Al menos 83 heridos en un accidente de autobús cerca de Barcelona
O nacionalista Aleksandar Vučić reconheceu a derrota numa fase surpreendentemente precoce da contagem de votos, e as ruas da capital encheram-se de apoiantes da oposição a festejar. Movimento cívico lançado por alunos das universidades deve ter maioria absoluta, no que o derrotado diz, sem quaisquer provas, ter sido uma “revolução” com patrocínio estrangeiro

Enterrar árvores de Natal na areia pode parecer uma ideia invulgar, mas é precisamente esta a solução encontrada numa localidade de Inglaterra para proteger a costa das tempestades e combater a erosão. Em St. Annes, no condado de Lancashire, milhares de pinheiros utilizados durante as festividades natalícias estão a ganhar uma segunda vida nas praias.
A iniciativa faz parte de um projeto ambiental que pretende recuperar as dunas e reforçar a proteção natural das zonas habitacionais próximas do mar. Segundo a Meteored, o método tem sido utilizado há mais de uma década e já apresenta resultados significativos.
Em vez de serem simplesmente descartadas depois do Natal, as árvores naturais são recolhidas e transportadas para zonas específicas da praia, onde são parcialmente enterradas na areia.
O objetivo é aproveitar os ramos dos pinheiros para travar o movimento dos grãos de areia transportados pelo vento, permitindo que estes se acumulem e contribuam para a formação de novas dunas.
O processo começa com a abertura de pequenas valas na areia, onde são colocadas as árvores de Natal. Os troncos ficam parcialmente enterrados, enquanto os ramos permanecem expostos.
Quando o vento sopra, os grãos de areia encontram os ramos e ficam retidos à sua volta. Com o passar do tempo, esta acumulação permite formar pequenos montes que podem evoluir para novas dunas.
De acordo com a Meteored, as árvores são colocadas em locais cuidadosamente selecionados, uma vez que as marés poderiam arrastá-las caso fossem instaladas demasiado perto da água.
O projeto também recorre a barreiras de madeira e à plantação de vegetação adaptada às dunas, como a erva-das-dunas, cujas raízes ajudam a fixar a areia e a estabilizar o terreno.
A iniciativa integra o projeto Fylde Sand Dunes, desenvolvido com a participação do Lancashire Wildlife Trust, do Fylde Council e do Blackpool Council, contando ainda com financiamento da Environment Agency.
O programa pretende recuperar um sistema dunar que perdeu aproximadamente 80% da sua extensão ao longo dos últimos 150 anos, devido a fatores como a urbanização e a erosão costeira.
Numa das campanhas realizadas em St. Annes, mais de 250 voluntários conseguiram instalar mais de 2.000 árvores de Natal em apenas três dias.
Já em 2026, cerca de 650 voluntários participaram na colocação de aproximadamente 2.000 árvores ao longo de três quilómetros de costa, demonstrando a dimensão que esta iniciativa alcançou.
Os resultados apresentados pelo projeto mostram que determinadas zonas costeiras recuperaram entre 60 e 90 metros de extensão desde 2013.
Em alguns pontos de North Beach, o crescimento das dunas chegou aos 80 metros, embora os responsáveis esclareçam que estes valores dizem respeito a áreas específicas e não a toda a praia.
Esta recuperação tem consequências importantes para a segurança das populações. Segundo os dados divulgados, as dunas ajudam atualmente a proteger 493 propriedades contra a erosão costeira e outras oito contra inundações.
Além disso, cerca de 400 habitações poderão beneficiar de proteção adicional através das futuras intervenções previstas.
Para além de funcionar como barreira contra o avanço do mar, a recuperação das dunas contribui para a preservação dos ecossistemas costeiros.
A região alberga mais de 300 espécies de plantas, bem como diversas espécies de aves e invertebrados importantes para a biodiversidade local.
O projeto inclui também a remoção de espécies invasoras e a recuperação da vegetação natural, permitindo melhorar as condições dos habitats existentes.
Assim, aquilo que começa por ser uma simples árvore de Natal descartada transforma-se numa ferramenta de proteção ambiental, demonstrando como a reutilização de materiais naturais pode contribuir para enfrentar os desafios da erosão costeira.
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O funcionamento das esplanadas de Huelva voltou ao debate municipal, com os horários de fecho, o ruído e a acessibilidade no centro de uma reunião da comissão que acompanha o regulamento. O objetivo é conciliar a atividade dos estabelecimentos com o descanso dos moradores e a circulação sem obstáculos nas ruas e praças.
De acordo com o Diario de Huelva, o encontro juntou representantes da autarquia, da Polícia Local, do setor da restauração e das associações de moradores para analisar a aplicação das regras e as dificuldades detetadas desde a sua entrada em vigor.
O regulamento foi aprovado em junho de 2025 e contou com um período de adaptação de seis meses, antes da aplicação definitiva a 13 de dezembro.
Até à uma da madrugada entre junho e setembro
Os horários são um dos aspetos regulados. As esplanadas sem elementos musicais ou audiovisuais podem permanecer abertas até à uma da madrugada entre junho e setembro. Nos restantes meses, o limite geral é a meia-noite.
As regras incluem também medidas para prevenir incómodos provocados pelo ruído e estabelecem condições para a retirada do mobiliário após o fim do horário autorizado.
A análise da comissão incide sobre a aplicação destas disposições, num esforço para compatibilizar o funcionamento dos negócios com os direitos de quem reside nas zonas envolventes.
Passagem livre e acessos garantidos
Na acessibilidade, o regulamento exige uma faixa de circulação pedonal com 1,80 metros de largura livre de obstáculos.
Além dessa passagem, têm de ficar garantidos os acessos a garagens, paragens de transportes públicos, ciclovias e vias destinadas à circulação de veículos de emergência.
A área ocupada por cada esplanada deve corresponder à autorização municipal. Como regra geral, as instalações têm de ficar em frente à fachada do respetivo estabelecimento, embora o regulamento contemple exceções.
Autarquia defende diálogo entre empresários e moradores
Pilar Miranda, presidente da Câmara de Huelva, destacou a importância de manter o diálogo entre os setores envolvidos para acompanhar a aplicação das medidas.
“Esta norma nasceu para compatibilizar o direito ao descanso dos moradores, a atividade económica dos estabelecimentos de restauração e o uso ordenado do espaço público”, afirmou.
A autarca acrescentou que a comissão permite “continuar esse diálogo já iniciado e perceber em que ponto nos encontramos”.
O acompanhamento pretende manter abertos os canais de comunicação entre a autarquia, os empresários e os moradores, permitindo abordar os problemas que surjam na utilização partilhada das ruas e praças.
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O jornalista Sergio Ovejero foi arrastado por uma onda enquanto fazia uma reportagem em direto sobre o temporal marítimo em Ondarroa, no País Basco. O incidente ocorreu esta quinta-feira, 22 de outubro, durante a emissão do programa “Euskadi Quédate”, da estação de televisão basca ETB.
O repórter e o operador de câmara encontram-se bem, de acordo com o jornal El País, que cita órgãos de comunicação social locais.
Ligação interrompida perante a preocupação no estúdio
Ovejero estava a informar sobre as condições meteorológicas quando uma onda ultrapassou as estruturas de proteção costeira e atingiu a equipa de televisão.
O momento ficou registado na emissão, que sofreu uma interrupção de alguns instantes. No estúdio, o apresentador que acompanhava o direto não escondeu a expressão de preocupação e espanto perante o sucedido.
Autoridades tinham alertado para ondas superiores a cinco metros
O incidente aconteceu durante um alerta de temporal marítimo na costa basca. As autoridades tinham advertido para ondas superiores a cinco metros, ventos fortes e risco de projeção de água e de impacto da ondulação sobre passeios marítimos e estruturas de proteção junto ao mar.
Ondarroa é uma vila piscatória na costa de Bizkaia, particularmente exposta aos temporais do mar Cantábrico.
Os quebra-mares e passeios marítimos da zona são procurados como pontos de observação durante episódios de forte ondulação. Contudo, quando o vento provoca grande agitação marítima, as ondas podem ultrapassar as barreiras de proteção, como aconteceu durante a reportagem da ETB.
— Noticias Argy
"CUIDADO CON LA OLA"
Un reportero estaba en plena COBERTURA cuando pasó esto. pic.twitter.com/4P771YnebM
(@noticias_argy) October 22, 2026
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Uma coleção de cartas Pokémon esquecida durante 15 anos num sótão transformou um antigo pintor e decorador britânico num milionário. O homem, residente em Woking, no Reino Unido, conseguiu vender 42 conjuntos de cartas por 1,56 milhões de libras, aproximadamente 1,8 milhões de euros, num leilão realizado esta quarta-feira, 21 de outubro.
De acordo com a BBC, citada pelo Jornal SOL, o proprietário tinha adquirido as cartas no final da década de 1990, numa altura em que o fenómeno Pokémon começava a conquistar crianças e adolescentes em todo o mundo.
O que começou por ser uma compra motivada pelo interesse do filho acabou por se transformar num investimento inesperadamente lucrativo, depois de as cartas permanecerem guardadas durante mais de uma década.
A história começou quando o filho do britânico passou a colecionar e trocar cartas Pokémon na escola. Ao observar o entusiasmo da criança, o pai decidiu adquirir conjuntos completos, acreditando que poderiam valorizar no futuro.
Algumas das coleções foram compradas através do eBay, incluindo conjuntos provenientes de um vendedor na Malásia.
Uma dessas compras, que custou originalmente apenas 300 libras, cerca de 345 euros, acabou por ser vendida no leilão por 75 mil libras, aproximadamente 86 mil euros.
O proprietário teve o cuidado de guardar as cartas em álbuns próprios, preservando o seu estado de conservação. Quando o filho perdeu o interesse, a coleção acabou esquecida no sótão durante cerca de 15 anos.
Entre os conjuntos mais valiosos encontrava-se o Legendary Collection Complete Master Set, uma coleção que incluía uma carta Charizard em estado de conservação quase perfeito.
Inicialmente, os especialistas estimavam que este conjunto pudesse alcançar entre 15 mil e 20 mil libras. No entanto, a procura durante o leilão fez disparar o preço final para 100 mil libras, aproximadamente 115 mil euros.
Segundo James Spooner, responsável pelo departamento de cartas colecionáveis da leiloeira Ewbank’s, a qualidade dos 42 conjuntos surpreendeu os especialistas, sobretudo por se encontrarem completos e em excelente estado de conservação.
A coleção acabou por ser vendida na leiloeira britânica Ewbank’s, em Surrey, com compradores de diferentes países a disputarem os lotes.
Durante vários anos, o antigo pintor e decorador não tinha conhecimento do verdadeiro valor das cartas que guardava em casa.
A descoberta aconteceu quando leu num jornal local que uma única carta Pokémon tinha sido vendida por mais de 6000 libras.
Perante esta informação, decidiu procurar uma avaliação especializada e acabou por descobrir que os conjuntos adquiridos décadas antes poderiam valer centenas de milhares de euros.
O leilão tornou-se a venda mais valiosa da história da Ewbank’s, que conta com mais de 30 anos de atividade, e poderá representar um recorde europeu neste tipo de leilões.
A valorização das cartas Pokémon está relacionada com vários fatores, incluindo a raridade, o estado de conservação, a edição e a procura entre colecionadores.
Andrew Ewbank, responsável pela leiloeira, explicou que a nostalgia desempenha um papel importante neste mercado, uma vez que muitos dos antigos fãs de Pokémon têm atualmente entre 30 e 40 anos e maior capacidade financeira para adquirir peças ligadas à infância.
No entanto, nem todas as cartas antigas representam investimentos valiosos. As primeiras edições, determinadas cartas holográficas e exemplares em excelente estado de conservação tendem a despertar maior interesse.
Para quem ainda guarda cartas Pokémon antigas em casa, a história deste britânico demonstra que poderá valer a pena verificar a edição e o estado dos exemplares antes de os vender ou descartar.
A recomendação dos especialistas passa por procurar uma avaliação profissional, especialmente quando existem conjuntos completos ou cartas raras das primeiras coleções lançadas no final dos anos 1990.
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Receber mais de 650.000 euros para abandonar o emprego foi uma das propostas apresentadas pela BMW a alguns dos seus trabalhadores, no âmbito de um programa de saídas voluntárias. A iniciativa despertou tanto interesse que o sistema informático da empresa chegou a ficar temporariamente indisponível, levando o fabricante automóvel alemão a encerrar antecipadamente as inscrições.
O objetivo passa por reduzir os custos de funcionamento e eliminar cerca de 8.000 postos de trabalho até ao final de 2027. Segundo o Observador, a BMW decidiu oferecer indemnizações superiores às praticadas por outros fabricantes automóveis, procurando incentivar os funcionários a aceitar a saída da empresa. Contudo, os valores mais elevados dizem respeito a situações individuais e não representam uma compensação garantida a todos os trabalhadores.
As condições apresentadas pela BMW variam consoante o perfil de cada funcionário, sendo considerados fatores como a remuneração, a idade e os anos de serviço. O jornal alemão Handelsblatt teve acesso a informações sobre o programa e identificou casos em que as propostas ultrapassaram os 650.000 euros, embora a empresa não tenha confirmado publicamente os montantes individuais.
Os valores colocam algumas destas compensações acima das oferecidas por outros fabricantes alemães. A Volkswagen chegou a apresentar indemnizações próximas dos 400.000 euros em programas anteriores, enquanto a Mercedes disponibilizou propostas na ordem dos 500.000 euros para determinados trabalhadores. No entanto, estes montantes também estavam associados a condições específicas, não correspondendo a valores uniformes para todos os funcionários.
Além das indemnizações, a BMW criou um incentivo financeiro denominado “Turbo Bónus”, destinado aos trabalhadores que aceitem antecipar a saída. Segundo o Handelsblatt, o programa estabelece duas datas de cessação dos contratos: 31 de março e 31 de outubro de 2027. Os funcionários abrangidos pela primeira modalidade podem receber uma compensação adicional.
A empresa prevê ainda condições específicas para trabalhadores mais velhos, incluindo benefícios associados à aquisição de automóveis da marca. Porém, o programa funciona através de acordos voluntários, o que significa que não basta um funcionário manifestar interesse em abandonar a empresa. Tanto o trabalhador como a BMW têm de concordar com a cessação do contrato.
Quando o programa ficou disponível, a 8 de outubro, dezenas de milhares de funcionários receberam informações sobre a possibilidade de consultar as respetivas propostas. O número de acessos simultâneos ao portal interno foi tão elevado que o sistema ficou temporariamente indisponível, impedindo vários trabalhadores de conhecer imediatamente os valores que poderiam receber.
Entretanto, a BMW confirmou, a 20 de outubro, que tinha atingido antecipadamente o objetivo de adesões e encerrado as inscrições. Milhares de funcionários manifestaram interesse em sair, mas nem todos deverão conseguir celebrar um acordo. A empresa pretende concluir a análise das candidaturas até meados de novembro, embora algumas saídas só venham a concretizar-se durante 2027.
A redução do número de trabalhadores integra uma estratégia destinada a melhorar os resultados financeiros da fabricante alemã. A empresa pretende aumentar a rentabilidade das suas operações e, segundo as informações divulgadas, estima conseguir poupanças anuais de aproximadamente mil milhões de euros a partir de 2028, através da reorganização da sua estrutura.
O plano está associado à liderança de Milan Nedeljkovic, que assumiu a presidência executiva da BMW em maio de 2026. A redução de pessoal deverá afetar sobretudo áreas administrativas, de desenvolvimento e de gestão, não abrangendo diretamente os trabalhadores da produção no programa alemão de saídas voluntárias. A fabricante pretende ainda diminuir o número de cargos de chefia, numa reorganização que deverá prolongar-se até ao final do próximo ano.
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Uma embarcação de alta velocidade, equipada com quatro motores de 300 cavalos, foi intercetada pelas autoridades portuguesas e espanholas no rio Guadiana, numa operação que terminou com a apreensão de mais de cinco toneladas de haxixe. Os ocupantes conseguiram fugir depois de encalharem a lancha numa das margens do rio.
A operação decorreu na quarta-feira, 21 de outubro, e envolveu militares da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF) da Guarda Nacional Republicana (GNR) e elementos da Guarda Civil espanhola.
Segundo o Jornal de Notícias (JN), a embarcação, com cerca de 12 metros de comprimento, foi inicialmente detetada pelas autoridades espanholas quando entrava na barra do Guadiana, em águas de Espanha.
Perante a situação, a Guarda Civil solicitou a colaboração da GNR, tendo sido mobilizados militares do Destacamento de Controlo Costeiro de Olhão para apoiar a tentativa de interceção.
Ao aperceberem-se da presença das autoridades, os ocupantes da embarcação iniciaram uma fuga pelo rio Guadiana, procurando escapar à operação policial.
A tentativa terminou quando a lancha acabou por encalhar na margem espanhola. Os suspeitos abandonaram imediatamente a embarcação e fugiram a pé em direção ao interior de Espanha.
Apesar das buscas realizadas pelas autoridades dos dois países, não existe, até ao momento, indicação de que tenham sido efetuadas detenções relacionadas com esta operação.
Na sequência da intervenção, as autoridades conseguiram recuperar 127 fardos de haxixe, correspondentes a mais de cinco toneladas de produto estupefaciente.
Parte da droga tinha sido lançada à água durante a fuga, obrigando os militares a realizar buscas ao longo das margens do Guadiana para localizar e recuperar os fardos.
Além do haxixe, foram apreendidos 15 jerricans de combustível e a embarcação utilizada no transporte da droga.
A lancha estava equipada com quatro motores de 300 cavalos, o que representa uma potência conjunta de 1.200 cavalos.
A operação contou também com a utilização de drones, que permitiram apoiar as buscas realizadas ao longo do rio Guadiana.
Estes equipamentos foram utilizados para tentar localizar os fardos de droga que tinham sido lançados à água, bem como os suspeitos que fugiram após o encalhe da embarcação.
A intervenção conjunta da GNR e da Guarda Civil permitiu retirar de circulação mais de cinco toneladas de haxixe, numa operação realizada numa zona de fronteira entre Portugal e Espanha.
Até à divulgação das informações, não tinham sido comunicadas detenções, desconhecendo-se o paradeiro dos ocupantes da lancha.
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