European Leaders Split Over Phone Call to Putin

© Pool photo by Maxim Shipenkov

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A Rússia atingiu uma importante ponte rodoviária em Kiev durante a noite, em ataques que envolveram 16 mísseis balísticos e mais de 280 drones, informou o presidente Volodymyr Zelensky nesta terça-feira (27), classificando o episódio como uma grave escalada contra a logística ucraniana.
“Tragicamente, houve vítimas e impactos em Kiev, inclusive na Ponte Sul”, escreveu ele na rede social X, referindo-se a uma das principais pontes rodoviárias sobre o rio Dnipro, que corta a capital ucraniana.
“Uma grave escalada na operação da Rússia contra a nossa logística. Também houve ataques nas regiões de Kiev, Vinnytsia, Zaporizhzhia, Dnipro, Kharkiv, Odessa, Chernihiv, Sumy, Donetsk, Kherson e Chernivtsi.”
The number of people injured in the Russian strike on a university campus and the surrounding area yesterday evening has risen to 12. Five of them are students and university staff. While emergency services were helping people and dealing with the aftermath of the first strike, the Russians used ballistic missiles again. In total, 16 ballistic missiles were launched overnight. More than 280 drones as well. Tragically, there have been casualties and hits in Kyiv, including on the South Bridge. A serious escalation in Russia’s operation against our logistics. There were also strikes on the Kyiv, Vinnytsia, Zaporizhzhia, Dnipro, Kharkiv, Odesa, Chernihiv, Sumy, Donetsk, Kherson, and Chernivtsi regions. Almost everywhere, Russia’s targets were the energy sector, logistics, and ordinary urban infrastructure. The artificial and prolonged delays in the delivery of interceptor packages for Patriot and NASAMS systems, which unfortunately have occurred recently, are directly helping Russia achieve the objectives of its terrorist campaign. Every such delay means another Russian strike on one facility or another. Unfortunately, strikes are taking place every day. Russia is constantly taking new steps toward escalation. Pressure on Russia and real support for Ukraine are needed to change the situation. I thank everyone who truly supports our efforts to protect lives and understands the importance of support packages arriving on time. We must bring peace closer and save lives. Thank you to everyone who stands with Ukraine!
— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 27, 2026
Os líderes da Finlândia e da Noruega telefonaram para o presidente russo, Vladimir Putin, nesta terça-feira (27), para instá-lo a encerrar a guerra na Ucrânia — rompendo com uma prática de longa data entre os líderes da Europa Ocidental de evitar contato direto com o Kremlin.
O telefonema, realizado pelo presidente finlandês, Alexander Stubb, e pelo primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, foi uma tentativa de influenciar o processo diplomático em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mudou sua postura em favor da Rússia, e as relações entre o país e a Ucrânia atingiram seu ponto mais baixo nos últimos 18 meses.
Os líderes nórdicos conversaram por telefone com Putin e, na sequência, com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, segundo um assessor de Zelensky.
“A discussão (com Putin) foi franca e substantiva. Somos países vizinhos da Rússia. O desfecho desta guerra terá um impacto direto na nossa segurança e na segurança da Europa como um todo. Encerrar a guerra exige discussões diretas”, afirmou Stubb em um comunicado conjunto com Støre.
O líder norueguês acrescentou: “A guerra traz custos humanos e materiais enormes. O sofrimento e a destruição afetarão gerações. Durante a conversa, enfatizamos a importância de uma desescalada”.
Ambos os líderes reafirmaram seu forte apoio à Ucrânia, assegurando que esse suporte continuará.
O relato do Kremlin sobre a conversa não indicou que Putin tenha sinalizado qualquer disposição para ceder em relação a posições anteriormente declaradas.
“Enfatizou-se que alcançar uma paz justa e duradoura só é possível se os interesses legítimos da Federação Russa forem levados em conta de forma plena e incondicional”, afirmou o Kremlin.
“Ao mesmo tempo, chamou-se a atenção para as políticas de confronto adotadas por países da União Europeia e da Otan, que contribuem para o prolongamento das hostilidades.”
Desde que a Rússia iniciou sua guerra em larga escala na Ucrânia, em fevereiro de 2022, os líderes da Europa Ocidental têm, em sua maioria, evitado o contato com Putin, ao mesmo tempo em que intensificam as sanções contra Moscou.
Contudo, essa postura os deixou em segundo plano, uma vez que os esforços para encerrar o conflito passaram a ser liderados por Trump — visto, em muitas capitais da União Europeia, como uma figura imprevisível, errática e propensa a ficar ao lado de Putin em detrimento da Ucrânia.
Essa percepção foi reforçada por acordos firmados este mês, nos quais Putin concordou em fornecer diesel russo aos EUA, enquanto Trump flexibilizou sanções contra a Rússia e declarou que seria o momento de os ucranianos substituírem Zelensky como seu líder.
Catástrofe demográfica: Ucrânia está virando nação de viúvas e órfãos

Os líderes da Finlândia e da Noruega telefonaram para o presidente russo, Vladimir Putin, nesta terça-feira (27), para instá-lo a encerrar a guerra na Ucrânia — rompendo com uma prática de longa data entre os líderes da Europa Ocidental de evitar contato direto com o Kremlin.
O telefonema, realizado pelo presidente finlandês, Alexander Stubb, e pelo primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, foi uma tentativa de influenciar o processo diplomático em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mudou sua postura em favor da Rússia, e as relações entre o país e a Ucrânia atingiram seu ponto mais baixo nos últimos 18 meses.
Os líderes nórdicos conversaram por telefone com Putin e, na sequência, com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, segundo um assessor de Zelensky.
“A discussão (com Putin) foi franca e substantiva. Somos países vizinhos da Rússia. O desfecho desta guerra terá um impacto direto na nossa segurança e na segurança da Europa como um todo. Encerrar a guerra exige discussões diretas”, afirmou Stubb em um comunicado conjunto com Støre.
O líder norueguês acrescentou: “A guerra traz custos humanos e materiais enormes. O sofrimento e a destruição afetarão gerações. Durante a conversa, enfatizamos a importância de uma desescalada”.
Ambos os líderes reafirmaram seu forte apoio à Ucrânia, assegurando que esse suporte continuará.
O relato do Kremlin sobre a conversa não indicou que Putin tenha sinalizado qualquer disposição para ceder em relação a posições anteriormente declaradas.
“Enfatizou-se que alcançar uma paz justa e duradoura só é possível se os interesses legítimos da Federação Russa forem levados em conta de forma plena e incondicional”, afirmou o Kremlin.
“Ao mesmo tempo, chamou-se a atenção para as políticas de confronto adotadas por países da União Europeia e da Otan, que contribuem para o prolongamento das hostilidades.”
Desde que a Rússia iniciou sua guerra em larga escala na Ucrânia, em fevereiro de 2022, os líderes da Europa Ocidental têm, em sua maioria, evitado o contato com Putin, ao mesmo tempo em que intensificam as sanções contra Moscou.
Contudo, essa postura os deixou em segundo plano, uma vez que os esforços para encerrar o conflito passaram a ser liderados por Trump — visto, em muitas capitais da União Europeia, como uma figura imprevisível, errática e propensa a ficar ao lado de Putin em detrimento da Ucrânia.
Essa percepção foi reforçada por acordos firmados este mês, nos quais Putin concordou em fornecer diesel russo aos EUA, enquanto Trump flexibilizou sanções contra a Rússia e declarou que seria o momento de os ucranianos substituírem Zelensky como seu líder.
A Ucrânia também relatou interrupções no compartilhamento de informações de inteligência por parte dos EUA, bem como nos serviços de internet via satélite dos quais suas forças militares dependem.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, criticou a decisão da Finlândia e da Noruega de conversar com Putin, acrescentando que não vê sinais de que a Rússia deseje a paz.
“Acredito que a Europa deveria permanecer unida, em vez de agir por conta própria”, disse Frederiksen à emissora pública DR.
Stubb e Støre participaram da conversa na qualidade de líderes de seus respectivos países — e não em nome da Europa como um todo —, ressaltaram, acrescentando que as duas nações nórdicas manterão seu apoio de longa data à Ucrânia.
A Rússia tem acusado frequentemente os governos europeus de alimentar a guerra ao fornecer armas à Ucrânia e recusar negociações diretas.
O país tem contrastado a postura dos líderes da Europa Ocidental com a de Trump, que manteve contato com Putin e tentou — até agora sem sucesso — intermediar um acordo de paz.
Uma fonte próxima ao Kremlin informou à agência de notícias Reuters que o presidente francês, Emmanuel Macron, foi o último líder da União Europeia a conversar por telefone com Putin.
A ligação, ocorrida em julho deste ano, não foi divulgada publicamente e não trouxe resultados, segundo a fonte.
A fonte relatou que Putin disse a Stubb e Støre que a Rússia não abriria mão de seu objetivo de conquistar toda a região de Donbas, na Ucrânia.
Os europeus responderam afirmando que é necessária uma paz “justa”, segundo essa mesma fonte.
Por que Donetsk é ponto de discórdia para encerrar guerra na Ucrânia?

President Volodymyr Zelensky's planned Oct. 26 trip to Brussels descended into a diplomatic guessing game, with conflicting signals from his own team leaving EU and NATO officials scrambling to establish whether he was coming — and who was supposed to meet him.
At the center of the confusion




Il presidente ucraino, Volodymyr Zelensky, ha confermato che a novembre si terrà un incontro tra russi e ucraini, con la mediazione degli Stati Uniti, per rilanciare i negoziati di pace, in stallo dall’inizio dell’anno. “Siamo pronti a discutere. Per quanto riguarda la questione territoriale, questa deve essere affrontata a livello di leader – ha detto Zelensky sui social -. Le altre questioni sono di competenza dei gruppi tecnici. Di tutto ciò si potrà dunque discutere a novembre”, ha dichiarato il presidente ucraino in un’intervista alla televisione nazionale rilanciata su Telegram”.
Il presidente ucraino, Volodymyr Zelensky si dice “pronto” per i colloqui trilaterali tra gruppi tecnici che devono però portare a “risultati concreti”. Ma avverte anche: “Non vorrei che arrivassimo a un incontro tra i tre leader – Ucraina, Stati Uniti e Russia – avendo già revocato tutte le sanzioni contro la Federazione Russa“. In alcuni post su X e Telegram Zelensky ribadisce che le sanzioni sono “un punto importante”. “Sono state imposte a causa di un’aggressione, non come pretesto per una chiacchierata. Pertanto, se parliamo della fine della guerra, deve esserci un preciso iter per la revoca delle sanzioni”. “Senza sanzioni – aggiunge Zelensky – potremmo ritrovarci coinvolti in un dialogo trilaterale in cui l’esito resta incerto, mentre le misure restrittive sono già state eliminate”.
Un drone avrebbe colpito un grattacielo di uffici a Voronezh, nella Russia sud-occidentale, durante un attacco ucraino ancora in corso questa mattina. In città si registrano esplosioni e incendi. Lo riferisce l’agenzia di stampa indipendente russa Astra, citata dal Kyiv Independent. Un video diffuso da Astra sembra mostrare un drone che esplode contro il Chizhov Gallery, un edificio di 25 piani nel centro della città. Immagini dell’attacco sono state pubblicate anche dal canale di monitoraggio ucraino Exilenova+. Secondo Astra, che ha ricevuto foto e video da testimoni, ci sono incendi anche in zone residenziali, vicino a condomini colpiti dalle esplosioni. Il governatore della regione, Aleksandr Gusev, ha confermato che la contraerea russa è entrata in azione contro un attacco di droni su Voronezh e dintorni.
L'articolo Ucraina, Zelensky: “A novembre negoziati con Usa e Russia”. Ma poi lancia un avvertimento sulle sanzioni a Mosca proviene da Affaritaliani.it.




© David Guttenfelder/The New York Times






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