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Vitória-Braga na Taça de Portugal

O Vitória SC vai receber o SC Braga nos 16 avos da Taça de Portugal, acabou de ditar o sorteio.

O dérbi do Minho foi a primeira partida a ser sorteada.

O Gil Vicente vai receber o Olhanense, único representante dos distritais.

O Vianense, da Liga 3, vai receber o Rio Ave, da I Liga.

Os jogos dos 16 avos de final vão ser disputados no fim de semana de 21 e 22 de novembro.

Jogos dos 16 avos

Vitória SC – SC Braga

Torreense – Benfica

FC Porto – Paredes

Sporting – União da Serra

Atlético – Casa Pia

Gil Vicente – Olhanense

Vianense – Rio Ave

Farense – Fátima

Mafra – Arouca

Vitória de Sernache –  Lusitânia de Lourosa 

União de Leiria – Leça

Marítimo – Chaves

Sanjoanense – Académica de Coimbra

Estoril Praia – Felgueiras

AVS – Tondela

Estrela da Amadora – Portimonense

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Tiago Margarido: “A maior diferença para outros jogos teve a ver com a eficácia”

Declarações após o jogo Vitória SC–Marítimo (5-0), da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães:

– Tiago Margarido (treinador do Vitória SC): “A maior diferença para outros jogos, tirando o do Moreirense (1-1), teve a ver com a eficácia. Noutros jogos, tivemos um futebol ofensivo envolvente, mas não conseguimos faturar. Hoje, conseguimos.  

Queria dar uma palavra aos adeptos, que nos ajudaram muito. Estiveram connosco desde o primeiro minuto. Mereciam muito esta vitória. Sentíamos que a equipa estava a jogar bem. Hoje, conseguimos materializar o que fizemos. Acredito que seja um ‘ponto de viragem’ para o resto da época.

[Uma vitória assim folgada] mostra que o nosso caminho está a ser bem feito. Tivemos jogos em que, a nível exibicional, criámos muito, mas não ganhámos. Nas últimas três semanas, trabalhámos muito contra ‘bloco baixo’. As equipas vêm ao D. Afonso Henriques jogar em ‘bloco baixo’. A equipa está agora mais preparada para jogar a esse nível.

É uma das especialidades do Jakupovic. É muito forte nos livres diretos [que valeu o primeiro golo]. As bolas paradas são extremamente importantes no futebol atual. A equipa não estava a ser eficaz a esse nível. Hoje, conseguimos ser eficazes nesse capítulo. O Alanzinho é um jogador com uma batida diferenciada nesse aspeto. Temos de melhorar o índice de aproveitamento nos cantos. Espero que seja ‘ponto de partida’ para marcarmos mais nesse capítulo do jogo.

O Lucas [Furtado], desde que chegou ao Vitória, está num processo de crescimento e de evolução. Recuperou de uma lesão complicada. Só está a trabalhar a 100% nem há dois meses. Tem evoluído bastante. É um jogador humilde, que gosta de aprender. O trabalho foi recompensado no campeonato. Deu ‘segurança’ à equipa, assim como o Oli [Zych] dava. A luta pela baliza está ao ‘rubro’. Mantivemos a baliza a ‘zeros’”.

– Mitchell van der Gaag (treinador do Marítimo): “Até agora, tínhamos deixado sempre uma boa imagem no campeonato. Hoje, foi o momento em que senti que, depois do segundo golo, desistimos como equipa. No nosso caso, nunca pode acontecer. A jogar contra um Vitória em casa, na superação, em dificuldades [no campeonato], desistimos. Nunca fizemos isso durante a época. Isso é o pior do jogo. É muito claro que temos de melhorar em muitos aspetos.

Na próxima terça-feira, temos mais um jogo contra o Sporting, para a Taça da Liga. O que mostrámos hoje não é o Marítimo. Ao longo das épocas, isto acontece. Vamos continuar a trabalhar.

Temos oito pontos. Estamos numa fase difícil. Entrámos muito bem no campeonato. Algumas equipas pensaram que, se calhar, seria fácil jogar contra o Marítimo, mas temos mostrado valor. Infelizmente, hoje sofremos uma derrota pesada. Contra o FC Porto, falaram muito bem de nós e parece que somámos uma vitória ‘moral’ (derrota por 2-1), mas perdemos três pontos. Hoje, também perdemos três pontos. Ninguém vai ter um campeonato fácil”.

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Vitória regressa aos triunfos com goleada por 5-0

O Vitória SC interrompeu hoje a série de cinco jogos consecutivos sem triunfos na I Liga de futebol, ao golear o Marítimo (5-0), equipa num ciclo de sete jogos sem vencer, na abertura da nona jornada.

Dominadora na maior parte do encontro, embora nem sempre esclarecida na manobra ofensiva, a formação vimaranense também aproveitou os erros clamorosos ‘verde-rubros’ na defesa para alcançar um resultado folgado, construído com golos de Jakupovic, aos 38 e aos 76 minutos, de Paulo Henrique, na própria baliza, aos 48, de Oumar Camara, aos 60, e de Yeimar Mosquera, aos 90.

Dois meses depois da primeira vitória no campeonato, frente à outra equipa madeirense, o Nacional (1-0), a equipa treinada por Tiago Margarido ascendeu provisoriamente ao 11.º lugar, com oito pontos, os mesmos dos insulares, no 13.º posto, que continuam incapazes de dar sequência à boa entrada na prova, com dois triunfos em agosto.

O remate de Maxime Domínguez por cima, no primeiro lance do jogo, aos 15 segundos, ‘assustou’ a equipa minhota, mas não a impediu de assumir por completo a iniciativa atacante ao longo da primeira parte, embora com ‘produção’ condizente apenas no derradeiro quarto de hora.

Após 30 minutos a circular a bola em torno do recuado e compacto bloco ‘verde-rubro’, sem descortinar quaisquer espaços para alvejar a baliza de Fran Vieites, a equipa treinada por Tiago Margarido quase marcou aos 32, num cabeceamento de Borevkovic travado por Tomás Tavares em cima da linha de baliza, antes de Jakupovic rematar por cima, aos 34, num ‘ensaio’ para o golo.

Num livre junto à linha da grande área, Samu simulou e o ponta de lança austríaco, de 28 anos, colocou a bola entre a barreira e o poste direito, num remate rasteiro e forte que valeu ao ex-Osijek, da Croácia, o primeiro golo no principal campeonato luso.

Em desvantagem, a formação madeirense alongou-se de imediato no terreno, com Igor Julião a rematar cruzado, de longe, para defesa apertada de Lucas Furtado, guarda-redes brasileiro de 21 anos que se estreou a titular pelos vitorianos num jogo da I Liga.

A reação maritimista ‘tropeçou’, porém, num corte ‘desastrado’ de Paulo Henrique, após passe de Oumar Camara a tentar desmarcar Gustavo Silva, que enganou Fran Vieites e levou a bola vagarosamente para o fundo das redes, a abrir a segunda parte.

Após rematar para defesa de Fran Vieites, num lance em que Gustavo Silva e Jakupovic se atrapalharam na recarga francês, o extremo francês Camara, de 19 anos, estreou-se a marcar no presente campeonato, num remate ‘fulminante’ à segunda tentativa, após uma primeira interceção.

Penalizada por um quarto de hora de desnorte, a equipa treinada por Mitchell van der Gaag recompôs-se, ‘inverteu’ o sentido do jogo e acercou-se da área contrária, acertando na trave, num remate de Martín Tejón, aos 65 minutos, mas voltou a cometer um ‘erro crasso’ na retaguarda.

Gábor Szalai perdeu a bola junto ao meio-campo, o que permitiu a Jakupovic seguir isolado para a área, após passe de Samu, e posicionar-se com calma para ‘bisar’, antes do recém-entrado Yeimar Mosquera cabecear para ‘selar’ o resultado, num canto batido por outro jogador saído do banco, Alanzinho.

Ficha de jogo

Jogo no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães.

Vitória SC – Marítimo, 5-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcadores

1-0, Jakupovic, 38 minutos.

2-0, Paulo Henrique, 48 (própria baliza).

3-0, Oumar Camara, 60.

4-0, Jakupovic, 76.

5-0, Yeimar Mosquera, 90.

Equipas

– Vitória SC: Lucas Furtado, Tony Strata, Borevkovic, Sidibé (Yeimar Mosquera, 78), João Mendes, Beni Mukendi, Gonçalo Nogueira (Doucet, 66), Samu (Alanzinho, 78), Gustavo Silva (Victor Andersson, 66), Oumar Camara e Jakupovic (Alioune Ndoye, 78).

(Suplentes: Oliwier Zych, Miguel Maga, Óscar Rivas, Mosquera, Mohammed Kebdani, Doucet, Mitrovic, Alanzinho, Victor Andersson, Miguel Nogueira, Patrick Ouotro e Alioune Ndoye).

Treinador: Tiago Margarido.

– Marítimo: Fran Vieites, Igor Julião, Gábor Szalai, Romain Correia, Paulo Henrique, Rodrigo Andrade, Raphael Guzzo (Ibrahim Alani, 69), Tomás Tavares (Simo Bouzaidi, 46), Maxime Domínguez (Nilton Varela, 69), Martín Tejón (Mons Bassouamina, 80) e Adrián Butzke (Maurice Boakye, 86).

(Suplentes: Alfonso Pastor, Gonçalo Tabuaço, Rafael Fernandes, Nathanael Ogbeta, Nilton Varela, Ibrahim Alani, Israel Ayuma, Samuel Bamba, Bryan Ekango, Simo Bouzaidi, Mons Bassouamina e Maurice Boakye).

Treinador: Mitchell van der Gaag.

Árbitro: Diogo Rosa (Associação de Futebol de Beja).

Ação disciplinar: cartão amarelo para Gustavo Silva (12), Gonçalo Nogueira (17), Borevkovic (22), Raphael Guzzo (36), Tomás Tavares (36), Rodrigo Andrade (62) e Samu (63).

Assistência: 13.828 espetadores.

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De Laurentiis può vendere il Napoli, ma non a Matt Rizzetta: “Magari a un napoletano”. Il piano del patron partenopeo

Con gli occhiali da sole e il viso sornione quella di Aurelio De Laurentiis è una “poker face” eccellente. In ventidue anni alla guida della Società Sportiva Calcio Napoli se c’è stato qualcosa di pressoché impossibile da portare a casa con lui è stata l’interpretazione esatta delle sue mosse. Che bluffi o faccia sul serio, o che nel suo fare sul serio ci sia un po’ di bluff e viceversa non è (quasi) mai possibile capirlo. E il patron azzurro usa questa capacità a suo piacimento, naturalmente. Il tavolo che lo vede protagonista negli ultimi giorni è quello della eventuale vendita del Napoli. Ventidue anni ininterrotti di regno, aveva 55 anni quando rilevò la società dal fallimento e oggi ne ha 77: in mezzo ci ha messo due promozioni, una dalla C alla B e una dalla Cadetteria alla A, due Scudetti, tre Coppe Italia, due Supercoppe italiane la presenza stabile del Napoli nelle coppe europee e tanti campioni portati in azzurro.

È giunta l’ora del cambio di mano? Chissà, Aurelio come sempre porta tutti sulle giostre con le sue dichiarazioni, da un lato dice che il Napoli “È incedibile”, dall’altro però che “… se poi arrivasse qualcuno in grado di ripagare 25 anni di sacrifici…”. Da un lato racconta di aver rifiutato “un’offerta degli arabi da tre miliardi e mezzo di euro” dall’altro che “se qualcuno avesse voglia di sostituirmi nell’arco di due, tre, cinque anni, chissà”. Qualcuno. Chi? Rumors nemmeno troppo celati (anzi, proprio per nulla) hanno portato a Matt Rizzetta, imprenditore italo americano poco più che quarantenne, attraverso investitori e fondi come North Sixth Group e Underdog Global Partners. Rizzetta ha già investito nello sport italiano: nel Campobasso calcio, preso in Eccellenza e oggi stabilmente in C e soprattutto nel Napoli Basket che oggi sta facendo benissimo in Italia e in Europa.

Rumors per nulla celati perché da un lato Rizzetta ha più volte confessato pubblicamente (e spesso negli ultimi giorni) il sogno di rilevare il Napoli per creare una polisportiva, dichiarandosi pronto: “Io ci sono, sarei onorato di portare avanti l’eredità di quello che ha costruito De Laurentiis con il club. Farei di tutto e anche di più per non deludere la piazza” e dall’altro c’è Aurelio che lo invita al Maradona per Napoli–Bodo Glimt e racconta di essere stato già suo ospite negli Stati Uniti per una partita di basket, e pure di una trattativa cominciata con una due diligence e conclusa in una proposta da 2,2 miliardi di euro, rifiutata perché “Mi sarei dovuto fare gradualmente da parte”. Già, e pare un po’ un unicum che un presidente riservatissimo (sul fronte affari) come De Laurentiis riveli così tanto di un potenziale acquirente. E infatti eccolo offrire a tutti un nuovo giro di giostra quando dice che sì, forse potrebbe vendere “ma magari ad un napoletano e non ad un americano”. E giù a inseguire il nuovo giro di giostra: trova il prossimo presidente napoletano.

Sarà Diego Aponte? Figlio di Gianluigi e patron di Msc, partner commerciale del Napoli da tempo e main sponsor azzurro dal 2023. I rumors parlano anche di un impegno di Msc nella costruzione del nuovo stadio che Adl vorrebbe per il Napoli. E a proposito: il no agli americani era stato motivato en passant non solo con l’indisponibilità al pensionamento, ma pure con la questione stadio: “Rizzetta – aveva dichiarato Adl a Radio Kiss Kiss Napoli – si sarebbe fatto andar bene il Maradona”. E no, il Maradona, che sarà rinnovato con 200 milioni di euro in ottica Europei 2032 (fondi di Regione attraverso il Cipess e Comune) non va bene a De Laurentiis che invece insiste su un nuovo stadio. Dove? L’area individuata è quella dell’ex raffineria Q8 a San Giovanni a Teduccio, Napoli Est, che dovrebbe essere oggetto di un profondo restyling, dove c’è già una stazione ferroviaria nelle vicinanze. Dovrebbe arrivare nelle prossime settimane una valutazione del prezzo dei terreni: non una prima pietra (come quella posta un anno fa per l’eventuale nuovo centro sportivo che però ancora non c’è) ma un elemento concreto.

Un elemento concreto anche nella valutazione di quel Napoli che Adl prese per 32 milioni di euro quando non esisteva più e che oggi ha trasformato in una realtà calcistica europea in grado di vincere coi conti in ordine. Quanto valgono oggi, ventidue anni dopo, quei 32 milioni? Difficile dirlo. Per gli analisti indipendenti una cifra che va dagli 800 milioni al miliardo, per Adl almeno due… e al tavolo, di poker come quello delle trattative, siede lui. Se vuole.

L'articolo De Laurentiis può vendere il Napoli, ma non a Matt Rizzetta: “Magari a un napoletano”. Il piano del patron partenopeo proviene da Il Fatto Quotidiano.

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‘They should pay more than the poor’: The battle to make California’s richest give up 5% of their fortunes

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© CHRIS TORRES (EFE)

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