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Homem britânico vende caça da Segunda Guerra Mundial que guardou na própria garagem por mais de 20 anos

Um homem britânico vendeu um avião de caça da Segunda Guerra Mundial por R$ 120 mil após manter o veículo aéreo na própria garagem por mais de 20 anos.

Segundo a casa de leilões Dominic Winter, que vendeu o caça, Peter Arnold construiu uma carreira de sucesso na engenharia automotiva. Em março de 1973, ele resgatou as fuselagens dos Supermarine Seafire e Spitfire, modelos de caça lendários do Reino Unido, de um ferro-velho na cidade de Warrington.

Na época, ele era conhecido como “Sr. Spitfire” por entusiastas, colecionadores de aeronaves e escritores, devido ao seu conhecimento inigualável dos melhores aviões da Supermarine. Ao longo dos anos, seu compromisso em documentar os Spitfires sobreviventes em todo o mundo o levou a registrar cerca de 365 fuselagens de Spitfire e Seafire ainda existentes.

O modelo que ficou guardado na garagem era o Spitfire PK519. Peter gostava de exibi-lo para todos que o visitavam, em um artigo publicado na revista Aeroplane em agosto de 2003, ele comentou: “Eu simplesmente gosto de tê-lo aqui.”

A coleção completa de Peter Arnold foi vendida no começo do mês, no dia 8 de outubro.

“Toca do Lobo”: Como era o esconderijo de Hitler na Segunda Guerra Mundial

 

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Mértola diz “Obrigado” depois de três dias inesquecíveis na Feira da Caça

A XVII Feira da Caça de Mértola chegou ao fim depois de três dias marcados por uma extraordinária adesão de público, pela dinâmica dos seus expositores e por um ambiente de celebração que voltou a confirmar a importância deste evento para Mértola e para toda a região.

“Mais do que fazer um balanço, o Município de Mértola quer, neste momento, dizer uma palavra simples, mas profundamente sentida: obrigado.

Obrigado aos muitos milhares de visitantes que, ao longo dos três dias, escolheram Mértola, percorreram o recinto, participaram nas diferentes iniciativas e ajudaram a criar o ambiente único que se viveu nesta edição.

Obrigado aos expositores, que aceitaram, uma vez mais, fazer parte deste evento e que, com a qualidade, diversidade e autenticidade da sua presença, são uma peça fundamental na identidade e no crescimento da Feira da Caça.

Obrigado a todos os parceiros, associações, clubes, entidades, instituições, patrocinadores e colaboradores que acreditaram no evento e contribuíram, de diferentes formas, para a concretização de mais uma edição”, lê-se em nota de imprensa.

“Uma palavra de especial reconhecimento é também devida a todos os trabalhadores do Município de Mértola e às muitas equipas envolvidas na organização. Nos dias da Feira, mas também durante muitas semanas de preparação, foram muitas as pessoas que trabalharam para que tudo estivesse pronto para receber quem nos visitou. Da montagem à logística, da limpeza à segurança, da programação à comunicação, do apoio técnico ao acolhimento e a tantas outras tarefas, visíveis e menos visíveis, houve um enorme esforço coletivo.

A todos os que estiveram nos bastidores e que tantas vezes não aparecem nas fotografias, mas cujo trabalho é indispensável para que um evento desta dimensão aconteça, fica também o nosso profundo agradecimento”.

O sucesso da Feira da Caça não é apenas da organização. É de todos

“É de quem trabalha, de quem participa, de quem expõe, de quem atua, de quem colabora, de quem apoia e, naturalmente, de quem nos visita e escolhe Mértola para viver estes dias connosco”, afirma o executivo municipal em relação ao evento.

A XVII Feira da Caça termina, assim, com um sentimento de enorme satisfação, mas sobretudo de gratidão. O reconhecimento expresso pelo Presidente da Câmara Municipal de Mértola, Mário Tomé, pelos expositores, pela comunicação social e, acima de tudo, pelos milhares de pessoas que passaram pelo evento é o melhor testemunho do trabalho realizado e do caminho que tem vindo a ser construído.

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Ossos de mamute sugerem possível caça humana há 32.000 anos na Alemanha

Uma equipa de arqueólogos descobriu grandes concentrações de ossos de mamute no sítio arqueológico de de Breitenbach-Schneidemühle, no sul da Saxónia-Anhalt, no leste da Alemanha. É a primeira vez desde 1927 que são identificadas concentrações deste tipo no local, um antigo acampamento ao ar livre da cultura aurignaciana. Com uma área de cerca de 10 mil metros quadrados, Breitenbach-Schneidemühle é considerado o maior sítio arqueológico ao ar livre conhecido da cultura aurignaciana na Eurásia ocidental. Esta cultura desenvolveu-se há aproximadamente 42.000 a 32.000 anos, durante as primeiras fases da expansão dos humanos modernos pela Europa. Como muitos dos sítios arqueológicos

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Governo lança apoios para controlo de javalis

Apoios destinam-se às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça, até ao limite de 2.000 euros por zona de caça, afim de reduzir os prejuízos agrícolas e florestais, os acidentes rodoviários.

© PAULO NOVAIS/LUSA

O programa "Controlo de Densidades Excessivas de Javali em Áreas Críticas" pode terminar antecipadamente se as verbas forem esgotadas
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