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Análise: Republicanos encontram dificuldades em estados “vermelhos”

Os republicanos estão enfrentando dificuldades não apenas nos chamados estados-pêndulo, mas também em estados tradicionalmente alinhados ao partido — os chamados estados “vermelhos”. A avaliação é da editora de Internacional da CNN Mariana Catacci.

Segundo Catacci, nos últimos dias, o presidente Donald Trump tem cumprido agenda justamente nesses redutos historicamente republicanos, o que reflete a preocupação do partido com a disputa pela renovação do Congresso.

“Além dos estados pêndulo, que já seriam tradicionalmente disputados, outros estados vermelhos, que seriam mais garantidos para os republicanos, as pesquisas também mostram que os democratas estão concorrendo com força”, afirmou Catacci.

Democratas ameaçam domínio republicano no Senado

De acordo com as pesquisas apresentadas, os democratas estão muito bem colocados em estados que costumavam ser considerados território seguro para os republicanos.

Catacci citou o Texas como exemplo emblemático: um dos maiores redutos republicanos nos Estados Unidos, o estado vem registrando afastamento de parte do eleitorado latino em relação a Donald Trump e ao Partido Republicano, motivado, em parte, pela insatisfação com a política migratória.

A editora também mencionou o estado de Iowa, onde um eleitor relatou ter apoiado Donald Trump com a promessa de mais oportunidades para o eleitorado rural.

No entanto, segundo Catacci, o aumento no preço do diesel — consequência do fechamento do estreito de Ormuz em razão da guerra do Irã — elevou os custos de transporte de diversos produtos, incluindo feno, impactando diretamente esse eleitorado em um estado tradicionalmente republicano.

Estados pêndulo e surpresas democratas

Catacci ressaltou que os estados considerados pêndulo, representados em roxo nos mapas eleitorais, continuam sendo palco de disputas acirradas. O Michigan, segundo ela, tem chamado bastante atenção pelo nível de competitividade.

Por outro lado, há estados democratas em que os republicanos também estão se saindo bem. É o caso do Maine, onde a republicana Susan Collins conseguiu se distanciar de Donald Trump e se posicionar de forma mais alinhada ao “establishment”, conquistando espaço relevante na disputa.

O panorama geral traçado pela editora evidencia uma eleição de meio de mandato marcada por disputas em múltiplas frentes, com os democratas liderando as pesquisas e sendo apontados como favoritos para garantir maioria no Senado.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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Governo Trump não pretende apoiar Flávio como líder do Brasil, diz Reuters

O governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não pretende apoiar a alegação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ser o líder legítimo do Brasil, apesar de ter ajudado o candidato derrotado à Presidência a chegar aos EUA após anos de apoio a ele e a seu pai, afirmaram na quinta-feira (29) uma autoridade norte-americana e outra pessoa a par do assunto.

Trump disse que a eleição brasileira de domingo pareceu “manipulada”, mas ressaltou que não ofereceu apoio algum na disputa. Trump também declarou que se dá bem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que garantiu a reeleição por cerca de 3,5 pontos percentuais, contrariando as pesquisas de intenção de voto.

A autoridade norte-americana e a pessoa a par do assunto, que falaram sob condição de anonimato, afirmaram que Trump não tem planos atuais de apoiar as ambições políticas de Flávio Bolsonaro, mesmo que o governo tenha permitido sua entrada no país, embora tenham dito que o presidente pode mudar de ideia.

A postura do governo Trump sugere que o presidente pode estar relutante em provocar uma nova crise nas relações com o Brasil, que passaram por altos e baixos nos últimos meses.

Partida logo após a eleição

Uma terceira autoridade norte-americana, também falando sob condição de anonimato, disse que o capital político de Flávio diminuiu agora que ele está no autoexílio. Muitos conservadores no Brasil que esperavam que ele liderasse a oposição nos próximos anos criticaram a fuga.

A Casa Branca encaminhou um pedido de comentário ao Departamento de Estado, que não respondeu. O governo brasileiro e um representante de Flávio Bolsonaro também não responderam aos pedidos de comentário.

O pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro, está preso por tentativa de golpe para permanecer no poder após perder a disputa pela reeleição em 2022.

Algumas autoridades brasileiras, também falando sob condição de anonimato, disseram à Reuters que a partida de Flávio ajuda Lula ao enfraquecer a oposição conservadora no Congresso.

A viagem do senador aconteceu depois que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou que ele entregasse seu passaporte, atendendo a um pedido da Polícia Federal, que o investiga por um suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

O pedido da polícia ocorreu poucos minutos após a declaração da vitória de Lula, uma sequência de eventos que alguns conservadores apontaram como evidência de motivação política.

Apoiadores do governo Lula destacam que, dias antes da eleição, o irmão de Flávio, Eduardo, sugeriu publicamente que Flávio deveria deixar o Brasil caso perdesse. Eduardo, ex-deputado federal que vive nos EUA, foi condenado pelo STF em junho por tentar obter interferência do governo Trump no julgamento de seu pai.

Autoridades argentinas informaram que Flávio Bolsonaro, sua esposa e duas filhas atravessaram uma ponte rumo ao norte da Argentina às 22h50 de terça-feira, antes de embarcarem em um avião fretado às 23h30. Flávio e sua família voaram então para Miami, via Equador.

Não está claro como o senador viajou de sua casa em Brasília até a ponte, a 1.300 km de distância, nem como saiu do Brasil sem o conhecimento das autoridades alfandegárias brasileiras. Mas, durante essa viagem, Flávio Bolsonaro entrou em contato com várias autoridades norte-americanas a respeito de sua partida, segundo uma dessas autoridades.

Jason Miller, um assessor de Trump próximo à família Bolsonaro, ajudou a organizar o voo a partir da Argentina, disse a pessoa a par do assunto – informação também revelada pelo jornal The News York Times. Durante a viagem de Flávio, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, recomendou a Trump que a entrada do senador fosse permitida, o que o presidente aprovou, segundo a autoridade norte-americana.

Durante o voo de duas etapas de Flávio, autoridades do Departamento de Estado se empenharam para determinar a melhor via legal para a entrada dele e de sua família, discutindo o assunto com funcionários do Departamento de Segurança Interna. Por fim, as autoridades norte-americanas concederam a eles “parole humanitária” na fronteira, um status temporário concedido a indivíduos quando há questões humanitárias urgentes ou um interesse público significativo em jogo, acrescentou a autoridade.

Em uma carta aberta publicada no X na quarta-feira (28), Flávio Bolsonaro se autoproclamou “o presidente eleito”. Em seguida, excluiu essa versão e a atualizou com outra carta, na qual afirmava ser o “líder” legítimo do Brasil.

A fuga de Flávio foi o capítulo mais recente de um período tumultuado na política brasileira e nas relações entre os EUA e o Brasil.

Mesmo tendo atacado a forma como o Brasil conduziu a eleição, Trump se absteve de criticar Lula.

“Gosto do Lula, me dou muito bem com ele”, disse Trump aos repórteres na segunda-feira. “Só acho que a eleição deixou uma péssima impressão.”

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Risco de invasão de Cuba pelos EUA é real, avalia embaixador

Logo Agência Brasil

O governo de Cuba avalia como real o risco de invasão da ilha pelo governo de Donald Trump, dos Estados Unidos (EUA), afirmou o embaixador do país caribenho no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo. Em entrevista à Agência Brasil, o representante de Havana destacou que o país está preparado para uma agressão militar.

“O povo cubano se prepara hoje para uma invasão real dos EUA. O governo e o povo cubanos não podem ignorar as pretensões dos EUA de uma invasão a Cuba. Isso é real”, afirmou o diplomata.

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O embaixador acrescentou que Cuba tem feito um chamado à comunidade e a imprensa internacionais para que não aceitem uma invasão da ilha pelos estadunidenses. “Não é possível normalizar uma agressão militar contra Cuba.”

O diplomata sediado no Brasil acrescentou que “a maioria do povo cubano” defende a soberania do país e lutará contra uma invasão militar estrangeira.

“Cuba tem história, tem tradição de luta. Cuba tem tradição de preparação da população para essa luta, que é uma questão que não pode ser ignorada pelos EUA”, explicou.

Desde janeiro de 2025, com a volta de Donald Trump à Casa Branca, Washington tem aumentado a pressão contra Havana com uma série de novas sanções, entre elas, o bloqueio energético com ameaças a países que vendam petróleo à ilha, o que deixou Cuba três meses sem receber nenhum barril de petróleo.

Em março deste ano, Trump chegou a dizer que teria a “honra de tomar Cuba”. Meses depois, em outubro, o presidente disse que iriam “cuidar de Cuba” depois de lidarem com o Irã, que foi atacado pelos EUA e por Israel em uma guerra que se arrasta desde fevereiro.

Em outra declaração, Trump defendeu que seria possível chegar “a um acordo” com Cuba. “Não acho que precisaremos das forças armadas”, disse.

As medidas de asfixia econômica contra Cuba vêm escalando mês a mês, levando à redução dos voos interacionais à Cuba, saída de empresas hoteleiras estrangeiras e mesmo da empresa de cartões Visa, afetando o setor do turismo, o principal do país.  

Ameaça extraordinária

Em janeiro deste ano, a Casa Branca classificou Cuba de uma “ameaça incomum e extraordinária” contra os EUA, acusando o país de abrigar adversários dos estadunidenses, “focado em roubar informações sensíveis de segurança nacional dos Estados Unidos”.

Ao mesmo tempo, o secretário do Departamento de Estado Marco Rubio, filho de família cubana, tem elevado o tom contra o governo do presidente Miguel Díaz-Canel.

“Faremos o possível para tomar medidas que iniciem esse processo de mudança [em Cuba]. E será um processo que não será fácil”, afirmou em coletiva de imprensa, em setembro deste ano.

Brasília (DF)29/10/2026 O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, durante entrevista à Agência Brasil.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Brasília (DF)29/10/2026 O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, durante entrevista à Agência Brasil.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, em entrevista à Agência Brasil - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O representante de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, classifica as acusações dos EUA de “ridículas”.

“Cuba não é uma ameaça para os EUA. Um país bloqueado, pequeno e economicamente asfixiado não tem a capacidade de pôr em risco a primeira potência do mundo. Essa acusação é ridícula”, completou.

Ainda segundo o representante de Havana, uma agressão militar dos EUA contra Cuba seria um genocídio “porque é uma potência nuclear atacando um pequeno país que fica a 90 milhas desse país”.

Posição geográfica

Ao mesmo tempo, Palomo destaca que a posição geográfica de Cuba é “complicada” para os EUA e que uma invasão levaria os cubanos que vivem em território estadunidense a se voltar contra o governo Trump.

“Eles não têm guerras em suas fronteiras há muito tempo. Uma guerra em Cuba vai afetar toda a região. Uma guerra em Cuba pode começar, você não sabe como vai terminar”, alertou.

O aperto do cerco econômico a Cuba compõe uma nova ofensiva dos EUA para derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista, que desafia a hegemonia política de Washington na América Latina há mais de seis décadas.

O embaixador de Cuba reconheceu que a ilha tem problemas, como outros países, mas argumentou que a nação é impedida de se desenvolver pelo bloqueio econômico imposto pelos EUA.

“Nós cubanos temos problemas, mas os cubanos têm o direito de resolver os próprios problemas por vontade própria vontade. Não por uma agressão militar. Esse não é o caminho”, disse.

Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA adotou nova sanção contra empresas de “tecnologias sensíveis” que tenham relação com a ilha caribenha. A Justiça dos EUA chegou ainda a decretar, neste mês, a prisão do ex-presidente cubano Raúl Castro.

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How Trump could break Israel’s post-election deadlock

Israelis voted for the first time since Oct. 7, but there is no clear winner. The US president could hold the key to the unity government needed to finish the job in Iran
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Mexico urges respect for treaties after Texas seizes nine islands on Rio Grande

Since the start of Donald Trump’s second term, border security and stopping illegal immigration have become two of the main pillars of his administration. Based on those principles, and acting unilaterally, the Texas government has announced it has taken control of nine islands located in the water border between Mexico and the United States, along its territory between Laredo and McAllen. In a statement on Tuesday, Dawn Buckingham, that state’s land commissioner, authorized the Texas National Guard to access those small river islands in order to maintain the operational security of the southern border. The Mexican government has responded by asking that the 1970 Boundary Treaty between the two countries be respected and says that determination of the international boundary is the sole responsibility of the International Boundary and Water Commission.

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The Rio Grande between Ciudad Juárez (Mexico) and El Paso, Texas, on February 11.A map of the islands.

© Brandon Bell (Getty Images)

View of an island in the Rio Grande in Starr, Texas, in November 2024.
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La amistad de Jensen Huang, jefe de Nvidia, con una presunta agente china dispara las alarmas sobre el espionaje en el mundo de la IA

Una empresa de Singapur de centros de datos, Megaspeed, compra chips a Nvidia, la empresa más valiosa del mundo gracias a sus sofisticados dispositivos que impulsan el boom actual de IA. El Gobierno de EE UU sospechaba desde 2024 que Megaspeed revendía esos chips a Alibaba y otras empresas chinas de manera irregular. Porque desde 2022 Washington restringe la exportación de los modelos más potentes a China.

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Alice Huang y Jensen Huang (en el centro) en un bar de Taipei en 2024. Imagen extraída del LinkedIn de la empresa NetThunder.
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Noruega responde al insulto de “país de mierda” de Trump con las fotos de sus mejores aseos públicos

Lejos de mostrar enojo por los nuevos insultos proferidos por Donald Trump contra Noruega, al que definió el domingo como “un país de mierda”, la oficina de turismo noruega ha respondido al presidente tirando de ironía y promocionando de paso los espectaculares paisajes nacionales y la premiada arquitectura vanguardista de sus aseos públicos, que muestra en diferentes fotografías y un vídeo promocional en su web.

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© EP-stock (Getty Images)

Baño público en el parque nacional de las montañas de Jotunheimen, en el este de Noruega, en una imagen sin fecha.
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Governo de Trump deteve mais de 4.100 imigrantes em 10 dias

As detenções fazem parte de uma operação chamada Lone Star Mission, realizada entre 19 e 29 de outubro. Os detidos estavam em situação migratória irregular e apresentavam registos criminais.

© ADAM DAVIS/EPA

Apenas 34% das pessoas presas pelo ICE durante os primeiros 14 meses do governo de Trump tinham uma condenação criminal
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Departamento de Justiça investiga fraude eleitoral no Alasca

No decorrer da investigação criminal em torno de fraude eleitoral no Alasca, foram emitidas novas intimações a envolvidos, para depoimentos ou apresentação de documentos perante um grande júri.

© TNS

A poucos dias das eleições intercalares de 3 de novembro, as sondagens dão uma ligeira vantagem à candidata democrata, Mary Peltola
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Kamala Harris apela a voto contra "tirania" de Trump

A ex-vice-presidente apela à ativação do "poder do povo" nas eleições. As sondagens apontam para uma vitória dos democratas na Câmara dos Representantes. Kamala não descarta recandidatar-se em 2028.

© JEON HEON-KYUN/EPA

"Sei que, para muitos de nós, o último ano e meio tem sido difícil. Mas a questão é a seguinte: esse momento acabou", declarou Harris num ato eleitoral em Macon
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Many Cuban Americans feel betrayed by Trump, but most will still vote Republican: ‘They exploit our pain’

He was 12 and his sister was 14 when their mother told them they were leaving for the United States. It had been only two years since the Cuban Revolution, and fear had spread that the new government would strip parents of custody of their children or send them to the Soviet Union. Before they boarded a plane to Miami, their mother handed his sister a guitar and gave him a box of candy. Eleven days later, sitting on bed number eight in a shelter in Kendall, Frank Rodríguez felt hungry.

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© Lynne Sladky (AP)

Polling place in Miami, in a file photo.
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A rare red line in deeply cynical times

It’s been a particularly brutal cycle for attack ads, but voters are responding with humanity. Plus: on the campaign trail with a Democrat in Kansas

There’s a campaign moment I can’t stop thinking about. It happened shortly after the campaign of Vivek Ramaswamy, the Republican nominee for governor of Ohio, released a shocking attack ad featuring the estranged mother of his Democratic opponent, Amy Acton.

In the ad, as many readers will know by now, Acton’s mother accuses her daughter of lying and tells Ohioans not to vote for her. Acton, 60, says she has not spoken to her mother since she was 12, when she and her brother were removed from their mother’s custody after their stepfather was arrested and charged with raping her. Acton says she last saw her mother at the courthouse, where her mother came to support her husband as her daughter testified against him.

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© Photograph: Jeff Swensen/Getty Images

© Photograph: Jeff Swensen/Getty Images

© Photograph: Jeff Swensen/Getty Images

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Democratic maneuvers in Alaska give Trump ammunition to disregard election results

The controversy in Alaska over the contest for a Senate seat keeps growing. President Donald Trump remarked Thursday on the pivotal race that could determine control of the Senate in next Tuesday’s midterm elections. The president, whose administration’s future is at stake, questioned whether Alaska’s Democratic Senate candidate, Mary Peltola, could take her seat even if she wins. His remarks come after The New York Times revealed that Peltola’s team maneuvered to recruit a third candidate with the same name as her Republican rival in an effort to split the Republican vote in the state’s election.

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© Kerry Tasker (REUTERS)

Democratic Senate candidate Mary Peltola at her campaign kickoff event in Anchorage last January.
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La presencia de Lavrov agita la cita de ministros de Exteriores del G-20 en Atlanta

El jefe de la diplomacia rusa, Serguéi Lavrov, estará presente este fin de semana en la reunión de ministros de Exteriores del G-20 en Atlanta (Georgia, Estados Unidos). Y su presencia en esta cita anual, por primera vez desde el comienzo de la guerra en Ucrania en 2022, con la consternación de los representantes europeos y sin la participación de su homólogo ucranio —Kiev no forma parte del grupo de países con las mayores economías del mundo, pero había estado invitada a este tipo de citas en años previos—, agita un encuentro que comienza este viernes para tratar asuntos como ese conflicto y la ofensiva contra Irán.

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© Megan Varner (REUTERS)

Agentes de la Policía de Atlanta desplegados para proteger la reunión de ministros de Exteriores del G20 el viernes y sábado en esta ciudad.
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Un modelo que desfiló en Milán y un triple medallista paralímpico, la fórmula demócrata para tumbar el muro conservador de Iowa

Una decena de enfermos de cáncer se ha reunido en la cafetería Smokey Row, en Ankeny, un próspero suburbio al norte de Des Moines. Han acudido para relatar su experiencia a Rob Sand, el carismático candidato demócrata para gobernador de Iowa, un estado del Medio Oeste conocido por sus interminables campos de maíz. Es uno de los territorios representativos del llamado Corn Belt, el corazón agrícola del país, que apoyó abrumadoramente a Donald Trump en las pasadas elecciones de 2024. Sand es la gran esperanza de su partido. Lidera las encuestas con cierto margen sobre su rival conservador, Zach Lahn. Está a punto de convertirse en el primer demócrata en ganar una gran elección en este territorio en casi dos décadas.

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Imagen de una campaña publicitaria en la que participó Rob Sands, el candidato demócrata a gobernador de Iowa.Imagen del video de apoyo de Barack Obama a Josh Tureck como candidato al Senado por Iowa.

© Bryon Houlgrave (AP Photo)

Josh Turek en Des Moines, Iowa, el 2 de junio.
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Musk o Trump? Chi decide su Starlink all’Ucraina

Il 24 ottobre, l’Ucraina ha annunciato che i suoi sistemi Starlink e Starshield erano di nuovo pienamente operativi dopo oltre una settimana di restrizioni. Nello specifico, il Ministero della Difesa ucraino ha rilevato che la connessione è tornata stabilmente a velocità superiori a 400 km/h, a fronte dei 160 km/h a cui era precipitata giorni prima.
La limitazione, hanno spiegato diversi funzionari ucraini, aveva compromesso la capacità ucraina di intercettare i droni russi in fase di attacco, costringendo le forze armate di Kiev ad annullare alcune operazioni già pianificate.

Segue nostro Telegram.

Tuttavia, a brevissima distanza dal ripristino della piena operatività dei sistemi Starlink a disposizione di Kiev, Elon Musk, amministratore delegato di Space-X, ha accusato l’esercito ucraino di aver violato i termini di servizio.

In un post sul suo profilo X, il magnate di origini sudafricane ha affermato che: «l’uso di Starlink, un servizio commerciale civile, per attacchi con droni offensivi volti a uccidere persone non è mai stato consentito, né dovrebbe esserlo. Starshield è un sistema diverso ed è controllato dal governo degli Stati Uniti. Ciò che decidono di fare spetta a loro».

L’esercito ucraino «ha violato i termini di servizio di Starlink e lo ha utilizzato per attacchi con droni offensivi volti a uccidere persone. Quella falla è stata chiusa la settimana scorsa».

Starlink «rimane cruciale per la difesa dell’Ucraina, poiché è l’unico sistema che non può essere disturbato o distrutto, almeno per ora. Se Starlink venisse spento, il fronte ucraino collasserebbe immediatamente. Questa non è una minaccia, è semplicemente un dato di fatto.

Il sistema si è rivelato cruciale per «impedire alla Russia di sopraffare l’Ucraina nei primi giorni della guerra, poiché tutti gli altri mezzi di comunicazione erano stati distrutti o disturbati dalla Russia».

Space-X «ha fatto molto di più per difendere l’Ucraina di qualsiasi altra azienda privata sulla Terra. Detto questo, non provo che disprezzo assoluto per i guerrafondai che fanno la morale e spingono per un massacro senza fine, senza offrire alcuna soluzione realistica al conflitto. Che possano bruciare all’inferno. Fine della storia».

Starlink è un sistema internet satellitare gestito da Space-X, mentre Starshield è una versione che si avvale della tecnologia Starlink per scopi militari gestita dal governo degli Stati Uniti.

Questa integrazione rende quantomeno ambigua la posizione di Starlink, mettendo in seria discussione la natura privata della casa madre Space-X.

Quella del connubio pubblico-privato negli Stati Uniti è una storia vecchissima, ma che trova negli anni Cinquanta uno dei suoi momenti decisivi.

All’epoca, in piena Guerra Fredda, lo spauracchio sovietico, agitato con cieca ossessività specialmente in seguito allo shock generato dal lancio dello Sputnik (1957) e all’entrata in servizio del bombardiere strategico Tupolev-95, si rivelò determinante a costruire un robusto consenso politico attorno alla decisione dell’amministrazione Eisenhower di destinare una quota crescente di risorse al rafforzamento della marina e al potenziamento dei settori di ricerca e sviluppo.

L’onere di gestire le risorse e coordinare gli sforzi in questo senso ricadde sulla Defense Advanced Research Projects Agency (Darpa), un organismo facente capo al Pentagono fondato, al pari della National Aeronautics and Space Administration (Nasa), nel 1958 in conformità all’esigenza di colmare il divario tecnico-scientifico con l’Unione Sovietica.

Mentre il governo moltiplicava le misure di stimolo alle imprese (assegnazione di commesse pubbliche agli atenei, concessione di agevolazioni fiscali, ecc.), la Darpa elaborava una rete di ricerca e condivisione a maglie strettissime, in grado di interconnettere decine di università, start-up e laboratori di ricerca e portare gli Stati Uniti all’avanguardia nel campo cruciale della scienza. Il lancio dei programmi Gemini e Apollo, lo sviluppo dei missili balistici a medio e lungo raggio, la realizzazione dei sottomarini e delle portaerei a propulsione nucleare si devono al contributo determinante apportato dalla Darpa.

Nel 1982, il Congresso approvò il programma di sostegno alle start-up Small Business Innovation Research (Sbir), affidandone la gestione alla Small Business Administration, predisponendo parallelamente la trasformazione della Darpa nel fondamentale canale di collegamento tra imprese e dipartimenti universitari, in grado di assolvere ai compiti di mediazione tecnologica e imprenditoriale necessari alla commercializzazione delle innovazioni che venivano realizzate nei settori di punta (informatica, telecomunicazioni, biotecnologia, semiconduttori, ecc.) dalle società hi-tech a cui il complesso militar-industriale aveva subappaltato parte delle mansioni legate ai comparti di ricerca e sviluppo, nell’ambito della celeberrima Strategic Defense Initiative (Sdi).

Il progetto, concepito dall’amministrazione Reagan e annunciato urbi et orbi nel marzo 1983, puntava alla creazione di un sistema di difesa aerea multistratificato basato su intercettori spaziali in grado di colpire i missili balistici nemici prima che colpissero il suolo statunitense, “superando” così il principio della mutua distruzione assicurata su cui si era imperniata la Guerra Fredda fino a quel momento.

La Sdi, recita un documento del dipartimento di Stato, «si basava su tecnologie avveniristiche, inclusi sistemi laser spaziali non ancora realizzati», il cui sviluppo assorbì enormi risorse pubbliche in larga parte ridistribuite a beneficio delle aziende private sotto il coordinamento della Darpa.

Una volta convertite all’uso civile, le nuove tecnologie ad elevata intensità di capitale messe a punto contestualmente alla Sdi assunsero rapidamente un grado di pervasività – inteso come capacità di trovare applicazione in un numero sbalorditivo di campi sconvolgendone il funzionamento e i rendimenti – tale da scompaginare il vecchio sistema di produzione fordista ad elevata intensità di manodopera riducendo drasticamente la presenza umana sia nella manifattura che nel settore di servizi.

«Non si tralasciò occasione – osserva Giuseppe Guarino – che si prestasse per la stimolazione e la promozione della Information Technology per finalità militari. Ognuna delle sue fasi essenziali, con successiva trasformazione e utilizzazione dei prodotti a fini commerciali, è stata in pratica resa possibile dal sostegno del Dipartimento della Difesa, dalla Nasa e degli altri dipartimenti militari, compresa la Cia […]. Il merito dell’intervento pubblico non è di aver assorbito l’intera produzione della Information Technology, ma di aver contribuito in maniera determinante con i propri acquisti iniziali a far scendere i prezzi a livelli che avrebbero consentito la diffusione civile e commerciale delle innovazioni, nonché con quelli successivi che hanno favorito l’utilizzazione delle nuove tecnologie nell’organizzazione pubblica, anche civile, e la diffusione delle stesse» (1).

La progressiva affermazione del nuovo modello in tutti i comparti dell’economia ha accelerato il processo di “terziarizzazione” dell’economia statunitense, e palesato il ruolo cruciale giocato dallo Stato rispetto al finanziamento dello sviluppo tecnologico realizzato da aziende private.

Negli anni ’90, sotto la direzione del direttore George Tenet, la Cia iniziò a finanziare generosamente le piccole aziende intente a sviluppare tecnologie applicabili a fini di intelligence aggirando le lungaggini che caratterizzano la mastodontica macchina burocratica statunitense. A questo scopo, la Casa Bianca e il Congresso approvarono la creazione di In-Q-Tel, oscura società di venture capital senza scopo di lucro incaricata di finanziare la messa a punto di tecnologie d’avanguardia per conto – o quasi – della Cia. Come riporta il «Wall Street Journal»:  «i vertici In-Q-Tel considerano l’azienda come indipendente, nonostante i legami molto stretti con la Cia e il fatto che quasi tutte le decisioni di investimento sono gestite dall’agenzia di spionaggio […].La presenza di intricati legami è endemica nel venture capital, in cui la conoscenza intima del settore è essenziale per il successo. Le altre società, tuttavia, giocano con il proprio denaro, o quello di privati».

In-Q-Tel «utilizza denaro pubblico, soggetto a severe norme sul conflitto di interessi e, secondo fonti vicine, si tratta di almeno 120 milioni di dollari all’anno. A volte impegna questo capitale secondo modalità che, anche se non intenzionalmente, avvantaggiano gli stessi amministratori dell’azienda in virtù di altre cariche nel settore hi-tech».

Quasi sempre, le scelte di In-Q-Tel «attraggono altri finanziamenti. Ogni dollaro investito in una piccola impresa in genere è accompagnato da 15 dollari provenienti da altre fonti. Questo aumenta le probabilità di successo del piccolo business in questione e rende le sue stock option più preziose».

Nel 2000, In-Q-Tel ha investito somme piuttosto rilevanti in alcune imprese che producevano satelliti e che si occupavano di raccogliere, classificare e analizzare dati sensibili. In breve tempo, la società ha accumulato quote azionarie di maggioranza di decine compagnie hi-tech, così da dettarne gli indirizzi e allinearle alle esigenze di Washington. Opportunamente orientata dai fondi di In-Q-Tel, una compagnia specializzata nell’elaborazione di soluzioni chimiche adatte alla fabbricazione di tappeti sviluppò in breve tempo una specie di sonda in grado di rilevare la presenza di veleni ed altre sostanze chimiche letali in ambienti chiusi, poi sistematicamente impiegata nei teatri di guerra afghano e iracheno.

Parallelamente, In-Q-Tel investì in un’azienda operante nel settore delle antenne satellitari, ricavando sistemi di localizzazione portatili di cui le truppe e le forze speciali Usa si sono servite per segnalare la propria posizione ai centri di comando.

Più recentemente, i capitali di In-Q-Tel hanno finanziato aziende cruciali come Anduril e, soprattutto, Palantir, saldamente integrata nelle macchine militari statunitense, israeliana e ucraina oltre che nella pubblica amministrazione britannica e in molti altri comparti critici.

L’altissimo livello di “collaborazione pubblico-privato” raggiunto negli Stati Uniti grazie a entità come In-Q-Tel è emblematizzato dal cosiddetto “scandalo Datagate”, scoperchiato nel 2013 grazie alle rivelazioni dello “spifferatore” Edward Snowden. In qualità di tecnico impiegato per una società appaltatrice della National Security Agency, Snowden ha documentato con dovizia di particolari l’esistenza di una rete di sorveglianza capillare e massiccia sui miliardi di comunicazioni sia interne che esterne agli Stati Uniti gestita dalla Nsa stessa attraverso Prism. Vale a dire un sistema in grado di assicurare all’intelligence nazionale la possibilità di accedere in maniera diretta ai server di cui si servivano le aziende operanti nel settore dell’alta tecnologia per ottenere qualsiasi tipo di informazione (messaggi, fotografie, e-mail, ecc.).

Entrato in vigore nel 2007 e beneficiando nel corso degli anni della collaborazione di colossi del calibro di Microsoft, Yahoo, Google, Facebook, PalTalk, Skype, AoL, YouTube e Apple, Prism ha posto la Nsc e anche il Gchq britannico nelle condizioni di acquisire i metadati in transito attraverso i cavi in fibra ottica collegati ai server centrali di Yahoo e Google.

Space-X non ha beneficiato dei fondi di In-Q-Tel, ma del subappalto sistematico ad opera di agenzie statali come la Nasa o dello stesso Pentagono, che come contropartita gode di libero e completo accesso alla tecnologia  Starlink. Al punto da garantirlo a Paesi alleati come l’Ucraina.

La decisione di ridurre prima e ripristinare poi il servizio Starlink a Kiev non fa quindi capo a Elon Musk, ma sui vertici del potere pubblico statunitense a cui Space-X – così come le altre grandi aziende hi-tech statunitensi – rispondono più o meno indirettamente.

NOTE

1) Guarino, Giuseppe, I soldi della guerra. Gli Stati Uniti: spesa militare, innovazione, economia globale, Mondadori, Milano 2003, pp. 67-80.

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Fire Point says its drones hit a Russian refinery’s diesel unit hours after WSJ reported Ukraine had paused such strikes under Trump’s pressure

Smoke rising from the Novokuibyshevsk oil refinery in Samara Oblast, Russia, 30 October 2026

Ukraine's Defense Forces hit the Novokuibyshevsk oil refinery in Russia's Samara Oblast with FP-1 drones early on 30 October, Ukrainian drone maker Fire Point said, adding that one of the units hit hydrotreats diesel fuel. The strike came hours after WSJ reported that Ukraine had paused strikes on Russian refineries under pressure from US President Donald Trump until after the US midterm elections on 3 November.

Russia is pounding Ukraine's power grid and cities ahead of winter, with a mounting civilian toll, including 14 people killed on a Dnipro railway platform on 29 October. Ukraine's long-range drone strikes on Russian refineries, one of its most effective operations against Moscow, target the oil money that pays for that war. Trump has pressed Kyiv for weeks to stop them, blaming them for high global fuel prices, and Ukraine went quiet without saying so and without getting what it asked for in return, WSJ reported. The Samara strike is the first on Russian oil since then. Kyiv has not said whether the pause is over.

Fires spread across a refinery that makes jet fuel for Russia's military

Residents of Novokuibyshevsk reported drones, explosions, and a fire before dawn. Ukrainian Telegram channel Exilenova+ posted the first photos on Telegram at 05:24 Kyiv time, and Russian Telegram channel Astra geolocated the fire to the refinery, citing its open-source analysis of residents' photos.

Novokuybyshevsk, Samara region: locals report an attack and a fire. pic.twitter.com/9UEgqmkAOU

— Exilenova+ (@Exilenova_plus) October 30, 2026

By morning, Exilenova+ counted at least 11 separate fires at the refinery. Samara Governor Vyacheslav Fedorishchev said air defense and mobile fire groups were repelling an attack, Astra reported. The region had declared a drone alert and closed its airport.

Smoke rising from the Novokuibyshevsk oil refinery in Samara Oblast, Russia, 30 October 2026
Smoke rising from the Novokuibyshevsk oil refinery in Samara Oblast, Russia, 30 October 2026. Photo: Exilenova+

Fire Point said its FP-1 drones scored numerous hits on the refinery grounds, and that one of the units hit hydrotreats diesel fuel. The footage published so far shows several smoke columns over the plant but does not show which units burned. The Rosneft-owned refinery has a design capacity of 8.8 million tons of oil a year and is one of the main producers of jet fuel, according to its website. Astra says it supplies jet fuel to Russia's military. The plant lies about 910 km from the front line. Ukraine's General Staff has not commented.

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— Exilenova+ (@Exilenova_plus) October 30, 2026

Ukrainian drones have hit the plant before. Ukraine's military said its forces hit it in August and caused a fire.

Map showing the Novokuibyshevsk refinery in Samara Oblast, about 910 km from the front line, and Starodub in Bryansk Oblast

It is the first fire at a Russian refinery since 15 October, when Ryazan's governor reported one at the city's refinery. It is also the first reported strike on Russia's oil industry since 20 October, when Ukrainian drones hit a Druzhba pipeline pumping station in Tambov Oblast. WSJ called that strike the last before the pause.

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All three Rosneft Samara refineries now offline or reduced as drones halt Kuibyshevsky operations yesterday

WSJ claims: Ukraine paused refinery strikes until after the US midterms

Ukraine's military paused its strikes on Russian refineries after weeks of pressure from Trump shook Kyiv's confidence in US support, people with knowledge of the operations told WSJ. The unofficial pause began early last week and is expected to last until after the midterms, and possibly deeper into November. Units carrying out long-range strikes were told in mid-October that the refinery campaign was effectively on hold once missions already under way were completed, two military officials said. Hours after the report, the Novokuibyshevsk strike called that account into question.

Smoke columns rise over residential buildings in Novokuibyshevsk, Samara Oblast, Russia, at dawn on 30 October 2026
Smoke columns rise over residential buildings in Novokuibyshevsk, Samara Oblast, Russia, at dawn on 30 October 2026. Photo: Astra

Ukraine's government has not announced a pause. Zelenskyy told reporters in Kyiv on 27 October that “our guys tried to be a little more careful during these days. But they do not have an order” not to hit refineries, according to WSJ. He said drone units were hitting other kinds of targets in Russia.

Trump's envoy Jared Kushner repeated the demand to stop the strikes at a meeting with Zelenskyy in Oslo on 20 October, two US officials told WSJ. One of them called the conversation “very tough.” Kushner, who joined remotely, said he and envoy Steve Witkoff were spending a lot of time, energy, and jet fuel on mediating with Moscow, and that a 30-day pause on refineries would be a way for Ukraine to show gratitude, the official said.

again trump presses zelenskyy stop russian refinery strikes · post ukrainian president volodymyr meets donald ankara türkiye 8 2026 presidentgovua ukraine news reports
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Energy truce with strings attached: Kyiv reportedly told to spare Russian refineries or lose US intelligence and arms

Zelenskyy had asked for something in return, WSJ reported: a mutual energy ceasefire with Russia, Patriot missiles for Ukraine's grid, or permission to use Starlink inside Russia so drones could destroy Russian missile launchers. None of those ideas got far. Some of Kyiv's European backers also nudged Zelenskyy to pause until after the midterms, a senior European official said.

The pause showed in Russia's oil industry. Russian refinery utilization at the end of October was 25% higher than at the start of the month as drone attacks subsided, Reuters reported, according to The Moscow Times.

Russia claims over 1,000 drones for a second night as Moscow's airports close again

Russia's Defense Ministry said it downed 1,043 Ukrainian drones overnight over 19 regions, including Samara Oblast, the Moscow region, and Tatarstan. The night before, it claimed 1,214.

Moscow Mayor Sergei Sobyanin stated that 862 drones flew toward the Moscow region between 20:30 on 29 October and 07:30 on 30 October, that most were downed on the far approaches, and that 170 were downed on approach to the capital. Russia's aviation agency restricted flights at all four Moscow airports, Astra reported. A day earlier, more than 460 flights were delayed or canceled at Moscow and St. Petersburg airports, Astra counted.

A building on fire at night in Starodub, Bryansk Oblast, Russia, 30 October 2026
A building on fire at night in Starodub, Bryansk Oblast, Russia, 30 October 2026. Readers who sent the footage to Astra identified it as the Konservsushprod food plant. Photo: Astra

In Starodub, in Russia's Bryansk Oblast, about 35 km from the Ukrainian border, a building of the Konservsushprod plant, which makes canned food for the Russian army, appeared to be on fire in readers' photos and videos, Astra reported, saying the plant was presumably attacked and that its open-source analyst had not verified the footage. The Atesh partisan movement reported a blast in Aleksandrovka in Rostov Oblast, and air defense fire and an explosion in Orel.

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Lula tenta evitar que caso Bolsonaro vire crise diplomática com Trump

O presidente Lula (PT) decidiu não se envolver no enredo político da fuga de Flávio Bolsonaro (PL), senador e candidato derrotado ao Planalto, para os Estados Unidos.

A avaliação no Planalto é de que uma intervenção do petista seria despropositada, porque Flávio está a desgastar-se com a história e, por isso, não haveria sentido em arriscar uma crise diplomática com o presidente americano, Donald Trump, por causa do adversário político.

A determinação foi mantida mesmo depois de os jornais americanos The Wall Street Journal e The New York Times afirmarem que Trump ajudou Flávio a fugir para os EUA.

O jato particular em que Flávio viajou foi providenciado, segundo as duas publicações, por Jason Miller, funcionário de comunicação da Casa Branca —informação também sustentada por um aliado de Flávio à Folha.

Miller estreitou laços com a família Bolsonaro quando esteve no comando da Gettr, rede social conservadora. Em setembro de 2021, chegou a ser interrogado pela Polícia Federal no aeroporto de Brasília, em investigação sobre atos golpistas conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, após participar de conferência organizada por Eduardo Bolsonaro, na qual também se encontrou com Jair Bolsonaro, então presidente da República.

Flávio partiu rumo aos Estados Unidos após ser intimado pela Polícia Federal na segunda-feira (26) a entregar seus passaportes —ele é alvo de inquérito que apura seu envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro com bets. O senador passou pela Argentina e Equador antes de chegar ao território norte-americano.

Auxiliares de Lula têm repetido que eventuais providências relacionadas à fuga de Flávio cabem ao poder judicial, não à Presidência da República. O chefe do governo tem demonstrado, em conversas internas, que prefere dedicar o seu tempo a outros assuntos –ele acaba de ser reeleito e precisa apurar a sua nova gestão. Também tenta evitar que as negociações sobre o tarifaço fiquem ainda mais difíceis.

Um integrante do alto escalão diz que a fuga foi tão absurda que não deveria ser elemento com potencial de desencadear qualquer crise para Lula.

O governo brasileiro pretende preservar a relação comercial com os Estados Unidos e manter as negociações em curso, mesmo com as notícias que ligam o governo americano à fuga de Flávio. A avaliação interna é de que não convém colocar o episódio no centro da relação entre os dois governos.

Como mostrou a Folha, aliados do petista avaliam que Flávio Bolsonaro tenta atrair Lula para uma armadilha para sabotar a relação entre o petista e Trump, descrita como boa por ambos. Por esse raciocínio, o candidato derrotado busca provocar o presidente brasileiro para que ele tome uma atitude ou dê uma declaração que estresse sua relação com o presidente americano.

Na quarta-feira (28), o senador do PL divulgou uma carta em que se proclamava “verdadeiro presidente do Brasil”. Depois, atualizou o documento e referiu-se a si mesmo como “líder do Brasil”. Ele afirma, sem apresentar prova nenhuma, que a eleição brasileira foi fraudada. Na segunda (26), Flávio havia dito que desistiria de anular a eleição na Justiça e declarou que não fugiria do país.

Trump até o momento não reconheceu explicitamente a vitória de Lula e disse que a eleição brasileira foi uma vergonha. Apesar disso, ele afirma que conversará com o brasileiro. De acordo com Trump, o próprio Lula pediu que ele não tomasse lado na disputa.

A orientação dada aos auxiliares de Lula é não alimentar uma polêmica em torno da fuga de Flávio e manter uma postura pragmática. Integrantes do governo avaliam que Lula saiu fortalecido da reeleição e não precisa cobrar de Trump o reconhecimento da vitória, ainda não expressado pelo presidente americano.

Na avaliação de um auxiliar do Planalto, cobrar publicamente o reconhecimento poderia transmitir uma imagem de fragilidade que o Brasil não precisa assumir. Um diplomata do Itamaraty afirma que, neste momento, as providências relacionadas à saída de Flávio do país cabem ao Judiciário, e não ao presidente da República.

O governo também considera relevante o fato de partidos de diferentes espectros políticos, inclusive o PL, terem reconhecido a vitória de Lula. Outro reconhecimento considerado importante pelo governo foi o do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, indicado ao STF por Jair Bolsonaro.

O grupo político do chefe do governo brasileiro diz acreditar que a ida do adversário para o exterior tende a dispersar seu eleitorado. No domingo (25), Flávio Bolsonaro teve 59,8 milhões de votos para presidente da República e perdeu para Lula por 3,6 pontos percentuais.

Diversos aliados de Lula relataram à Folha a avaliação de que a fuga de Flávio Bolsonaro é benéfica para o presidente reeleito. Em seu aniversário de 81 anos, o petista citou o episódio como um dos mais vergonhosos da história do Brasil.

A análise é de que o senador abandonou um património eleitoral imenso e desorganizou a oposição, que agora precisará construir uma nova opção de poder –ou seja, um nome forte e incontestável no seu campo político para disputar a próxima eleição presidencial contra o grupo de Lula.

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Newsom Deploys Election Lawyers to Protect California Vote

Gavin Newsom announces California election protection measures amid dispute with Donald Trump over federal agents at polling places.

The move comes amid a federal dispute over election oversight and a court ruling blocking efforts to set aside more than 20,000 mail-in ballots.


California Gov. Gavin Newsom announced Thursday that he would deploy election lawyers and observers across the state to protect voters’ rights, escalating a confrontation with President Donald Trump’s administration over federal involvement in polling places ahead of the elections.

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The legal teams will be sent to key districts with closely contested races, Newsom said, warning against unauthorized interference in the electoral process.

“A warning to Donald Trump: I’m deploying election lawyers to key battleground districts in California to protect every vote. And I just made it a FELONY to illegally seize ballots,” the Democratic governor wrote on social media platform X.

Newsom also approved legislation making the unlawful seizure of election ballots a felony, establishing criminal penalties for unauthorized interference with ballots.

A warning to Donald Trump:

I’m deploying election lawyers to key battleground districts in California to protect every vote.

And I just made it a FELONY to illegally seize ballots.

— Gavin Newsom (@GavinNewsom) October 29, 2026

The measures follow the Trump administration’s announcement that it would deploy federal agents to polling places to prevent potential electoral irregularities. Trump has repeatedly accused California of failing to address alleged voter fraud.

Speaking Wednesday night on Jimmy Kimmel Live, Newsom criticized the administration’s approach, accusing the White House of trying to suppress votes and create grounds to challenge the election results.

He argued that the administration was seeking to create conditions that could later be used to question the outcome and allege fraud.

The dispute has also reached the courts. On Wednesday, a federal judge rejected a Justice Department request to set aside more than 20,000 mail-in ballots cast in California while authorities verified voters’ citizenship.

The judge warned that withholding the ballots would cause widespread disruption and interfere with an electoral process already underway.

California officials had also questioned the reliability of the voter list submitted by the federal government and rejected its request to verify voters’ citizenship before ballots were counted.

The Justice Department confirmed it would appeal the ruling, setting the stage for further legal disputes between federal and state authorities before the election process concludes.

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