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Christa Pike quebra o silêncio após sobreviver a uma tentativa de execução por injeção letal
Christa Pike quebra o silêncio após sobreviver a uma tentativa de execução por injeção letal
Após mais de três décadas no corredor da morte, Christa Pike, de 50 anos, deveria ter sido executada há precisamente um mês, através de injeção letal. No entanto, sobreviveu às duas doses de pentobarbital que lhe foram administradas, tornando-se a primeira mulher a sobreviver a uma tentativa de execução por este método.
De pedrinha em pedrinha, coreano construiu mais de 80 pilhas de até 15 metros de altura; trabalho de 30 anos foi inspirado por “revelação divina”
Entre os picos gêmeos da montanha de Maisan, no oeste da Coreia do Sul, está escondido um templo decorado com mais de 80 pilhas de pedra. Algumas são menores, compostas por colunas únicas de rochas equilibradas que desafiam a ação dos ventos; outras têm mais de toneladas de pedras acumuladas e atingem alturas de até 15 metros.
Todas elas foram construídas por um único homem: o eremita coreano Lee Gap-Yong, que empilhou cada pedrinha ao longo de três décadas como parte de um ritual de reflexão e espiritualidade.
A história do templo de Tapsa
Preservado até hoje como ponto turístico pelos monges budistas da ordem Taego, o pequeno templo começou a ser construído em 1885. Um eremita solitário subiu a montanha de Maisan, no estado de Jeonbuk, para meditar no vale entre seus dois picos.
Na tradição budista, empilhar rochas é uma forma de meditação ativa. A construção dos chamados “pagodes” ou torres de pedra é uma forma de pedir boa sorte e exercitar o equilíbrio e atenção plena.
De acordo com o abade do templo, Jinseong, em entrevista de 2024 ao veículo Cheongpung News, “enquanto Lee Gap-yong empilhava cada pedra, ele rezava pela independência da nação e pela salvação do povo”. Para o monge, “os misteriosos pagodes construídos com pedras representam a cristalização dos desejos e da prática espiritual de inúmeras pessoas.”
Na época, o território coreano, ainda unificado, estava sob influência japonesa e também era visado pela China. Só na década de 1880 foi criada a Taegeukgi, a bandeira nacional coreana, para reafirmar a soberania do país.
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O trabalho do eremita começou quando tinha apenas 25 anos e estendeu-se até 1917, mais de três décadas depois. Estima-se que ele tenha construído acima de 100 torres de pedra, e cerca de 80 sobrevivem até hoje.
“A questão mais frequente sobre as torres é: como elas podem continuar preservadas, sem colapsar?”, contou o abade Jinseong. “É prova de que Lee Gap-Yong não as construiu só por fazer. Ele as construiu com consciência dos ângulos do vento, da direção na qual ele desce e onde ele se curva e sobe novamente. É uma ciência viva, uma torre que reflete por completo a providência da natureza.”
Como foram construídas as torres de pedra?
Segundo uma investigação do canal televisivo Channel News Asia, as torres começavam com uma base circular plana. Depois, novas pedras eram adicionadas dentro do círculo. O terceiro passo era equilibrar outras rochas por cima do círculo, formando uma pirâmide cônica.
A maioria das pedras era retirada da própria montanha e dos arredores, mas as rochas maiores foram trazidas de leitos de rios e outras regiões da Coreia. Entre elas, outras menores eram posicionadas para aumentar a estabilidade.
Nenhuma ferramenta ou argamassa foi utilizada para construir os pagodes. Diferente de outras torres de pedras comuns na tradição budista, o formato natural de cada peça era preservado, exigindo maior atenção ao equilíbrio e maior planejamento de encaixe.

O local só foi convertido em templo budista depois da conclusão do trabalho de Lee, que também se formou monge na velhice.
Tapsa está aberta à visitação, localizada dentro do Parque Provincial de Maisan. Nos arredores, trilhas repletas de natureza também atraem turistas. A primavera coreana, entre março e abril, é o momento mais propício para visitação: é quando florescem as famosas árvores cerejeiras, tingindo a paisagem de cor-de-rosa.
Detenidos los dos líderes de Blocus en Tenerife, uno menor, por la convocatoria violenta para este fin de semana

La investigación, llevada a cabo por unidades especializadas de la Guardia Civil, se inició al detectar una intensa actividad en canales digitales de mensajería instantánea y plataformas de redes sociales
Detenido en el municipio valenciano de Picanya un joven como presunto impulsor del movimiento Blocus en España
La Guardia Civil ha detenido en Tenerife a dos personas, una de ellas de 16 años, por la convocatoria de actos violentos y que supuestamente son los líderes del movimiento Blocus en la isla.
Esta organiación había difundido en redes sociales una convocatoria para este fin de semana en las calles de Santa Cruz de Tenerife con el objetivo de generar disturbios, motivo por el cual el Ayuntamiento de la ciudad movilizó a todos los agentes de la Policía Local disponibles para el sábado, y el Cabildo de Tenerife pidió a la Delegación del Gobierno incrementar la seguridad en la ciudad.
La investigación, llevada a cabo por unidades especializadas de la Guardia Civil, se inició al detectar una intensa actividad en canales digitales de mensajería instantánea y plataformas de redes sociales.
Los detenidos, detallan fuentes del Instituto Armado, tenían “un modus operandi importado y cuidadosamente planificado”, que incluía herramientas de comunicación cifrada para eludir el rastreo policial.
A través de ellas, difundían consignas de sabotaje en grupos cerrados, con mapas de actuación e instrucciones precisas sobre cómo actuar de forma coordinada para desbordar a las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad y consumar actos vandálicos y de pillaje.
Una vez que se accedía a estos grupos de comunicación los administradores se encargaban de dar las directrices oportunas, instigando a la acción directa, la quema de mobiliario urbano para obstaculizar la acción policial, métodos de agresión a las Fuerzas y Cuerpos de Seguridad y la ejecución de asaltos simultáneos a grandes superficies comerciales, detalla la Guardia Civil.
Tras haber realizado una serie de indagaciones se ha logrado la identificación plena de los dos líderes y organizadores principales del movimiento 'Blocus' en Tenerife.
De esta forma, recalca la Guardia Civil, se ha podido detener a los cabecillas y “neutralizar los canales de difusión antes de que la movilización se haya materializado en las calles”.
La operación ha sido coordinada por la Sección de Criminalidad Informática de la Fiscalía Provincial de Santa Cruz de Tenerife.
Los detenidos serán puestos a disposición del juez competente y el Ministerio Fiscal, para la adopción de las medidas cautelares que se estimen oportunas.
Exercício Público Nacional de Sensibilização para o Risco Sísmico
Exercício Público Nacional de Sensibilização para o Risco Sísmico
Gio Ewbank e Mari Gonzalez usam mesmo vestido em casamento de Juliette
Giovanna Ewbank, 40, e Mari Gonzalez, 32, chamaram atenção durante o casamento de Juliette, 36, e Kaique Cerveny, 29, realizado na última quinta-feira (29), em Recife, Pernambuco
As duas escolheram o mesmo vestido para a celebração: um modelo longo, verde, sem alças e com textura rendada.
A coincidência rendeu uma brincadeira nas redes sociais. Depois de perceberem que estavam com looks iguais, as duas trocaram comentários e combinaram de fazer uma foto juntas.
“Cadê você aqui na festa pra gente fazer uma foto juntas? Você tá linda!”, escreveu Giovanna em uma publicação de Mari.
“Tô aqui, que bom gosto, viu! Tá deusa!”, respondeu a ex-BBB.
Depois de se encontrarem na festa, Giovanna e Mari posaram juntas com os respectivos companheiros: o ator Bruno Gagliasso e o cantor Pipo Marques. “O que rolou aqui? Coincidência fashion (risos)”, escreveu Mari em publicação com Gio.
O casamento de Juliette e Kaique reuniu diversos famosos na Capela de Nossa Senhora das Graças, localizada no Instituto Ricardo Brennand, na capital pernambucana.
Demi Lovato abre o coração sobre casamento: “Trouxe paz para minha vida”
Força Aérea vai comprar sistema de radar móvel de longo alcance por 22,2 milhões de euros

A Força Aérea obteve ‘luz verde’ do Governo para a compra de um sistema de radar móvel de longo alcance, num montante máximo de 22,2 milhões de euros, a ser executado entre 2026 e 2028. Equipamento que irá reforçar a participação nacional na NATO.
A compra do “sistema radar móvel de longo alcance, num investimento máximo de 22,2 milhões de euros entre 2026 e 2028” foi aprovado no último Conselho de Ministros. “Este equipamento reforça a capacidade de vigilância e identificação de ameaças no espaço aéreo nacional e fortalece a participação de Portugal no sistema integrado de defesa aérea e antimíssil da NATO”, pode ler-se em comunicado.
Em outubro, o Governo tinha revogado um despacho datada de dezembro de 2025 para a compra de um radar, no valor máximo de 22,2 milhões de euros, que tinha de ser executado em 2026. A aquisição é feita com financiamento da Lei de Programação Militar.
Radar em base aérea dos Açores
O ramo das Forças Armadas está ainda a negociar com a Neuraspace a instalação de um radar numa base área nos Açores. Um novo passo no âmbito da parceria já existente com a empresa do setor espacial, desde 2024.
“A Força Aérea, desde setembro de 2024, possui uma parceria estratégia com a empresa nacional NeuraSpace, visando particularmente o usufruto do sensor ótico de Space Surveillance and Tracking (sendo ótico só opera em períodos noturnos e sem nuvens), propriedade da NeuraSpace instalado na Base Aérea de Beja (BA11), adquirido ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) [Neuraspace AI Fights Space Debris Project]. Nesta parceria a Força Aérea tem usufruído de observações de objetos no Espaço, fundamental para o Conhecimento Situacional Espacial e para a operação segura dos satélites que opera (satélites da Constelação do Atlântico)”, lembra porta-voz da Força Aérea quando contactada pelo ECO/eRadar sobre qual o estado da negociação com a empresa nacional.
“O mesmo projeto (Neuraspace AI Fights Space Debris Project) prevê a possibilidade de instalação de um radar (permitirá observações durante 24H/dia e em condições de meteorologia adversa), no Arquipélago dos Açores, visando obter dados de Space Surveillance and Tracking, sob o Atlântico”, refere ainda.
“Esta ação está a ser analisada no contexto mais amplo da ambição nacional para o domínio espacial. À medida que Portugal, com relevo para a Força Aérea, desenvolve a sua componente da Constelação do Atlântico e prepara a integração das suas capacidades na iniciativa Alliance Persistent Surveillance from Space (APSS) da NATO, torna-se cada vez mais relevante dispor de uma arquitetura integrada que combine sensores espaciais e sensores terrestres”, refere o porta-voz do ramo das Forças Armadas.

“Um radar de vigilância espacial em território nacional, representaria um reforço da capacidade nacional de conhecimento da situação espacial, complementando os satélites da Constelação do Atlântico e contribuindo para uma maior autonomia da consciência situacional para Portugal, para a Europa e para a NATO”, refere ainda.
“A convergência entre a constelação de satélites, as infraestruturas e sensores de vigilância espacial poderá posicionar Portugal como um ator relevante de impacto sobre o Atlântico, reforçando simultaneamente o papel da Força Aérea Portuguesa e do Centro de Operações Espaciais na futura arquitetura europeia e aliada de Space Domain Awareness”, aponta ainda.
Em outubro, foram lançados dois novos satélites SAR da Constelação Atlântico, operados pela Força Aérea.
Los Mossos ultiman un dispositivo de máximos por las convocatorias 'blocus' del sábado aunque llaman a la calma

La policia catalana detiene a un tercer joven de 18 años en Barcelona por organizar canales que incitaban a la violencia y los saqueos
Detenido en el municipio valenciano de Picanya un joven como presunto impulsor del movimiento Blocus en España
Los Mossos d'Esquadra preparan un gran dispositivo de efectivos para responder a las múltiples convocatorias 'blocus' de este fin de semana, que llaman a continuar con los disturbios y saqueos del pasado sábado en Barcelona, coincidiendo con la celebración de Halloween y la Castanyada en Catalunya. Fuentes policiales explican que han previsto un nivel 4 sobre 4 de amenaza en la capital catalana, superior al nivel 2 que se activó para el 24 de octubre con la información disponible por parte de los agentes de inteligencia en ese momento.
Si en el primer intento de los grupos 'blocus' de colapsar la ciudad se desplegaron 300 efectivos para controlar los altercados, este sábado la cifra, aún por concretar, será más elevada. Desde que se pusieron en marcha estos códigos en 2019, el nivel de amenaza 4 tan solo se había activado en una ocasión, por las manifestaciones posteriores al ingreso en prisión del rapero Pablo Hasél.
De hecho, los Mossos d'Esquadra han detenido este miércoles por la mañana a un tercer joven en Barcelona, esta vez un mayor de edad de 18 años, por organizar los grupos en los que se incitaba a la violencia y el saqueo. Ayer también arrestaron a dos menores en Lleida y Sant Sadurní d'Anoia vinculados a estos canales. Esta misma mañana la Guardia Civil ha detenido a un joven como presunto impulsor del movimiento 'blocus' en España en el municipio valenciano de Picanya.
Pese a la preocupación e incertidumbre que han generado los 'blocus' en Catalunya y en el resto de España, fuentes de los Mossos insisten que en ningún caso se trata de un movimiento organizado, sino que por ahora nos encontramos delante de un “fenómeno” alimentado por las redes sociales. En este contexto, la policia catalana llama a la calma y la tranquilidad y no pide a los comercios que cierren sus establecimientos este sábado como medida de prevención.
Los Mossos d'Esquadra han detectado una quinzena de convocatorias 'blocus' para este fin de semana, empezando por esta misma tarde en Blanes, el Vendrell y Reus a partir de las cinco de la tarde. Además de Barcelona, para mañana sábado también están previstas concentraciones en Lleida, Badalona, Igualada y Mataró a las 17h; Girona, Terrassa y Gavà a las 19h; Figueres a las 21h y Platja d'Aro en la medianoche.
En la capital catalana existen hasta tres horas y puntos de encuentro diferentes que se han difundido por redes: a las 17h en plaza de Catalunya, a las 19h en el paseo Lluís Companys y a las 20h en el paseo de Gràcia.
Una complicación añadida para el dispositivo policial de este sábado serán las máscaras de Halloween, que usen los agitadores para pasar desapercibidos entre el resto de transeuntes. En los mismos canales de 'blocus' ya se habló de usarlas como mecanismo de distracción contra los agentes. Desde Mossos confirman que tendrán presente este elemento y que los agentes podrán realizar identificaciones y valorar si se trata de jóvenes que se dirigen a celebrar esta festividad o, por lo contrario, con intención de participar en los disturbios.
De todos modos, en los últimos días se han lanzado convocatorias en varias ciudades catalanas en las que finalmente no han aparecido los participantes de 'blocus', como fue el caso de ayer en Vic, donde la llamada al desorden coincidía con otra protesta totalmente disvinculada en defensa de la educación pública.
Fuentes de los Mossos admiten que aún están investigando el fenómeno para entender por qué una mayoría de menores –más de la mitad de los 133 detenidos tenían menos de 18 años– salieron a las calles a robar y destrozar mobiliario público el sábado. Una de sus hipótesis es que el efecto amplificador de las redes sociales y el FOMO (fear of missing out, en inglés; el miedo a pederse algo) empujaron a muchos de ellos a bajar al centro de Barcelona para ver qué estaba sucediendo.
Asimismo, la policia catalana ha constatado que los grupos de Telegram y WhatsAppp en los que se movían los participantes de 'blocus' han reducido drásticamente su actividad y que el nivel de difusión de las próximas convocatorias es menor. Por ahora se han cerrado cuatro canales que incitaban a actos delictivos grabes en coordinación con el Centro de Inteligencia contra el Terrorismo y el Crimen Organizado (CITCO). Por ahora los agentes siguen monitoreando una decena de estos grupos de mensajería.
Sobre la posibilidad de que hubiera ingerencias estrangeras o ataques híbridos vinculados al fenómeno 'blocus', fuentes de los Mossos reconocen que será algo dificil de confirmar y que no les compete como cuerpo de seguridad autonómico. En ese sentido, ya están en contacto con servicios estatales y estrangeros para refutar o validar esta línia de investigación.
Dispositivos policiales en toda España
En Madrid, la Policía ha alertado de una campaña de “bulos” a través de redes sociales sobre la convocatoria de disturbios en el centro de la capital española. En concreto, desde el Cuerpo han avisado de que en las últimas horas se han multiplicado los mensajes que se han hecho eco de un audio que alude a disturbios en la capital y han desmentido la alerta pidiendo a la ciudadanía que no difunda este tipo de mensajes: “Confía solo en fuentes oficiales”, ha solicitado.
El Ayuntamiento de Madrid prevé desplegar un dispositivo amplio este fin de semana por la celebración del Halloween y el Día de Todos los Santos, con 1.700 agentes durante las jornadas festivas, pero también estarán coordinándose con la Policía en prevención a los llamamientos a posibles actos vandálicos que se pudieran producir.
Por otro lado, en Euskadi la Ertzaintza ha anunciado que todas las comisarías se reforzarán ante posibles actos vandálicos de 'blocus'. Para este fin de semana también están previstas diversas convocatorias en territorio vasco que han circulado por redes.
Desempleo en Brasil cae a mínimo trimestral histórico
Brasilia, 30 oct (Prensa Latina) La tasa de desempleo en Brasil descendió a 5,2 por ciento en el tercer trimestre de 2026, el menor nivel registrado para ese período desde 2012, informó hoy el Instituto de Geografía y Estadística.
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Susana Díaz sobre la tragedia de Toledo: "España no se merece que en 10 meses, 120 personas pierdan la vida en un accidente de ferrocarril"
El accidente ferroviario de Toledo, producido por la colisión entre dos trenes de AVE e Iryo de la línea Madrid-Sevilla, ha vuelto a poner el foco en la seguridad ferroviaria del país. Esta tragedia, más allá de reabrir el debate del estado de la red ferroviaria, ha provocado la reacción de muchas de las personas que utilizan el servicio a menudo.
Una de ellas es Susana Díaz, la senadora de las Cortes Generales, que ayer compartió su experiencia como usuaria, prácticamente diaria, de esa línea de tren. En el programa La Mesa, presentado por Cristina Pardo, la periodista le recordó que ella podría haber ido en ese tren. "Susana, tu podrías haber estado en ese tren perfectamente".
El cambio del AVE en los últimos años
"Voy todos los días 1 o 2 veces en el tren", afirmó Susana, antes de expresar cómo ha cambiado la industria ferroviaria en los últimos años. "Soy andaluza y para nosotros el orgullo más grande es que el primer sitio donde fue el AVE, fue mi tierra", explicaba.
Uno de los principales cambios que indica haber notado, es la puntualidad. "Era puntual, tu te montabas y tu sabías la hora que tú te ibas a bajar. Y tú sabías lo que iba a tardar, y podías quedar con cualquiera que a la hora en punto el tren llegaba". Por el contrario, ahora señala que "ya no es puntual, te para, te pega 30 minutos y no sabes qué es lo que le pasa y nadie te informa".
Según cuenta, "era lo más seguro que había, la gente no se quería montar ni en avión", algo que desde los incidentes de Adamuz y Toledo, ha dado un giro completo. Los datos del Instituto Nacional de Estadística (INE), revelan que este 2026 se ha producido un gran descenso en el número de pasajeros tras el accidente de Córdoba en enero.
Díaz afirma que "en este momento ni es puntual, y tienes la sensación de que seguro tampoco". Además, señala que cuando esto sucede, los ciudadanos del país se merecen un mensaje claro del gobierno. "A mí me faltan en estos momentos muchas cosas. Mira, me falta humanidad con la gente que todavía no sabe dónde están sus seres queridos".
Empatía por las familias de las víctimas
Pone como ejemplo a la exministra Fátima Báñez, que falleció en ese tren sin ser encontrada. "No se sabe dónde está. Es una gran mujer, una mujer fantástica, a la que yo desde otro partido le tengo un cariño enorme, y a mí y a ella nos quedaba una comida pendiente".
Pide empatía por el dolor de la gente. "Hay mucha gente como Fátima, que están sus madres, sus padres, sus hermanos, sus hijos buscándolos". Añade también que la política tiene que estar a la altura, "España no se merece que en 10 meses, 120 personas pierdan la vida en un accidente de ferrocarril". Por último, reclama que tiene que saberse la verdad entera, y que deben asumirse responsabilidades.
"Hoy es el día del dolor de las víctimas, pero que tendremos que saber lo que ha pasado, habrá que depurar responsabilidades y se tendrá que poner sobre la mesa lo que se dijo que se iba a poner en Adamuz y no se ha puesto".


© La Razón


© Instituto Nacional de Estadística
Destinus says it now makes more cruise missiles a month than Europe did a year before 2022, but engines are what Ukraine’s strike programs are short of

Destinus has completed 1,750 Ruta B1 cruise missiles and reached monthly output of nearly 300, the company said on 29 October, telling Reuters this exceeds Europe’s annual cruise-missile production before Russia’s full-scale invasion.
That gives a date for easing a shortage. A looming shortage of mini jet engines threatened to hold back Ukraine’s deep-strike drones, Reuters reported in April. Czech maker ZofiTech was then producing about 200 a month, nearly all for Ukraine, and expected demand to reach thousands within months. Both Ruta versions use the 1.5-kN engines Destinus is promising. Ukraine plans to build more jet drones and cruise missiles, so engine output next year will have to keep up, Defense Express notes.
Destinus builds its own engines, but hasn’t said how many
Destinus CEO Mikhail Kokorich said the company already produces turbojets in the roughly 1.5-kilonewton class in series, supplying them both for its own missiles and to other manufacturers. The Ruta B1 runs on the company’s own T150 engine. In June, Destinus announced its 1,000th T150 and said the line was designed to sustain production of thousands of missile systems a year. The company has not disclosed its current engine output.
Block 2 enters production, Block 3 is due to fly in 2027
Meanwhile, Destinus said it has begun production of the larger Ruta Block 2, designed to carry a 250-kg payload more than 700 km. Unlike the roughly 300-km Block 1, Block 2 is designed to be stored, transported, and launched from the same container. A third version, Block 3, is planned with a 2,000-km range, with flight tests scheduled for 2027.
Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy acknowledged the Ruta’s combat use in October 2025. Days later, he said Ukraine expected mass production of Ruta and Flamingo missiles by the end of that year. In June 2026, then-Defense Minister Mykhailo Fedorov said the Netherlands was ready to finance about 700 Rutas for Ukraine, without specifying the version.
Deterrence takes “tens of thousands of missiles”
At the same time, Kokorich said Europe’s problem is shifting from production to integration.
“To have sufficient deterrence, you need to have tens of thousands of missiles,” he said.
European customers, he added, still need to build the military units and logistics to operate missiles in such numbers. Those arsenals would also need storage, transport, maintenance, and targeting infrastructure, he said, and European militaries would need to rethink how they stockpile and deploy precision-strike weapons.
No Chinese parts, and a bet on cheaper, shorter-range missiles
Kokorich said Destinus uses no Chinese components, unlike wartime production in Ukraine, and said access to Chinese suppliers would make manufacturing cheaper, faster, and easier.
Kokorich also argued that cheaper missiles with ranges under 1,000 km would make up most future demand. Separately, Destinus is working with Rheinmetall on cruise missiles and ammunition for multiple-launch rocket systems, including a planned European equivalent of the GMLRS rockets fired by HIMARS.
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Everyone doubted Ukraine’s Flamingo missile. It just blew a hole in a major Russian missile factory
Brasileña Petrobras logra tercer hallazgo de petróleo en mismo pozo
Brasilia, 30 oct (Prensa Latina) La empresa brasileña Petrobras suma hoy un tercer hallazgo de petróleo en el pozo Morpho, ubicado en aguas ultraprofundas de la cuenca de la desembocadura del Amazonas, frente al estado de Amapá.
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ChatGPT prueba conversaciones en tiempo real a través de las apps de mensajes: lo nuevo de Dots
OpenAI anunció sus nuevos agentes de inteligencia artificial en el evento anual DevDay 2026, celebrado a finales de septiembre. Esta innovación se llama dots, está diseñada para permanecer activa y encargarse de distintas tareas, plantea una nueva forma de trabajar con la IA, actúa en nombre del usuario, está impulsada por GPT-6 Astra, tiene su propio ordenador en la nube, aprende de comentarios con el paso del tiempo y, además, trabaja las 24 horas del día de forma autónoma para hacerse cargo de un proyecto de principio a fin.
Aparte de estas prestaciones, los dots también se pueden conectar fácilmente a más de 4.000 aplicaciones —ya sea a través de ChatGPT, mensajes de texto, Slack o Teams— para hacer preguntas, explorar ideas y orientar el trabajo. Ahora, para ampliar sus usos, OpenAI está integrando los dots en las aplicaciones de mensajería para que los usuarios puedan encargarle tareas sin necesidad de abrir ChatGPT.
Acorde a la información compartida por la compañía de Sam Altman, la función se está desplegando en fase beta para los suscriptores de ChatGPT Pro en Estados Unidos y es compatible con iMessage, el servicio de mensajería de Apple, y RCS, el estándar de comunicación utilizado en Android. Por lo tanto, a través de estos canales, los usuarios pueden interactuar con un dot mediante mensajes de texto, fotografías y notas de voz.
Cómo configurar un dot en una app de mensajería
Los interesados tienen que abrir el perfil de su dot en la aplicación móvil o de escritorio de ChatGPT, o en la versión web, y seleccionar 'Mensajes'. Después, tienen que verificar su número de teléfono, guardar el contacto que envíe el dot y mandarle un mensaje para iniciar una conversación. Para iMessage, es recomendable usar el número de teléfono verificado, mientras que los usuarios de Android tienen que habilitar RCS en su aplicación de mensajería.
Una vez hechos estos pasos, los personas pueden encargarle tareas al dot, pedirle que supervise determinados asuntos o enviarle fotografías y mensajes de voz. De esta manera, el agente responderá mediante mensajes de texto cuando detecte alguna novedad relevante, teniendo en cuenta que puede utilizar el contexto de las conversaciones mantenidas en ChatGPT y de los canales conectados para decidir dónde enviar cada actualización.
En este punto, cabe mencionar que la comunicación con un dot es privada y bidireccional únicamente entre el usuario y el agente. Además, activar esta función no permite que Dot ni OpenAI accedan al resto de las conversaciones de texto del usuario.
Disponibilidad
La mensajería está diseñada para mantener conversaciones individuales, por lo que no es compatible con los chats grupales, las llamadas telefónicas ni FaceTime. Aun así, los usuarios pueden llamar a dot directamente desde ChatGPT.
Por el momento, la versión beta está restringida a los suscriptores de ChatGPT Pro que se encuentren en Estados Unidos. Quienes tengan otro plan o residan en otros países tendrán que esperar a que OpenAI amplíe su disponibilidad.

Reid Wiseman, comandante de Artemis II, será el nuevo número dos del laboratorio de la NASA
La misión Artemis II marcó un antes y un después en la exploración espacial al llevar a cuatro astronautas alrededor de la Luna y demostrar que la NASA está un paso más cerca de devolver a la humanidad a su superficie. Durante diez días, Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch y Jeremy Hansen pusieron a prueba los sistemas de la nave Orion y recopilaron información clave para preparar las próximas misiones del programa Artemis, teniendo en cuenta que dicha tripulación dejó imágenes nunca antes vistas de la Tierra y su satélite.
Seis meses después de aquella hazaña, sus protagonistas comienzan a abrir nuevos caminos profesionales. Concretamente, la astronauta Christina Koch ha dejado los vuelos espaciales para ser la próxima subdirectora de Ingeniería de la NASA, mientras que Reid Wiseman y Victor Glover también han decidido dejar los vuelos espaciales para convertirse en astronautas eméritos del Centro Espacial Johnson (Houston, Estados Unidos).
En este sentido, tanto Wiseman como Glover pondrán sus conocimientos y la experiencia adquirida durante sus misiones al servicio de otras iniciativas y proyectos, en una nueva etapa que no supone una despedida de la agencia, sino un cambio de funciones. Tal y como dio a conocer la NASA, Glover apoyará las iniciativas aeroespaciales, de liderazgo y de servicio público, mientras que Wiseman compartirá su experiencia en vuelos espaciales antes de la misión Artemis III.
Ahora, en mitad de los avances para las futuras operaciones tripuladas en el entorno lunar, Wiseman ha asumido otro rol en la NASA para convertirse en el responsable del liderazgo estratégico, la gestión y la mejora continua de las operaciones del Laboratorio de Propulsión a Chorro (JPL, por sus siglas en inglés).
Reid Wiseman asume el cargo de subdirector del JPL de la NASA
La NASA ha compartido en un comunicado que Reid Wiseman ha sido nombrado subdirector del JPL, asumiendo un nuevo cargo en el centro de la NASA para la robótica y la exploración del espacio profundo. Así lo indica el administrador de la NASA, Jared Isaacman: "Reid ha dedicado su carrera a explorar los límites de lo posible, y posee el criterio técnico, la experiencia operativa y el liderazgo necesarios para seguir avanzando. Como comandante de Artemis II, contribuyó a que Estados Unidos volviera a orbitar la Luna, y ahora, como astronauta emérito, seguirá aportando a la NASA desde una nueva perspectiva en el JPL".
Su incorporación supone un importante refuerzo para el equipo directivo, que busca seguir consolidando el legado del laboratorio y trabajar en la construcción de su futuro. Además, en su cargo como subdirector, Wiseman será responsable del liderazgo estratégico, la administración y la mejora continua de las operaciones del laboratorio, garantizando la excelencia operativa en todas las funciones de apoyo a la misión.
También, Wiseman será el principal enlace del JPL con los programas de seguridad nacional, teniendo en cuenta que aporta "una visión verdaderamente sin precedentes de lo que la humanidad puede lograr cuando el ingenio y la determinación se combinan con el coraje para explorar las fronteras más lejanas".

Acusada de ligação com PCC, liderança da Favela do Moinho é solta em SP
A líder comunitária da “Associação de Moradores da Favela do Moinho”, Alessandra Moja Cunha, deixou a prisão nesta terça-feira (27) após receber liberdade provisória da Justiça de São Paulo. Alessandra foi presa no início de setembro durante a Operação Sharpe, do MPSP (Ministério Público de São Paulo), que investigou a atuação do PCC (Primeiro Comando da Capital) na Favela do Moinho.
Ela estava detida na Penitenciária Feminina de Santana, na zona Norte de São Paulo.
Líder do PCC, Leo do Moinho é condenado a 21 anos de prisão em SP
A Justiça considerou o pedido da defesa de Alessandra, que alegou “questões humanitárias” relacionadas aos dois filhos menores de idade da mulher: uma adolescente e um filho com TEA (Transtorno do Espectro Autista) que, segundo os advogados, precisa de cuidados específicos.
Entre as medidas cautelares descritas na decisão estão a proibição do contato com outros réus, como o próprio irmão, além do comparecimento a cada dois meses em juízo, impedimento de se ausentar da comarca de sua residência sem autorização judicial e aproximação da região central da capital.
A CNN Brasil entrou em contato com a defesa de Alessandra e aguarda o retorno.
Nas últimas semanas, a página criada por moradores da Favela do Moinho nas redes sociais se mobilizou com a campanha “Alê Livre”, em referência ao pedido de liberdade de Alessandra. Veja comunicado:
Presa em operação
Alessandra foi presa no dia 8 de setembro no âmbito da Operação Sharpe. Além dela, outros investigados também foram detidos, como Yasmin Moja, sua filha; o seu marido, José Carlos da Silva, conhecido como “Carlinhos”; Jorge de Santana e Cláudio dos Santos Celestino, conhecido como “Xocolate”.
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1 de 8Alessandra Moja, irmã de Leo do Moinho • CNN Brasil
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2 de 8Um homem identificado como José Carlos, que seria o líder do tráfico atual da Favela do Moinho, foi preso • CNN Brasil
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3 de 8Cláudio dos Santos Celestino, preso na Operação Sharpe • CNN Brasil
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4 de 8Roberto, marido de Alessandra Moja • CNN Brasil
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5 de 8Uma das presas foi identificada como Yasmin Moja, filha de Alessandra Moja e sobrinha de Leo do Moinho • CNN Brasil
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6 de 8Uma das presas foi identificada como Yasmin Moja, filha de Alessandra Moja e sobrinha de Leo do Moinho • CNN Brasil
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7 de 8Homem identificado como Jorge de Santana também foi preso • CNN Brasil
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8 de 8Outro homem, ainda não identiicado, foi preso na operação • CNN Brasil
Alessandra é irmã de Leonardo Monteiro Moja, conhecido como “Leo do Moinho”, apontado como chefe do tráfico na comunidade localizada no centro de São Paulo. Leo foi preso no âmbito da Operação Salus et Dignitas, deflagrada em agosto de 2024, e condenado, no dia 6 de outubro deste ano, a 21 anos de prisão por organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Como líder da associação da comunidade, o MPSP afirma que Alessandra seria responsável por mobilizar manifestações públicas para “blindar” a Favela do Moinho de intervenções policiais e auxiliar o irmão em “empreitadas criminosas”.
O órgão afirma que Alessandra era a principal responsável por cobrar propina de famílias que fizessem acordos com a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano). Ela também seria encarregada de autorizar o cadastro e a assinatura desses acordos após o pagamento da moradia.
A líder também prestaria contas ao irmão sobre acontecimentos na comunidade e administraria o “Ferro-Velho Moinho”.
*Sob supervisão de Carolina Figueiredo
Velório de Matheus Sabbá, ator que morreu aos 30 anos, será aberto para fãs
O ator e diretor Matheus Sabbá morreu na última quarta-feira (28), aos 30 anos. Natural de Manaus, no Amazonas, ele construiu uma trajetória artística com trabalhos em musicais, óperas e cinema. A causa da morte não foi divulgada.
O velório será realizado nesta sexta-feira (30), no Ideal Club, em Manaus. A cerimônia será exclusiva para familiares a partir das 18h e aberta a amigos e fãs depois das 21h. O sepultamento está marcado para sábado (31), no Cemitério Recanto da Paz.
Quem foi Matheus Sabbá?
Ao longo da carreira, Matheus participou de produções em instituições importantes, como o Theatro Municipal de São Paulo, o Theatro São Pedro, o Festival Amazonas de Ópera e o Festival Internacional de Música de Santa Catarina (Femusc).
No cinema, integrou o elenco do filme “O Último Azul”. Como diretor, recebeu reconhecimentos nacionais por trabalhos como a peça “A Caixa Mágica do Natal”, premiada no Prêmio Cenym de Teatro e no Prêmio Brasil Musical.
Em 2026, Matheus foi diretor de cena do programa de Ópera e Canto Lírico do Femusc e também esteve à frente da ópera “Onheama”, apresentada nesta edição do festival.
Em entrevista ao quadro “Cultura Prime”, da CNN Brasil, ele falou sobre a produção, inspirada na mitologia amazônica e em temas como ancestralidade, pertencimento e conexão com a natureza.
“Onheama é inspirada na mitologia amazônica e aborda ancestralidade, pertencimento e conexão com a natureza. A ópera fala sobre ter coragem de ocupar o seu lugar no mundo. E é isso que Iporangaba faz: sai para uma aventura e não sabe o que vai encontrar pela frente, mas ainda enfrenta. É o que todos nós fazemos quando temos um sonho, uma vontade”, afirmou.
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Alonso critica nível de pilotos da F1, e Albon rebate: “Não é agradável”
Fernando Alonso voltou a criticar alguns pilotos da Fórmula 1 após o incidente com Alex Albon no Grande Prêmio dos Estados Unidos. O bicampeão mundial questionou a qualidade dos competidores que ocupam as últimas posições do grid, provocando uma resposta do tailandês da Williams.
A polêmica começou ainda na primeira volta da corrida, quando Albon tentou ultrapassar Alonso na curva 11 e acabou atingindo o Aston Martin do espanhol. O contato provocou danos nos dois carros. Alonso terminou na 16ª posição, enquanto Albon cruzou a linha de chegada em 17º. Nenhum dos pilotos recebeu punição dos comissários.
Após a prova, Alonso criticou o nível dos pilotos que disputam as últimas posições do grid e afirmou que os erros recorrentes comprometem as corridas. Para o espanhol, os incidentes poderiam ser evitados com mais qualidade na condução dos carros.
“Quando se larga de trás, sempre existe esse risco. Acho que a qualidade dos pilotos no último terço do grid é baixa. Quando os erros se repetem ao longo da temporada e acontecem acidentes, metade da corrida fica comprometida logo na primeira volta… Se eu fosse chefe de equipe, não estaria satisfeito”, afirmou.
O bicampeão também citou Max Verstappen e Lewis Hamilton como exemplos de pilotos capazes de recuperar posições sem assumir riscos desnecessários. Segundo Alonso, os dois conseguem avançar no pelotão com mais controle durante as disputas.
Alex Albon rebate críticas de Alonso
Albon respondeu às declarações de forma direta. Apesar de demonstrar respeito pelo espanhol, o piloto da Williams discordou da avaliação sobre o nível dos competidores que ocupam as últimas posições do grid.
“Tenho um enorme respeito pelo Fernando, mas não é agradável ouvir esses comentários. Estamos competindo contra alguém que admiramos, mas não concordo. Acho que o nível é alto em todo o grid. Já não temos pilotos pagantes“, declarou o tailandês.
A posição de Albon também foi acompanhada por outros pilotos do grid. Entre eles, Carlos Sainz, seu companheiro de equipe na Williams, que considerou exageradas as críticas feitas por Alonso.
Polêmica antecede GP do México
A troca de declarações acontece às vésperas do Grande Prêmio da Cidade do México, 19ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1. A corrida está marcada para este domingo, às 17h (de Brasília).
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