Una carta de 1571 descubierta en Budapest confirma la autenticidad del misterioso Códice Rohonc y revela que el escriba que lo redactó estaba aterrorizado


O Big Problema é uma conversa sobre o impacto das escolhas de quem está com a caneta na mão. Esse podcast narrativo foi idealizado pela primeira turma de trainees da Agência Pública e procura entender como grandes empreendimentos têm impactado a cultura local das cidades brasileiras. Sabe quando bate um desespero porque a solução dos problemas ao seu redor não parece estar sob seu controle? Então, esse é um Big Problema.
A cada episódio, uma reportagem em áudio parte da vivência de um dos trainees para abordar como nossa relação com o espaço tem sido transformada com a chegada de gigantes da tecnologia e mais. Olhando as particularidades de cada cidade, esperamos mostrar que a distância não deve nos enganar: no fim, um problema local também é um problema coletivo. O nosso questionamento é: em nome dos interesses de poucos, o que temos deixado de fazer?

Organizada pela Câmara Municipal de Albufeira, a Feira Equestre do Sul contou com 30 expositores, 42 espaços de artesanato e
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No passado sábado, a exposição fotográfica “Olhão antes e depois” iniciou o seu percurso por quatro espaços do concelho, convidando
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Il premio 2026 riconosce il contributo dei due studiosi alle “fondamenta microeconomiche della stabilizzazione macroeconomica”. Li unisce il ruolo delle aspettative sul futuro: consumatori e imprese decidono oggi in base a ciò che si aspettano accadrà domani.
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É já na próxima sexta-feira, dia 16 de outubro, às 21h30, que o Portimão Arena recebe “Verificando se Você é
O conteúdo Portimão abre digressão de “Verificando se Você é Humano” com Ricardo Araújo Pereira aparece primeiro em Algarve 7.
No âmbito das comemorações do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, realiza-se no próximo dia 17 de outubro, pelas 15:30,
O conteúdo Conversa sobre a indústria conserveira no âmbito do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão aparece primeiro em Algarve 7.
A Orquestra de Jazz do Algarve promove, no próximo dia 15 de outubro, pelas 18h, no Auditório Carlos do Carmo, em
O conteúdo Algarve All Jazz ’26 encerra ciclo de Masterclasses Sound Capsules com Polly Gibbons, em Lagoa aparece primeiro em Algarve 7.
Os “Passeios na História de Tavira” regressam, no próximo dia 17 de outubro, pelas 10h30, com um percurso dedicado à
O conteúdo Passeios na História de Tavira dá a conhecer a arquitetura modernista aparece primeiro em Algarve 7.
É apresentado na próxima sexta-feira, pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida.
O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, Rui Diniz Monteiro, bem como João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, coordenadores da obra.
«Por considerarmos que a infância é um chão que percorremos durante a vida toda, só há que constatar que as vítimas precoces – as crianças que o sistema de promoção e proteção entende que devem ser retiradas às suas famílias biológicas, muitas vezes para delas serem protegidas – têm a vida toda para sofrerem as consequências dessas experiências adversas.
“O que se passa na infância, não fica na infância”, obra editada pela Editora d’Ideias, recorre a 52 personalidades – ligadas pessoalmente ou profissionalmente à proteção das crianças e ao seu saudável desenvolvimento -, reunindo um conjunto de abordagens pessoais e multidisciplinares, remetendo para as consequências irreversíveis e duradouras das experiências adversas na infância – personifica uma campanha que visa prevenir os mau- tratos na infância, idealizada pela entidade que, em Portugal, se dedica a apoiar quem cresceu em acolhimento, a PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex)acolhidos.
A obra e a campanha, qual manifesto, parte da premissa de que é fundamental contrariar a invisibilidade da adversidade e do trauma vivido na infância por cada um de nós, tornando-se, assim, imperioso que os vários contextos e os seus profissionais estejam imbuídos e capacitados de uma abordagem sensível ao trauma, que permita reconhecê-lo, bem como aos seus efeitos, e responder-lhe de forma hábil e reparadora. Para que a onda cresça! E para que cada um de nós faça o que lhe compete – estar atento, denunciar, integrar e tratar o trauma infantil antes que «o monstro tome conta de nós». (João Pedro Gaspar e Paulo Guerra)
Rui Diniz Monteiro é engenheiro, professor do ensino básico e secundário, e Hipno terapeuta com licenciatura em Psicologia. A fazer voluntariado desde há mais de 50 anos, apoiante ativo da campanha “Nem Mais Uma Palmada!”, palestrante e professor da disciplina “Sabedoria, Civilização e Felicidade” em universidades sénior.
Ana Poeta é cientista social, mestre em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ativista há mais de 30 anos, atualmente trabalha na área do Bem-Estar Animal.
Carlos Cunha e o seu elenco prometem duas tardes e noites de muito humor e boa disposição em Ferragudo e São Brás de Alportel.
A comédia teatral «Pátio do Cunha» está de regresso aos palcos algarvios no final de outubro, com duas apresentações que prometem arrancar muitas gargalhadas ao público. Protagonizado pelo prestigiado ator Carlos Cunha, o espetáculo conta ainda com Érika Mota, Nuno Pires e Lígia Ferreira, num elenco que dá vida a uma comédia com o sabor inconfundível da revista à portuguesa.
Com muito humor, ritmo e vivacidade, «Pátio do Cunha» retrata a essência das relações humanas e as situações caricatas do quotidiano, num registo divertido e próximo do público. Uma oportunidade para desfrutar do melhor da tradição do teatro de comédia à portuguesa, num espetáculo que promete momentos de descontração, boa disposição e muitas gargalhadas.
A digressão pelo Algarve inclui duas sessões, em Ferragudo e São Brás de Alportel, com convites para o público da região se juntar a esta celebração do humor nacional.
Ferragudo — 24 de outubro, às 21h30
O espetáculo sobe ao palco da ACD Ferragudo na noite de sábado, 24 de outubro. As reservas podem ser efetuadas através dos números 282 460 340 ou 968 555 854.
São Brás de Alportel — 25 de outubro, às 16h30
No domingo, 25 de outubro, «Pátio do Cunha» chega ao Cineteatro Jaime Pinto, em São Brás de Alportel, para uma sessão marcada para as 16h30. Os bilhetes têm o preço de 15 euros e estão disponíveis através da Ticketline, na Galeria Municipal e no próprio dia, a partir das 15h30.
Com um elenco experiente e uma abordagem cómica que cruza o quotidiano com as situações mais inesperadas, «Pátio do Cunha» promete conquistar o público algarvio com o humor e a espontaneidade que caracterizam a comédia à portuguesa.
Uma proposta para reunir família e amigos e aproveitar o final de outubro com muitas gargalhadas.
Serviço
A Biblioteca Municipal de Lagoa recebe a Exposição Coletiva de Pintura Celebração – Celebration, dos Alunos da Pintora Anke Punt Bach, que
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A 27.ª edição da Festa do Cinema Francês percorre várias cidades de Portugal com uma programação renovada, antestreias, retrospetivas, encontros
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Gymnasium é um projecto da casaBranca que propõe a implementação, em várias escolas da cidade de Lagos, de um programa
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Exposição percorre quatro espaços do concelho e coloca imagens históricas lado a lado com recriações feitas por jovens olhanenses
A exposição fotográfica “Olhão antes e depois” foi inaugurada sábado, 10 de outubro, nos Mercados Municipais de Olhão, dando-se aí início a um percurso por quatro espaços do concelho — Mercados Municipais, Ria Shopping, Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes e Casa Municipal da Juventude de Olhão Hugo Charrão —, onde estará patente até 13 de novembro.
Com curadoria de Luís Torres e integrada na programação cultural do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão, a exposição coloca lado a lado imagens históricas da cidade e recriações fotográficas realizadas por jovens olhanenses, propondo um olhar sobre a evolução urbana de Olhão e convidando a comunidade a percorrer a cidade através do tempo.
A mostra nasceu do desafio lançado a alunos do 10.º ano da área de Multimédia da Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes para recriarem, nos dias de hoje e nos mesmos locais, uma seleção de cerca de 50 fotografias históricas de Olhão. Participaram no projeto os alunos Miguel Sousa, Samuel Ventura e Maria Moniz, bem como Charline Fournier, elemento do Clube de Fotografia da Casa Municipal da Juventude Hugo Charrão.
Para concretizar o trabalho, foram utilizadas fotografias com cerca de 70 a 80 anos, pertencentes ao Arquivo Municipal de Olhão, e imagens com 40 a 50 anos, provenientes do arquivo pessoal de Luís Torres. Depois de um processo de pesquisa e levantamento, os participantes percorreram as ruas da cidade e procuraram reproduzir os enquadramentos originais, recriando as imagens nos mesmos locais e permitindo uma comparação direta entre diferentes épocas.
O resultado é uma exposição distribuída por quatro núcleos expositivos, que propõe um percurso pela cidade através das suas transformações e permanências. O confronto entre as fotografias históricas e as imagens atuais permite observar a evolução urbana de Olhão, mas também recuperar lugares, edifícios e espaços que fazem parte da memória coletiva da cidade.
No dia da inauguração, o percurso pelos quatro núcleos começa nos Mercados Municipais, às 10:30, seguindo para o Ria Shopping, às 11:15, para a Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, às 11:45, e terminando na Casa Municipal da Juventude de Olhão Hugo Charrão, às 12:15.
A exposição poderá ser visitada até 13 de novembro, nos quatro espaços, de acordo com os respetivos horários de funcionamento.
Com esta iniciativa, o Município de Olhão pretende valorizar a criatividade e o envolvimento dos jovens olhanenses e, simultaneamente, promover junto da comunidade um maior conhecimento da história contemporânea e da evolução urbana da cidade. O projeto terá ainda continuidade, estando prevista a sua passagem pelas várias freguesias do concelho.
Integrada no programa comemorativo dos 200 anos da Câmara Municipal de Olhão, “Olhão antes e depois” aproxima diferentes gerações através da fotografia e proporciona uma viagem visual entre o Olhão de ontem e o Olhão de hoje.

O Museu Municipal de Loulé organiza, no próximo dia 11 de outubro, às 10h00, mais uma edição do seu programa “Passeios de Outono”, intitulado “Uma Âncora da História e da Arte em Loulé”.
A atividade convida os participantes a descobrirem a história, o património e a arquitetura da Igreja Matriz de São Clemente, um dos mais emblemáticos monumentos nacionais da região.
Com ponto de encontro marcado na porta principal da igreja, a visita orientada terá a duração aproximada de 1h30 e dará a conhecer a herança histórica do templo, com especial foco nas artes da talha dourada e do azulejo. Durante o percurso, serão também abordadas as principais intervenções e restauros realizados ao longo do tempo, fundamentais para a preservação e para a imagem atual do edifício.
Destinada ao público adulto, a iniciativa será conduzida em língua portuguesa.
A participação é inteiramente gratuita, contudo requer inscrição prévia obrigatória, estando a lotação limitada a 25 participantes. Os interessados deverão garantir o seu lugar através do e-mail: atividades.museu@cm-loule.pt.
A importância socioeconómica das feiras ao longo da História esteve em destaque na mais recente sessão do Ciclo de Conversas com História, realizada a 25 de setembro, no Espaço Memória, em São Brás de Alportel, numa conversa com o Professor Doutor Luís Filipe Oliveira, da Universidade do Algarve.
Promovida pelo Município de São Brás de Alportel, através do Gabinete Municipal de Arqueologia, a sessão abordou o papel das feiras enquanto espaços de comércio, dinamização económica, encontro e sociabilidade.
Ao longo dos tempos, as feiras assumiram um papel que foi muito além da compra e venda de produtos, constituindo importantes pontos de encontro e de convivência e contribuindo para a dinamização económica e social das comunidades.
A sessão permitiu refletir sobre a evolução destes espaços e sobre a sua importância na vida e no desenvolvimento das vilas e cidades, evidenciando a forma como as feiras se afirmaram como lugares de troca, não apenas de bens, mas também de experiências, relações e saberes.
Com esta iniciativa, o Município de São Brás de Alportel, através do Gabinete Municipal de Arqueologia, dá continuidade ao Ciclo de Conversas com História, promovendo momentos de reflexão e partilha sobre diferentes temas ligados à História e ao património.
O Município convida a comunidade a ficar atenta às próximas sessões mensais, que se realizam sempre em tardes de sexta-feira, mensalmente, e a participar neste ciclo de encontros, que pretende aproximar a comunidade da sua História e valorizar o conhecimento sobre o território e as suas memórias.
ARTIGO DE OPINIÃO | CULTURA, TRADIÇÃO E ASSOCIATIVISMO
Por: Paulo Silva/Licenciado em Ciências Sociais
A cultura de um povo não se mede apenas pelos monumentos, pela sua história ou pelas tradições que herdou. Mede-se, sobretudo, pelas pessoas que, de forma voluntária, dedicam parte das suas vidas a preservar, transmitir e manter vivas essas mesmas tradições.
Em Lagos, terra de história, identidade e tradições, as bandas filarmónicas representam uma parte importante do património cultural e associativo que merece ser respeitado, valorizado e transmitido às gerações futuras.
Quando falamos das bandas filarmónicas, não falamos apenas de música, instrumentos ou atuações públicas. Falamos de pessoas: homens, mulheres, jovens e crianças que, por gosto, dedicação e amor à sua terra, oferecem horas das suas vidas para que a cultura popular continue viva.
São, na sua grande maioria, voluntários. Pessoas que trabalham, estudam, têm famílias e responsabilidades, mas encontram tempo para ensaiar, aprender, ensinar e participar nas atividades culturais. Não o fazem por protagonismo: fazem-no porque acreditam que a cultura de um povo não pode desaparecer.
Uma banda filarmónica é também uma família, uma escola de valores e um espaço de encontro entre gerações. E não vive apenas dos músicos: vive dos maestros, professores, dirigentes, familiares, antigos elementos e de todos os que ajudam nos bastidores.
O apoio autárquico e uma reflexão necessária
Enquanto lacobrigenses, algarvios e portugueses, queremos manter esta tradição. Por isso, importa refletir sobre o apoio que os diferentes executivos camarários têm dedicado, ao longo dos anos, ao movimento filarmónico e ao associativismo cultural.
Entre participantes e defensores destas tradições existe a perceção de que o apoio nem sempre acompanha o esforço exigido às coletividades. É uma preocupação legítima que merece diálogo, transparência e uma avaliação concreta dos apoios, sem transformar a cultura numa disputa partidária.
A cultura não tem cor partidária. Pertence ao povo. A responsabilidade de a preservar deve ultrapassar mandatos e ser assumida de forma continuada, independentemente de quem ocupa os órgãos autárquicos.
Não basta convidar uma banda para atuar numa cerimónia ou festa. Os instrumentos, as fardas, a formação, os transportes, os espaços de ensaio e a manutenção têm custos reais. Quem dá gratuitamente o seu tempo não deve ficar sozinho perante todas essas despesas.
Não podemos exigir cultura sem criar condições
O voluntariado é uma das maiores riquezas do associativismo português, mas não pode substituir uma política cultural estável. As bandas precisam de condições para formar novos músicos, conservar instrumentos, organizar atividades e preparar o futuro.
O apoio municipal pode assumir várias formas: financiamento previsível, cedência de instalações, colaboração logística, acesso a formação e valorização da atividade cultural ao longo de todo o ano. Importa que os critérios sejam claros e que as associações sejam ouvidas sobre as suas necessidades.
Também é necessário garantir espaços condignos para as atuações e condições efetivas de acesso a esses equipamentos, nomeadamente ao Centro Cultural de Lagos. Não basta que o espaço exista: as bandas devem poder utilizá-lo para apresentar o seu trabalho à comunidade, com critérios transparentes de cedência, condições técnicas adequadas e uma programação que valorize o movimento filarmónico local.
Uma banda filarmónica não pode depender da benevolência das paróquias para conseguir realizar concertos. A disponibilidade e o acolhimento das comunidades paroquiais merecem reconhecimento, mas não podem substituir o apoio municipal nem constituir a única solução para a apresentação pública do trabalho dos músicos. Garantir o acesso a espaços culturais municipais deve fazer parte de uma política de apoio continuado às coletividades.
O esforço de quem ensaia, ensina e toca de forma voluntária deve encontrar condições dignas de apresentação. Se queremos manter viva a tradição filarmónica, precisamos de lhe dar lugar na programação cultural e de abrir as portas dos espaços públicos àqueles que a preservam ao longo de todo o ano.
Uma tradição que liga gerações
Quando uma criança entra numa banda, aprende mais do que música. Aprende disciplina, respeito, responsabilidade e espírito de equipa. Quando um músico mais velho transmite conhecimentos, mantém viva uma memória coletiva que não se encontra apenas nos livros.
É essa ligação entre gerações que queremos preservar em Lagos, no Algarve e em Portugal. Não queremos que a filarmónica seja apenas uma recordação de outros tempos, mas uma presença ativa nas ruas, nas festas, nas celebrações e na vida quotidiana das nossas comunidades.
Reconhecer quem mantém a cultura viva
É justo agradecer a todos os que ensaiam depois do trabalho, aos familiares que apoiam, aos dirigentes que resolvem problemas e aos cidadãos que acompanham as atuações. Cada um, à sua maneira, ajuda a manter viva a cultura do povo.
Que a reflexão sobre o apoio das sucessivas vereações e executivos camarários se traduza em diálogo e compromissos concretos, e não apenas em palavras de circunstância. Valorizar a cultura é reconhecer tanto o seu significado simbólico como as condições materiais de que necessita.
Porque as bandas filarmónicas não são apenas música. São pessoas, dedicação, comunidade e identidade. Enquanto houver quem queira ensinar, aprender e tocar, haverá futuro para esta tradição — desde que não deixemos todo esse futuro entregue apenas à boa vontade dos voluntários.
Texto de opinião em defesa da cultura lacobrigense e do movimento filarmónico.