People in Big Pharma keep making progress and accept that their industry is hated, Hastings said.
Erica Denhoff/Icon Sportswire via Getty Images
Netflix cofounder Reed Hastings says Silicon Valley execs are like airlines, banks, and Big Pharma.
They're all powerful and hugely consequential. They're also widely disliked, he said.
Americans have lost love for tech CEOs — and new movies are highlighting the execs' darkest hours.
Reed Hastings thinks the tech industry has some Big Pharma energy.
During an interview with "On with Kara Swisher," released on Monday, the Netflix founder and former co-CEO responded to questions about the unpopularity of Silicon Valley executives.
"Well, think of pharma," he said. "Pharma is hated by the general public, and to my eyes, is continuing to do amazing and positive work. But people hate the high drug prices, and so pharma is deeply hated."
Hastings also said that drug companies have developed "remarkable" products — like the COVID vaccines — but still draw public ire.
"Did people fall in love with those companies? They did not."
He also compared tech execs to banking and airline bosses: powerful, consequential, and largely disliked.
Swisher raised the question as Hollywood is highlighting some of tech's ugliest chapters in movie theaters across America. A24's "You Can See Everything" has blown up the box office — it's a documentary following former Theranos CEO Elizabeth Holmes in the weeks before she reports to prison. Aaron Sorkin's "The Social Reckoning" dramatizes whistleblowing at Meta. Alex Gibney's "Musk" tracks the rise of Elon Musk's political influence. And Luca Guadagnino's "Artificial," a biopic about a biopic that focuses on OpenAI CEO Sam Altman, is out on Christmas.
Hastings said that tech's yearslong tumble out of public favor is not particularly unusual. Large industries always invite skepticism.
"That's the natural state of how much of the public thinks about business," he said.
Still, Hastings, who sits on Anthropic's board, said that Silicon Valley companies still have one potential PR golden goose.
"We've got to actually cure some diseases," he said. "That'll help."
O Comando Territorial de Beja da GNR, através do Núcleo de Proteção Ambiental (NPA) do Destacamento Territorial de Moura, no dia 25 de outubro, deteve um homem de 31 anos, por caça ilegal, no concelho de Moura.
No âmbito de uma ação de fiscalização, realizada numa zona de caça associativa no concelho de Moura, os militares da Guarda detetaram um indivíduo a exercer a atividade venatória sem se encontrar habilitado com licença de uso e porte de arma, motivo pelo qual foi detido em flagrante delito.
No decurso da ação de fiscalização, foi ainda detetada uma situação de incumprimento das regras de segurança na guarda de uma arma de fogo por parte do respetivo proprietário, que não adotou as precauções necessárias para impedir o acesso de terceiros à mesma e prevenir um eventual furto.
Perante os factos, foi elaborado o respetivo auto de contraordenação, ao abrigo do artigo 40.º da Lei n.º 5/2006, de 23 de fevereiro, que aprova o regime jurídico das armas e suas munições.
Na sequência da intervenção policial, foram apreendidos os seguintes artigos:
Duas armas de fogo;
Uma mira telescópica;
Uma caixa contendo nove munições de calibre 12 mm;
Um cadeado e respetivas chaves.
O detido foi libertado após ter sido constituído arguido e sujeito a Termo de Identidade e Residência (TIR), tendo sido notificado para comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Moura, no dia 26 de outubro de 2026, pelas 14h00, para efeitos de aplicação de medidas de coação.
A Guarda Nacional Republicana relembra que o exercício da atividade venatória deve obedecer às regras legalmente estabelecidas, nomeadamente no que respeita à habilitação para o uso e porte de armas, contribuindo para a segurança de pessoas e bens e para a proteção e conservação dos recursos cinegéticos.
O Google Cloud anunciou que está incorporando os modelos da OpenAI ao Model Garden, seu catálogo centralizado de modelos de IA. Isso torna o Google Cloud o único provedor de nuvem hyperscale a oferecer acesso a todos os três principais LLMs de código fechado, juntamente com mais de 200 outros modelos — próprios, de terceiros e de código aberto — em uma plataforma de IA empresarial unificada.
O Google Cloud sempre se caracterizou por oferecer opções, governança de nível empresarial e uma relação preço-desempenho líder de mercado. Este anúncio se baseia nesses pilares de abertura e capacidade de escolha, oferecendo aos clientes a flexibilidade necessária para executar cargas de trabalho baseadas em agentes usando os modelos e a infraestrutura de sua preferência, a fim de alcançar o equilíbrio ideal entre custo, capacidades e desempenho.
“O Google Cloud é uma plataforma de confiança para desenvolvedores e empresas que constroem agentes de IA, escrevem softwares e colocam a IA para funcionar. Esta parceria é um passo importante para disponibilizar os nossos modelos mais avançados e o Codex onde os clientes já estão construindo, oferecendo ainda mais opções sobre como usam a IA de ponta, enquanto expandimos o ecossistema de agentes juntos.”, disse Greg Brockman, presidente e cofundador da OpenAI.
“Nosso foco é oferecer aos clientes uma ampla seleção de modelos, incluindo os da OpenAI, para que possam escolher o modelo certo para qualquer tarefa, ajudando a entregar a máxima qualidade e custos mais baixos”, disse Thomas Kurian, CEO do Google Cloud.
O modelo certo para cada carga de trabalho
A IA empresarial moderna exige a correspondência de cada carga de trabalho ao modelo certo, em vez de confiar em um único modelo para todas as tarefas. Ao adicionar os modelos mais recentes da OpenAI ao Model Garden, o Google Cloud está oferecendo às equipes opções em todo o espectro de cargas de trabalho empresariais. Para os modelos da OpenAI:
GPT-6 Astra: Projetado para tarefas exigentes em programação, uso de computação, tarefas profissionais e pesquisa científica.
GPT 6.1 Sol: Inteligência próxima à do Astra, porém com menor custo em programação de agentes, uso de computação e tarefas profissionais.
GPT 6 Luna: Um modelo rápido e com bom custo-benefício, ideal para demandas cotidianas em larga escala.
Utilizando a plataforma, os clientes podem selecionar e alternar, de forma dinâmica, para o modelo ideal em qualquer caso de uso com base em desempenho, latência e eficiência de custo, sem aprisionamento arquitetônico ou contratos separados com fornecedores.
Os desenvolvedores ganham a liberdade de criar soluções utilizando centenas de opções disponíveis no Model Garden Como os modelos da OpenAI são adquiridos diretamente pelo Google Cloud Marketplace, todo o consumo é consolidado em uma única fatura do Google Cloud, abate compromissos de nuvem já existentes e é contabilizado nos Planos de Economia Flexíveis (FSP), independentemente do provedor do modelo.
Governança de dados integrada e segurança empresarial
Escalar a IA generativa nunca deve exigir o comprometimento da conformidade ou da segurança. Construída desde a sua concepção com foco na governança corporativa, o Gemini plataform conta com a confiança de grandes organizações ao redor do mundo. O Google Cloud garante que a execução de qualquer carga de trabalho - seja de terceiros ou da OpenAI - atenda aos padrões empresariais mais rigorosos:
Perímetros rígidos de dados: Os prompts, contextos e saídas dos clientes permanecem inteiramente dentro do perímetro de dados designado e nunca são usados para treinar modelos de fundação, com opções de Retenção Zero de Dados (ZDR) em breve.
Limites de acesso isolados: Os modelos da OpenAI são executados em infraestrutura dedicada do Google Cloud, com a funcionalidade de Computação Confidencial disponível em breve. Todas as consultas são direcionadas por meio de gateways protegidos e isolados, garantindo que o tráfego de dados permaneça estritamente no ambiente seguro do Google Cloud e impedindo que provedores de modelos de terceiros não tenham acesso autorizado ao seu ambiente na nuvem.
Auditoria e identidade unificadas: Cada interação com agentes ou modelos opera sob uma identidade autenticada, oferecendo aos administradores de TI visibilidade ponta a ponta, proteção via VPC Service Controls e registros de auditoria unificados em toda a infraestrutura da organização.
Primeiros passos
Os modelos da Open AI - GPT-6 Astra, GPT-6.1 Sol e GPT-6 Luna - estão sendo disponibilizados agora em versão preview para clientes empresariais selecionados por meio do Model Garden do Google Cloud, com mais opções em breve.
A partir de hoje, os clientes podem construir com esses modelos por meio das APIs do Google Cloud e, assim, conectar seus fluxos de trabalho locais do Codex CLI e Desktop diretamente à plataforma Gemini para inferências. Utilize este formulário para demonstrar interesse.
Em breve, os modelos da OpenAI estarão disponíveis no Google Cloud, integrados ao Gemini para empresas e ao Google Antigravity. Isso irá, oferecer aos clientes empresariais e desenvolvedores maior flexibilidade de escolha de modelos, permitindo selecionar a opção mais adequada para cada tarefa,
A capital goiana comemora 93 anos neste sábado (24/10) com desfile cívico-militar, apresentação de veículos da Guarda Civil Metropolitana (GCM) e distribuição de um bolo de aniversário de 1,1 tonelada. A programação ocorre na Avenida 24 de Outubro, com início previsto para as primeiras horas da manhã.
O prefeito Sandro Mabel concede entrevista coletiva às 7h30, ao lado de uma agência do Banco Bradesco, na Avenida 24 de Outubro. Após o encontro com a imprensa, o chefe do Executivo municipal dará início ao desfile, que contará com mais de 1,2 mil participantes, alas coreografadas e bandas marciais.
A nova frota da Guarda Civil Metropolitana também integra as atrações do aniversário, com a apresentação de 34 veículos. A iniciativa faz parte da programação preparada para marcar os 93 anos da capital. O encerramento das atividades terá a distribuição do bolo comemorativo, com peso de 1,1 tonelada. A celebração reúne manifestações cívicas, atrações musicais e atividades voltadas ao aniversário de Goiânia.
Health workers, activists, and access to medicines advocates have gathered in Frankfurt on October 22-23 for the 2nd Public Pharma Conference. The event builds on roughly two years of work by the Public Pharma for Europe Coalition, which aims to construct an alternative vision for the region’s pharmaceutical landscape – and to strengthen the links needed to turn that vision into reality.
“When we had the first conference in 2024, we realized there are many people practically working on this topic who shared a similar vision and a similar goal,” Frauke Heller from medico international told BreakThrough News.
The new conference aims to open the space to even more advocates, she added, in a region where the Big Pharma lobby remains extremely influential.
The first day focused on the coalition’s expansion and the shifting global landscape it faces, including growing concerns about the availability and affordability of medicines across Europe.
Speakers – including commons activist Gaëlle Krikorian, Tim Joye, president of Medics for the People (MPLP-GVHV), researcher Tineke Kleinhout-Vliek, and Jan Wintgens, coordinator of the People’s Health Movement (PHM) Public Pharma program in Europe – detailed how a system reliant on Big Pharma is deepening these access problems.
Their interventions also highlighted that alternatives already exist. Kleinhout-Vliek pointed to dozens of existing examples of drug research, development, and innovation projects in Europe alone that are supported by the public sector in different ways. “This used to happen only in ‘market-failure’ areas, but it’s now moving into profitable drugs too,” she pointed out.
Austerity is exacerbating access to medicines issues
The conference recognized that rising drug prices in Europe have sharpened the visibility of this issue compared to earlier years, when social security systems were still able to secure access to medicines for patients in the region. That is less the case today, as Big Pharma companies set exorbitant prices for new products – and social security systems themselves are undermined by austerity.
The effects are felt across the region, with Joye and Krikorian turning to examples from Belgium and France. In Belgium, Joye said, the case of a family forced to fundraise close to €2 million for a spinal muscular atrophy injection for a baby reinforced MPLP’s efforts to envision a different pharma system. In France, current drug prices have been driving both patients and pharmacists “out of their minds,” Krikorian emphasized, prompting them to become more critical of the whole system.
These developments cannot be separated from the situation affecting the world today, related to the weakening position of the United States, speakers and participants seemed to agree.
“If we compare the world in March 2024 to today, the difference is enormous,” Joye said, citing a recent decision by drug giant GSK to cut 1,200 jobs from its 8,000-strong operations in Belgium. “This is not a company in financial difficulties: they’re cutting jobs because they’re planning to shift part of their operations to the US under the influence of the Trump administration.”
People in Europe are growing increasingly scared of war, due to their governments’ arms race, he added, but also of losing their jobs. “Politicians using this fear to increase the power of the multinationals instead of changing the system.”
Experiences from socialism and the Global South
As the European Public Pharma coalition continues to grow its ranks, it remains attentive to experiences from the past, including the public production of vaccines in formerly socialist states of Eastern Europe – as presented by David Franco from Public Pharma for Europe and Goran Jeras from the Cooperative for Ethical Financing.
The 2nd Public Pharma Conference brought together dozens of activists from around Europe. Source: Sofie Blancke/MPLP-GVHV
But the platform is also looking toward practical examples of orienting pharmaceutical research and production away from a profit-making model. This includes the work of Cuban scientists, who have achieved groundbreaking breakthroughs despite the ongoing blockade imposed by the US, as well as medical research institutes in Brazil and efforts to establish public production of therapies in Canada.
Gerardo Guillén from the China-Cuba Biotechnology Innovation Center linked the island’s breakthroughs – including interferon therapy, innovative treatments for diabetic foot, and COVID-19 medicines – to the people-centered healthcare erected following the revolution.
Cuba’s persistent research and innovation cannot be separated from Fidel Castro‘s appeal for a science-based revolution – a science that serves the needs of the people – Guillén pointed out.
Another example came from Martin Häuer of the Open Source Imaging Initiative (OSI²), who walked participants through existing efforts to build MR imaging machines using open-source tools. For now, the project team was able to assemble functioning prototypes for around €20,000 – with reassembly in low-income health systems like Ghana’s projected at around €24,000.
This amount represents roughly 10% of the standard market price of an MRI: significantly increasing the chance of the technology becoming more widely accessible and showing how significant the impact of these initiatives can be globally.
People’s Health Dispatchis a monthly bulletin published by thePeople’s Health MovementandPeoples Dispatch. For more articles and to subscribe to People’s Health Dispatch, clickhere.
L’Europa accelera sulle materie critiche per bypassare la dipendenza dalla Cina e impedire all’industria continentale di essere ostaggio geopolitico di un monopolista. Il Parlamento europeo ha approvato a larga maggioranza la revisione mirata del Critical Raw Materials Act, al contempo verrà creato un Centro europeo per le materie prime critiche. I conservatori di Ecr hanno proposto il Governing Board che garantisca il pieno coinvolgimento degli Stati membri nelle decisioni strategiche.
La plenaria di Strasburgo ha detto sì con 441 voti favorevoli, 83 contrari e 108 astenuti: di fatto ripercorrendo le posizioni più volte espresse dal governo italiano sul tema. Passaggio ripreso da Adolfo Urso, ministro delle Imprese e del Made in Italy, secondo cui i riferimenti sono sia alla limitazione delle esportazioni di rottami e rifiuti contenenti magneti permanenti, sia all’istituzione di un centro europeo per le materie prime critiche. Secondo il ministro di FdI “questa è la strada giusta per realizzare l’autonomia strategica europea, alla quale il nostro Paese sta dando un contributo decisivo, lo dimostra la candidatura italiana a ospitare il primo deposito strategico europeo di materie prime critiche e la recente selezione di cinque progetti italiani tra i 46 individuati dalla Commissione europea nell’ambito della seconda call prevista dal Crma”.
L’Italia ha proposto di istituire a Porto Marghera, in Veneto, il centro di stoccaggio europeo per le materie prime critiche. Si tratta di un polo che è connesso alla rete logistica del nord-est che ha tutte le carte in tavola per essere il principale centro europeo per lo stoccaggio e la gestione strategica di terre rare.
Entrando nello specifico, è prevista anche una “clausola condizionale sul controllo delle esportazioni” tramite la quale la Commissione europea potrà limitare “le esportazioni di rottami e rifiuti contenenti magneti permanenti”, al fine di riciclare i materiali e riutilizzarli all’interno dell’Ue. La Commissione quindi potrà individuare le grandi imprese che utilizzano materie prime critiche come batterie, droni, satelliti o chip per poi far scattare i cosiddetti obblighi di resilienza.
“Mentre Cina, Stati Uniti e Giappone rafforzano le proprie strategie di approvvigionamento, l’Europa deve dotarsi di strumenti altrettanto concreti – ha commentato l’eurodeputato di Ecr/FdI Mariateresa Vivaldini – Il nuovo Centro dovrà sostenere investimenti, acquisti congiunti, accordi di lungo periodo e stock strategici, rafforzando le capacità europee lungo tutta la filiera, dall’estrazione alla trasformazione e al riciclo”.
Come è noto, il Critical Raw Materials Act è stato adottato dal Parlamento europeo nel dicembre di tre anni fa per garantire all’industria l’accesso alle materie prime essenziali per le transizioni verso l’energia pulita: per questa ragione la legge prevede una tabella di marcia serrata come il limite del 2030 entro cui estrarre almeno il 10% del consumo annuo di materie prime strategiche, trasformarne almeno il 40% e riciclarne almeno il 25%. Verrà inoltre garantito che non più del 65% del consumo annuo di qualsiasi materia prima strategica provenga da un singolo Paese terzo.
Goiânia celebrará seus 93 anos com uma programação especial no Festival Viva Goiânia, que ocupará a Avenida Goiás neste sábado (24/10), das 9h à meia-noite. A festa terá entrada gratuita e reunirá shows nacionais, manifestações culturais, esporte, gastronomia e serviços para a população.
A estrutura ficará concentrada entre a Rua 55 e a Estação Ferroviária, com atrações distribuídas por diferentes espaços. Seu Jorge subirá ao palco principal às 20h30, seguido por Murilo Huff, às 22h30. Na Rua 61, Zeca Baleiro se apresentará às 16h30, Kamisa 10 às 19h e Sandra Sá às 22h.
O público encontrará atrações para diferentes faixas etárias, com apresentações de catira, teatro infantil, circo, chorinho, sarau literário e projeção mapeada na fachada da Estação Ferroviária. A exposição Janelas de Goiânia permanecerá aberta durante todo o evento. Na Rua 61, a agenda começará às 9h, com aula de forró e samba e apresentação de catira. O espaço também receberá o musical infantil inspirado em Cora Coralina, o Circo da Alegria e atividades de literatura. À tarde, João Garoto e o Grupo de Choro Brasileirinho levarão música instrumental ao público.
A Rua 55 receberá atividades esportivas a partir das 9h, com roda de capoeira, oficina de skate e demonstrações de artes marciais. A agenda terá torneios de tênis de mesa, campeonato de boxe, disputa de futmesa e batalha de rimas com DJ. Os brinquedos infláveis funcionarão das 9h às 21h. No período da tarde, o público poderá acompanhar apresentações de street dance e shows de música urbana, com rap, trap, hip-hop e eletrofunk.
O festival oferecerá atendimentos de saúde, aferição de pressão arterial e glicemia, orientações sobre saúde bucal e ações de conscientização sobre saúde mental. A estrutura também contará com vacinação antirrábica, feira de adoção de animais e atividades de educação ambiental. A distribuição de 800 mudas ocorrerá das 9h às 21h, mesmo período previsto para a atuação do Expresso Ambiental, da Saneago. Crianças também terão acesso a pintura facial, oficinas da Guarda Civil Metropolitana e uma lona interativa.
Quem desejar conhecer o patrimônio histórico da capital poderá participar de visitas guiadas pelo Centro Histórico, com saídas às 9h e às 10h, na esquina da Rua 55 com a Avenida Goiás. O passeio ciclístico terá início às 8h, no Lago das Rosas.
A praça de alimentação funcionará das 9h à meia-noite, com 13 estabelecimentos. Outros 14 food trucks oferecerão opções gastronômicas nas proximidades da Estação Mangaba do BRT. O Festival Viva Goiânia teve início em 10 de outubro e percorreu bairros de diferentes regiões da cidade. Ao longo da programação, o evento reúne mais de 230 atrações gratuitas, com encerramento previsto para este sábado, no Centro da capital.
by Helena Glass, Global Research: Ted Cruz is on the media interview path to implant his great wealth of knowledge as an attorney. Today, he was mocking blue states for not implementing universal healthcare unilaterally. Apparently, he is wholly unaware of the pitfalls: States cannot easily redirect existing federal funds from programs like Medicare, Medicaid, and […]
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) anunciou que não participará do debate contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), marcado pela TV Bandeirantes para o próximo domingo (18/10). O senador também deixou em aberto sua presença no confronto que a TV Globo realizará em 23 de outubro, dois dias antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A decisão sobre o último encontro caberá à equipe técnica de sua campanha.
Ao conversar com jornalistas nesta terça-feira (13/10), Flávio descartou sua participação no programa da Band, apesar das sinalizações anteriores de que compareceria aos debates da reta final da disputa. O candidato afirmou que seus assessores ainda estudam a possibilidade de um confronto direto com Lula na televisão. “Não está previsto esse debate domingo”, declarou Flávio Bolsonaro ao responder sobre sua presença no encontro organizado pela Bandeirantes. O senador acrescentou que a definição sobre a participação no último debate dependerá de uma avaliação de seus assessores. “Estamos analisando, quem vai dar a palavra final vai ser a minha equipe técnica de um último debate.”
Após Flávio Bolsonaro confirmar que não irá ao debate da Band no próximo domingo (18/10), a emissora decidiu manter o encontro com a presença apenas do presidente Lula, candidato à reeleição pelo PT. Sob reserva, integrantes da cúpula da Band disseram que o canal não pretende abrir mão do debate, apesar da ausência confirmada do candidato do PL. Com isso, Lula participará sozinho, enquanto a Band manterá no cenário o púlpito destinado a Flávio Bolsonaro, que ficará vazio durante a transmissão.
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou participação no debate presidencial promovido pela Band. A Band confirma que o debate está mantido e, de acordo com as regras estabelecidas pela emissora para o encontro, a ausência de qualquer um dos candidatos confirmados resultará na manutenção de um púlpito vazio no estúdio durante toda a transmissão. Em vídeo publicado nas redes sociais da Band, o petista desafiou Flávio a comparecer no debate.
A TV Globo programou o último debate presidencial para 23 de outubro, após o Jornal Nacional, nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. A emissora pretende reunir os dois candidatos para discutir suas propostas antes da votação de 25 de outubro. O filho de Jair Bolsonaro ainda não confirmou sua presença. A campanha do PL avaliará a participação no encontro, que representa a última oportunidade prevista no calendário de debates para um confronto entre os dois presidenciáveis.
O posicionamento do senador contrasta com suas manifestações anteriores sobre a necessidade de debater com Lula. Durante o primeiro turno, Flávio Bolsonaro chegou a chamar o presidente de “fujão” e afirmou que desejava enfrentá-lo diretamente. A ausência dos dois candidatos marcou a primeira etapa da campanha eleitoral. Nem Lula nem Flávio Bolsonaro participaram dos debates realizados antes da votação de 4 de outubro. Na ocasião, o candidato do PL chegou a confirmar presença no encontro organizado pela TV Globo, mas desistiu depois de decisões judiciais alterarem as condições previstas para o programa. Uma das determinações assegurou a participação de Renan Santos (Missão). Outra impediu a emissora de manter vazio o púlpito destinado a Lula, caso o presidente não comparecesse. O debate da Globo acabou cancelado justamente após Flávio desistir de participar, alegando interferência da Justiça Eleitoral no encontro.
O encontro entre os presidenciáveis será no dia 18 de outubro (domingo) às 20h, com transmissão ao vivo na Band TV, BandNews TV, nas rádios BandNews FM e Bandeirantes, no canal do YouTube de Band Jornalismo, no Band.com.br e no Bandplay. Além dos canais do grupo, o confronto contará com transmissão da parceria de um pool de veículos formado por TVs Gazeta, Cultura, Jovem Pan e o jornal O Estado de S. Paulo, o Estadão. A cobertura também trará análises em tempo real diretamente da Sala Digital, em parceria com o Google.
Il decreto sulla soglia di studenti stranieri per classe identifica situazioni eccezionali in poche zone con recenti e massicci flussi di ingresso. Parte da un’analisi sbagliata e non permette di affrontare il problema serio della segregazione scolastica.