos naquele ano para seis nesta eleição. A segunda sigla da lista é o PSD, que também elegeu dois governadores nas últimas eleições gerais e agora contará com cinco.

Do outro lado da lista, o União Brasil foi o partido que mais perdeu unidades federativas em relação ao último pleito, quando elegeu quatro governadores e ficou sem nenhum em 2026.

Outras siglas que ficaram sem Executivos estaduais foram o PSB (Partido Socialista Brasileiro), antes com três estados eleitos, além do Novo e Solidariedade, que em 2022 elegeram um governador cada.

Aqueles que registraram uma variação negativa, mas mantiveram o comando de ao menos um estado foram o PSDB, antes com três eleitos e agora dois, e o MDB, com três eleitos em 2022 e um em 2026.

Já o Podemos foi o único partido que não havia feito um governador no último pleito e garantiu agora, enquanto o PT não houve variação, com quatro antes e o mesmo número neste pleito.

Governadores eleitos por partido

  • PL (Partido Liberal): 6 estados (Arthur Henrique – RR; Douglas Ruas – RJ; Jorginho Mello – SC; Marcos Rogério – RO; Sergio Moro – PR; e Zucco – RS);
  • PSD (Partido Social Democrático): 5 estados (Dr. Furlan – AP; Eduardo Braide – MA; Fábio – SE; Omar Aziz – AM; Raquel Lyra – PE; JHC – AL; e Vicentinho Júnior – TO);
  • PT (Partido dos Trabalhadores): 4 estados (Cadu de Lula – RN; Elmano de Freitas – CE; Jerônimo Rodrigues – BA; e Rafael Fonteles – PI);
  • PP (Partido Progressistas): 4 estados (Celina Leão – DF; Eduardo Riedel – MS; Lucas Ribeiro – PB; e Mailza Assis – AC);
  • Republicanos: 4 estados (Cleitinho Azevedo – MG; Lorenzo Pazolini – ES; Otaviano Pivetta – MT; e Tarcísio de Freitas – SP);
  • PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira): 2 estados (JHC – AL e Vicentinho Júnior – TO);
  • MDB (Movimento Democrático Brasileiro): 1 estado (Daniel Vilela – GO)
  • Podemos: 1 estado (Dr. Daniel – PA).

*Sob supervisão de Lucas Schroeder

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