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‘Cara de culpado’ dos cachorros pode dizer mais sobre você do que sobre eles, indica estudo

O “olhar de culpa” que seu cachorro demonstra quando faz algo de errado na verdade pode não ser arrependimento, mas uma reação por você repreendê-lo. É o que aponta um estudo feito pela National Library of Medicine (NLM) após testes com 14 cães domésticos (Canis familiaris) e publicado pela revista “Science Direct”.

Os animais foram gravados na sala de estar das casas em que vivem, tendo de obedecer ou não à ordem de não comer um petisco quando o dono não estava por perto – outros estudos já haviam demonstrado que os cães interpretam a ausência do tutor na sala como um sinal de nível mais baixo de atenção. Dez segundos depois de terem cumprido ou não o pedido, os tutores voltavam.

O que se viu foi que um número maior de animais fez a “cara de culpado” ao ser repreendido pela desobediência, apontando que a reação seria mais uma resposta ao comportamento do dono do que a consciência de ter violado o “código de conduta”.

Dúvida antiga

Os tutores interpretam as evidências comportamentais, ou a aparência externa do animal, como a compreensão e experiência dos bichos. Essa atribuição de características, comportamentos, sentimentos, pensamentos ou formas físicas humanas a seres não humanos é conhecida como antropomorfismo.

O olhar de culpa – reconhecido por quem tem ou não cães -, já é discutido há décadas. Em 1954, o zoólogo e observador do comportamento animal Konrad Lorenz (1903–1989) acreditava que poderia se “presumir com certeza que o cachorro esconde uma consciência culpada” ao cometer alguma transgressão. Uma pesquisa de 2008 com 307 tutores apontou que a maioria acreditava que seus cães sentiam tristeza, alegria, surpresa e medo, entre outras emoções, e que 74% disseram que os animais sentiam culpa.

Entre as atitudes, desviar o olhar, implorar “perdão” oferecendo freneticamente a pata, recuar de forma submissa ou colocar o rabo entre as pernas ou encolher-se costuma ser associado à culpa.

Resultado

A observação do estudo é que esse olhar seria uma resposta dos cães à repreensão, castigo ou à presença de um dono, independentemente de ter obedecido ou desobedecido ao comando, e não uma consciência espontânea de que se comportou de uma maneira “errada” específica.

E como os cães vivem no presente, dar bronca horas depois do que eles fizeram não é eficaz – eles perceberão que você está bravo, mas não conseguirão associar com algo que já aconteceu, gerando ansiedade e sem resolver o problema.

Confira as raças de cachorro mais populares no Brasil

 

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“Não há perigo de contágio para as pessoas”, tranquiliza ministro da Agricultura sobre vírus Shamonda

VTM

José Manuel Fernandes afirmou que o vírus Shamonda, transmitido por insetos do género Culicoides, “não leva a mortalidade dos animais” e garantiu que “não há nenhum perigo de contágio para as pessoas”.

O governante sublinhou que “não vamos é entrar num alarme, que neste momento não se justifica”, referindo que o impacto na saúde animal não é grave. O ministro destacou um caso isolado em França, onde uma pessoa com estado de saúde muito debilitado contraiu o vírus, mas enfatizou que não se pode afirmar que a morte tenha sido causada pelo vírus.

Atualmente, ainda não existe um plano específico para lidar com o vírus Shamonda. A solução proposta pelo ministro é a monitorização e a melhoria das condições sanitárias nas explorações pecuárias. Fernandes defendeu a necessidade de “avançar rapidamente numa investigação” à escala da União Europeia para desenvolver vacinas eficazes e acessíveis.

O veterinário do Agrupamento de Defesa Sanitário (ADS) de Palaçoulo, no concelho de Miranda do Douro, alertou na quinta-feira, em declarações à Lusa, para o preço elevado das análises a bovinos para a deteção do vírus Shamonda que afetou uma exploração em Vimioso.

Luís Fernandes explicou ter obtido a informação de que o preço das análises ronda mais de 30 euros, o que numa vacada, por exemplo com 50 animais, já requer algum investimento por parte dos produtores pecuários onde existam sintomas.

Questionado sobre a possibilidade de comparticipação nas análises devido às dificuldades financeiras dos produtores, o ministro não se comprometeu. “Não vamos fazer análises que não sejam necessárias; nós avaliaremos e se for necessário apoio, fazemos”, disse.

A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) confirmou a deteção do vírus em vários países da União Europeia, incluindo Portugal e Espanha. O último relatório indicava casos nos concelhos de Odemira, Vimioso, Évora, Loures, Crato e Montijo.

Os bovinos são os mais afetados pela infeção, embora ovinos e caprinos também possam ser suscetíveis sem manifestações clínicas evidentes. Os bovinos com infeções agudas podem apresentar febre, diarreia e redução na produção leiteira entre 10% e 20%.

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Los monos capuchinos ya cazan otros animales cuando escasean las frutas igual que los primeros ancestros humanos

La escasez estacional de frutos y vegetales empuja a los monos capuchinos barbudos a incrementar de manera notable la caza de pequeños vertebrados, un comportamiento que los investigadores vinculan directamente con las estrategias de supervivencia que pudieron emplear los ancestros de los seres humanos durante periodos de inestabilidad climática. Esta es la conclusión principal de […]

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Novos leitores de microchip para animais chegam a Almancil

A Junta de Freguesia de Almancil esteve presente, na passada sexta-feira, dia 31 de julho, representada pela Secretária do Executivo, Célia Fragoso, na entrega dos novos leitores de identificação eletrónica de animais.

A iniciativa, promovida pela Câmara Municipal de Loulé, reuniu as freguesias do concelho neste esforço conjunto pela causa animal.

Com este novo recurso, a freguesia passa a dispor de um meio mais prático para atuar em situações de animais perdidos ou desorientados.

A leitura do microchip permite identificar rapidamente os responsáveis pelo animal, facilitando o seu regresso a casa.

A Junta de Freguesia mantém-se disponível para continuar a contribuir para o bem-estar animal.

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Turtles painted with oil paint: rescued from fire, abused by humans

Four turtles rescued from a fire-stricken area in northern Greece were found to have been abused by human thugs who painted their shells  with orange oil paint.The discovery prompted the  intervention of the Prosecutor’s Office in Thessaloniki on Tuesday. The unprecedented incident was revealed when members of the Wild Animal Rescue & Reintegration Team arrived […]

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