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Vídeo: suspeito de xenofobia contra nordestinos é preso em flagrante em MG

Um suspeito de divulgar conteúdo com indícios de xenofobia contra nordestinos e incitação à violência foi preso em flagrante em Espinosa, no Norte de Minas Gerais. A prisão ocorreu após uma atuação conjunta do MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) e da Polícia Civil, que investigam publicações nas redes sociais.

Segundo o MPMG, a Promotoria de Justiça de Espinosa instaurou um procedimento para apurar o caso, preservar tecnicamente as evidências digitais e encaminhar o material à Polícia Civil para as providências investigativas.

No vídeo, o rapaz fazia uma alusão a dar cintadas em nordestinos que fossem a ele para vender produtos. A legenda da pubçicação dizia: “Eu no priemiro nordestino que vier me vender tapete”. Veja:

O MPMG, porém, informou que apura publicações com indícios de discriminação por procedência regional e incitação à violência contra pessoas oriundas do Nordeste.

A pessoa presa é investigada pela suposta prática de crimes previstos na legislação de combate à discriminação e à incitação ao crime. O Ministério Público não divulgou a identidade do suspeito nem detalhou quais condutas específicas são atribuídas a ele.

As investigações continuam para esclarecer os fatos. Além da publicação inicialmente identificada, as autoridades analisam eventuais manifestações de apoio, incentivo ou incitação à violência que possam ter contribuído para a disseminação do conteúdo.

MPMG alerta para nota falsa

O Ministério Público também esclareceu que circulou nas redes sociais uma suposta nota atribuída à Promotoria de Justiça de Espinosa.

Segundo a instituição, o material não foi produzido nem autorizado pelo órgão e foi retirado do ar após as providências cabíveis.

A instituição afirmou que continuará acompanhando o caso e adotará as medidas cabíveis para buscar a responsabilização de eventuais envolvidos, com respeito ao devido processo legal e às garantias constitucionais.

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24 ottobre: “Fuori l’Italia dalla guerra” – Comunicato Stampa

Manifestazione nazionale “Fuori l’Italia dalla guerra” – Roma, sabato 24 ottobre 2026
COMUNICATO STAMPA

Il Comitato promotore della manifestazione nazionale “Fuori l’Italia dalla guerra”, in
programma a Roma sabato 24 ottobre, ribadisce con forza il carattere pacifico e
nonviolento dell’iniziativa.
Scendiamo in piazza per chiedere pace, il ripudio della guerra sancito dall’articolo 11 della
Costituzione, la fine del coinvolgimento del nostro Paese nei conflitti armati, la solidarietà
con i popoli che resistono all’imperialismo e al sionismo. Chi aderisce alla manifestazione lo
fa condividendone pienamente lo spirito: volti scoperti, mani libere, parole chiare.
Il Comitato respinge in modo netto ogni tentativo di strumentalizzazione violenta da parte
di elementi estranei alla manifestazione, ai suoi contenuti, alle realtà che l’hanno
promossa ed a quelle che hanno aderito. Chiunque intenda servirsi del corteo per
compiere atti di violenza, danneggiamenti o scontri si pone fuori dalla manifestazione e
contro di essa.
Di questo tutti devono essere consapevoli, dai manifestanti agli organi di informazione.
Nessuno provi a screditare il movimento per la pace e a spostare l’attenzione dalle ragioni
della protesta.
Invitiamo tutti i partecipanti a seguire le indicazioni del servizio d’ordine, a non raccogliere
alcuna provocazione, a isolare immediatamente eventuali comportamenti violenti e a
segnalarli agli organizzatori.
Il 24 ottobre Roma vedrà una piazza ampia, plurale, determinata e pacifica. Perché la pace
si costruisce con la pace.
Il Comitato promotore della manifestazione “Fuori l’Italia dalla guerra”

20 ottobre 2026
www.fuorilitaliadallaguerra.org

L'articolo 24 ottobre: “Fuori l’Italia dalla guerra” – Comunicato Stampa proviene da Casa del Sole TV.

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Marcelo: se intolerância continuar será difícil recuperar

O ex-Presidente falou numa sessão sobre cooperação luso-moçambicana em Lisboa. Disse que a "radicalização emocional" está a conquistar "muitas almas" e muitas sociedades.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Marcelo alertou que "a mudança de topo só é sustentada se for acompanhada do peso da base"
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Mulheres são maioria das vítimas de violência política, mesmo sendo minoria das candidatas

Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.

O primeiro turno da campanha eleitoral de 2026 durou 50 dias e registrou 134 episódios de violência política contra candidatos e candidatas, além de agentes políticos.Um aumento de 11% em relação aos 121 casos registrados no mesmo período da eleição municipal de 2022.

Os 134 episódios representam um caso de violência política a cada nove horas de campanha. E apesar das mulheres serem apenas 35% do total de candidatos, elas foram a maioria (52%) das vítimas do primeiro turno, segundo o levantamento.

Os dados integram a 4ª edição da pesquisa Violência Política e Eleitoral no Brasil, realizada pelas organizações de direitos humanos Terra de Direitos e Justiça Global, que pesquisa o tema desde 2016. O levantamento foi divulgado nesta quarta, dia 7 de outubro.

A porcentagem de vítimas mulheres aumenta mais ainda quando a pesquisa separa apenas os casos envolvendo candidatas e candidatos. Dos 134 episódios de violência política durante o primeiro turno, 102 foram dirigidos a pessoas que disputavam o pleito. Desse total, 60 eram mulheres, quase 59% do total.

Para a coordenadora do Setor de Incidência da Terra de Direitos, Gisele Barbieri, “os dados trazem importantes achados para identificar os ambientes em que agentes políticos estão mais vulneráveis e pensar medidas de proteção. Quando eleitas, essas pessoas passam a ser vítimas de violências nos seus locais de atuação, seja no Parlamento ou no Executivo”, afirma.

Machismo e misoginia se misturam nos casos de violência política

A pesquisa mostra que a violência política é marcada pela discriminação de gênero e raça. Quando se considera o universo completo de 70 casos de violência política contra mulheres, 45 casos envolveram machismo ou misoginia, nove envolveram racismo e cinco envolveram transfobia. Mulheres pretas foram vítimas de 25% dos casos de violência política medidos nesse primeiro turno.

A ameaça foi o tipo de violência política mais recorrente no período, com 64 casos registrados. Na sequência, aparecem 33 episódios de ofensa e 19 de agressão física. Também foram registrados 11 atentados, cinco casos de criminalização e dois assassinatos.

Mais da metade dos casos (71 ocorrências) aconteceu nas ruas, durante atividades públicas de campanha. O ambiente virtual concentrou 31,3% dos episódios.

Além disso, apenas candidatas sofreram ameaças de violência sexual. Em todos os sete casos, as vítimas eram mulheres.

“Enquanto os homens são atacados por sua atuação política, mulheres, pessoas negras e pessoas trans enfrentam também o racismo, o machismo e a transfobia que estruturam a sociedade brasileira”, afirmou em nota Glaucia Marinho, diretora-executiva da Justiça Global.

Policiais e outros agentes públicos foram a maioria dos autores

Em quase 20% dos casos o autor identificado da violência política era um agente público, incluindo parlamentares e forças de segurança. Até o encerramento da coleta de dados pelas organizações autoras da pesquisa, nenhum dos 134 episódios havia resultado em alguma punição efetiva, limitando-se a medidas cautelares de urgência determinadas pela Justiça Eleitoral.

A região Nordeste liderou o número de casos (48), seguido pelo Sudeste (38). Entre os estados, São Paulo lidera com 16 casos, seguido por Rio Grande do Norte (13), Minas Gerais (12) e Rio Grande do Sul (10).

A presença de policiais entre os autores de violência política já havia sido detectada também em levantamento realizado pela Agência Pública durante o primeiro turno.

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🔴DRONI SI SCORTE NO | TG 05.08.26

– Kiev sotto le bombe, Europa senza scorte di Jeff Hoffman
– Gas, Ue vieta Belgio compra di Margherita Furlan
– Hormuz chiuso salvadanaio aperto di Jeff Hoffman
– Karbala prega New York tiene la cassa di Margherita Furlan
– Israele compra il racconto, Parscale lo scrive di Jeff Hoffman
– Board of Peace: la resa a Netanyahu di Jeff Hoffman
– Ceuta: scontro Madrid Roma di Jeff Hoffman
– Interfacce neurali, Pechino sorpassa Musk di Margherita Furlan
– Buon giro intorno al Sole

A cura di Margherita Furlan
Con la collaborazione di Jeff Hoffman
Editing di Davide Marletta e di Simone Orletti

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