Israel investiga una posible "injerencia extranjera" en las elecciones legislativas del martes


Um adolescente de 13 anos nadou cerca de 4 quilômetros em mar aberto, percorreu mais 2 quilômetros a pé pela areia e acionou o serviço de emergência para salvar a mãe e dois irmãos menores que ficaram à deriva na praia de Quindalup, na Austrália Ocidental.
O caso ocorreu após a embarcação em que a família estava começar a alagar devido aos fortes ventos e à correnteza.
O incidente começou quando Austin Appelbee, a mãe, Joanne, de 47 anos, e os irmãos Beau, de 12, e Grace, de 8, foram surpreendidos por rajadas de vento que empurram os caiaques da família para longe da costa. Com uma das embarcações enchendo de água, o jovem decidiu deixar o grupo e nadar sozinho em direção à praia para buscar socorro.
Durante a travessia de aproximadamente quatro horas contra as ondas, Austin manteve o foco na costa. Ao atingir a terra firme, o garoto ainda correu dois quilômetros ao longo da praia até encontrar um ponto com sinal de telefone para discar para o serviço de emergência.
Na chamada telefônica divulgada pelas autoridades locais, o garoto manteve a calma ao repassar as coordenadas geográficas aproximadas de onde a família havia sido vista pela última vez. Durante o atendimento, Austin solicitou um helicóptero de resgate para localizar os familiares e pediu uma ambulância para si mesmo, relatando sintomas de exaustão e hipotermia.
A Polícia da Austrália mobilizou equipes de resgate aéreo e marítimo. A mãe e as duas crianças foram encontradas flutuando na água, agarradas aos coletes salvividas e aos destroços do caiaque, pouco antes do pôr do sol.
Todos os membros da família foram levados ao hospital para avaliação médica e liberados sem ferimentos graves. A atuação do adolescente foi elogiada por equipes de resgate e autoridades policiais, que destacaram o preparo físico e a determinação do jovem diante de uma situação de risco no oceano.
O feito rendeu a Austin o apelido de “herói do mar” pela imprensa australiana e pela comunidade local.

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social considerou hoje que os aumentos do salário mínimo previstos para esta legislatura, que incluem o aumento de 50 euros em 2027, não são pouco para um país como Portugal.
Em Felgueiras, no distrito do Porto, onde participou na inauguração da nova unidade fabril da fábrica dinamarquesa Coloplast, questionada sobre as contestações recentes sobre o aumento do custo de vida e da habitação poderiam vir a impulsionar uma subida mais rápida do salário mínimo, a ministra falou do acordo já fechado em Concertação Social.
“O reajuste para já está previsto e são 50 euros, o que é bastante relevante. Se pensarem bem até o final da legislatura este acordo permite que haja um aumento do nível de rendimentos dos trabalhadores, ao nível do salário mínimo, de 34%. Portanto, isto não é pouco num país como Portugal”, disse Rosário Palma Ramalho.
Antes, a ministra lembrou que em cima da mesa neste momento esta um acordo feito com todos os parceiros sociais, à exceção da CGTP que prevê um aumento de 50 euros para 2027.
“Portanto, o Governo o que está a fazer neste momento é dar cumprimento a esse acordo. Aliás, foi esse aumento o valor que inscreveu na proposta de lei do Orçamento do Estado. Não há nenhum acordo completamente fechado nunca. Agora, para se mudar, tem que ser outra vez por acordo das partes”, disse, recordando que já foram apresentadas várias propostas do lado sindical.
“Mas essas propostas também têm que ter contrapropostas do outro lado, o que ainda não aconteceu. Portanto, para já o que está em marcha é um acordo que está em vigor e que o Governo vai honrar, como é natural”, referiu.
O Governo prevê aumentar o salário mínimo nacional para 970 euros em 2027, tal como previsto no acordo assinado em Concertação Social.
O salário mínimo nacional, que se fixa atualmente nos 920 euros, é definido por portaria do Governo, após auscultação dos parceiros sociais.
As centrais sindicais têm vindo a defender um aumento do salário mínimo nacional acima da meta estabelecida no acordo de valorização salarial e crescimento económico, argumentando, nomeadamente, que a inflação está acima do esperado.
As confederações empresariais afirmaram que não veem razões “plausíveis” para avançar com um reforço do acordo de valorização salarial e crescimento económico em vigor, nomeadamente ao nível da meta para o salário mínimo nacional, argumentando que há medidas que ainda não foram cumpridas.
VTM
“Numa sociedade como a nossa, que tende a fragmentar o ser humano, dividindo as pessoas não só entre si, mas também, e de forma mais grave, dentro de si mesmas, esta dimensão da caridade é fundamental para a recuperação, a promoção e o autêntico respeito pela dignidade de cada um, especialmente dos mais pobres e necessitados”, afirmou Leão XIV.
O pontífice dirigiu estas palavras às delegadas do Capítulo Geral das Irmãs da Caridade de Santa Joana Antida Thouret, durante uma audiência no Vaticano. “Valorizem-na, cultivem-na e difundam-na”, acrescentou, numa intervenção divulgada pela sala de imprensa da Santa Sé.
Leão XIV apelou à congregação religiosa para que continue a dedicar especial atenção ao “bem integral, espiritual e temporal, do próximo”, sublinhando que esta responsabilidade faz parte da “herança carismática” deixada pela fundadora.
Segundo o Papa, a união com Cristo fortalece os laços entre as pessoas e amplia a capacidade de prestar auxílio, em conformidade com os seus desígnios.
“Ter as raízes em Cristo significa, de facto, seguindo o exemplo de Santa Joana Antida, colocar apenas Ele no centro da própria existência e dos próprios pensamentos”, salientou.
Na mesma ocasião, o pontífice realçou ainda o valor de “doar em conjunto” no seio da Igreja, recordando o amor e o respeito que Santa Joana Antida Thouret demonstrava pelo Sucessor de Pedro.
Atualmente, a congregação encontra-se presente em 32 países, onde religiosas, leigos, jovens, voluntários e colaboradores continuam a dar vida ao “carisma da Caridade”.
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Noam Sohlberg, el juez del Tribunal Supremo que preside el Comité Central Electoral, ha pedido este jueves a los servicios secretos en Israel y los territorios palestinos ocupados, Shin Bet, investigar “graves sospechas” de injerencia extranjera en las elecciones legislativas celebradas el martes. No menciona países concretos, pero la sospecha —sobre la que no se han difundido pruebas— es de financiación catarí en apoyo de un partido árabe, Ra’am. El anuncio ha dado gasolina a Benjamín Netanyahu que, con el escrutinio completado, pierde la mayoría de Gobierno. La ha utilizado para sembrar dudas sobre el resultado y deslegitimar un posible pacto entre las formaciones judías y árabes de oposición que lo desbancaría del poder. Tras escuchar de primera mano la información en que se basa, los líderes de la oposición sospechan de una nueva estratagema del primer ministro. Apenas han pasado 48 horas desde la jornada electoral y ya se habla de una nueva convocatoria.

© Chris McGrath (Getty Images)
A Tor Vergata c’erano 250mila persone. Chi non è riuscito a entrare, e chi c’era ma vorrebbe riavvolgere il tempo, potrà almeno alzare il volume. Ultimo trasforma il concerto romano del 4 luglio in un album dal vivo: si intitola Ultimo live Tor Vergata e sarà pubblicato il 13 novembre da Ultimo Records, in formato fisico e digitale. Un modo per conservare la colonna sonora di una serata che ha trasformato un’area della periferia della Capitale in una città temporanea di cori, telefonini accesi ed emozioni.
Non sarà soltanto una registrazione del palco. La confezione comprenderà un booklet fotografico e la lettera che Niccolò Moriconi aveva indirizzato al pubblico prima del «Raduno degli Ultimi». Tra quelle righe il cantante abbandona i numeri da primato e torna alle proprie fragilità: il legame con i fan, la timidezza dell’infanzia, la promessa di proteggere quel bambino che ancora riconosce dentro di sé.
È il terzo disco live dell’artista romano, dopo quelli dedicati ai tour negli stadi del 2024 e del 2025. Stavolta, però, il protagonista non è un itinerario di date: è una sola notte, con un pubblico sterminato a fare da secondo cantante.
Ad aprire l’ascolto sarà Tutto, scritto all’alba, dopo la maratona musicale a Tor Vergata. Ultimo l’ha definita «la canzone più importante della mia vita»: un brano nato quando la folla era ormai lontana e il silenzio tornava a occupare lo spazio.
L’album segue l’operazione cinematografica: il film-concerto diretto da Giorgio Testi, Ultimo – Tutto. Live a Tor Vergata, ha portato sul grande schermo l’evento romano, registrando un primato al botteghino per questo genere di spettacolo.
Ultimo ripartirà il 10 giugno 2027 da Lignano Sabbiadoro con La favola continua…. In programma 17 concerti, con tappe a Bologna, Padova, Milano, Napoli, Messina, Reggio Calabria, Bari, Firenze e Torino, fino alla chiusura del 24 luglio a Olbia. Nessuna nuova data romana figura nel calendario: dopo aver chiamato un quarto di milione di persone nella sua città, sarà il cantautore ad attraversare l’Italia per incontrarle. Intanto Roma resta impressa in un disco: non riprodurrà l’immensità di quella folla, ma potrà restituirne almeno la voce.
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© FILIPE AMORIM


“Latin America has the potential to produce and supply alternative marine fuels, although the development of regional supply hubs will depend on maritime traffic, cargo volumes, and production conditions.” This was stated on Tuesday by Adrian Tolson, International Bunker Industry Association (IBIA) president, in comments to the portal Mundo Marítimo.
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According to the expert, the key question is whether countries in the region will prioritize the export of alternative fuels or the strengthening of their own domestic bunker supply markets.
“It is most likely that ports with high cargo volumes in countries such as Brazil, Argentina, and potentially Peru will become the first hubs for the supply of alternative fuels,” Tolson asserted.
He identified Brazil, Peru, Colombia, and Argentina as potential suppliers of alternative marine fuels—specifically biofuels. Brazil benefits from its established ethanol industry, while countries with abundant renewable resources could participate in the production of renewable fuels of non-biological origin (RFNBOs).
“Chile, for example, has already generated considerable interest as a producer of green hydrogen,” the IBIA president noted.
Hydrogen groups want Brussels to revise RFNBO production rules by year-end, postpone additionality and monthly matching requirements until 2035, and protect first-mover projects. They warn regulatory uncertainty is delaying investment.https://t.co/RzUbIPNKvQ#Hydrogen #RFNBO
— Fuel Cells Works (@fuelcellsworks) September 24, 2026
Regarding the available alternatives, Tolson maintained that liquefied natural gas (LNG) remains commercially attractive, particularly when renewable natural gas—which can help reduce the greenhouse gas footprint—is available. He added that LNG continues to be the most popular alternative marine fuel and could retain that position for some years to come.
However, he expressed caution regarding hydrogen-derived RFNBOs, citing their high costs and the investments required to develop compatible vessels.
#Europe | The European Parliament calls for a faster phaseout of fossil fuels, pushing for stronger climate action and a transition toward renewable energy amid growing concerns over global warming and energy security.#ClimateChange #teleSUREnglish pic.twitter.com/e4Sl9rBElm
— teleSUR English (@telesurenglish) October 23, 2026

© JOSE SENA GOULAO/LUSA
“Prima che Denise fosse rapita, avevamo avuto ritorsioni e minacce, è tutto documentato nero su bianco, l’ho raccontato agli inquirenti”: sono le parole della madre di Denise Pipitone, Piera Maggio, ospite ieri di “Verissimo”. La madre della bimba rapita ad appena quattro anni il primo settembre del 2004 a Mazara del Vallo (in provincia di Trapani) ha ripercorso questi 22 anni di ricerche, insieme alla conduttrice Silvia Toffanin. Proprio oggi Denise compie 26 anni ma ecco le clamorose parole della Maggio che ieri ha espresso chiaramente la sua idea sulla sorte di sua figlia.
La Maggio ha rivissuto ieri quegli strani giorni che precedettero il sequestro della figlia, prelevata mentre giocava col cuginetto davanti casa della nonna. “Due giorni prima del sequestro ebbi come un presagio, accadde una cosa strana. Eravamo di ritorno da un matrimonio e mentre stavamo rientrando, Denise era in auto nel seggiolone, ebbi come un flash: sentii qualcosa di strano e spaventoso nei suoi confronti. Mi girai a guardarla, si era appisolata. Poi è successo quello che è successo”. Questi timori non erano casuali ma frutto di paure legate a minacce nei giorni precedenti il sequestro. “Ho avuto sia minacce che ritorsioni. Quando faccio dei nomi è perché le ho subite. Nel processo di primo grado se ne è parlato tantissimo”, spiega la madre di Denise. Il processo vide come imputata l’allora 17enne Jessica Pulizzi, una delle figlie avute da Pietro Pulizzi: il padre biologico di Denise. L’uomo all’epoca era sposato con Anna Corona a cui l’uomo nascose l’esistenza di Denise. Quando la piccola scomparve, anche Piera Maggio era sposata con il padre all’anagrafe della piccola, Tony Pipitone. Jessica Pulizzi, accusata del sequestro di Denise dai giudici, fu scagionata e assolta per insufficienza di prove. Ieri, la Maggio è tornata sul processo: “Il movente c’era. La Corte di Cassazione lo ha riconosciuto, ovviamente per insufficienza di prove c’è stata l’assoluzione. Il movente qual era? Gelosia nei miei confronti. Ho subito una serie di azioni: mi squarciarono le ruote dell’auto. Fui pedinata. C’erano persone che passavano sotto casa mia 20, 30 volte al giorno con qualsiasi mezzo, ogni giorno e a qualsiasi ora. Mi si accostavano alla macchina fissando la bambina dietro. Per amore di Pietro non ho presentato denuncia: questa è l’unica cosa di cui mi pento”.
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VTM
Em caso de triunfo na Madeira, os flavienses irão receber o vencedor do duelo entre Vitória Sernache e Lusitânia de Lourosa.
O sorteio realizou-se hoje na Cidade do Futebol e já marcaram presença os clubes que estão nas competições europeias.
Assim, o Torreense, detentor do troféu, FC Porto, Benfica, Sporting e Sporting de Braga entram na competição nesta fase, juntando-se a oito outros clubes da I Liga e nove da II Liga, assim como seis representantes da Liga 3, três do Campeonato de Portugal e um dos distritais, o Olhanense.
O Vitória SC recebe o SC Braga, enquanto o Torreense recebe a visita do Benfica. Já o FC Porto vai ao reduto do Paredes, enquanto o Sporting recebe o União da Serra.
Os jogos da 4.ª eliminatória vão ser disputados no fim de semana de 21 e 22 de novembro.
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“Il nonno d’Italia” rimpiange di non aver viaggiato. Lino Banfi è tornato in tv e in una lunga intervista rilasciata durante l’ultima puntata di Verissimo ha spiegato di avere un grosso rimpianto sulla sua vita passata. “Non sono felicissimo, non ho mai fatto un bel viaggio, non sono mai stato all’estero. Non ho mai fatto una crociera con mia moglie Lucia o con i miei figli”, ha ricordato il 90enne interprete di memorabili capolavori come Vieni avanti cretino e Spaghetti a mezzanotte. il motivo di questa mancanza di viaggi riguarda il ritmo di lavoro sui set cinematografici che Banfi ha avuto tra gli anni 70 e 80. “Spesso interpretavo quattro film contemporaneamente. mi cambiavo d’abito addirittura nelle macchine”, ha aggiunto Banfi. Insomma, niente viaggi ma anche grandi soddisfazioni perché tutti lo volevano e Lino generoso non si è mai tirato indietro.
“Tante cose non le ho fatte, ma poi in fondo mi dico: ma che mi frega? Mica è necessario farle. Non è obbligatorio per forza saper nuotare, non ho avuto il tempo di imparare, non è che io ero scemo. Come gli altri hanno fatto avrei fatto anche io. Ci sono state delle volte che ho girato anche quattro film contemporaneamente, mi cambiavo nelle auto perché tutti volevano la mia partecipazione e il mio linguaggio. Papa Francesco aveva ragione quando mi diceva: un giorno parleranno tutti come te e si divertiranno a usare il tuo vocabolario banfiota”, conclude.
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