❌

Reading view

Câmara de Loulé entrega mais 36 habitações no regime de arrendamento acessível

A Câmara Municipal de Loulé continua a dar corpo à sua Estratégia Local de Habitação 2019-2032, tendo esta terça-feira, 27 de outubro, promovido a entrega de mais 36 fogos de habitação pública na cidade de Loulé, no regime de arrendamento acessível.

Desta vez os novos inquilinos da Urbanização Clona, perto da Mina do Sal, são sobretudo jovens, elementos de forças de segurança e professores que trabalham no concelho, mas também  famílias com rendimentos intermédios que deixaram de conseguir pagar os valores do atual mercado de arrendamento.

As habitações, nas tipologias T1, T2, T3 e T4, foram financiadas na sua totalidade pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.

Com estas 36 habitações, já foi entregue um total de 171 casas desde o início deste mandato autárquico.

Entre construções, projetos e planeamento, a Autarquia  está neste momento a trabalhar em perto de mil respostas habitacionais, “para mitigar e resolver o problema da habitação”.

“Fico muito feliz por todos os que ficaram com casa pois esta é a base da vida de qualquer família. Trabalhamos em várias áreas, com várias ferramentas, para conseguirmos chegar o mais depressa depressa possível a todos os que necessitam”, sublinhou o presidente da Autarquia, Telmo Pinto.

Estas casas foram entregues no âmbito do segundo sorteio realizado para atribuição de habitação pública. O autarca assegurou que “outros se seguirão mas que o prazo entre os sorteios e a entrega das chaves será, no futuro, cada vez menor.“

  •  

DECO: “Um mercado de arrendamento equilibrado precisa de confiança dos senhorios e inquilinos”

Arrendamento: Segurança para o senhorio não pode significar insegurança para as famílias – PARTE 1

Para a DECO um mercado de arrendamento equilibrado precisa de confiança dos senhorios e inquilinos. Reforçar uma das partes sem proteger a outra não equilibra o mercado: faz exatamente o inverso.

A proposta de lei do Governo altera o regime do arrendamento urbano com um objetivo assumido: reforçar a posição dos proprietários e tornar mais rápidos os mecanismos de cobrança e de despejo. Mas esta reforma chega num momento em que as rendas dos novos contratos subiram mais de 10% num ano, a oferta continua escassa e cada vez mais famílias não conseguem suportar o custo da casa.

A DECO analisa as principais medidas propostas e apresenta as suas preocupações e propostas para a apreciação na especialidade.

Custos de entrada: arrendar pode tornar-se mais caro

A proposta aumenta de dois para três meses o limite da renda que pode ser exigida antecipadamente e elimina o limite específico atualmente previsto para a caução.

A DECO defende a manutenção de limites para a renda antecipada e para a caução, bem como a definição de um limite global para o conjunto das garantias exigidas ao arrendatário.

Incumprimento: uma dificuldade temporária não deve conduzir à perda da habitação

A proposta reduz de três para dois meses o período de mora relevante para efeitos de resolução do contrato.

A DECO defende que, sobretudo nos contratos destinados a habitação permanente, deve existir uma oportunidade real de regularização da dívida antes da resolução do contrato, sempre que exista capacidade de recuperação financeira.

Renovação dos contratos: garantir estabilidade e previsibilidade

A proposta altera os períodos de renovação dos contratos e as regras relativas à oposição à renovação pelo senhorio.

A DECO defende períodos mínimos razoáveis de estabilidade e previsibilidade nos contratos destinados a habitação permanente, permitindo às famílias reorganizar a sua situação habitacional e financeira.

Informe-se connosco.

Conte com o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Pode também marcar atendimento via Skype. Siga-nos nas redes sociais Facebook, Bluesky, Instagram, Linkedin e Youtube!

  •  

Impacto das restrições ao Alojamento Local no Arrendamento

AF! As restrições ao Alojamento Local podem devolver imóveis ao arrendamento de longa duração e reduzir a pressão sobre as rendas nas zonas mais tensionadas, mas o efeito não é automático nem uniforme. Em Lisboa, por exemplo, a eliminação de cerca de 8.300 registos após a pandemia não travou a subida dos preços das casas, […]
  •  

Como evoluiu o mercado de arrendamento

AF! Nos últimos dez anos, o arrendamento tornou-se progressivamente mais caro em quase toda a Europa, mas com dinâmicas muito distintas entre países. Na UE, as rendas subiram 21,8% entre 2015 e o terceiro trimestre de 2025, enquanto os preços de compra aumentaram 64,9%; em Portugal, os preços de compra subiram 180%, muito acima da […]
  •  

Comprar casa para arrendar rende 6,8 por cento em Portugal

A rentabilidade bruta da compra de uma casa em Portugal para arrendamento fixou-se nos 6,8% no terceiro trimestre de 2026, uma descida de 0,1 pontos percentuais (p.p.) face ao mesmo período de 2025 (6,9%) e de 0,4 p.p. em relação ao terceiro trimestre de 2024 (7,2%), de acordo com os dados do idealista. Ainda assim, […]
  •  

Arrendar casa no Porto custa 76 por cento mais do que há cinco anos e comprar subiu 44,3 por cento

Em cinco anos, o custo de arrendar casa no Porto subiu 76,4% e os preços na compra cresceram 44,3%. Em 2026, os mercados divergem pela primeira vez: as rendas recuam 4,4% em setembro face ao período homólogo, enquanto a compra acelera para 9%, atingindo o valor mais elevado da série histórica. Segundo análise do idealista, […]
  •  

Preços chegam aos 920 mil euros na venda e 2.300 euros no arrendamento nos concelhos mais caros

Os concelhos com os preços mais elevados do país continuam a apresentar evoluções distintas nos mercados de venda e arrendamento. Segundo o Barómetro dos Concelhos do Imovirtual, em setembro, a Calheta, na Madeira, apresenta o preço médio de venda mais elevado, nos 920.000 euros, enquanto no arrendamento Cascais lidera com 2.300 euros mensais. No mercado […]
  •  

Rendas até 2.300 euros concentram 88 por cento da oferta

Os 2.300 euros mensais, estabelecidos pelo governo como limite máximo no enquadramento das rendas moderadas, são hoje uma referência no debate sobre o mercado de arrendamento. Uma análise do Imovirtual, relativa ao período acumulado de 2026 e comparada com o período homólogo de 2025, mostra como está a evoluir a oferta dentro deste patamar. Segundo […]
  •  

Rendas sobem em setembro pelo terceiro mês consecutivo

Os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 6,1% em setembro, face ao mesmo mês do ano anterior, sendo o terceiro mês consecutivo de subidas. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 18,3 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês, tendo em conta o valor mediano. […]
  •  

Preços dos imóveis estabilizam nos 1.300 euros no arrendamento e 430.500 euros na venda

Os preços dos imóveis mantêm-se praticamente estáveis a nível nacional, tanto no arrendamento como na venda, mas a análise regional revela evoluções distintas. Segundo o barómetro do Imovirtual, em setembro, o preço médio nacional do arrendamento permanece nos 1.300 euros mensais, sem alterações face a agosto ou ao mesmo mês de 2025. Na venda, o […]
  •  

Oferta de casas para arrendar cresce 13% enquanto preço médio recua 6%

A oferta de casas para arrendar está a aumentar em vários mercados portugueses em 2026. Uma análise do Imovirtual ao período acumulado do ano, em comparação com o período homólogo de 2025, mostra que, no conjunto dos mercados analisados, o número médio diário de anúncios aumentou 13%, passando de 34.291 para 38.812. Em paralelo, o […]
  •  

Imóveis para arrendar geram quase seis vezes mais contactos por anúncio do que imóveis para venda

A competição pelos imóveis disponíveis é particularmente elevada no mercado de arrendamento. Uma análise do Imovirtual aos primeiros meses de 2026 mostra que os anúncios de imóveis para arrendar geram, em média, quase seis vezes mais contactos por anúncio do que os imóveis para venda, revelando uma intensidade de contacto significativamente superior neste segmento. Quando […]
  •  

Arrendar um apartamento T1 custa mais do dobro do que um quarto em Portugal

O arrendamento de um apartamento T1 em Portugal custa, em termos medianos, 1.128 euros/mês, o que representa 123% mais do que arrendar um quarto (505 euros/mês). Os estúdios situam-se numa posição intermédia, com um preço mediano de 908 euros por mês, 80% mais caro do que um quarto mas 20% mais barato do que um […]
  •  

Os municípios mais procurados de cada distrito para arrendar e comprar casa

O idealista analisou os municípios com maior procura em cada distrito de Portugal, tanto para arrendamento como para compra, com base nos dados do segundo trimestre de 2026. Os resultados revelam contrastes marcantes entre regiões e entre os dois mercados. Arrendamento A mais recente análise do idealista destaca quais são os municípios mais procurados para […]
  •  

Preços dos quartos resistem apesar do aumento da procura e queda da oferta

O preço dos quartos em casas partilhadas subiu apenas 1% no segundo trimestre de 2026, face ao mesmo período do ano anterior, segundo uma análise do idealista. Uma estabilidade que surpreende num mercado sob forte pressão: a procura por quartos cresceu 27% a nível nacional, enquanto a oferta recuou 11%. Em suma, os preços dos […]
  •  

De 66 mil a 666 mil euros, preço dos imóveis varia dez vezes consoante o concelho

O preço médio dos imóveis apresenta diferenças muito significativas consoante o concelho. Os dados do Barómetro dos Concelhos do Imovirtual mostram que, em agosto de 2026, Faro apresenta o preço médio de venda mais elevado, com 666.125 euros, enquanto no Sátão o valor é de 66.150 euros. Entre os dois extremos existe uma diferença de […]
  •  

Renda das casas sobe 4,9% em agosto e afasta-se da tendência de queda

Os preços das casas para arrendar em Portugal subiram 4,9% em agosto, face ao mesmo mês do ano anterior, sendo o segundo mês consecutivo de subidas após um primeiro semestre em queda. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 18,1 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês, […]
  •  

Custo de arrendar casa em Lisboa e Porto estabiliza no último ano

O custo de arrendar casa nas duas principais cidades do país manteve-se praticamente inalterado no último ano, de acordo com os mais recentes resultados do Índice de Rendas Residenciais da Confidencial Imobiliário. Assim, as rendas dos contratos de arrendamento celebrados em Lisboa no 2º trimestre de 2026 apresentam uma variação de 0,9% face à prática […]
  •  
❌