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Aquecer a casa é tarefa quase impossível para muitas famílias

O frio e a humidade instalaram-se em todo o território português, começando o ano com um Inverno rigoroso, tornado o aquecimento e conforto das casas uma prioridade de todas as famílias. Porém, essa prioridade parece ser missão impossível para muitos consumidores

Em estimativa, 80% das necessidades energéticas de uma família europeia dizem respeito ao aquecimento do ambiente e de águas sanitárias, pelo que é importante fazer um uso eficiente de equipamentos e escolher equipamentos eficientes para reduzir o consumo e, consequentemente, a sua fatura energética.

O mercado de equipamentos para o aquecimento do ambiente e de águas sanitárias tem evoluído muito ao longo dos últimos anos e são várias as soluções disponíveis.

Os aquecedores portáteis, como os termoventiladores, convectores, emissores e radiadores a óleo, ainda são as soluções de aquecimento para a casa, mais procuradas pelos consumidores portugueses, especialmente por serem as mais baratas. Contudo, por serem pouco eficientes, resultam num aumento das faturas da eletricidade e a sua utilização contínua, provoca emissões de CO2 muito significativas. Neste sentido, devem ser usados pontualmente, como fontes secundárias de aquecimento.

Se ainda assim optar por este tipo de solução de aquecimento, tenha em conta a eficiência destes aparelhos (enumerados do mais eficiente para o menos): Termoventiladores > Convectores > Emissores > Radiadores a óleo.

A EVA – Energy Virtual Assistance, plataforma da DECO dirigida a todos os consumidores de energia, apresenta-lhe lhe algumas opções energeticamente eficientes, as suas vantagens e desvantagens. Estas soluções representam um custo inicial elevado, que pode variar conforme as suas necessidades de aquecimento de ambiente.

O conselho principal que a DECO lhe oferece é o de entrar sempre em contacto com um profissional para o apoiar na escolha e instalação do seu sistema de aquecimento, com o objetivo de conseguir fazer o melhor investimento possível.

Apesar de um valor de investimento elevado, terá uma compensação em vantagens como a poupança de energia, a redução das emissões de CO2 e a poupança na fatura de eletricidade.

Em todo o caso, não deixe também de equacionar outras formas de tornar o seu sistema de aquecimento mais eficiente, como é exemplo a colocação de painéis refletores entre as paredes da sua habitação ou radiadores que distribuem o calor.

Informe-se connosco.

Conte com o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Pode também marcar atendimento via Skype. Siga-nos nas redes sociais Facebook, Bluesky, Instagram, Linkedin e Youtube!

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FGTS mantém orçamento de R$ 144,5 bilhões para habitação em 2027

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O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou nesta quinta-feira o orçamento de R$ 144,5 bilhões para investimentos em habitação em 2027.

O valor é o mesmo previsto para 2026 e inclui recursos destinados ao programa Minha Casa, Minha Vida, subsídios habitacionais e financiamentos com condições especiais.

Notícias relacionadas:

Do total previsto para habitação, R$ 125,5 bilhões serão destinados às famílias de baixa renda, enquanto R$ 15 bilhões serão destinados à classe média no âmbito do Minha Casa, Minha Vida. Outros R$ 4 bilhões serão destinados à linha pró-cotista, que oferece juros reduzidos no financiamento imobiliário para trabalhadores com conta vinculada ao FGTS.

Distribuição dos recursos

O orçamento habitacional prevê a seguinte divisão:

  • R$ 125,5 bilhões: financiamento para famílias de baixa renda;
  • R$ 15 bilhões: recursos para a classe média no Minha Casa, Minha Vida;
  • R$ 13 bilhões: subsídios para famílias de baixa renda;
  • R$ 4 bilhões: linha pró-cotista para financiamento habitacional.

Como integram as políticas de financiamento habitacional, os valores destinados aos subsídios e à linha pró-cotista e não devem ser somados automaticamente às duas primeiras categorias, pois podem existir sobreposições na composição dos recursos.

Orçamento total

Além da habitação, o Conselho Curador aprovou orçamento total de R$ 169 bilhões para 2027, destinado a políticas públicas em diferentes áreas. Segundo o Ministério do Trabalho, a distribuição será a seguinte:

  • Habitação: R$ 144,5 bilhões;
  • Saneamento básico: R$ 8 bilhões;
  • Infraestrutura urbana: R$ 8 bilhões;
  • Saúde: R$ 8,5 bilhões.

O colegiado também aprovou os orçamentos plurianuais para habitação entre 2028 e 2030. Para esse período, a previsão é manter R$ 125,5 bilhões por ano para famílias de baixa renda. Os recursos para a classe média no Minha Casa, Minha Vida cairão para R$ 10 bilhões anuais a partir de 2028.

O orçamento total do FGTS para as políticas públicas deverá recuar para R$ 163,7 bilhões por ano até 2030.

Saque-aniversário

Na mesma reunião, o conselho prorrogou até 31 de março a regra de transição que permite aos trabalhadores usar até cinco saques-aniversário futuros do FGTS como garantia em operações de crédito.

A mudança está relacionada à resolução publicada em outubro de 2025, que prevê a redução para três saques futuros que podem ser vinculados a empréstimos a partir de 1º de novembro de 2026. A norma também estabelece limites para os valores cedidos:

  • Valor mínimo: R$ 100 por saque anual;
  • Valor máximo: R$ 500 por saque anual;
  • Limite futuro: três saques-aniversário anuais, conforme o cronograma da regra.

De acordo com o Ministério do Trabalho, a alteração poderá afetar 12,2 milhões de trabalhadores. Desse total, 92% recebem até quatro salários mínimos.

Volume movimentado

Desde a criação do saque-aniversário, a modalidade movimentou R$ 242,5 bilhões, segundo o ministério. Desse montante, R$ 94,2 bilhões foram recebidos diretamente pelos trabalhadores, enquanto R$ 148,3 bilhões foram destinados às instituições financeiras para quitar empréstimos garantidos pelos recursos do FGTS.

O ministério atribui a redução prevista nos orçamentos dos próximos anos a fatores como autorizações de saques especiais, incluindo valores residuais de contas vinculadas de trabalhadores demitidos que aderiram ao saque-aniversário, e empréstimos destinados à área da saúde.

Os recursos do FGTS destinados aos programas governamentais são separados das contas individuais dos trabalhadores e têm origem, segundo as informações divulgadas, no lucro anual do Fundo.

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EuroDreams: Português ganha ‘salário’ de 2.000 euros por mês durante 5 anos

O segundo prémio do EuroDreams, de 2.000 euros/mês durante cinco anos, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa. 

Outro apostador no estrangeiro também ganhou o segundo prémio, com seis números certos.

O primeiro prémio especial (50.000 euros/mês durante 30 anos) não foi atribuído.

É esta a chave do sorteio do EuroDreams desta quinta-feira, 29 de outubro: 3, 8, 11, 13, 34, 40 (números) e 5 (número de sonho).

O EuroDreams, cujo primeiro sorteio ocorreu no dia 06 de novembro de 2023, foi criado para assinalar o 20.º aniversário do Euromilhões.

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DECO: “Um mercado de arrendamento equilibrado precisa de confiança dos senhorios e inquilinos”

Arrendamento: Segurança para o senhorio não pode significar insegurança para as famílias – PARTE 1

Para a DECO um mercado de arrendamento equilibrado precisa de confiança dos senhorios e inquilinos. Reforçar uma das partes sem proteger a outra não equilibra o mercado: faz exatamente o inverso.

A proposta de lei do Governo altera o regime do arrendamento urbano com um objetivo assumido: reforçar a posição dos proprietários e tornar mais rápidos os mecanismos de cobrança e de despejo. Mas esta reforma chega num momento em que as rendas dos novos contratos subiram mais de 10% num ano, a oferta continua escassa e cada vez mais famílias não conseguem suportar o custo da casa.

A DECO analisa as principais medidas propostas e apresenta as suas preocupações e propostas para a apreciação na especialidade.

Custos de entrada: arrendar pode tornar-se mais caro

A proposta aumenta de dois para três meses o limite da renda que pode ser exigida antecipadamente e elimina o limite específico atualmente previsto para a caução.

A DECO defende a manutenção de limites para a renda antecipada e para a caução, bem como a definição de um limite global para o conjunto das garantias exigidas ao arrendatário.

Incumprimento: uma dificuldade temporária não deve conduzir à perda da habitação

A proposta reduz de três para dois meses o período de mora relevante para efeitos de resolução do contrato.

A DECO defende que, sobretudo nos contratos destinados a habitação permanente, deve existir uma oportunidade real de regularização da dívida antes da resolução do contrato, sempre que exista capacidade de recuperação financeira.

Renovação dos contratos: garantir estabilidade e previsibilidade

A proposta altera os períodos de renovação dos contratos e as regras relativas à oposição à renovação pelo senhorio.

A DECO defende períodos mínimos razoáveis de estabilidade e previsibilidade nos contratos destinados a habitação permanente, permitindo às famílias reorganizar a sua situação habitacional e financeira.

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Euromilhões: Portugueses acertam em quatro números e duas estrelas (e ‘só’ ganham 1.900 euros)

O quarto prémio do Euromilhões, no valor de 1.957,94 euros, saiu a três apostadores que registaram os boletins em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Outros 16 apostadores no estrangeiro também ganharam o quarto prémio, com quatro números certos e duas estrelas.

No estrangeiro, o prémio mais alto foi de 630 mil euros (terceiro prémio), que saiu a quatro apostadores.

O primeiro prémio não foi atribuído, pelo que o próximo ‘jackpot’ será de 89 milhões de euros.

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta terça-feira, 27 de outubro: 21, 30, 32, 42, 48 (números) e 3, 6 (estrelas).

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Idealista | Arrendar casa em Portugal: procura desce 17% no terceiro trimestre de 2026

• Procura por casas para arrendar diminuiu 17% num contexto de subida de 6,1% das rendas• Castelo Branco registou o maior aumento da procura entre as capitais, com mais 59% de contactos por anúncio face ao ano anterior• Santarém, Leiria e Castelo Branco lideram a pressão da procura entre as capitais de distrito• Setúbal regista […]

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EuroDreams: 34 prémios de 381 euros saem em Portugal

O terceiro prémio do EuroDreams, de 381,30 euros, saiu a 34 apostadores que registaram os boletins em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Outros 155 apostadores no estrangeiro também ganharam o terceiro prémio, com cinco números certos.

O primeiro prémio especial (50.000 euros/mês durante 30 anos) e o segundo (2.000 euros/mês durante cinco anos) não foram atribuídos.

É esta a chave do sorteio do EuroDreams desta segunda-feira, 26 de outubro: 3, 19, 21, 26, 35, 38 (números) e 3 (número de sonho).

O EuroDreams, cujo primeiro sorteio ocorreu no dia 06 de novembro de 2023, foi criado para assinalar o 20.º aniversário do Euromilhões.

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Un nido entre los abetos de Tirol del Sur

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A 1.500 metros de altitud, en Trafoi, el paisaje parece haber decidido prescindir de cualquier exceso: una iglesia, algunos caseríos, el bosque y, dominándolo todo, el Ortler -Ortles en italiano-, que con sus 3.905 metros es la montaña más alta del Tirol del Sur. El pueblo se encuentra en el corazón del parque nacional del Stelvio, un territorio donde la naturaleza sigue marcando el ritmo de la vida.

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Mutuo cointestato e separazione, le opzioni con la banca e le regole fiscali

Quando una coppia decide di separarsi, la gestione degli aspetti patrimoniali rappresenta uno degli snodi più complessi dell’intero percorso. Tra i vari nodi da sciogliere, la presenza di un mutuo cointestato stipulato per l’acquisto dell’abitazione familiare costituisce spesso la fonte principale di dubbi, discussioni e possibili insidie finanziarie. Molte famiglie ritengono erroneamente che l’atto di separazione o le decisioni prese davanti al giudice bastino a modificare gli impegni presi in precedenza con la banca. La realtà giuridica e creditizia è ben diversa e richiede una pianificazione rigorosa per evitare spiacevoli sorprese negli anni a venire.

Capire come muoversi tra vincoli bancari, regole sul credito e impatti sul portafoglio della famiglia diventa fondamentale per tutelare la propria serenità economica.

Mutuo cointestato: la responsabilità solidale verso la banca

Il punto di partenza da tenere sempre a mente è che per la banca il contratto originario rimane del tutto valido, a prescindere dalle decisioni personali della coppia. Ai sensi dell’articolo 1292 del Codice Civile, il mutuo cointestato crea un’obbligazione solidale tra i due firmatari. Questo principio implica che ciascun coniuge rimane responsabile per l’intero debito residuo di fronte all’istituto di credito, e non soltanto per la propria metà formale.

Nemmeno la sentenza di separazione o l’eventuale provvedimento con cui il giudice assegna il diritto di abitazione nella casa a uno dei due coniugi (di norma il genitore collocatario dei figli minori) cancella questo vincolo con la banca. Se l’accordo interno stabilisce che sia un solo ex partner a versare la rata mensile, ma questi per qualsiasi motivo smette di pagare, la banca ha il pieno diritto di rivalersi sull’altro cointestatario pretendendo il saldo integrale della rata scaduta.

In caso di mancato versamento, le conseguenze creditizie ricadono inevitabilmente su entrambe le parti: l’istituto di credito può avviare le procedure di recupero coattivo e segnalare entrambi i nominativi nelle banche dati dei cattivi pagatori. Tale segnalazione compromette la reputazione creditizia e rende estremamente difficile ottenere nuovi finanziamenti o prestiti in futuro.

Le strade percorribili per gestire il mutuo cointestato

Di fronte a un mutuo cointestato durante la fase di separazione, le famiglie hanno a disposizione diverse opzioni operative. La scelta della soluzione ideale dipende dalla sostenibilità reddituale dei singoli ex coniugi, dal valore di mercato dell’immobile e dalla disponibilità dell’istituto bancario a modificare il contratto originario.

Il mantenimento della cointestazione originaria

Rappresenta la strada apparentemente più semplice, usata spesso quando la scadenza del finanziamento è ormai vicina o quando i rapporti tra gli ex coniugi rimangono collaborativi. I due ex partner continuano a pagare le rate secondo le quote pattuite. Tuttavia, questa scelta lascia aperto il rischio di insolvenza dell’altro e mantiene occupata la capacità creditizia di entrambi, ostacolando l’accesso a nuovi mutui per l’acquisto di una nuova casa.

L’accollo del finanziamento a carico di un solo coniuge

Se uno dei due ex coniugi intende rimanere nella casa rilevando la quota di proprietà dell’altro, si può procedere con l’accollo del debito residuo. In questo scenario occorre distinguere chiaramente tra due fattispecie:

  • accollo interno. Risulta da un patto inserito nell’accordo di separazione. Un coniuge si impegna a pagare le rate, spesso a titolo di adempimento dell’obbligo di mantenimento per i figli, come riconosciuto anche dalla giurisprudenza di legittimità (Corte di Cassazione, sentenza n. 20139/2013). Tuttavia, la banca rimane estranea a questo patto. Di conseguenza, verso l’istituto di credito entrambi restano debitori e il coniuge uscente non viene liberato dalle sue responsabilità;
  • accollo esterno o liberatorio. La banca entra nell’operazione e analizza la situazione reddituale del coniuge che vuole farsi carico dell’intero debito. Se l’esito della valutazione di merito creditizio è positivo, la banca rilascia la liberazione formale. Solo in questo modo il coniuge uscente viene totalmente sollevato da ogni vincolo contrattuale per il mutuo cointestato.

La vendita della casa a terzi ed estinzione del debito

La cessione dell’immobile sul mercato rappresenta frequentemente la soluzione più lineare e risolutiva. Attraverso il ricavato della compravendita si provvede all’estinzione anticipata del mutuo cointestato direttamente in sede di rogito notarile. L’eventuale somma rimanente viene poi suddivisa tra le parti in proporzione alle rispettive quote di titolarità dell’immobile o secondo quanto stabilito nelle intese di separazione.

Surroga o rifinanziamento con una nuova banca

Se la banca originaria non concede la liberazione per l’accollo, il coniuge che desidera riscattare la casa può richiedere a un altro istituto di credito un nuovo mutuo monointestato. Le somme ottenute servono ad estinguere interamente il vecchio mutuo cointestato, consentendo la contestuale chiusura del vecchio contratto e la liberazione dell’ex partner.

I dettagli fiscali da non sottovalutare: prassi e circolari

Oltre ai profili di natura finanziaria e bancaria, la riorganizzazione della casa e del relativo finanziamento comporta rilevanti implicazioni di natura tributaria. Una corretta pianificazione all’interno degli accordi di separazione consente di evitare pesanti sanzioni o la perdita di preziose agevolazioni.

Detrazione degli interessi passivi e limiti di reddito

La normativa stabilisce che la detrazione fiscale del 19% sugli interessi passivi spetta al soggetto che sostiene concretamente l’onere finanziario. Nel contesto di un mutuo cointestato, se a seguito della separazione un solo coniuge rileva l’immobile e si accolla il pagamento dell’intera rata tramite accollo interno, ha la possibilità di detrarre il 100% degli interessi passivi.

L’Agenzia delle Entrate, con la Circolare n. 20/E del 13 maggio 2011, ha chiarito che per beneficiare dell’intera detrazione senza contestazioni sono indispensabili due precisi requisiti documentali:

  • l’impegno all’accollo deve risultare espressamente da un atto pubblico o da una scrittura privata autenticata (come il verbale o il decreto di separazione);
  • le ricevute di versamento degli interessi devono essere integrate da un’attestazione che certifichi che l’onere economico è stato sostenuto interamente dal coniuge diventato proprietario esclusivo.

Sul fronte dei tetti alle detrazioni, l’articolo 16-ter del Tuir (introdotto dalla Legge di Bilancio 2025) e la successiva circolare dell’Agenzia delle Entrate n. 6/E del 29 maggio 2025 hanno fissato limiti complessivi agli oneri detraibili per i redditi superiori a 75.000 euro. È fondamentale sottolineare che la norma esclude espressamente da questo tetto gli interessi passivi per i mutui sull’abitazione principale stipulati entro il 31 dicembre 2024. Chi detiene un mutuo cointestato acceso negli anni passati conserva quindi il diritto alla detrazione piena senza subire tagli legati al reddito.

Tassazione della plusvalenza in caso di rivendita

Particolare attenzione va prestata nell’ipotesi in cui un coniuge acquisisca la quota di proprietà dell’ex partner in sede di separazione per poi rivendere l’intero fabbricato sul mercato. Con la risposta a interpello n. 153/2025, l’Agenzia delle Entrate ha stabilito che la cessione della quota tra ex coniugi è qualificata come un atto a titolo oneroso, poiché trova causa nello scambio con la rinuncia ad altre pretese patrimoniali.

Di conseguenza, per la quota di immobile appena ricevuta inizia a decorrere un nuovo quinquennio ai fini della verifica della plusvalenza immobiliare prevista dall’articolo 67, comma 1, lettera b) del Tuir. Se l’abitazione viene venduta prima che siano trascorsi cinque anni da tale trasferimento, la plusvalenza calcolata su quella specifica quota (secondo i criteri dell’articolo 68 del Tuir) sarà soggetta a tassazione Irpef ordinaria o ad imposta sostitutiva del 26%. La quota posseduta fin dall’origine, se acquistata oltre 5 anni prima, rimane invece del tutto esente da imposte.

La stessa norma, però, prevede un’importante eccezione: la plusvalenza non è tassata, anche se la vendita avviene entro cinque anni, quando per la maggior parte del periodo tra l’acquisto e la cessione l’immobile è stato adibito ad abitazione principale del cedente o dei suoi familiari. È il caso più frequente quando si vende la casa familiare: se l’ex coniuge che ha rilevato la quota, o i figli, vi hanno abitato per la maggior parte del tempo, l’imposta non è dovuta. La verifica va comunque fatta caso per caso, calcolando con precisione i periodi di effettiva residenza.

Regime delle imposte indirette e IMU

Gli atti di trasferimento immobiliare stipulati direttamente all’interno dell’accordo di separazione o divorzio godono dell’esenzione dalle imposte di registro, bollo, ipotecarie e catastali ai sensi dell’articolo 19 della Legge n. 74/1987. Tuttavia, come chiarito dal Fisco, tale esenzione riguarda solo le imposte indirette legate all’atto e non si estende all’eventuale plusvalenza Irpef da rivendita.

Per quanto riguarda l’IMU, quando la casa viene assegnata dal giudice al coniuge affidatario dei figli, quest’ultimo acquisisce un diritto personale di godimento che lo rende l’unico soggetto passivo ai fini dell’imposta. Il coniuge assegnatario potrà quindi beneficiare della completa esenzione IMU prevista per l’abitazione principale, svincolando l’altro proprietario non residente da ogni obbligo di versamento.

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Euromilhões: Português acerta em quatro números e duas estrelas (e ‘só’ ganha 1.600 euros)

O quarto prémio do Euromilhões, no valor de 1.576,29 euros, saiu a um apostador que registou o boletim em Portugal, indica o departamento de jogos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.

Outros 31 apostadores no estrangeiro também ganharam o quarto prémio, com quatro números certos e duas estrelas.

No estrangeiro, o prémio mais alto foi de 173 mil euros (segundo prémio), que saiu a quatro apostadores.

O primeiro prémio não foi atribuído, pelo que o próximo ‘jackpot’ será de 79 milhões de euros.

É esta a chave do sorteio do Euromilhões desta sexta-feira, 23 de outubro: 24, 33, 35, 44, 47 (números) e 7, 11 (estrelas).

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Taglio tasse, meno sbarchi, più lavoro. I 4 anni del governo Meloni secondo Palazzo Chigi

Il primo governo della storia italiana a superare i quattro anni di vita è l’esecutivo guidato da Giorgia Meloni, con alcuni numeri che danno la cifra dei provvedimenti varati, come il taglio di 140 miliardi di tasse a famiglie e imprese; la riduzione del 70% degli sbarchi illegali; l’aumento di 1,4 milioni di posti di lavoro stabili. Il documento diffuso dal governo elenca in modo sintetico i numeri più importanti e i provvedimenti più significativi approvati e avviati dall’insediamento a oggi.

I numeri sull’occupazione

Quasi un milione e mezzo di posti di lavoro e disoccupazione al 5,6% (era all’8,1% nel 2022). Tra i provvedimenti da citare il salario giusto legato ai contratti collettivi nazionali sottoscritti dalle organizzazioni comparativamente più rappresentative, il cosiddetto Decreto Primo Maggio; la svolta sulla sicurezza sui posti di lavoro che consiste in più ispettori, sblocco assunzioni in Inail e Inps, raddoppio delle assunzioni previste nell’Ispettorato e più 100 Carabinieri per la tutela del lavoro, oltre al tracciamento dei mancati infortuni, interoperabilità delle banche dati e sperimentazione del badge di cantiere. Sono stati stanziati 30 mln in più per le vittime di infortuni sul lavoro e 26 mln per le borse di studi per i figli superstiti.

Il bilancio

Il governo ha manifestato una particolare attenzione ai costi, dopo l’allegra gestione del super bonus e del reddito di cittadinanza: l’Italia infatti è l’unica Nazione del G7 tornata già dal 2024 in avanzo primario dopo il Covid. Lo scorso 15 ottobre lo spread era a 109 punti, contro i 236 di quattro anni fa, segno di una fiducia da parte dei mercati e degli investitori. Ammonta a tre miliardi e mezzo il risparmio sugli interessi, destinabili a sanità, scuola, senza contare il minor peso fiscale per le famiglie. Sempre restando al comparto economico, la Borsa ha fatto registrare un più 130%, con la possibilità per le famiglie di detenere nel proprio portafogli più titoli. Inoltre c’è il pollice alzato da parte delle principali agenzie di rating, che migliorano il giudizio sull’affidabilità e solidità economica. La zes unica impatta complessivamente per 60 miliardi, che si somma alla decontribuzione al sud da 7 miliardi fino al 2030 per chi assume.

La coesione

Altro capitolo, quello che riguarda la coesione grazie a 34 accordi siglati per lo sviluppo con Regioni, Province autonome e Amministrazioni centrali che si sono manifestati in oltre 50 miliardi di investimenti attivati, tra cui la riqualificazione dell’area di Bagnoli-Coroglio, le Province di Taranto e il Sulcis Iglesiente. Altre intese approvate in CdM sono quelle con Lombardia, Liguria, Piemonte e Veneto che si sommano alla legge per l’attuazione dell’Autonomia differenziata delle Regioni a Statuto ordinario e alla legge delega per la definizione dei Livelli Essenziali delle Prestazioni (LEP).

Record export

Capitolo export, la voglia di Italia nel mondo cresce, come dimostra la quarta posizione mondiale raggiunta dall’Italia fra le nazioni esportatrici, impreziosita dal valore dell’agroalimentare giunto a 73 miliardi. I numeri inoltre dicono 401,8 mld nei primi 7 mesi del 2026; nuovo record di investimenti diretti esteri (più 12%). La comparazione con altri paesi rivela che il valore dell’export italiano ha superato il Giappone, i BTP decennali mostrano uno spread sceso al di sotto dei titoli francesi, il tasso disoccupazione dal IV trimestre 2025 è sceso sotto la media europea e dell’Eurozona, e infine sono state superate Germania e Uk per pil pro capite.

Infrastrutture e Piano Casa

Alla voce infrastrutture il governo rivendica una serie di iniziative come la riforma del Codice degli appalti e della Governance portuale, il sostegno abitativo (oltre 20 mln nel 2026 per genitori separati o divorziati), il decreto Salva Casa per semplificare e rilanciare il mercato immobiliare, il Nuovo Codice della Strada e i 6,35 mld per 729 interventi sulle infrastrutture idriche. E poi c’è il Piano Casa, che consiste in 10 miliardi per 100mila alloggi in 10 anni, accanto al recupero di 60mila alloggi popolari ora non disponibili, al Fondo per l’Housing sociale e l’emergenza abitativa, agli alloggi a prezzi calmierati, al fondo garanzia mutui prima casa.

Il versante internazionale

Sul versante internazionale, il governo sottolinea il ruolo dell’Italia nel mondo ottenuto con “coerenza e credibilità” di fronte alle crisi geopolitiche. In primis il sostegno all’integrazione dei Balcani Occidentali nella Ue, poi il rinnovato legame con l’America Latina, accanto al sostegno di una pace giusta e duratura in Ucraina, all’impegno per un quadro di pace e stabilità in Medio Oriente, fino alle nuove connessioni con l’Indo-Pacifico e a un rapporto da pari a pari con l’Africa e il Sud Globale. In questo senso si inserisce il ragionamento dedicato alla proiezione globale del Mediterraneo, con Roma player riconosciuto nella Ue, nella Nato e nel G7, senza dimenticare un “rapporto equilibrato con la Cina attraverso il nuovo partenariato strategico”.

Entrando nel merito dei singoli atti spiccano gli interventi a Gaza dove l’Italia è stata la prima Nazione occidentale per evacuazioni sanitarie oltre all’operazione imbastita Food for Gaza; e ancora la riforma della cittadinanza, i maggiori servizi per i connazionali all’estero (dal 2023 rilasciati 2mln di passaporti e oltre 670mila carte d’identità elettroniche) fino alle 16 intese su materie prime critiche e catene di approvvigionamento. Infine l’impegno per le interconnessioni strategiche: corridoio IMEC, corridoio VIII nei Balcani, progetto Elmed.

Una menzione a parte merita il Piano Mattei, che vede ben 18 paesi coinvolti, il doppio rispetto al varo del gennaio 2024. Sono 76 i progetti in corso, per un modello di cooperazione che si poggia su sette linee-obiettivo e che si sta intrecciando sia con progetti Ue come il Global Gateway, sia con le esigenze dei singoli paesi coinvolti, attirando le attenzioni di soggetti internazionali come Banca Mondiale, Banca africana, Commissione europea, Bei, Unione Africana.

Non solo difesa: i nuovi domini strategici

Per quanto riguarda la difesa, l’Italia è presente in 39 missioni con alcune novità, come il ritorno alla guida della missione KFOR nei Balcani, passando per l’impegno concretizzatosi in solidarietà internazionale con aiuti a Gaza, Medio Oriente e sisma in Venezuela. A tal proposito sono molteplici i fronti geopolitici che vedono l’Italia coinvolta, come l’istituzione del Polo nazionale della dimensione subacquea, il lancio del satellite CSG-FM3, i 16 accordi internazionali e le 400 intese tecniche siglati con i partner nei campi della difesa, sicurezza, ricerca e sviluppo tecnologico, la riforma della sanità militare e l’attenzione ai nuovi domini strategici come spazio, cyber, dimensione subacquea e Artico.

Politiche migratorie: un modello anche per l’Ue

Infine la sicurezza: meno 70% di sbarchi e più 55% di rimpatri. I numeri sull’azione svolta da Viminale si legano ad azioni mirate, come la lotta alle reti criminali che di fatto è entrata nel nuovo Patto europeo sulla migrazione e l’asilo. Da questo punto di vista va citata l’Alleanza globale contro il traffico di migranti e il rafforzamento di Europol. Gli accordi con i Paesi terzi rappresentano la novità italiana per il contrasto all’immigrazione illegale che trova concreta applicazione nel Memorandum Ue-Tunisia e nel partenariato strategico UE-Egitto. Di fatto l’Italia orienta le politiche migratorie europee grazie al nuovo concetto di Paese terzo sicuro, per cui è stato superato il requisito obbligatorio di collegamento personale tra richiedente asilo e Paese terzo, consentendo, attraverso appositi accordi, l’esame delle richieste di protezione da parte di Paesi terzi sicuri

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