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Béisbol cubano: Santiago sin compañía en la cima oriental

La Habana, 26 oct (Prensa Latina) Santiago de Cuba noqueó hoy 10-0 a Granma y aprovechó la derrota de Las Tunas para recuperar el liderato en solitario de la Zona Oriental de la Serie Nacional de Béisbol.

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Passageira indemnizada em 6.000 euros após travagem brusca de autocarro em Viana do Castelo

O Tribunal da Relação de Guimarães  manteve a decisão do Tribunal de Viana do Castelo que obrigou uma seguradora a pagar seis mil euros a uma mulher que ficou ferida por ter embatido num varão do autocarro de passageiros, devido a uma travagem repentina.

E a vítima vai ainda receber juros e 337,49 euros a título de despesas suportadas na sequência deste acidente.

Na ação, a vítima alegou, no essencial, que seguia como ocupante de um veículo pesado de passageiros e, sem que nada o fizesse prever, o condutor deste efetuou uma travagem brusca, passando de imediato da velocidade aproximada de 60km/70km para a posição de parado.

Na sequência dessa travagem, alega que embateu no ferro de suporte existente na frente do banco onde ia sentada, com a cabeça, membros superiores e inferiores e zona torácica, tendo sido assistida pelas lesões então sofridas.

A seguradora apresentou contestação aceitando parte dos factos alegados, atribuindo a responsabilidade pela travagem brusca realizada à condutora de outro veículo, afirmando que esta realizou manobras violadoras do Código da Estrada que obrigaram à realização daquela travagem. O que esta negou, em audiência.

A seguradora interpôs recurso para a Relação, invocando, entre outras razões de Direito, as declarações de uma testemunha que diz: “Foi claro, firme e bem esclarecedor: era passageira; estava sentada na parte da frente do autocarro, mais precisamente nos bancos do lado esquerdo do corredor; não havia outra pessoa sentada à sua esquerda; observou um carro a surgir da sua esquerda proveniente de uma rua; esse carro, em vez de virar para a direita virou ao contrário, para a esquerda, e meteu-se na frente do autocarro; porque esse veículo se meteu à frente do autocarro, o motorista teve de travar para ‘não bater’ e para ‘não se espetar com o carro'”.

‘Travadela’ feriu a passageira

Os factos provados indicam que, no dia 04 de agosto de 2022, cerca das 14:25, a vítima era ocupante do veículo pesado de passageiros, e conduzido por um funcionário da firma proprietária.

A mulher apanhou o referido autocarro numa freguesia de Viana, o que fazia continuamente já que aí tem a sua residência, tendo em vista deslocar-se para a cidade, e para o efeito adquiriu previamente o respetivo bilhete.

Só que, e sem que nada o fizesse prever, o condutor efetuou uma travagem, e, devido a tal manobra, vários ocupantes do veículo deslocaram-se para a frente e embateram no ferro de suporte existente na frente do banco onde iam sentados.

Então, devido à travagem, embateu com a cabeça, membros superiores e inferiores, e zona torácica, nos ferros existentes no suporte do banco da frente do lugar onde ia sentada.

Devido às lesões sofridas, foi socorrida pelos elementos do INEM no local onde ocorreu o embate e, depois, foi transportada de ambulância para o hospital local.

Como consequência direta e necessária do embate resultaram na Autora concussão de um dente (dente 23), vários dentes abalados, trauma nos membros superiores e inferiores, vista direita com hematoma e com o vítreo solto, TCE (Traumatismo Craniano Encefálico) frontal esquerdo e traumatismo da face, parestesias (formigamento, dormência, queimação) e dor na hemiface esquerda, cervicalgia com parestesias”.

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Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia

A Embaixada da Ucrânia em Portugal entregou, na quarta-feira, a Abraão Veloso, presidente do UPE-Centro Social e Cultural Luso-Ucraniano, de Braga, o prémio internacional “Amber Heart” (Coração de Âmbar) do Ministério de Relações Exteriores da Ucrânia.

“Foi com muita surpresa e orgulho que, no dia 21 de outubro, recebi a distinção em Lisboa, das mãos de Maryna Mykhailenko, Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da Ucrânia no país, sendo o primeiro português a recebê-la. Muito obrigado!”, disse a O MINHO.

O dirigente associativo partilha a distinção com a mulher Regina, com os filhos Luísa e Pedro, com o genro Vítor e com a neta Joana que, “no dia a dia, apoiam e estimulam o trabalho desenvolvido em favor do povo ucraniano”.

E acrescentou: “Quero também partilhá-lo com os inúmeros doadores, voluntários e instituições que têm sido absolutamente impecáveis e disponíveis para dinamizar e/ou colaborar nas inúmeras ações de apoio ao povo heroico da Ucrânia”.

Esta partilha – salientou – é naturalmente extensiva a todos os membros dos corpos gerentes da associação, atuais ou passados que, com o seu empenho e dedicação, têm contribuído para este caminho de sucesso.

Além da honra que sente, Abraão Veloso vê a iniciativa ucraniana como sendo “um estímulo no apoio ao povo ucraniano e aos seus militares, traduzido no envio de ambulâncias, de um camião e de equipamento médico, bem como de medicamentos, roupa interior térmica, meias, cobertores, colchões hospitalares, e velas de aquecimento, neste caso fabricadas por voluntários da associação”

Dedicação à Ucrânia

No ato, a embaixada entregou ao presidente da UPE um documento, no qual se lê que o “Coração de Âmbar” é atribuído em reconhecimento da “dedicação excecional ao voluntariado, do altruísmo e do espírito inabalável de amor ao próximo e à pátria”.

E, prosseguindo afirma: “Esta distinção homenageia aqueles que se ergueram em defesa do bem e da justiça, não com armas, mas com o coração aberto, apoiando os militares, as pessoas deslocadas, os feridos, as crianças e todos aqueles que necessitam de ajuda em tempo de guerra”.

Associação de Braga recebe prémio internacional da Ucrânia
Foto: DR

O documento sublinha, ainda, que “simboliza o calor da alma ucraniana, a pureza das intenções e a força da nossa terra, de onde provém o âmbar – uma pedra preciosa que guarda em si a luz do sol e o espírito da nação”.

A concluir lembra que “a verdadeira força reside no coração daqueles que não ficam indiferentes, mas que, com as suas próprias mãos, contribuem para a mudança”.

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Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros ‘stresses’

O motard Leonel Ferraz, que, em abril, partiu de Braga, numa moto Harley Davidson de 1999 (a Papa Léguas), rumo ao Oriente, já está no Japão, depois de uma passagem de um mês pela Coreia do Sul, país que classifica como acolhedor e organizado. “A comida estranha-se, mas depois, entranha-se. E as pessoas são afáveis e acessíveis”, diz, satisfeito pelas vivências coreanas.

Na Rússia, onde veraneou largo tempo, e antes de embarcar para a Coreia, o aventureiro conheceu um viajante coreano que, então, o convidou para ir a sua casa, numa zona rural. “É uma casa tradicional, do século XIX, e fui recebido num ambiente humano muito caloroso, foi fantástico”, disse, salientando que era dia de homenagem da família aos seus antepassados, uma espécie de Dia de Todos os Santos em Portugal.

Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR
Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR

No país, e além de ter conhecido a capital Seul e ter percorrido as suas inúmeras montanhas, Leonel foi à zona desmilitarizada entre o Sul e o Norte – delimitada nos anos 50 do século passado após o armistício que congelou a Guerra da Coreia –, numa viagem que tem de ser organizada e acompanhada pelas autoridades locais.

Primeiro stress

Na Coreia, e quando decidiu navegar para o Japão, teve um primeiro stress, no caso relacionado com a necessidade de um documento, um certificado que se compara a um seguro: “Ganhei a simpatia do funcionário que resolveu o assunto, mas conheci um motard australiano que não conseguiu ir ao Japão por causa disso”.

A seguir, já no Japão, teve novo stress, este não burocrático. “Andei, na cidade Hiroshima Kochi, cinco horas às voltas para conseguir estacionar a moto. Acabei, em desespero, por estacioná-la numa espécie de beco e, felizmente, não fui rebocado, o que seria uma chatice dado o rigor das autoridades locais”, sublinha.

Mas, a seguir, teve um momento de felicidade lusitana: “Uma portuguesa, também ela viajante, mas em bicicleta, viu a minha moto e foi procurar-me. Ficámos amigos e ainda nos vamos reencontrar”.

Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR

Nos dias seguintes, na ilha de Takanaso, andou, deslumbrado pelas montanhas, sempre com o mar no horizonte, e num desses percursos apanhou uma estrada de terra batida, com folhas de árvore no chão, o que, com a chuva que caía, se tornou muito cansativa e perigosa: “Cheguei ao hostel todo partido e com as costas a doer”.

Em termos de ‘hostels’, assinala que a maioria são estruturas para dormir, mas acabou por encontrar uma ao estilo ocidental, com outros viajantes e onde se comia e bebia, tocando e cantando.

Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR

Sobre o espírito japonês diz que são simpáticos e eficientes, mas pouco afetivos, sobretudo fisicamente: “Tive de ir a um mecânico por causa de uns parafusos. Foi eficiente e resolveu. No fim, dei-lhe um abraço, o que o deixou incomodado e espantado. Expliquei-lhe o seu significado na cultura portuguesa. Ele entendeu e pediu para darmos outro”.

Mas, e como não há bela sem senão, enfrentou novo stress: “Estive quase duas horas parado em Kobe, com três polícias à minha volta. Já me pediram tudo e mais alguma coisa, documentos, informações e sabe-se lá mais o quê”.

Motard de Braga já está no Japão e teve os primeiros 'stresses'
Foto: DR

E acrescenta: “Quando pensava que aquilo já não podia demorar muito mais, eis que me informam que temos que esperar um polícia especializado em trânsito para continuar a inspeção à Papa Léguas. Parece que hoje a minha viagem pelo Japão teve direito a uma paragem obrigatória… e a uma inspeção policial completa”.

Não vai a Tóquio e ruma a Pequim

Superada a inspeção policial, que só parou com o envio, a partir da Coreia, do tal certificado, Leonel seguiu caminho: “Não vou a Tóquio. Aquilo é gigantesco… E, com a dificuldade de estacionar, seria um suplício. Vou continuar aqui, não sei quanto mais tempo, e depois, apanho um ‘ferry’ para a China, rumo ao frio invernal. E daí sigo para o Vietname e para a Malásia”.

Sobre a possibilidade de continuar e dar a volta ao mundo, diz que está quase fora de hipótese: “Pedi ajuda nas redes sociais e consegui dois mil euros. Agradeço, mas não chega”.

Assim, em 2027, está de regresso a Braga.

Recorde-se que o Leonel, com origens na vila de Prado, Vila Verde, vendeu a empresa de táxis que possuía em Braga e arrendou uma pequena quinta que ali possui. Até agora, atravessou a Europa, Turquia incluída, saltou para Geórgia, e atravessou a Rússia até Vladivostok.

Em 2025, fez uma viagem idêntica, mas por 54 países da Europa.

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A série de inconcebíveis que nos trouxe à crise da habitação

Felizmente já não somos o país analfabeto, pobre e isolado de há algumas décadas. Muitos jovens numa posição semelhante à minha não deixarão de ponderar emigrar. É mais fácil, mas perde Portugal. Agora, o inconcebível é pedirem-nos que nos sacrifiquemos como os nossos avós, sendo que muitos deles começaram a vida sem um par de sapatos. Nós ambicionamos mais, e foi para isso que eles lutaram.

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David Ferreira: “Um presidente da Câmara chamado António Costa vê o problema da habitação, vai para o governo, dizem-lhe para olhar para o Canadá e nada faz”

David Ferreira, antigo editor e diretor da EMI-Valentim de Carvalho, nome indissociável de várias décadas da música em Portugal, é o mais recente convidado do podcast Posto Emissor. Na 300ª edição do podcast da BLITZ, a atualidade não fica à porta: o também filho do poeta David Mourão-Ferreira abordou de forma vincada o problema da habitação: “Sou social-democrata, mas não acredito no socialismo absoluto: deu os gulags. Também não acredito neste capitalismo absoluto, o endeusar da propriedade privada. O que se passa é uma vergonha”

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El infierno en las calles

Dijeron que no habría paz en las calles y la promesa se va cumpliendo. La llama de la revolución prende fácil en esta izquierda como de celofán, aunque en realidad no se hace la revolución robando enmascarado una consola, como un panal, ni representa ninguna democracia nueva, vieja u olvidada prenderle fuego a ésta como si fuera un establo. Aunque la izquierda intente desmarcarse de los saqueos y los disturbios, los vándalos no hacen sino aprovecharse del caos que ella está provocando y promoviendo, con su reivindicación y su estética de las muchedumbres, la lucha, la fuerza bruta, la justicia o el desquite por la propia mano, esa “moral de linchamiento” que Bertrand Russell achacaba a los puritanismos. La izquierda, con sus tocas pacifistas, su plumaje de besos y su herpes del amor, pasa pronto al tumulto o la guerrilla, no porque cambie de principios sino porque sólo cambia de táctica. El pueblo es sabio hasta que te da la espalda y la democracia es aceptable hasta que no te votan ni los que van a tu tasca a vomitar sobre el serrín las bolas de pelo de las barbas de sus profetas. Entonces, recuerdan las injusticias eternas y los fetiches históricos, cae uno en que es sindicalista con camisa de leñador o profesor de un instituto con humedades arqueológicas, y salen a tomar la calle precisamente porque no es suya, que a ver si no para qué.

La izquierda admira ese fuego en el que arde la democracia, sea por su mano o por otra mano cercana o lejana pero en todo caso aliada, amiga, que aquí les vale igual Sánchez, Putin, China o Irán. La izquierda admira cómo arden, igual que un museo de cera, los ayuntamientos a vela, las tiendas todas como de jerséis y peluquines de rico, las calles mojadas de madrugada como de gasolina, las góndolas de las diosas y los caballos de los tejados, que hasta en el barroquismo o neoclasicismo de las ciudades (va por barrios) se nota el avasallamiento capitalista, que es como veneciano. No está seguro uno de qué busca la izquierda, por lo menos aquí, saliendo a la calle con cacerola, antifaz o mechero. No puede ser el poder porque ya lo tenían, o al menos tenían ministerios grandes, esponjosos y chorreantes como tartas nupciales, muy bien repartidos en el banquete. Tampoco puede ser la justicia, porque el pobre, el currante y el que vive bajo un chubasquero en un zulo abuhardillado han seguido en su continuidad y resignación históricas aun gobernando ellos, o sobre todo gobernando ellos.

La izquierda admira ese fuego en el que arden sus enemigos o sus fetiches, como una iglesia que arde, como un palco que arde, pero no se trata sólo de volver al fuego atávico y ritual, para el que, por otro lado, tampoco necesitan muchas razones. Se trata, sobre todo, de supervivencia. Cuando al personal le parece que la izquierda, o al menos cierta izquierda, allí pasando la esquina de la socialdemocracia como pasando el estanco, no sirve para nada, ni para gobernar ni para quejarse, se hace necesario inventar una utilidad fuera de los ministerios y fuera del sistema. Ahí es cuando vuelve otra vez la Revolución, o al menos el remedo de Revolución, prendiendo fuego a esa realeza de la ciudad que son las boutiques o las fuentes con estatua. Quieren que pensemos que la izquierda es útil incluso, o sobre todo, cuando no gobierna. O que, una vez encendida la llama poética y material de la Revolución, si llegan a gobernar otra vez, si vuelven a sus ministerios achampanados, sí se podrán cambiar las cosas. En democracia nunca consiguen nada y sustituyendo la democracia por sus utopías sólo consiguen ruina, miseria, crueldad y corrupción. Esta Revolución o amago de Revolución, esta purificación por el fuego y por el hierro, esta cosa un poco vikinga que tiene la izquierda, este éxtasis por la violencia propia o prestada, les sirve como reinicio del cuento. En realidad sólo quieren que les vuelvan a votar para el ayuntamiento navideño o para el escañito como un trono de casita de chocolate, que entonces se acabarán todos los fuegos.

En democracia nunca consiguen nada y sustituyendo la democracia por sus utopías sólo consiguen ruina, miseria, crueldad y corrupción"

La izquierda sólo quiere reiniciarse, que ahora está atascada como la roomba, y seguir sobreviviendo. En cuanto a los demás encapuchados, van a lo suyo: el que quiere la consola va a por la consola y el que quiere el caos va a por el caos, que es un fin en sí mismo cuando buscas la destrucción. Sánchez no sé si aún tiene la esperanza de sobrevivir (a las elecciones, a la verdad y a la Justicia), aunque alguien que lo fía todo a campañas que duran tres días, a hacer de travoltín con paquetón de calcetín, a aparecer ante el Guernica como haciendo un anuncio de Micolor, a salir en televisión intentando hacer chistes con su cara de tambor muy tensado; alguien así, decía, me parece que ya lo da todo por perdido. Pero, si hay alguna oportunidad, sabe que está en el caos. Sánchez sigue su plan, que es que arda todo para poder escaparse entre las llamas, como un terminator. La izquierda sigue su plan, que es renacer de las cenizas, las virutas y el fracaso cada cierto tiempo. Y tambíen Putin, China e Irán siguen sus planes de guerra híbrida contra Occidente. Y todos ellos se ayudan y se retroalimentan. La izquierda en el caos parece más poderosa, Europa en el caos parece ya derrotada, y la civilización en llamas les suena al paraíso a los infames y fanáticos cabreros islamistas. Hay que persistir, pues, en la civilización y en la democracia, que es lo contrario a que las ciudades ardan por culpa no sólo de encapuchados sino también de maestritos.

Por diferentes razones, con diferentes actores pero con esa sincronía que a veces presta la historia, arde Francia como una barquita, arde Italia como un telón, arde Barcelona como una fachada o una mecedorita de Gaudí, y puede arder toda España o toda Europa por ese conjuro del fanatismo o de la estupidez capaz de hacer que ardan la piedra, el agua, la libertad y hasta la verdad como si sólo ardiera un cuadro. El afán destructor de la izquierda se ha unido al afán destructor de minorías anticivilizatorias, de potencias extranjeras y hasta de Sánchez, que es el gran destructor, como un meteorito o una bestia apocalíptica. La violencia siempre ha sido el medio más directo para conseguir cualquier cosa, algunos dirían que el medio natural. La mayoría de la historia de la humanidad no es sino violencia pura más o menos organizada, y desde Homero o Plutarco hasta ahora mismo seguíamos considerando grandes hombres a ambiciosos sanguinarios. La paz es un lujo, además de la prueba de que nuestra democracia liberal es, de momento, la cumbre de la civilización. Por eso la atacan los totalitarios, los autócratas, los fanáticos, los primitivos con su fuego primitivo. También los de aquí, al menos hasta que consigan otro gobiernito de progreso y otro ministerio de mantequilla. Y ya, hasta la próxima vez que necesiten la carnaza del pueblo y el infierno en las calles.

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A francesinha de croissant de Barcelos que chamou a atenção dos Gato Fedorento

É uma proposta gastronómica atípica, criada em Barcelos e que divide os elementos do grupo humorístico Gato Fedorento. A francesinha de croissant do restaurante Ao Barrote esteve em grande destaque no último episódio do ‘podcast’ “Assim vamos ter de falar de outra maneira“, de Ricardo Araújo Pereira, Miguel Góis e José Diogo Quintela (três dos quatro integrantes dos Gato Fedorento e também criadores do programa “Isto é gozar com quem trabalha”).

No último episódio do ‘podcast’, cujo assunto foi comida, Miguel Góis mostrou-se indignado com a proposta da francesinha de croissant, tendo a concordância de Ricardo Araújo Pereira, mas a discordância de José Diogo Quintela.

“Li na internet que no restaurante Ao Barrote, em Barcelos, que eu não conheço, nunca fui, pode ser um bom restaurante, mas o problema é que eles estão a servir neste momento uma francesinha com croissant. Em vez do pão de forma, é um croissant”, nota, com humor, Miguel Góis.

E acrescenta: “Não há razão para este tipo de projetos gastronómicos, isto é a barbárie, é a carnificina do bom gosto”.

José Diogo Quintela contraria: “Não acho irregular”. E justifica: “É uma sandes bem atulhada e em vez de utilizarem pão de forma, usam brioche”.

Ricardo Araújo Pereira aproveita para brincar que Miguel Góis é um “gourmet indignado com transgressões culinárias”, enquanto José Diogo Quintela é “uma espécie de barreira do lixo humano que come a sua lavagem”.

“Achei piada. É engraçado ver algo que nasceu aqui no restaurante despertar a curiosidade de tanta gente”

Para o fundador do Ao Barrote, Tiago Sousa, “foi uma surpresa” ouvir os humoristas discorrerem sobre a sua criação. “Achei piada ouvir falarem da nossa francesinha de croissant. É engraçado ver algo que nasceu aqui no restaurante chegar a este tipo de programas e despertar a curiosidade de tanta gente”, aponta.

Tiago Sousa conta que “a ideia da francesinha de croissant surgiu da vontade de fazer algo diferente e sair um pouco do habitual”.

“A ideia foi também da minha namorada, que teve um papel importante nesta criação. Gostámos do conceito de juntar algo tão típico como a francesinha a um elemento inesperado como o croissant, e decidimos experimentar. Felizmente, tem sido uma aposta que desperta bastante curiosidade e que dá que falar”, destaca.

O responsável ficou contente com a menção no ‘podcast’ e espera que possa trazer uma maior afluência ao restaurante: “É sempre bom ver este tipo de divulgação e perceber que as pessoas ficam curiosas em experimentar. É uma boa oportunidade para dar a conhecer o nosso trabalho a quem ainda não nos conhece”.

Aberto há seis anos

O Ao Barrote abriu no dia 19 de setembro de 2020, em Barcelos. “Começámos este projeto com muita vontade de fazer as coisas à nossa maneira, apostar na qualidade e criar um espaço onde as pessoas gostassem de voltar. Pouco tempo depois, surgiu a pandemia, o que tornou o início bastante complicado, mas fomos ultrapassando as dificuldades com muito trabalho e com o apoio dos nossos clientes”, recorda Tiago Sousa.

“Desde o início, tentámos não ficar apenas pelo tradicional. Gostamos de inovar, experimentar coisas novas e surpreender quem nos visita, sem nunca perder aquilo que nos identifica. A francesinha de croissant acaba por ser um bom exemplo disso”, conclui.

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Semana começa com sol e máximas de 24 graus no Minho

A semana começa com céu limpo (após dissipada a neblina matinal) e máximas de 24 graus Celsius em Braga, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Em Viana do Castelo, a máxima hoje será de 19ºC.

Braga

Previsão do tempo para Braga nos próximos cinco dias
Hoje, 26Ter, 27Qua, 28Qui, 29Sex, 30
Tempo
Pouco nublado

Chuvisco

Pouco nublado

Nuvens altas

Nuvens altas
Máx./mín.24° 8°21° 10°22° 11°26° 8°27° 8°
Chuva0%76%0%0%0%
VentoSO, fracoS, fracoSO, fracoNE, fracoNE, fraco

Viana do Castelo

Previsão do tempo para Viana do Castelo nos próximos cinco dias
Hoje, 26Ter, 27Qua, 28Qui, 29Sex, 30
Tempo
Parc. nublado

Chuvisco

Parc. nublado

Nuvens altas

Nuvens altas
Máx./mín.19° 11°17° 12°18° 10°22° 10°24° 11°
Chuva0%80%0%0%0%
VentoE, fracoS, fracoE, fracoE, fracoE, fraco
Fonte: IPMA. Previsão atualizada a 26/10 às 08:31.

Para amanhã, o IPMA prevê alguns períodos de chuviscos durante o dia, mas até ao final da semana não há mais previsão de precipitação.

A quarta-feira será de céu pouco nublado, enquanto a quinta e sexta-feira serão marcadas por céu nublado por nuvens altas.

As mínimas vão andar entre os 8ºC e os 11ºC em Braga e entre os 10ºC e os 12ºC em Viana do Castelo.

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Rafaela Duarte: “Quando comecei a trabalhar nas redes sociais estive perto de uma anorexia. Perdi a menstruação, imenso cabelo, eu não estava bem”

Criadora de conteúdos de moda e lifestyle, referência nas redes sociais e apaixonada por comunicação, Rafaela Duarte é a convidada de Lisandra Maravilha e Liliana Pedro em mais um episódio de “Tok Tok Quem Fala?”. Numa conversa sem filtros, a jovem de 25 anos abre o coração sobre a batalha contra a anorexia, a pressão avassaladora do digital e o caminho que a levou a reencontrar a paz e a leveza

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Maria de Fátima Carioca, diretora-geral da AESE: “Líderes que gerem pessoas como se fossem só trabalho e não tivessem família, são cegos”

De que vale ter a estratégia certa se as pessoas não quiserem seguir o líder? E como se formarão as futuras gerações de líderes quando a inteligência artificial está a eliminar nas empresas as posições de entrada, usadas para formar os mais jovens? Neste episódio do podcast “O CEO é o limite”, Maria de Fátima Carioca, dean da AESE Business School fala sobre os desafios de formar os líderes do futuro e as caraterísticas que terão

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Leitura da sentença de processo envolvendo professores da UMa será repetida hoje

  Será hoje, dia 26 às 09:00 h, repetida a leitura da sentença do processo que opõe Liliana Rodrigues a Alice Mendonça e Nelson Veríssimo, professores da Universidade da Madeira. Depois de ter adiado por seis vezes a leitura da sentença, a juíza Fernanda Sequeira proferiu-a no passado dia 25 de Setembro. Mas como não […]
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Esposende: Tribunal decide a favor de 18 proprietários de terrenos na Apúlia

O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou uma sentença do Tribunal de Esposende, na qual se dá razão a 18 proprietários de terrenos na zona das Pedrinhas, confinantes com a praia naquela zona da Apúlia, reconhecendo-lhes a respetiva propriedade e negando-a ao Estado português.

O juiz de Esposende, confrontado com uma ação nesse sentido, apensou 17 outros processos idênticos que ali estavam pendentes, e decidiu a favor dos terratenentes.

O Estado fez, então, recurso de apelação para Relação, mas os juízes desembargadores rejeitaram-no, considerando que “está assente que, até 1987, todos os prédios dos autores sempre estiveram a mais de, pelo menos, 100 metros da linha de máxima preia-mar de águas vivas equinociais, existindo entre eles e a linha de preia-mar um cordão dunar primário com extensão de cerca de 60 metros e, para além deste, o extenso areal, e nunca se acharam incluídos na faixa de terreno que configura a margem das águas do mar e, consequentemente, em área do domínio público hídrico”.

O acórdão, de julho, salienta, ainda, que, “tal circunstância apenas se alterou em 1987 com a construção do esporão, que provocou a corrosão violenta e abrupta dos terrenos”.

A decisão acentua, também, que, “as parcelas privadas corroídas e agora contíguas às margens das águas do mar não se podem considerar automaticamente integradas no domínio público, porquanto apenas quando tal corrosão é lenta e sucessiva, é que se poderá validamente presumir tal integração”.

Avanço do mar não teve causas naturais

Ou seja, – dizem os juízes – “tal presunção apenas seria passível de se aplicar ao caso dos autos se o avanço do mar se devesse a causas naturais e, cumulativamente, ocorresse de forma lenta, natural e progressiva. E não, como é o caso, quando tal realidade tem origem numa ação mecânica e deliberada do próprio Estado”.

Assinalam, por isso, que, “face a esta alteração morfológica muito significativa que se verificou após a construção do esporão, terá de atender-se à realidade prévia a 1987, altura em que os prédios estavam implantados fora da faixa de 50 metros e em terreno que não tem natureza de praia”.

E concluem: “Tendo em conta o que se provou relativamente à natureza do solo onde estão construídas estas habitações – arenosos mas fixos, duros, consolidados e circundados de vegetação autóctone, situando-se numa cota superior às linhas de ondulação e do espraio das ondas – também não pode considerar-se que o solo tenha natureza de praia”.

No recurso, o Ministério Público sustentava que os prédios, de acordo com a informação geográfica disponível, estão integrados total ou parcialmente nas margens das águas do mar, ou seja, estão, ainda que parcialmente, inseridos em faixa de terreno contígua à linha que limita o leito das águas com a largura de 50 metros”.

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“Vou pegar nos meus filhos e vou para aonde, vou para a rua?”: Ana Filipa Varela, mãe de quatro filhos, relatou ameaça de despejo em Odivelas em 2025

Uma ordem de despejo, quatro filhos menores e um rendimento de cerca de mil euros. Foi este o cenário apresentado numa reportagem do programa Repórter SÁBADO, publicada em 4 de agosto de 2025, sobre Ana Filipa, em Odivelas. Na altura, a mãe enfrentava a possibilidade de perder a casa onde vivia há mais de dez anos, sem conseguir suportar os preços do arrendamento.

A preocupação com os quatro filhos

Segundo a apresentação da reportagem, a família estava na iminência de ser despejada. A dificuldade não se limitava à saída daquela habitação: encontrar outra casa compatível com os rendimentos disponíveis era o problema seguinte.

“Vou pegar nos meus filhos e vou para aonde, vou para a rua?”, questionava, sem saber onde poderia ficar com as crianças.

O rendimento de mil euros referido pela SÁBADO era apresentado como insuficiente para arrendar uma alternativa aos preços então praticados.

A resposta da autarquia

De acordo com a mesma publicação, a Câmara Municipal de Odivelas afirmava não dispor de casas para realojar aquela família e indicava que Ana Filipa teria de procurar uma habitação no mercado de arrendamento.

O relato refere-se à situação divulgada em agosto de 2025. Essa publicação não esclarece se o despejo chegou a concretizar-se ou se a família encontrou entretanto uma solução habitacional, pelo que não permite apresentar o caso como uma ameaça de despejo ainda existente em outubro de 2026.

Leia também: Gebalis contesta versão de Marta Almeida e diz que idoso tinha direito à casa em Marvila

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Viana do Castelo: Banco restitui 526 mil euros a emigrante que terá usado sem autorização

O Tribunal da Relação de Guimarães manteve a condenação de um banco, decidida pelo de Viana do Castelo, obrigando-o a restituir a um emigrante a quantia de 516.502 euros, acrescida dos juros de mora à taxa legal de 4%. E acrescentou dez mil euros àquele montante a título de indemnização por danos morais.

Na ação, Jordan S. alegou ter, em 2015, depositado 329.140 euros e mais 933.932 na sua conta bancária, afirmando que, após deduzidos os levantamentos efetuados, deveria dispor de, pelo menos, 541.502, acrescidos de juros e deduzidos os encargos bancários. Contudo, em maio de 2018, foi informado pelo banco – cujo nome o acórdão não divulga – de que os ativos indicados no extrato bancário, no valor de 561.912 euros, não existiam, desconhecendo o destino desse montante.

Alegou ainda que “não autorizou determinadas operações financeiras, incluindo o pagamento de um cheque de 500 mil euros que afirma nunca ter emitido, assinado ou levantado”. Sustentou que o Banco “utilizou os seus fundos sem autorização” e violou os deveres de proteção, lealdade e informação, tendo apresentado queixa-crime em 2018.

Banco diz que cliente sabia

Por sua vez, a entidade financeira contestou, defendendo que o Autor tinha experiência em investimentos financeiros, conhecia os riscos dos produtos subscritos e assinou a documentação correspondente. Alegou também que recebeu regularmente os extratos bancários e que, à data da providência cautelar que intentou, a conta apresentava um saldo negativo de 21.103 euros dispondo apenas de pequenos ativos residuais. Contestou ainda os danos morais invocados.

O banco contestou a decisão do juiz vianense, mas a Relação manteve a condenação e acrescentou dez mil euros: “É adequada, para compensar um estado de desespero, angústia e tristeza por receio de não reembolso de quantia superior a quinhentos mil euros, considerando o lapso de tempo e a incerteza na restituição do capital, a quantia de dez mil euros a título de danos não patrimoniais”.

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Aldomiro recebe pouco mais de 600 euros de reforma e paga 500 por um quarto: “Isto é alguma vida?”

Com 74 anos, Aldomiro Santos vive num quarto no centro de Lisboa pelo qual paga 500 euros por mês. Recebe pouco mais de 600 euros de reforma, o que lhe deixa uma margem reduzida para suportar as restantes despesas.

A sua história integra uma reportagem do jornal Expresso sobre pessoas que não conseguem ter uma casa só sua. O caso foi também apresentado pelo semanário nas redes sociais, com uma pergunta do reformado: “Isto é alguma vida? Isto não é nada”.

Pouco mais de 100 euros da reforma depois de pagar o quarto

A diferença entre os valores divulgados da pensão e da renda é de pouco mais de 100 euros mensais. Essa é a parcela da reforma que resta depois de assegurado o pagamento do alojamento, antes das restantes despesas.

O quarto tornou-se o espaço onde Aldomiro faz a sua vida. Apesar de ter trabalhado durante décadas, o rendimento da reforma não lhe permite encontrar uma solução habitacional independente, segundo o retrato apresentado pelo jornal.

Oito quartos ocupados por reformados

Aldomiro não é o único pensionista naquela situação. O prédio onde vive tem oito quartos, cada um ocupado por um reformado. Os valores pagos pelos residentes variam entre os 400 e os 500 euros mensais.

No seu caso, a renda corresponde ao valor mais elevado desse intervalo. À pressão financeira juntam-se as condições descritas na publicação: o cheiro a inseticida no quarto é apresentado como “muito intenso, quase nos entontece”.

Queria continuar a trabalhar, mas a saúde já não deixa

Ao longo da vida, Aldomiro desempenhou diferentes trabalhos, incluindo o de canalizador. Aos 74 anos, gostaria de continuar a trabalhar, relata o jornal.

A saúde, porém, já não lhe permite fazê-lo. A vontade de manter uma atividade profissional esbarra, assim, nas limitações físicas, enquanto o pagamento do quarto continua a absorver a maior parte da sua pensão.

Leia também: Protestos pela habitação voltam às ruas hoje: manifestações e assembleias marcadas em cinco cidades

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Ukraine, at an impasse: Besieged by Putin and abandoned by Trump

A woman in front of a building split in two by a Russian bombardment in Kramatorsk.

Dawn breaks under rainfall in Kramatorsk, a Ukrainian stronghold under Russian threat on the eastern front. What makes it harder for drones to fly becomes an opportunity for Russian infantry to try to gain ground. These are, in any case, small skirmishes. EL PAÍS reports this from a military command post in Kramatorsk based on images captured by drones on October 15. The front line shows hardly any change and the war is stuck in a complex tangle as the fifth anniversary of the full-scale invasion approaches. Kyiv has also recently suffered serious setbacks: at home, with attacks across around 20 of its regions, and internationally, the blow represented by the United States’ overt alignment with Russia.

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Ukrainian soldiers in Kramatorsk, October 18. A building in Kramatorsk that was hit by a Russian strike last week.A group of women harvesting potatoes in a village in the southern region of Kherson, October 17.A woman on a street in Kramatorsk, a city under constant Russian bombardment.A vehicle on a road with anti-drone protection between the eastern regions of Donetsk and Kharkiv.
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