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Black southerners revive the civil rights struggle: ‘Trump wants to take us back to 1860’

Justin Pearson is playing a game in which the cards were marked in favor of his opponent after play had already begun. Pearson is the Democratic candidate for Congress in Tennessee’s ninth district (TN-9), one of three in the U.S. South that Republicans rushed to redraw in the wake of a Supreme Court ruling in April that curtailed the Voting Rights Act of 1965. The decision dealt a fatal blow to one of the major gains of the civil rights era. It banned consideration of race when drawing electoral districts, but the court’s conservative majority approved doing so for political reasons.

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A sign bearing the historic slogan “I am a man” in the yard of William Clark, a Memphis resident.

© George Walker IV (AP Photo/George Walker IV)

Justin J. Pearson marches against the redrawing of Tennessee’s electoral districts last May in Nashville.
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Political ads made with AI break into the midterms campaign

The ad opens with James Talarico, the Democratic candidate for the U.S. Senate from Texas, seated at a desk, apparently rewriting the Book of Genesis from the Old Testament. “In the beginning,” Talarico says, hunched over as he writes, “God was nonbinary. And was not Christian. And God said: ‘Let there be six genders’; and there were.”

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IV team warned Christa Pike's vein might have 'blown' during failed execution, court filing says

Tennessee execution team members failed multiple times to establish working IV lines in Christa Pike's arms before her attempted execution and warned that some of her veins may have ruptured, or "blown," before she was injected with the lethal drug, her attorney wrote in a court document filed Thursday.

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A Pena de Morte

VTM

A segunda tentativa falhada para executar esta mulher do Estado americano do Tennessee deu novo fôlego ao debate sobre a pena de morte. Este caso começa por colocar muitas dúvidas até sobre a metodologia usada, que alguns asseguram que é eficaz e indolor, mas na verdade não resultou assim. Não foi eficaz e poderá ter causado sofrimento extremo à vítima. E depois de uma primeira tentativa falhada, voltou-se a sujeitar a condenada ao mesmo suplício com o mesmo resultado. É altamente questionável tudo o que se passou.

Os bispos católicos do Estado do Tennessee, juntamente com os bispos da Comunhão Anglicana, apressaram-se a pedir uma comutação da pena e que não se procedesse a uma nova tentativa de execução, não desvalorizando a gravidade do crime que foi cometido e o sofrimento da família da vítima, que ela foi acusada de matar. Os bispos sublinham, sobretudo, que a necessária atribuição de responsabilidade por um crime muito grave não deveria exigir outra morte. Na base deste entendimento está a dignidade que pertence a cada pessoa, criada à imagem de Deus. A vida humana é sagrada. Nem mesmo os crimes mais graves podem anular essa dignidade ou excluir definitivamente a possibilidade de arrependimento e redenção. A justiça não é vingança. Como é que se compreende que uma sociedade condene alguém por ter tirado a vida a uma pessoa e depois essa mesma sociedade pratica o que condena?

Para a Igreja Católica a pena de morte é inadmissível e defende a sua abolição em todo o mundo, porque é um ataque à dignidade da pessoa humana e não é protetora da sociedade. A dignidade da pessoa não se perde após a prática de crimes muito graves. Além do mais, os Estados atuais já têm formas de detenção eficazes, sem necessidade de tirar a vida e que não anulam a possibilidade de redenção aos culpados. O Estado deve defender a vida sempre e em todos os casos. Os países que a defendem e praticam alegam que a pena de morte é dissuasora, mas, na verdade, não há provas claras de que assim seja e apesar de praticarem a pena de morte, continuam a registar altos índices de criminalidade.

O Papa Francisco apelou a “todos os cristãos e homens de boa vontade” que lutem, “não só pela abolição da pena de morte, legal ou ilegal, em todas as suas formas, mas também para melhorar as condições carcerárias, no respeito pela dignidade humana das pessoas privadas da liberdade”.

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