❌

Reading view

Dólar cai quase 1%, e Ibovespa recua após tombo eleitoral

Logo Agência Brasil

O mercado financeiro apresentou movimentos de acomodação nesta terça-feira (27), após a forte reação da véspera à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O dólar fechou em queda próxima de 1% e ficou abaixo de R$ 5,35. A bolsa recuou cerca de 0,5%.

A sessão foi marcada pela correção cambial após a disparada da véspera e pela continuidade das perdas na bolsa, em meio às incertezas sobre a política econômica do próximo mandato, como a falta de definição do próximo ministro da Fazenda.

Notícias relacionadas:

Principais números
  •     Dólar: R$ 5,349 (-1,07%);
  •     Mínima do dólar: R$ 5,316, por volta das 10h45;
  •     Dólar em 2026: queda acumulada de 2,55%;
  •     Ibovespa: 175.710,05 pontos (-0,51%);
  •     Petróleo tipo Brent: US$ 109,41 o barril (-1,20%).

Câmbio

O dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 1,07%, a R$ 5,349, após subir mais de 8% na segunda-feira (26), quando a moeda estadunidense registrou sua maior alta diária desde janeiro de 1999.

A divisa recuou ao longo de toda a sessão e chegou à mínima de R$ 5,316 pela manhã. O movimento refletiu um ajuste de posições após a forte valorização anterior, provocada pela reação dos investidores ao resultado eleitoral. Em 2026, o dólar acumula queda de 2,55%.

Na véspera, o dólar havia avançado em meio à revisão de apostas que consideravam a vitória do senador Flávio Bolsonaro e às preocupações com a condução da política fiscal no novo mandato de Lula.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou que o governo pretende perseguir o centro da meta fiscal e que a proposta será discutida com o Congresso Nacional.

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, também afirmou que a instituição poderá atuar no mercado cambial caso identifique disfuncionalidades.

No cenário internacional, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar ante uma cesta de seis moedas, subia cerca de 0,35% no fim da tarde, movimento contrário ao observado no mercado brasileiro.

Ibovespa

O Ibovespa fechou em baixa de 0,51%, aos 175.710,05 pontos, prolongando o movimento negativo após o tombo de quase 14% registrado na segunda-feira (26).

A queda ocorreu mesmo com a recuperação do câmbio, em uma sessão marcada pela continuidade dos ajustes nas carteiras de investimentos e pela cautela diante das perspectivas econômicas para o próximo mandato presidencial.

Entre os fatores que pressionaram a bolsa esteve o recuo de 1,20% do petróleo Brent, referência internacional para a commodity, que encerrou a US$ 109,41 o barril. As ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa, caíram 2%.

Com o novo recuo, o Ibovespa permaneceu nos menores níveis desde agosto, enquanto investidores aguardam definições sobre a equipe econômica e os próximos passos da política fiscal do governo.

* Com informações da Reuters

  •  

Número de superendividados no Brasil cresceu 75% em cinco anos, diz BC

Logo Agência Brasil

O número de brasileiros em situação de endividamento de risco chegou a 20,3 milhões em junho de 2026, alta de 75% em cinco anos, informou nesta terça-feira (27) o Relatório de Estabiliadde Financeira do Banco Central (BC).

O contingente representa 17% dos devedores do Sistema Financeiro Nacional. Diante do avanço do problema, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que a instituição pretende anunciar novas medidas para conter ofertas agressivas de crédito ainda este ano.

Notícias relacionadas:

Principais números:
  • 20,3 milhões: brasileiros em situação de endividamento de risco;
  • 75%: crescimento do contingente entre junho de 2021 e junho de 2026;
  • 17%: participação dos devedores de risco no sistema financeiro;
  • 42%: comprometimento da renda com dívidas entre pessoas que ganham até dois salários mínimos;
  • 15%: parcela da renda dessa faixa comprometida com dívidas no cartão de crédito;
  • 18,6%: comprometimento total da renda entre quem ganha mais de dez salários mínimos.

BC prepara novas medidas

Segundo Galípolo, as próximas iniciativas devem priorizar consumidores que já utilizam o crédito rotativo do cartão ou apresentam atrasos significativos no pagamento das dívidas.

“Pretendemos adicionar medidas ainda este ano”, afirmou o presidente do BC. Ele destacou a preocupação com pessoas que já enfrentam juros elevados e dificuldades financeiras.

Galípolo também apontou o crescimento de modalidades de crédito sem garantia, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimo pessoal não consignado, mesmo em um cenário de juros elevados.

“A preocupação que existe é nessas modalidades, em que estamos assistindo crescimento de maneira pouco sensível a preço”, disse.

Quem está em risco

Para classificar um consumidor como endividado de risco, o BC considera quatro critérios. É necessário atender a pelo menos dois deles:

  • Atraso superior a 90 dias no pagamento de parcelas de crédito;
  • Comprometimento de mais de 50% da renda mensal com dívidas;
  • Uso simultâneo de cheque especial, crédito pessoal sem consignação e crédito rotativo;
  • Renda restante, após o pagamento das dívidas, abaixo da linha de pobreza.

A classificação não significa que todos os 20,3 milhões de brasileiros estejam inadimplentes, mas indica maior vulnerabilidade financeira.

O relatório do BC mostra ainda que o comprometimento da renda com dívidas no cartão aumentou em todas as faixas salariais. Entre os que recebem até dois salários mínimos, grupo que reúne 61,2 milhões de pessoas, o comprometimento total chegou a 42% da renda em junho de 2026.

Regras para empréstimos

Na última sexta-feira (23), o Banco Central anunciou medidas para restringir ofertas inadequadas de crédito e ampliar a transparência na contratação de empréstimos.

Entre as mudanças, as instituições financeiras deverão oferecer mecanismos para bloquear publicidade e propostas ativas de crédito. Para consumidores considerados vulneráveis ou em risco de endividamento excessivo, as ofertas dependerão de autorização prévia, específica e inequívoca.

Nesses casos, as propostas deverão se limitar a alternativas que melhorem as condições financeiras do cliente, como renegociação e portabilidade, sem concessão de novos recursos.

As regras de bloqueio de ofertas entram em vigor em 31 de março de 2027. Outras medidas, previstas para julho do mesmo ano, incluem painéis digitais com informações sobre dívidas e limites para ofertas de empréstimos durante transações iniciadas pelo Pix.

As iniciativas buscam reduzir a contratação de crédito inadequado e evitar o agravamento do endividamento das famílias brasileiras.

  •  

Risiko bancario, Intesa Sanpaolo incassa il via libera della Bce all’offerta per Mps

Intesa Sanpaolo S.p.A. (“ISP”) ha ricevuto dalla Banca Centrale Europea l’autorizzazione preventiva all’acquisizione della partecipazione diretta di controllo in Mps e all’acquisizione delle partecipazioni indirette di controllo in Wise Dialog Bank S.p.A., Mediobanca – Banca di Credito Finanziario S.p.A., Mediobanca Premier S.p.A. e Compass Banca S.p.A., nonché all’acquisizione di una partecipazione indiretta qualificata in Banca Progetto S.p.A., ai sensi degli artt. 19 e 22 del D. Lgs. 1° settembre 1993, n. 385 (“TUB”). La Banca Centrale Europea ha contestualmente rilasciato l’autorizzazione ad acquisire una partecipazione in Mps e nelle sue partecipate il cui valore supera complessivamente il 10% dei fondi propri consolidati del Gruppo Bancario Intesa Sanpaolo ai sensi degli artt. 53 e 67 del TUB e della relativa disciplina di attuazione.

Sempre in data odierna, ISP ha ricevuto dalla Banca d’Italia l’autorizzazione preventiva all’acquisizione di partecipazioni indirette di controllo in Monte Paschi Fiduciaria S.p.A., Spafid S.p.A., MBPS Leasing S.p.A., MBCredit Solutions S.p.A., MBFacta S.p.A. e Mediobanca SGR S.p.A. nonché l’acquisto di partecipazioni indirette qualificate in Fidi Toscana S.p.A. e nelle società di gestione del risparmio del Gruppo Generali, il tutto ai sensi della disciplina applicabile.

“Attraverso questa operazione noi riusciamo a stabilizzare il risparmio nel nostro Paese e a mettere in sicurezza l’indipendenza di Generali, che non sarà più scalabile una volta che noi avremo più del 13%, e saremo disponibili, come ho già ripetuto più volte, a condividere questo elemento di stabilità con Unicredit, con Delfin, con Caltagirone, con Benetton, con tutti coloro che oggi sono azionisti di Generali e non abbiamo nessuna volontà di interferire sulla gestione di Generali, ma quello che ci interessa è stabilizzare il risparmio”. Lo ha detto il ceo di Intesa Sanpaolo, Carlo Messina, interpellato sull’offerta sul Montepaschi al festival di Moneta. “Lo facciamo per l’Italia, lo facciamo anche per Intesa Sanpaolo”, perché “è chiaro che se qualcuno acquisisse Generali in Italia potrebbe diventare un leader nel wealth management e quindi per noi questa operazione è anche un’operazione difensiva”. 

LEGGI LE NOTIZIE DEL CANALE ECONOMIA

L'articolo Risiko bancario, Intesa Sanpaolo incassa il via libera della Bce all’offerta per Mps proviene da Affaritaliani.it.

  •  

Siete capturados en Guatemala por presunto lavado de dinero

Ciudad de Guatemala, 27 oct (Prensa Latina) El Ministerio Público (MP) de Guatemala informó hoy siete capturas por presunto lavado de dinero tras 11 allanamientos efectuados en inmuebles de este departamento capital, Escuintla y San Marcos.

The post Siete capturados en Guatemala por presunto lavado de dinero first appeared on Noticias Prensa Latina.

  •  
  •  

Bollo auto, l’esenzione aiuta i meno abbienti ma il governo non sa come finanziarla dal 2028. L’Ufficio di bilancio: “Criticità”

Se nella prossima manovra arriverà un’estensione dell’esenzione dal bollo auto ai van delle famiglie numerose si saprà solo mercoledì, al termine del Consiglio dei ministri. Intanto a escludere la possibile trasformazione in misura permanente dello stop del pagamento del bollo, che solo per il prossimo anno costa circa 2,36 miliardi di euro, è l’Ufficio parlamentare di bilancio (Upb) che, in un focus, mette in guardia: richiederebbe risorse finanziarie di carattere strutturale e il governo non ha ancora trovato le coperture. Ma l’Upb conferma pure che l’esenzione valida solo per il 2027 aiuterà soprattutto le famiglie meno abbienti e, considerata insieme alle riduzioni di accise sui carburanti disposte nel corso di quest’anno, varrebbe potenzialmente circa la metà del peso del caro carburanti del 2026.

Ripartiamo dai numeri. L’esenzione dal bollo auto prevista per il 2027 riguarderà meno della metà dei veicoli in circolazione (il 45%), ma raggiungerà il 65% degli intestatari e il 73% delle famiglie che possiedono almeno un mezzo. Questo perché la misura prevede l’esenzione per una sola auto di potenza non superiore a 80 kW oppure, in assenza di una vettura, un motociclo o ciclomotore. Il vantaggio sarà così più consistente per i nuclei con minore capacità di spesa: lo 0,9% della spesa nel primo decile, contro lo 0,1% nell’ultimo, dove ci sono i più benestanti. La motivazione è chiara: nelle famiglie con reddito più basso c’è una sola auto di bassa-media cilindrata che rientrerà nell’esenzione, mentre i nuclei più abbienti e con più auto continueranno a pagare dal secondo bollo in poi. A livello familiare, insomma, basta che un solo componente abbia diritto all’esenzione perché l’intero nucleo ne benefici. Una simulazione positiva, considerando che la misura interviene su un tributo che “incide fino a sei volte di più sui bilanci delle famiglie meno abbienti rispetto ai nuclei più agiati”.

Si tratta di un’esenzione che si aggiunge alle riduzioni delle accise varate anch’esse con lo scopo di alleggerire i costi della mobilità privata. Insieme, le due misure valgono potenzialmente lo 0,6% della spesa delle famiglie, circa la metà dell’aumento di spesa causato dal rincaro dei carburanti nel 2026. E due terzi di questo effetto vengono dall’esenzione dal bollo. Ma se le due misure danno un sostegno immediato, funzionano in modo molto diverso. Il taglio delle accise, come il rincaro, è proporzionale a quanto si usa l’auto e pesa in modo quasi uniforme lungo la curva dei decili di spesa, tra 0,2 e 0,3 punti percentuali. L’esenzione riflette i pregi e i limiti del tributo su cui interviene: favorisce maggiormente le famiglie meno abbienti, sulle quali il tributo pesa di più, ma contrasta in modo disomogeneo il rincaro dei carburanti, poiché il beneficio non dipende dall’effettivo utilizzo del veicolo.

E da qui partono le criticità, in primis quella sulle coperture. Se nel 2027 l’esenzione sarà compensata con fondi in avanzo del Pnrr, per il 2028 e il 2029 il tema rimane ancora nell’indeterminatezza. Inoltre la misura è stata varata senza aver considerato fino in fondo l’impatto sulle Regioni, che incassano la tassa e che vedrebbero sostituito il gettito con un trasferimento statale. Il mancato gettito sarà compensato da un trasferimento dello Stato, la cui ripartizione tra le Regioni sarà stabilita da un successivo decreto ministeriale. In questo modo le maggiorazioni delle tariffe che alcune Regioni hanno scelto di applicare finiscono a carico di tutti i contribuenti italiani. Inoltre per l’Upb non è chiaro se il ristoro tenga conto delle modifiche introdotte dal decreto legislativo di agosto. Se fosse ripartito sulla base della normativa precedente, ne vanificherebbe per il 2027 gli effetti sulla distribuzione del gettito tra Regioni: il riassetto del tributo definito in agosto verrebbe così superato, prima ancora di trovare applicazione, dalla misura di settembre.

C’è infine un limite di orizzonte: il confronto considera solo la maggiore spesa per carburanti del 2026. Se i prezzi non tornassero ai livelli precedenti la crisi, le famiglie avrebbero costi più alti anche nel 2027, che qui non sono conteggiati.

L'articolo Bollo auto, l’esenzione aiuta i meno abbienti ma il governo non sa come finanziarla dal 2028. L’Ufficio di bilancio: “Criticità” proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

ACOS promove comemoração do Dia Nacional das Raças Autóctones

A Associação de Agricultores do Sul (ACOS) promove, nas suas instalações em Beja, a comemoração do Dia Nacional das Raças Autóctones que se vai assinalar no próximo dia 11 de novembro.

O evento é organizado em parceria com a Associação de Criadores do Porco Alentejano (ACPA), Associação de Agricultores do Campo Branco (AACB), Associação de Criadores de Bovinos Mertolengos (ACBM), Associação de Criadores de Bovinos de Raça Alentejana (ACBRA), Associação Portuguesa de Caprinicultores da Raça Serpentina (APCRS) e Associação Nacional de Criadores de Raça Merina (ANCORME), com cofinanciamento do Projeto Pastonatur.

“Como valorizar as raças autóctones?” é o tema da Mesa Redonda que, com início às 10h30, vai ter como participantes, António Aires da AACB, em representação da Raça Bovina Garvonesa, Nuno Faustino (ACPA), Miguel Madeira (ACOS – Raça Ovina Campaniça), Carolina Maio (ACBM e Promert, Agrupamento de Produtores de Bovinos Mertolengos), António Cachatra, da APCRS e Rafael Silva da ANCORME. 

A moderação da Mesa Redonda vai estar a cargo de Claudino Matos, Diretor Geral da ACOS e Secretário Técnico da Raça Ovina Campaniça e María Bastidas da ADPM (Associação de Defesa do Património de Mértola) em representação do Projeto Pastonatur.

O evento vai contar com as presenças de criadores das diferentes raças autóctones da região, deputados, representantes de organismos oficiais ligados à agropecuária, técnicos e investigadores.

A celebração do Dia Nacional das Raças Autóctones, irá culminar com um almoço convívio para degustação de produtos derivados de várias raças do Alentejo, cedidos pelas associações participantes, com confeção a cargo do Chef João Mourato.

A ACOS informa ainda que a comemoração do Dia Nacional das Raças Autóctones integra-se também nas atividades dinamizadas no âmbito do Ano Internacional das Pastagens e dos Pastoralistas 2026, instituído pela FAO. 

  •  

Valor Dogecoin: o que sustenta o preço de uma moeda sem limite de emissão

O dogecoin nasceu em dezembro de 2013 como uma brincadeira com um meme de internet e se tornou uma das criptomoedas mais conhecidas do mundo. Ao contrário do bitcoin, ele não tem limite máximo de unidades, e essa característica muda a forma de analisar seu preço.

Uma consulta rápida por dogecoin valor leva a painéis como o da Binance, que mostra a cotação do DOGE em tempo real ao lado do volume negociado em 24 horas, da capitalização de mercado e da quantidade de moedas em circulação. Esses três indicadores dizem mais sobre o ativo do que o preço isolado.

O ponto de partida é a oferta. Como novas moedas entram no mercado todos os dias, o valor do dogecoin depende de uma demanda crescer pelo menos no mesmo ritmo de emissão.

Como funciona a emissão do dogecoin?

O dogecoin cria um novo bloco a cada minuto, e cada bloco gera 10 mil DOGE como recompensa ao minerador. Essa recompensa é fixa desde 2015 e não tem dados para acabar.

Na prática, cerca de 5 bilhões de novas moedas chegam ao mercado por ano. O número absoluto se mantém estável, mas o peso diminui relativo com o tempo: à medida que o total em circulação cresce, a mesma quantidade nova representa uma fatia cada vez menor do estoque.

CaracterísticaDogecoin
Tempo de blococerca de 1 minuto
Recompensa por bloco10 mil DOGE, consertar
Limite máximo de senão existe
Mineraçãoprova de trabalho com algoritmo Scrypt

Esse modelo foi escolhido para manter a moeda útil em pagamentos. Uma oferta que cresce de forma previsível, desestimula o acúmulo puro e incentiva a circulação, que era uma proposta original dos criadores.

Por que a inflação do dogecoin é diferente da inflação do real?

A emissão do dogecoin é definida por código e conhecido por qualquer pessoa com antecedência. A inflação de uma moeda nacional depende de política monetária, juros, câmbio e choques de preços, e muda conforme a economia.

No Brasil, essa incerteza aparece nas revisões semanais feitas por economistas, como mostrada a reportagem do DM sobre o mercado elevando a projeção de inflação para 2026 . No dogecoin, a taxa de crescimento da oferta não sofre revisões: ela só cai, ano após ano, pela própria matemática do sistema.

Essa diferença não torna o dogecoin uma reserva de valor estável. O preço do DOGE é muito mais volátil do que o real, porque a demanda oscila com o humor do mercado e com o interesse nas redes sociais. O que é previsível é a oferta, não a cotação.

O que faz a demanda pelo dogecoin crescer?

A demanda pelo dogecoin vem de três fontes principais: a comunidade, o uso em pagamentos e a liquidez nas corretoras.

A comunidade é o traço mais marcante da moeda desde o início. Ainda em 2014, apoiadores do DOGE arrecadaram recursos para levar a equipe de bobsled da Jamaica aos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, episódio que consta na história da criptomoeda e ajudou a construir sua imagem de moeda bem-humorada e solidária.

O uso em pagamentos se apoia nas taxas baixas e nas confirmações rápidas. Gorjetas para criadores de conteúdo, doações e pequenas compras online estão entre os usos mais citados pela comunidade.

A liquidez completa ou quadro. Por estar entre as criptomoedas mais negociadas, o DOGE tem livros de ofertas profundas, o que permite comprar e vender sem grandes diferenças entre o preço pedido e o preço pago.

Como a mineração mesclada protege a rede?

O dogecoin usa mineração mesclada com o litecoin desde 2014. Isso significa que os mineradores de uma rede podem validar blocos do outro ao mesmo tempo, sem gastar energia extra.

Essa solução aumentou a segurança do dogecoin numa fase em que a rede ainda era pequena e vulnerável a ataques. Hoje, a capacidade de processamento dedicada à moeda é muito maior do que ela dependeria apenas dos próprios mineradores.

Para o investidor, a segurança da rede é um fator indireto, mas importante. Uma blockchain difícil de atacar dá mais confiança a quem guarda ou recebe a moeda.

O que observar antes de analisar o preço do DOGE?

Três indicadores ajudam a ler o valor do dogecoin com mais investimentos: capitalização de mercado, volume diário e crescimento da oferta.

A capitalização mostra o tamanho do ativo em relação às outras criptomoedas. O volume indica se há interesse real de compra e venda. Já o crescimento da oferta, sempre conhecido de antemão, mostra quanto a demanda precisa avançar para que o preço se mantenha.

Quais são os pontos-chave sobre o valor do dogecoin?

O preço do DOGE resulta do encontro entre uma oferta previsível e uma demanda assustadora. Os pontos abaixo resumem o que pesa nessa questão:

  1. A rede emite 10 mil DOGE por bloco, sem limite máximo de moedas.
  2. O ritmo relativo dessa emissão cai a cada ano, à medida que o estoque total cresce.
  3. A demanda depende da comunidade, do uso em pagamentos e da liquidez nas corretoras.
  4. A mineração mesclada com o litecoin reforça a segurança da rede.

The post Valor Dogecoin: o que sustenta o preço de uma moeda sem limite de emissão appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

  •  

Mineral extraído na Bahia pode ganhar mercado bilionário de tecnologia

A expansão da inteligência artificial (IA) e data centers pode abrir um mercado bilionário e promissor para a mineração baiana, uma vez que o vanádio é usado para a produção de baterias de fluxo (Vanadium Flow Batteries) usadas no armazenamento de energia de grande escala.A avaliação é do co-CEO da mineradora canadense Largo, Alberto Arias, que aposta no crescimento da procura por baterias de armazenamento de energia nos Estados Unidos uma possibilidade de ampliar o mercado consumidor do mineral brasileiro.A companhia opera a mina Maracás Menchen, na Bahia, considerada uma das principais operações de vanádio do mundo. Além de liderar a produção de vanádio e urânio, o estado é responsável por produzir 47 das 93 tipologias minerais existentes no Brasil.Vanádio é a “bola da vez”Embora tenha aplicações tradicionais na produção de aços resistentes e ligas metálicas especiais, o vanádio passou a despertar interesse por outra característica: sua utilização em tecnologias capazes de armazenar eletricidade.É nesse mercado que a Largo pretende ampliar sua presença. Em 2025, a mineradora se associou à americana Stryten Energy para criar a Storion Energy, dedicada ao desenvolvimento de componentes e eletrólitos para baterias de fluxo de vanádio.Diferentemente das baterias convencionais de íons de lítio, as baterias de fluxo armazenam energia em soluções líquidas que contém vanádio e circulam entre tanques e células eletroquímicas.A tecnologia permite armazenar grandes quantidades de eletricidade por várias horas, com longa vida útil e menor risco de incêndio. Por isso, é considerada uma alternativa para instalações industriais, redes elétricas e data centers, que precisam de fornecimento contínuo de energia para manter servidores e sistemas de processamento funcionando. Leia Também: ECONOMIA Jogo sujo? 99Food sofre derrota na Justiça por tentar derrubar rival ECONOMIA Governo renova subsídio de R$ 2,12 por litro de diesel por 30 dias ECONOMIA Cidade cresce 209% e vira novo "diamante" do mercado imobiliário Segundo a consultoria imobiliária JLL, o mercado brasileiro de data centers deve dobrar de tamanho até 2030. O Brasil fechou o primeiro semestre deste ano com 706 megawatts (MW) de capacidade instalada — um crescimento de mais de seis vezes desde 2012, equivalente a uma taxa composta de 15% ao anoA alta demanda pelos centros de processamento de dados desbanca a produção do minério crítico no Brasil. Com o avanço dessas instalações, também aumenta a necessidade de investimentos em infraestrutura de geração, transmissão e reserva energética. Para a Largo, parte dessa expansão poderá representar um mercado adicional para o vanádio, hoje amplamente utilizado pela siderurgia.Vanádio na defesa americana e aeroespacialAlém do aumento da demanda em fontes de armazenamento de energia de tecnologia, o mineral é utilizado principalmente na fabricação de aços de alta resistência e ligas metálicas para as indústrias de defesa e aeroespacial.A extração do minério também está ligada à demanda da defesa norte-americana, que em julho financiou à mineradora, fornecedora da Agência de Logística de Defesa dos Estados Unidos (DLA), o aporte de US$ 60,1 milhões para fornecer pentóxido de vanádio de alta pureza, com entregas programadas até janeiro de 2030.Uma alternativa à dependência asiática e europeiaDe acordo com a canadense, o estreitamento com os EUA também está relacionado à intenção de países ocidentais de reduzir sua dependência de fornecedores como China e Rússia.Alberto Arias defende maior reconhecimento do vanádio nas políticas voltadas aos minerais críticos, considerando sua importância para diferentes atividades industriais.

  •  

Ex Ilva, Mantovano ai sindacati: “Continuità per lo stabilimento di Taranto, fieri di aver estromesso Mittal”

“Domani il Cdm esaminerà il Ddl di Bilancio, ma vi è certamente l’impegno del governo per interventi di incentivazione all’esodo e agli investimenti nell’area di Taranto“. Lo ha detto, secondo quanto si apprende, il sottosegretario alla presidenza del Consiglio Alfredo Mantovano durante l’incontro con i sindacati sull’ex Ilva. Mantovano ha evidenziato inoltre che il governo è al lavoro, “nel quadro delle compatibilità finanziarie da individuare nell’ambito della prossima manovra, per un’estensione delle misure di sostegno al reddito e all’occupazione, anche attraverso interventi di incentivazione all’esodo e di accesso anticipato alla pensione e si è impegnato a fornire dettagli sul contenuto e i requisiti delle singole misure non appena saranno definiti i saldi di finanza pubblica e, conseguentemente, le risorse destinate allo scopo”. 

 “Tale impegno – ha aggiunto Mantovano, secondo quanto si apprende -, si fonda anche sulla disponibilità, allo stato e in prospettiva, delle risorse finanziarie occorrenti per portare a compimento il processo di decarbonizzazione. Ma questo incontro si svolge con delle variabili che ancora permangono. La prima riguarda gli esiti della procedura di vendita dei complessi aziendali facenti capo al Gruppo Ilva in amministrazione straordinaria e al Gruppo Acciaierie d’Italia in amministrazione straordinaria, nell’ambito della quale è stato fissato all’8 novembre 2026 il termine ultimo per la presentazione di offerte vincolanti, al momento mancano piano finanziario e industriale e questo impedisce di avere un quadro definitivo e specifico. La seconda variabile riguarda la decisione che vorranno assumere le Sezioni Unite della Corte di Cassazione e, più in generale, la conclusione del procedimento giurisdizionale che riguarda l’area a caldo dello stabilimento ex Ilva di Taranto“.

“Nel frattempo – ha precisato, sempre secondo quanto si apprende -, prosegue l’impegno dei commissari straordinari per garantire la continuità operativa degli stabilimenti del gruppo, nei termini consentiti dalle condizioni date. A tale proposito, il commissario Quaranta ha consegnato al tavolo uno schema di attività per i prossimi mesi riferito a ciascuno dei poli di Taranto, Genova e Novi Ligure. Resta fermo che: sono in corso iniziative per la ricerca di ulteriori commesse in grado di ridurre i periodi di inattività degli impianti; la domanda di esame congiunto per la cassa integrazione dei lavoratori del gruppo recentemente presentata dai Commissari, da un lato, si riferisce, per fornire garanzie, a un numero massimo di unità che non necessariamente corrisponde al numero di lavoratori che effettivamente saranno interessati dal trattamento e, dall’altro, presuppone in ogni caso il meccanismo di rotazione tra i lavoratori coinvolti dalla riduzione dell’orario di lavoro”.

“Sono fiero del fatto che questo governo abbia estromesso il socio Mittal tre anni prima dei recenti sviluppi giudiziari, tenendo conto delle anomalie che hanno concorso a determinare i guai successivi”. Lo ha detto, secondo quanto si apprende, il sottosegretario alla presidenza del Consiglio Alfredo Mantovano durante l’incontro sull’ex Ilva. “Voglio ribadire – ha aggiunto – che in questo tavolo non mi sento come una parte contrapposta all’altra. Questo era certamente la precedente gestione dell’ex Ilva, la cui fotografia, ferma restando la presunzione di non colpevolezza, è stata resa giudiziariamente nella giornata di ieri”.

L'articolo Ex Ilva, Mantovano ai sindacati: “Continuità per lo stabilimento di Taranto, fieri di aver estromesso Mittal” proviene da Affaritaliani.it.

  •  

Ex Ilva, il governo vuol mantenere la produzione d’acciaio in Italia e “valuta partecipazione pubblica”. Fiom: “Passo avanti sugli ammortizzatori per tutti”

Il governo conferma l’obiettivo di mantenere la produzione di acciaio in Italia e di decarbonizzare l’ex Ilva con la prospettiva dei forni elettrici, anche valutando la partecipazione pubblica. E si impegna a valutare, in sede di conversione del decreto del 16 ottobre, una migliore definizione della platea dei beneficiari delle misure di sostegno al reddito e tutela occupazionale previste per i lavoratori dell’acciaieria e dell’indotto. È quanto si legge nel verbale firmato da esecutivo e sindacati al termine del tavolo a Palazzo Chigi. Il documento prevede inoltre che entro metà dicembre arrivino ulteriori informazioni sulle possibili misure per favorire le uscite volontarie e anticipate dalle aziende del gruppo, compresi strumenti per riconoscere il lavoro usurante svolto nel ciclo integrale siderurgico. Un’estensione è possibile, con risorse da individuare nella manovra di bilancio. Il segretario generale della Fiom Cgil, Michele De Palma, uscendo da Palazzo Chigi ha parlato di un risultato positivo: “La lotta paga, la lotta dei lavoratori oggi ha ottenuto delle prime risposte. Con il governo è stato fatto un passo avanti vero. Si è trovato un punto di condivisione”, a cominciare da due elementi “fondamentali: forni elettrici e tutele con gli ammortizzatori per tutti i lavoratori”.

Sul fronte industriale, tuttavia, il quadro resta estremamente incerto. Il governo pur intendendo garantire prospettive a tutti gli stabilimenti del gruppo, “con impianti DRI, forni elettrici, laminazione a caldo e lavorazioni di verticalizzazione a freddo“, non è in grado di indicare tempi e tappe della trasformazione. In particolare “non può allo stato soddisfare la richiesta delle organizzazioni sindacali di disporre e discutere di un preciso cronoprogramma del processo di decarbonizzazione”, ha detto il sottosegretario alla presidenza del Consiglio Alfredo Mantovano. La richiesta sarà esaminata “non appena risulteranno sciolti i fattori di incertezza”. Riguardo all’ultimo capitolo dell’indagine sulla gestione di ArcelorMittal e Acciaierie d’Italia, con i pm che hanno chiesto i domiciliari per l’ex ad Lucia Morselli, Mantovano si è detto “fiero del fatto che questo governo abbia estromesso il socio Mittal tre anni prima dei recenti sviluppi giudiziari, tenendo conto delle anomalie che hanno concorso a determinare i guai successivi”.

Le incognite al momento sono soprattutto due: la scadenza dell’8 novembre per la presentazione delle offerte vincolanti di acquisto e la decisione della Cassazione sul ricorso contro il provvedimento della Corte d’appello di Milano che impone la fermata dell’area a caldo. Nel frattempo, il decreto-legge consente di mantenere gli impianti in riscaldo fino al 15 dicembre. Ma senza una soluzione per il futuro industriale del gruppo, il governo non è in grado di fornire ai lavoratori una tabella di marcia per la trasformazione degli stabilimenti.

Intanto, accanto alla ricerca di un acquirente e alla gestione della produzione, l’esecutivo prova ad aprire una strada alternativa sul fronte occupazionale. Mercoledì ha incontrato i vertici di Leonardo, Rheinmetall, Fincantieri e Ferrovie chiedendo di valutare possibili investimenti nell’area di Taranto e percorsi di reimpiego per i dipendenti dell’ex Ilva. I commissari straordinari dovrebbero mettere a disposizione delle aziende i dati sulla forza lavoro, così da consentire una valutazione delle possibili esigenze occupazionali. Il governo ha ribadito anche l’intenzione di intervenire con incentivi all’esodo e agevolazioni per favorire nuovi insediamenti produttivi. Sul fronte degli ammortizzatori sociali, Mantovano ha chiarito che la richiesta di cassa integrazione straordinaria per 8.622 lavoratori indica una platea massima potenziale, non il numero degli addetti che saranno necessariamente sospesi. Sono previste rotazioni e i commissari stanno cercando ulteriori commesse per ridurre i periodi di inattività.

I commissari straordinari hanno presentato un programma delle attività produttive e manutentive che si estende fino a febbraio 2027. Il programma contempla un fermo generale delle attività produttive dal 19 dicembre al 10 gennaio, oltre a ulteriori interruzioni tra gennaio e febbraio. I commissari sono al lavoro per reperire nuove forniture di bramme e coils e ulteriori commesse, con l’obiettivo di prolungare la continuità produttiva oltre febbraio e contenere i periodi di fermata. Il calendario prevede una ripresa delle lavorazioni a Taranto tra il 10 e il 14 novembre, essendo arrivate le prime navi con le bramme. Le attività logistiche e manutentive proseguiranno fino al 19 dicembre. A Genova sono previste attività di logistica, manutenzione, laminazione e produzione di banda stagnata fino alla fine di novembre. La ripresa è programmata dall’11 gennaio, con il riavvio della banda stagnata nella terza settimana del mese. A Novi Ligure, invece, manutenzioni, logistica e lavorazioni di verticalizzazione dovrebbero ripartire indicativamente dalla seconda settimana di febbraio.

La ministra del Lavoro Marina Calderone ha confermato le tre direttrici degli interventi previsti dal decreto 185: tutela delle imprese dell’indotto, integrazione della cassa integrazione fino al 70%, secondo quanto illustrato al tavolo, e incentivi alla ricollocazione, con misure previste fino al 30 giugno 2027. Per le aziende che assumeranno lavoratori coinvolti nella crisi è previsto un contributo di 20mila euro, erogato in due tranche da 10mila euro. Calderone ha annunciato che il ministero sta studiando la platea potenziale e la fattibilità tecnica di una misura specifica per consentire il pensionamento anticipato dei siderurgici vista la natura usurante del lavoro. Non è stata però ancora presentata una proposta.

Resta aperto anche il confronto sui requisiti per accedere agli ammortizzatori destinati alle imprese dell’indotto. Il governo sta valutando se il requisito del 50% del fatturato legato ad ADI debba essere riferito alla singola unità produttiva e quale debba essere il relativo ambito territoriale. Meno disponibilità c’è invece sulla possibilità di abbassare la soglia percentuale.

L'articolo Ex Ilva, il governo vuol mantenere la produzione d’acciaio in Italia e “valuta partecipazione pubblica”. Fiom: “Passo avanti sugli ammortizzatori per tutti” proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

Trabalhadores portugueses podem passar a ser inscritos automaticamente em fundos de pensões: proposta chega em 2027

A forma como os portugueses poupam para a reforma poderá sofrer alterações importantes nos próximos anos. Está a ser preparada uma proposta que prevê a inscrição automática dos trabalhadores em mecanismos complementares de pensões, com o objetivo de reforçar os rendimentos disponíveis após o fim da vida profissional.

A iniciativa está a ser desenvolvida pela Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), que pretende apresentar uma proposta concreta durante o primeiro trimestre de 2027. O modelo ainda não está aprovado e a sua eventual aplicação dependerá das decisões que venham a ser tomadas pelo Governo.

Segundo a agência Lusa, o presidente da ASF, Gabriel Bernardino, confirmou que o regulador já está a discutir esta possibilidade com o Executivo, defendendo uma implementação gradual que permita aumentar a participação dos portugueses em sistemas complementares de reforma.

Inscrição automática poderá mudar a forma como os portugueses poupam para a reforma

O mecanismo em análise é conhecido internacionalmente como auto-enrollment e consiste na inscrição automática dos trabalhadores em sistemas de pensões complementares, geralmente associados às entidades empregadoras.

Ao contrário de um regime de poupança obrigatória, este modelo procura facilitar a adesão dos trabalhadores, evitando que a falta de iniciativa impeça a constituição de uma poupança adicional para a reforma.

Gabriel Bernardino esclareceu que o objetivo não é obrigar os cidadãos a poupar, mas criar condições para ultrapassar a falta de iniciativa que frequentemente caracteriza as decisões de poupança a longo prazo.

Ainda não foram divulgados detalhes sobre os trabalhadores que poderão ficar abrangidos, os valores das contribuições ou as condições de participação. Também não está definido se haverá contribuições das empresas ou quais serão as regras para uma eventual saída do sistema.

Jovens poderão ter investimentos diferentes dos trabalhadores próximos da reforma

Uma das possibilidades identificadas pelo regulador passa pela adoção de estratégias de investimento ajustadas à idade dos participantes, seguindo modelos que já são utilizados noutros países europeus.

Este sistema, conhecido como ciclo de vida, permite assumir níveis de risco diferentes consoante a proximidade da idade da reforma. Os trabalhadores mais jovens poderão ter investimentos com maior exposição ao risco, enquanto os participantes mais velhos poderão beneficiar de estratégias mais conservadoras.

A lógica consiste em adaptar os investimentos ao horizonte temporal de cada trabalhador, procurando equilibrar o potencial de valorização das poupanças com a necessidade de proteger o capital acumulado à medida que a reforma se aproxima.

Contudo, o presidente da ASF alertou que a introdução de garantias máximas sobre o capital poderá limitar a rendibilidade futura dos investimentos. A definição do nível de proteção será, por isso, uma das questões a considerar na construção do novo modelo.

PPR também poderão sofrer alterações

Além da inscrição automática em fundos de pensões, a ASF considera necessário reformular os Planos Poupança-Reforma (PPR), adaptando estes produtos às necessidades atuais dos consumidores.

Gabriel Bernardino defendeu uma modernização dos PPR, nomeadamente ao nível dos riscos assumidos e da transparência, para que os cidadãos possam compreender melhor as características dos produtos em que investem.

Outra prioridade passa pela criação de um sistema que permita consultar, de forma simples, uma estimativa dos rendimentos disponíveis durante a reforma. A ferramenta deverá reunir informação sobre a pensão pública, os fundos de pensões e as poupanças individuais.

O objetivo é permitir que cada trabalhador tenha uma visão mais completa da sua situação financeira futura e consiga perceber antecipadamente se os rendimentos previstos serão suficientes para manter o seu nível de vida.

Portugueses com salários mais baixos poderão beneficiar de novos incentivos

O regulador pretende ainda encontrar soluções que tornem a poupança para a reforma mais acessível aos trabalhadores com rendimentos reduzidos, que enfrentam maiores dificuldades para reservar dinheiro todos os meses.

Entre as possibilidades identificadas encontram-se benefícios fiscais ou outros mecanismos de apoio público que proporcionem vantagens adicionais às pessoas com menores rendimentos.

Gabriel Bernardino considera que estes trabalhadores estão entre os que mais necessitam de complementos de reforma, pelo que deverão merecer especial atenção na definição das futuras políticas de incentivo à poupança.

Para já, não existe qualquer obrigação nova de adesão a fundos de pensões privados. A ASF pretende apresentar a sua proposta até ao final de março de 2027, mas ainda não há uma data definida para a eventual entrada em vigor das alterações.

Leia também: IMI em 2027: pedido de reavaliação até dezembro pode reduzir o imposto

  •  

Brasile, il ritorno di Lula spiazza i mercati: conti pubblici e tassi al centro delle preoccupazioni

La sorprendente vittoria di Lula, le prevedibili sfide di governo

La vittoria di Luiz Inácio Lula da Silva al ballottaggio delle elezioni presidenziali in Brasile ha sorpreso sia gli investitori sia gli istituti che elaborano sondaggi. I mercati si erano posizionati in vista di una vittoria di Flávio Bolsonaro, dopo il primo turno e il rafforzamento della rappresentanza conservatrice in Parlamento. Lula, 81 anni, ha invece conquistato uno storico quarto mandato presidenziale, spingendo i mercati a rivedere le aspettative fiscali e monetarie per la più grande economia dell’America Latina.

L’analisi

La vendita degli asset brasiliani seguita alla rielezione di Lula mostra che molti investitori si erano posizionati in vista di un cambio di presidente. Tuttavia, le prospettive per l’economia brasiliana sono più stabili di quanto suggeriscano le oscillazioni degli asset del Paese, anche se una certa volatilità dei mercati è comprensibile, data la complessa storia delle politiche economiche brasiliane.

Nonostante la clamorosa rimonta politica di Lula, la composizione del Congresso brasiliano conta almeno quanto il risultato delle elezioni presidenziali. Nelle elezioni legislative svoltesi il 5 ottobre, insieme al primo turno delle presidenziali, i partiti conservatori hanno rafforzato la propria presenza in entrambe le Camere del Congresso. Il Partito Liberale di Bolsonaro ha ottenuto la più ampia rappresentanza parlamentare di un singolo partito dall’entrata in vigore della Costituzione del 1988, soprattutto al Senato. La sua maggiore influenza, insieme a quella degli altri rappresentanti conservatori, renderà più complessi i rapporti di Lula con il Parlamento.

Gli impegni di spesa di Lula, costosi, assunti durante la campagna elettorale dipendono dall’approvazione del Congresso. La composizione più conservatrice del Parlamento probabilmente limiterà l’espansione fiscale e potrebbe imporre un approccio pragmatico alla politica economica. Le voci progressiste che hanno sostenuto la vittoria di Lula potrebbero acquisire maggiore influenza, ma la realtà parlamentare ostacolerà cambiamenti significativi rispetto all’attuale quadro di politica economica. I mercati ricalibreranno le proprie valutazioni sui fondamentali del Brasile nel medio periodo, riconoscendo che Lula probabilmente accetterà alcuni vincoli e porterà avanti il proprio programma attraverso un Parlamento che né il suo partito né i suoi alleati hanno mai dominato.

Credibilità fiscale

Per il momento, prevediamo che il Brasile registrerà un moderato rallentamento economico a causa degli effetti ritardati degli elevati tassi d’interesse reali della Banca centrale del Brasile (BCB), che prevalgono sugli interventi di sostegno mirati che Lula ha fatto approvare dal Congresso uscente. Prevediamo che il Brasile registri una crescita del prodotto interno lordo (Pil) reale dell’1,8% nel 2026, in rallentamento all’1,6% l’anno successivo.

La fragilità del real brasiliano dopo le elezioni potrebbe determinare un andamento dell’inflazione complessiva leggermente più elevato, oltre agli effetti dei prezzi dei prodotti energetici. Tuttavia, un’impennata dell’inflazione è improbabile se la BCB riuscirà a stabilizzare l’andamento del real e le aspettative d’inflazione del settore privato attraverso una politica monetaria relativamente restrittiva.

La credibilità fiscale sarà probabilmente il tema determinante del quarto mandato di Lula. Durante la campagna elettorale, le sue promesse populiste sono state stimate in circa lo 0,3-0,5% del Pil. Sebbene modesti se considerati isolatamente, questi impegni arrivano mentre il Brasile fatica a mantenere gli obiettivi di un piccolo avanzo primario proposti da Fernando Haddad, ex ministro delle Finanze di Lula.

Brasile, il ritorno di Lula spiazza i mercati: conti pubblici e tassi al centro delle preoccupazioni

È troppo presto per prevedere quali saranno le priorità di spesa di Lula nel 2027, ma l’attuale quadro fiscale sarà difficile da gestire, date le conseguenze volatili sui mercati dei capitali. Finanziare nuove spese attraverso un aumento della tassazione sarà altrettanto difficile, data la complessità del sistema fiscale brasiliano, mentre tagliare altre voci di spesa sarebbe politicamente complicato. I mercati seguiranno con attenzione la scelta della persona che Lula nominerà a dicembre per affrontare queste questioni di politica economica. Sarà la prima importante occasione per il presidente rieletto di tranquillizzare gli investitori.

Sul fronte della politica monetaria, gli investitori rivedranno le aspettative di rapidi tagli dei tassi d’interesse. L’ottimismo riguardo a un ulteriore allentamento monetario aveva riflesso in parte le aspettative di una vittoria di Bolsonaro e le speranze di un maggiore slancio nelle riforme fiscali.

I dati economici più recenti suggeriscono che la stretta monetaria sta producendo effetti sull’economia, con una certa moderazione dell’attività e dei consumi. I funzionari della banca centrale continuano a definire restrittiva la politica monetaria, il che implica che un ulteriore allentamento sia possibile. Tuttavia, è probabile che i responsabili della politica monetaria attendano maggiori certezze sulla politica fiscale prima di riprendere il ciclo di tagli dei tassi.

Prevediamo pertanto che la BCB manterrà un approccio prudente, lasciando invariati i tassi d’interesse nei prossimi sei mesi, mentre la nuova amministrazione chiarirà le proprie priorità fiscali. Il nostro scenario centrale prevede quindi un allentamento graduale, a partire dall’attuale tasso ufficiale del 13,75%, fino a portare i tassi intorno al 12,25% entro la fine del 2027. I rischi, tuttavia, sono orientati verso un numero inferiore di tagli qualora le preoccupazioni fiscali dovessero intensificarsi.

Brasile, il ritorno di Lula spiazza i mercati: conti pubblici e tassi al centro delle preoccupazioni

Le elezioni hanno anche implicazioni internazionali. I rapporti tra le amministrazioni Lula e Trump si sono rivelati complessi e potrebbero riemergere ulteriori controversie commerciali. Bolsonaro aveva condotto la campagna elettorale promettendo relazioni più strette con la Casa Bianca, sostegno alle iniziative di friend-shoring e fonti alternative di approvvigionamento di terre rare strategiche, un mercato dominato dalla Cina.

La Cina resta di gran lunga il principale partner commerciale del Brasile, rappresentando il 29% delle esportazioni brasiliane in valore nel 2025. Il Brasile esporta quindi verso la Cina quasi tre volte quanto esporta verso gli Stati Uniti, rendendo la domanda cinese di prodotti brasiliani una fonte essenziale di ricavi. La vittoria di Lula significa che saranno mantenute relazioni amichevoli con la Cina.

Implicazioni per gli investimenti

Per gli investitori, la conseguenza immediata è il perdurare della volatilità. Il risultato elettorale impone ai mercati di ricalibrare le aspettative sulla politica fiscale e monetaria e sulle riforme. Il Brasile deve affrontare ostacoli economici, tra cui una crescita debole della produttività, carenze infrastrutturali, un sistema fiscale complesso e bassi livelli di investimento nel lungo periodo. Tuttavia, il Paese resta vincolato e sostenuto dallo stesso quadro istituzionale esistente prima del voto: una banca centrale indipendente, regole fiscali e un Congresso frammentato. Nel loro insieme, questi fattori dovrebbero limitare la portata di cambiamenti radicali delle politiche economiche in entrambe le direzioni.

Consideriamo eccessiva la forte svendita degli asset brasiliani dopo le elezioni, che ha cancellato tutti i guadagni del Paese dall’inizio di luglio, rispetto alla probabilità di un’ampia continuità delle politiche economiche. Manteniamo pertanto la nostra preferenza per le azioni brasiliane.

A nostro avviso, le incertezze legate alle elezioni erano già incorporate nei prezzi di mercato, insieme a valutazioni interessanti, rendimenti da dividendi interessanti e fattori ciclici favorevoli agli utili. Il recente calo ha riportato le valutazioni a livelli interessanti e ci aspettiamo una ripresa nelle prossime settimane, con il ridursi dell’incertezza politica. In un mercato azionario globale fortemente esposto all’intelligenza artificiale, le azioni brasiliane offrono anche vantaggi in termini di diversificazione.

Brasile, il ritorno di Lula spiazza i mercati: conti pubblici e tassi al centro delle preoccupazioni

I fattori che determinano gli utili delle imprese brasiliane sono in larga misura legati alla domanda interna e alle materie prime, offrendo una fonte di rendimento relativamente indipendente dal ciclo degli investimenti nell’intelligenza artificiale. Inoltre, le abbondanti risorse naturali del Paese contrastano con i vincoli energetici e infrastrutturali affrontati da alcune economie sviluppate. Ciò non solo sostiene i vantaggi competitivi del Brasile, ma potrebbe anche accrescerne l’importanza strategica in un’economia globale sempre più caratterizzata da scarsità di risorse e frammentazione. Da quando Lula ha concluso il suo secondo mandato nel 2011, la composizione degli indici dei mercati emergenti ha continuato a cambiare in seguito alla performance del settore tecnologico in Corea del Sud e Taiwan. Questi due mercati rappresentano oggi la metà dell’indice MSCI Emerging Markets in termini di capitalizzazione. Di conseguenza, il peso del Brasile nell’indice è sceso dal 15% di 15 anni fa al 5% attuale.

Il settore tecnologico dei mercati emergenti continua a essere una delle nostre preferenze azionarie, insieme a Taiwan e Corea del Sud, sostenuto dal perdurare del ciclo di investimenti nell’intelligenza artificiale. Per i mercati obbligazionari, l’attenzione alla credibilità fiscale espone i rendimenti dei titoli di Stato brasiliani in valuta locale al rischio di un brusco rialzo, nonostante i tassi d’interesse reali siano già elevati. Le scadenze più lunghe potrebbero subire pressioni qualora le preoccupazioni sulla sostenibilità del debito aumentassero il premio richiesto dagli investitori.

Un eventuale indebolimento della valuta potrebbe inoltre limitare i tagli dei tassi d’interesse attesi dai mercati. È plausibile un rialzo iniziale di circa 150 punti base, con i rendimenti dei titoli a cinque anni che potrebbero raggiungere il 15% entro la fine del 2026. Anche il debito sovrano denominato in dollari è esposto a un ampliamento degli spread di circa 50-60 punti base rispetto ai Treasury statunitensi, portando le valutazioni più vicino a quelle dei titoli sovrani con un rating inferiore di un livello. L’aumento dei costi di finanziamento interni accrescerebbe l’onere del debito e potrebbe alimentare maggiori aspettative di emissioni sui mercati internazionali. La stabilizzazione dipenderà dalla credibilità degli impegni fiscali del governo.

Prevediamo che il real brasiliano si indebolisca fino a circa 5,50 per dollaro nei prossimi mesi, riflettendo le incertezze sulla politica fiscale. Nel più lungo periodo, la valuta dovrebbe poi oscillare intorno a quota 5,20 per dollaro. La valutazione del real appare equa, anche tenendo conto del crescente profilo del debito brasiliano. I prezzi elevati delle materie prime e i tassi d’interesse reali storicamente alti dovrebbero fornire un sostegno. La nomina del ministro delle Finanze, probabilmente intorno a dicembre, potrebbe rappresentare un ulteriore fattore in grado di influenzare il cambio.

Di Homin Lee (Senior Macro Strategist, Banque Lombard Odier & Cie SA) e Patrick Kellenberger (Emerging Market, Equity Strategist, Banque Lombard Odier & Cie SA)

L'articolo Brasile, il ritorno di Lula spiazza i mercati: conti pubblici e tassi al centro delle preoccupazioni proviene da Affaritaliani.it.

  •  

Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um “jardim vertical”

O mercado de habitação em Famalicão vai ser reforçado brevemente com 108 apartamentos e os primeiros 52 fogos estarão prontos a habitar em meados de 2027, foi hoje divulgado pela promotora Medium Real Estate.

Em comunicado, a empresa refere que o Green Plaza Apartments, que está na segunda e última fase de construção, será o empreendimento imobiliário “mais verde da cidade”.

“Depois de concluída a primeira fase, com 56 apartamentos vendidos, estamos agora a comercializar os 52 apartamentos que correspondem à segunda fase do Green Plaza. Os imóveis estarão habitáveis em junho de 2027 e 75% deles já estão vendidos”, revelou Pedro Fernandes, CEO da Medium Real Estate, em comunicado enviado às redações.

Com floreiras em todas as varandas, o verde das plantas será a “grande atração” exterior dos 108 apartamentos do Green Plaza, um empreendimento localizado numa área residencial à volta do futuro Centro de Atletismo de Vila Nova de Famalicão, na Rua de Lino José de Sousa Ferreira, na zona norte da cidade.

De acordo com a promotora, a verticalização de plantas na fachada do Green Plaza Apartments permitirá a “regulação natural da temperatura e da humidade”. As plantas proporcionam a “humanização do ambiente e têm um impacto na redução de ruídos”. Em todas as varandas está incluído um sistema de rega automática.

“Viver no Green Plaza será como viver num jardim vertical. É uma simbiose perfeita entre o verde e o espaço urbano”, destacou ainda Pedro Fernandes.

Comercializado em exclusivo pela agência imobiliária Medium, o Green Plaza Apartments ainda tem disponíveis unidades das tipologias T0, T1, T2 e T3, com preços a partir de 199 mil euros. As áreas brutas variam entre os 67,2 metros quadrados (T0) e os 152,2 metros quadrados (T3).

Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium
Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um "jardim vertical"
Foto: Medium

Além do espaço desportivo municipal, o Green Plaza Apartments está localizado a centenas de metros de vários hipermercados, de um hospital (Centro Hospitalar do Médio Ave), de dois parques verdes (Parque de Sinçães e Parque da Devesa) e de um espaço de eventos culturais (a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, cuja programação é reconhecida em todo o país).

“É um lugar tranquilo, servido por espaços comerciais e diversos serviços e com acesso rápido à rede de autoestradas (A3 e A7) em direção a cidades como Porto, Braga, Guimarães, Póvoa de Varzim ou Vila do Conde”, resumiu Pedro Fernandes, acrescentando que “Famalicão é uma cidade muito bem localizada, com acesso a todos os serviços que uma família precisa”.

Os apartamentos estão divididos em blocos de oito pisos, com garagem e lugares de garagem para cada apartamento e ainda uma sala para bicicletas. A zona também é servida por transportes urbanos.

O projeto prevê eletrodomésticos nas cozinhas, ar condicionado, bombas de calor e caixilharias em alumínio em todos os apartamentos.

O projeto de arquitetura do Green Plaza é da autoria do gabinete Trama Arquitetos, enquanto a construção está a cargo da Competro – Investimentos, Lda, sediada em Vila Verde.

O conteúdo Está a nascer em Famalicão um bloco de 108 apartamentos que é um “jardim vertical” aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Jogo sujo? 99Food sofre derrota na Justiça por tentar derrubar rival

A 99Food, serviço de entrega de alimentos e bebidas, foi condenada ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais por sua ofensiva publicitária contra a sua rival iFood. Por unanimidade, a 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça paulista manteve a condenação da plataforma controlada pela chinesa DiDi por concorrência desleal.Em 2025, a 99Food lançou duas campanhas de marketing: a "Taxômetro" e a "Respostas Bem Servidas", utilizadas para atacar a concorrente. Na primeira, a empresa afirmava que o iFood arrecadava R$ 62,7 milhões por dia em taxas.Na decisão, os desembargadores entenderam que o valor apresentado como fato, estivesse baseado em estimativas construídas com dados heterogêneos e desatualizados, sem comprovação suficiente. O tribunal também considerou que a 99Food buscou desqualificar a concorrente sem apresentar informações sobre suas próprias taxas que permitissem uma comparação objetiva. Segundo o relator, desembargador Rui Cascaldi, a publicidade não tinha caráter informativo: "A peça não informa: acusa".A Justiça manteve a proibição das duas campanhas e a condenação da 99Food ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais, além de indenização por danos materiais, cujo valor ainda será calculado. Os desembargadores também rejeitaram a tentativa da empresa de incluir no processo acusações de abuso de posição dominante contra o iFood.Para o tribunal, a disputa por usuários não autoriza o uso da reputação de um concorrente como instrumento de depreciação e captação de clientes.

  •  

Operadores contestam argumentos da Digi e de Abel Mateus contra a renovação das licenças e alertam para os riscos

A Apritel desmonta argumentos da Digi e da consultora de Abel Mateus sob a alegada falta de condições de concorrência em Portugal, afirmando que a operadora não tem mais espectro porque não quis comprar no leilão e que tem todas as condições para crescer. Não renovar as licenças, nomeadamente as que caducam em 2027, seria lançar o país para o “caos”

  •  

Presidente da Câmara de Albufeira entronizado na Confraria do Frango da Guia

A cerimónia do VI Capítulo da Confraria dos Amigos da Guia e do Frango da Freguesia, realizada no sábado, 24 de outubro, no Polidesportivo da Guia, ficou marcada pela entronização do presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina. O encontro reuniu representantes de 47 confrarias de várias regiões do país, num programa dedicado à valorização das tradições gastronómicas e à homenagem de personalidades ligadas à comunidade.

A cerimónia integrou o programa do VI Capítulo da Confraria dos Frangos da Guia, que incluiu a admissão de novos confrades efetivos e de honra, o reconhecimento de entidades locais e um desfile pelas ruas da freguesia.

No dia seguinte, 25 de outubro, Rui Cristina participou também, na qualidade de Confrade de Honra, no IX Capítulo da Confraria do Bacchus de Albufeira, realizado em Ferreiras.

Autarca destaca importância do frango da Guia para a identidade local

A entronização de Rui Cristina constituiu um dos momentos centrais do encontro realizado na Guia, que reuniu representantes de 47 confrarias.

Durante a cerimónia, o presidente da autarquia destacou a importância da confraria na preservação e divulgação de uma das especialidades gastronómicas mais conhecidas do concelho.

“Ser entronizado nesta confraria é uma honra que recebo com muito orgulho, porque na Guia o frango da Guia é mais do que uma especialidade gastronómica. É a nossa história, a nossa identidade e, sobretudo, as nossas gentes”, afirmou Rui Cristina.

Na sua intervenção, o autarca prestou igualmente homenagem a José Monteiro, que escolheu Albufeira para viver e trabalhar, e a Joaquim Vieira, ligado à criação da confraria e à divulgação do frango da Guia.

Rui Cristina salientou o contributo de ambos para a comunidade, dirigindo também palavras de reconhecimento às respetivas famílias.

“Uma terra que não sabe agradecer a quem tanto fez por ela começa a esquecer a sua história”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Albufeira.

A memória de José Monteiro esteve presente ao longo da cerimónia, tendo sido igualmente evocada por Paulo Freitas na abertura da sessão.

O programa incluiu ainda a distinção do Guia Futebol Clube como Confrade de Mérito e a entronização de novos membros efetivos e de honra.

As celebrações contemplaram também um desfile pelas ruas da Guia, com um cortejo que seguiu em direção à igreja e regressou ao Polidesportivo, acompanhado por moradores que assistiram à passagem dos trajes e símbolos das confrarias.

Confraria do Bacchus reúne 33 confrarias em Ferreiras

As iniciativas de valorização das tradições locais prosseguiram no domingo, 25 de outubro, com a realização do IX Capítulo da Confraria do Bacchus de Albufeira, na Igreja Matriz de Ferreiras.

O encontro reuniu 96 confrades da instituição e representantes de 33 confrarias, ficando marcado pela entronização de 29 novos membros.

Rui Cristina participou na cerimónia enquanto Confrade de Honra, acompanhado por outros representantes autárquicos.

O programa incluiu uma homenagem a confrades falecidos, assinalada pela transmissão das vestes de José Carlos Rolo e de Alfredo Gomes Machado aos respetivos filhos, Marlene Rolo e Nuno Machado, ambos atualmente confrades.

O gesto simbolizou a continuidade da ligação das duas famílias à instituição e a preservação da memória dos antigos membros.

Após a cerimónia religiosa, os participantes desfilaram pelas ruas de Ferreiras, num cortejo acompanhado por moradores e famílias.

O encontro contou ainda com representantes da Comissão Vitivinícola do Algarve e da Federação das Confrarias Báquicas de Portugal, além de membros do executivo municipal e presidentes de juntas de freguesia.

Durante o almoço, Rui Cristina reconheceu o trabalho desenvolvido por Carlos Oliveira na presidência da Confraria do Bacchus de Albufeira, entregando-lhe uma lembrança em nome da Câmara Municipal.

O autarca manifestou também a intenção de acompanhar a atividade da instituição e o seu contributo para a valorização da cultura vitivinícola e das tradições locais.

As duas cerimónias reuniram confrarias de diferentes regiões do país, associando a preservação das tradições gastronómicas e culturais de Albufeira ao reconhecimento de personalidades e instituições ligadas à comunidade.

Leia também: Mundial de Vela traz 450 jovens atletas a Vilamoura em dezembro

  •  

Governo buscará cumprir meta fiscal com diálogo, diz Durigan

Logo Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, assegurou, nesta terça-feira (27), em Brasília, que o governo federal vai discutir com agentes do mercado financeiro e do setor privado em geral medidas de ajuste que favoreçam o cumprimento da meta fiscal.

“Nosso compromisso é com a responsabilidade fiscal, com a estabilidade fiscal e isso vai ser buscado com diálogo”, disse o ministro a jornalistas ao chegar, nesta manhã, ao Ministério da Fazenda.

Notícias relacionadas:

O ministro revelou que, na segunda-feira (26), entrou em contato com representantes do setor financeiro para tentar acalmar o mercado, um dia após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser reeleito para mais quatro anos à frente do governo federal.

Sem fornecer mais detalhes, Durigan comentou que a equipe de governo já vem discutindo medidas de ajuste fiscal, incluindo a possibilidade de uma ampliação da fatia do Orçamento da União passível de ser contingenciada - medida que depende da aprovação do Congresso Nacional. 

“Já temos várias medidas sendo estudadas e algumas prontas”, revelou Durigan, explicando que as propostas em análise vão ser anunciadas em breve, com a autorização do presidente Lula, que, antes, quer definir os novos integrantes de sua equipe econômica.

“Estamos passando por um período de transição”, destacou o ministro, referindo-se ao período entre o anúncio do resultado do segundo turno das eleições presidenciais e o dia 5 de janeiro, quando Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, serão reempossados.

“[Até lá] o presidente vai se sentar tanto com a equipe atual, quanto com a que ainda vai designar para o novo mandato, e definir os próximos passos concretos. Sabendo que já temos medidas prontas, como a busca pelo centro da meta, que vão ser tratadas com o Congresso Nacional em breve.”

  •  

Loja do Gato Preto fecha todas as lojas em Espanha: saiba o que vai acontecer à cadeia em Portugal

O encerramento definitivo da Loja do Gato Preto em Espanha levantou dúvidas sobre o futuro da conhecida cadeia de decoração em Portugal. Apesar da insolvência da subsidiária espanhola, a marca não vai desaparecer do mercado português, embora esteja a atravessar um processo de reestruturação que implica o encerramento de vários estabelecimentos e uma maior aposta nas vendas pela Internet.

A empresa, controlada pelo Grupo Aquinos desde 2020, decidiu concentrar os recursos disponíveis na operação portuguesa, depois de acumular prejuízos elevados no país vizinho. Segundo o jornal El Español, a subsidiária espanhola foi declarada insolvente a 14 de outubro, com dívidas de 4,8 milhões de euros e depois de ter encerrado as últimas oito lojas.

Quantas lojas vão continuar abertas em Portugal?

A cadeia de decoração já tinha anunciado, no início deste ano, uma redução significativa da sua presença física no mercado português. O plano de recuperação, aprovado pelos credores e homologado pelo tribunal em março, prevê o encerramento de 10 das 15 lojas existentes, mantendo apenas cinco estabelecimentos em funcionamento.

No portal da Loja do Gato Preto consta que as unidades que permanecem abertas são as do Fórum Almada, do Freeport Fashion Outlet, em Alcochete, do Mar Shopping, em Matosinhos, do Palácio do Gelo, em Viseu, e do centro comercial UBBO, na Amadora. Estas cinco localizações continuam igualmente identificadas no site oficial da marca, não constando qualquer estabelecimento no Algarve.

Por que é que a empresa decidiu abandonar Espanha?

A operação espanhola acumulava dificuldades financeiras há vários anos, tendo registado prejuízos de 7,47 milhões de euros em 2025. A faturação nesse período ficou pelos 2,8 milhões de euros, menos 12,4% do que no exercício anterior, enquanto as perdas acumuladas de anos anteriores ultrapassavam os 36,5 milhões de euros.

Conforme explica o El Español, a cadeia chegou a contar com cerca de 25 a 27 lojas em Espanha, mas foi reduzindo progressivamente a atividade. Entre 2023 e 2024, encerrou 13 estabelecimentos, numa reestruturação acompanhada por uma quebra de 42% nas vendas. A impossibilidade de a empresa-mãe continuar a financiar as perdas levou ao encerramento das últimas oito unidades, durante o primeiro semestre de 2026, e à extinção de 49 postos de trabalho.

Portugal também enfrenta dificuldades financeiras

Embora a insolvência declarada em Espanha não se estenda automaticamente à operação portuguesa, a Loja do Gato Preto também teve de recorrer a mecanismos de recuperação financeira em Portugal. Em setembro de 2025, iniciou um Processo Especial de Revitalização (PER), depois de enfrentar dificuldades para cumprir os compromissos assumidos perante bancos, fornecedores e outros credores.

O plano de recuperação foi homologado pelo Tribunal de Sintra em março deste ano, permitindo a continuidade da atividade mediante uma reestruturação das dívidas. Segundo noticiou o ECO na altura, os credores aceitaram um perdão de aproximadamente 40 milhões de euros, num processo que envolve uma redução de 80% do capital em dívida, avaliado em cerca de 49,5 milhões de euros.

Venda online passa a ter maior importância

A redução da rede de estabelecimentos físicos fez parte de uma estratégia destinada a adaptar a empresa à sua atual dimensão financeira. Entre as lojas portuguesas abrangidas pelo plano de encerramentos estiveram as unidades situadas no Colombo, nas Amoreiras, no Oeiras Parque, no Norte Shopping, no Montijo e em vários outros centros comerciais.

A empresa pretende compensar parte desta redução através do reforço do comércio eletrónico. Em declarações ao ECO, a Loja do Gato Preto explicou que a aprovação do plano representa uma oportunidade para assegurar a continuidade do negócio e implementar uma estrutura mais ajustada às condições do mercado. As vendas online deverão, assim, assumir um papel mais relevante na atividade da marca.

O que acontece agora à Loja do Gato Preto?

A insolvência da subsidiária espanhola foi declarada pelo Tribunal de Instância de Madrid, depois de um pedido apresentado pela empresa em julho e que deu entrada no tribunal em setembro. O processo deverá agora seguir os procedimentos previstos na legislação espanhola, incluindo a possibilidade de os credores solicitarem a análise de eventuais responsabilidades dos administradores.

Em Portugal, o objetivo continua a ser a recuperação financeira e a manutenção da atividade, embora numa escala inferior à que a cadeia chegou a apresentar. A Loja do Gato Preto permanece, por isso, no mercado nacional, com cinco estabelecimentos físicos identificados no site oficial e uma plataforma de vendas online, enquanto procura estabilizar a situação financeira depois das dificuldades acumuladas nos últimos anos.

Leia também: IMI em 2027: pedido de reavaliação até dezembro pode reduzir o imposto

  •  

Governo prorroga por um mês subvenção de R$ 2,12 ao diesel

Logo Agência Brasil

O governo federal informou nesta terça-feira (27) que renovará por mais um mês a subvenção de R$ 2,12 por litro ao óleo diesel. A medida será formalizada por meio de portaria a ser publicada no Diário Oficial da União.

A renovação já havia sido sinalizada mais cedo pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Ao ser questionado sobre o tema, ele disse que o governo ainda discutia os detalhes para a publicação da medida.

Notícias relacionadas:

“A gente vai tratar [da questão da renovação da subvenção do diesel]. Temos reuniões durante o dia e faremos anúncios nas próximas horas ou dias”, declarou o ministro.

De acordo com o governo, o impacto fiscal da prorrogação será compensado por receitas extraordinárias provenientes do petróleo, preservando a neutralidade fiscal.

A subvenção está prevista na Medida Provisória nº 1.391, de 11 de setembro de 2026, que autorizou a União a conceder subvenção econômica a produtores e importadores de óleo diesel enquanto persistirem as instabilidades no mercado internacional de combustíveis decorrentes de conflitos geopolíticos

A legislação federal tem, como objetivo, reduzir os efeitos da volatilidade do mercado internacional sobre o preço do diesel no país.

Em nota, o Ministério do Planejamento e Orçamento informou que a renovação terá validade de 30 dias e poderá ser novamente prorrogada conforme a evolução do mercado internacional de combustíveis.

  •  
❌