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Aluna suspensa por insultar professores no Whatsapp pode ser indemnizada

Stickers e comentários depreciativos saíram do Whatsapp e acabaram nas mãos da direção do Colégio de Braga. Pai queixou-se de violação de privacidade e tribunal deu-lhe razão. Uma estudante foi suspensa durante 12 dias por ter feito comentários depreciativos sobre professores e colegas num grupo privado da rede social WhatsApp.  O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) deu razão à aluna, que frequenta o 11.º ano, mas a decisão dividiu os juízes. E o colégio de Braga pode vir a ter de pagar uma indemnização à antiga aluna. O STJ considerou que as mensagens, apesar do seu conteúdo ofensivo, estavam protegidas

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“Il mio profilo WhatsApp è bloccato. Con tantissimi clienti lo utilizzo per comunicare, non poterlo più fare sarebbe un grande problema”: ecco cosa è successo a un imprenditore modenese

Essere bloccato da WhatsApp può avere oggigiorno importanti ripercussioni anche sul fronte lavorativo. È questo quello che denuncia Gian Paolo Crasta, manager modenese da anni ai vertici del settore dei macchinari per imballaggio e gestione attrezzature, che al rientro da una trasferta negli Stati Uniti ha scoperto che il suo profilo Whatsapp era stato bloccato.

Peccato, però, che l’app di Meta sia un canale di lavoro fondamentale per Crasta, che ha così dovuto fronteggiare una situazione non affatto semplice. “Io ho lo stesso numero da decenni e con tantissimi clienti utilizzo WhatsApp per comunicare con loro. Non poterlo più fare sarebbe un grande problema, per l’attività in Italia come all’estero” ha spiegato al Corriere della Sera.

Il blocco del suo profilo è avvenuto senza nessun particolare preavviso. “Il sistema funzionava normalmente, sono spesso all’estero e uso molte connessioni. Mi ero collegato al wi-fi pubblico, ho ricevuto dei messaggi di spam da numeri americani che ho rimosso. Non ho fatto nulla di diverso” ha spiegato Crasta.

Il manger, dunque, non riesce a spiegarsi perchè è stato bloccato: “Non so per quale motivo io possa essere stato bloccato, non riesco a capire se ho fatto qualcosa di sbagliato, tutte le richieste non danno esito e io non so dove sia il problema, né come poterlo risolvere“.

L'articolo “Il mio profilo WhatsApp è bloccato. Con tantissimi clienti lo utilizzo per comunicare, non poterlo più fare sarebbe un grande problema”: ecco cosa è successo a un imprenditore modenese proviene da Il Fatto Quotidiano.

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U.S. Court Fines Meta $25 Billion for Deceiving Users on Data Protection

Photo: EFE.

A U.S. court ordered Meta, the owner of Facebook, Instagram and WhatsApp, to pay $25 billion for deceiving the public about how it protects personal data, in a case tied to the Cambridge Analytica scandal.


Judge Francis Mathew set the fine on Wednesday after a jury determined that Facebook made misleading promises about who could access user data and how that information was protected, according to the ruling. The jury found 26 statements by Meta made between 2010 and 2021 to be misleading, including some by CEO Mark Zuckerberg and then-chief operating officer Sheryl Sandberg.

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In his ruling, Mathew wrote that Facebook’s misconduct, developed over years and systematically disseminated to the public, went to the core of its business practices. According to the ruling, the company maintained those promises despite internal warnings that it could not fulfill them, and allowed certain business partners to retain access to data it had announced it would stop sharing in order to avoid losing revenue. The judge concluded that the messages sought to build trust and attract users, whose data are essential to the company’s personalized advertising business.

The case is deeply tied to Cambridge Analytica, a British consulting firm that worked for Donald Trump’s 2016 presidential campaign and obtained data from millions of Facebook users without consent to promote political advertising, according to a statement from the New Mexico Department of Justice. Revelations about the firm, made public in 2018, affected up to 87 million profiles and sparked an international scandal over the use of personal information by social networks and their role in electoral campaigns. The trial also examined what Facebook said publicly about its efforts to combat disinformation and hate speech.

#UnitedStates | Meta's global affairs chief Joel Kaplan is set to leave after more than 15 years, amid allegations of political bias on the company's platforms ahead of Brazil's presidential runoff.
Meta denies the allegations.#Meta #BrazilElections #ElectionIntegrity… pic.twitter.com/d4fnlFLEmH

— teleSUR English (@telesurenglish) October 22, 2026

Although the judge initially calculated a fine of more than $219 billion, he ultimately reduced the amount to $25 billion, which will accrue annual interest of 15% until effective payment. The money will go to New Mexico’s education system, although the attorney general warned that an appeal by Meta could delay the availability of the funds.

New Mexico Attorney General Raúl Torrez presented the decision as one of the largest financial penalties against a company in U.S. history.

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Meta tem 24h para comprovar tratamento igualitário a Lula e Flávio

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta comprove que suas plataformas digitais oferecem tratamento igualitário às campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. A determinação foi feita pelo ministro Marco Aurélio Bellizze nesta segunda-feira (19), após o magistrado considerar insuficientes as explicações apresentadas pela empresa.

A Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, poderá ter a multa diária elevada de R$ 500 mil para R$ 1 milhão caso não cumpra o novo prazo. Segundo Bellizze, a empresa não demonstrou satisfatoriamente que adotou as medidas exigidas pela Justiça Eleitoral para impedir favorecimento ou prejuízo artificial a qualquer uma das candidaturas.

Na decisão, o ministro criticou a tentativa da companhia de estabelecer prazos próprios para responder às determinações judiciais, além da apresentação de relatórios em inglês e documentos que, segundo ele, não esclareciam adequadamente as providências adotadas.

“Incumbe às partes cumprir com exatidão as decisões judiciais, e não criar embaraços à sua efetivação”, escreveu Bellizze.

A cobrança ocorre depois que o plenário do TSE confirmou, na sexta-feira (16), a decisão que obriga a Meta a assegurar condições equivalentes às duas campanhas em seus sistemas de distribuição de conteúdo, recomendação e inteligência artificial.

Denúncia partiu da campanha de Lula

O caso chegou ao tribunal após a campanha de Lula denunciar supostas restrições à circulação de publicações relacionadas ao presidente nas plataformas da Meta. Os advogados do petista alegaram que os conteúdos da candidatura alcançavam menos usuários, enquanto o perfil de Flávio Bolsonaro aparecia em recomendações automáticas.

Outro ponto questionado foi o comportamento da Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp. Segundo a representação apresentada pela campanha de Lula, o sistema se recusava a produzir materiais eleitorais favoráveis ao presidente, mas atendia a solicitações semelhantes envolvendo o senador.

Mensagens internas da empresa obtidas pela Folha de S.Paulo também apontaram problemas que teriam prejudicado contas ligadas a Lula. Os registros mencionam restrições ao impulsionamento de publicações e a recomendação algorítmica do perfil de Flávio.

A Meta atribuiu os episódios a falhas técnicas e negou que tenha favorecido deliberadamente um dos candidatos. Em manifestação divulgada anteriormente, a empresa afirmou que os problemas não se restringiam ao Brasil e faziam parte de dificuldades técnicas de alcance global.

O que a decisão proíbe

A determinação do TSE impede que a Meta reduza artificialmente o alcance de conteúdos político-eleitorais relacionados a Lula ou Flávio. A proibição inclui alterações na distribuição das publicações, retirada de recomendações, restrições aos resultados de busca e mudanças de métricas que possam prejudicar uma das candidaturas.

A empresa também deverá aplicar critérios equivalentes às duas campanhas em suas ferramentas de inteligência artificial. A ordem busca impedir que os sistemas ofereçam respostas diferentes a solicitações semelhantes em razão do candidato envolvido.

O ministro ressaltou que a apresentação de informações sobre a ausência de comportamento inautêntico coordenado não substitui a obrigação de demonstrar quais medidas foram efetivamente adotadas para cumprir a decisão judicial.

Estudos apontam anúncios eleitorais irregulares

A discussão sobre a atuação das plataformas digitais ocorre em meio a outras denúncias envolvendo publicidade política na internet.

Um estudo da organização britânica Eko, divulgado em setembro, apontou que a Meta aceitou anúncios políticos direcionados ao público brasileiro, pagos por uma conta sediada nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, as peças utilizavam inteligência artificial sem a identificação exigida e apresentavam informações eleitorais falsas.

Outro levantamento, realizado pelo NetLab, laboratório de estudos de internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou anúncios políticos considerados irregulares no país e financiados a partir do exterior.

A decisão do TSE não representa, por si só, uma conclusão definitiva de que a Meta tenha interferido deliberadamente na eleição em favor de Flávio Bolsonaro. A empresa nega favorecimento, e o tribunal exige que ela demonstre o cumprimento das regras de igualdade entre as candidaturas.

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