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41,5%: Portugal foi o país da UE onde os preços das casas mais subiram desde 2020

Subida foi de 81,9%, desde 2010. Constrói-se menos de um quarto do que no início do século, habitação social só atrás da Lituânia. Dois em três portugueses considera habitação uma prioridade para intervenção e a maioria vê custos da casa condicionarem outras despesas. Os preços da habitação em Portugal aumentaram 41,5% entre 2020 e 2025 e 81,9% desde 2010, respetivamente a maior e a terceira maior subidas da União Europeia, segundo o Pordata, da Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS). De acordo com dados estatísticos compilados pela FFMS para um novo conteúdo intitulado “Factualmente”, cuja primeira edição reúne dados sobre

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Pordata aponta subida de 41,5% nos preços da habitação em Portugal entre 2020 e 2025

O aumento foi o maior da União Europeia no período analisado. Desde 2010, a subida atingiu 81,9%, a terceira mais elevada entre os países com crescimento.

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Lagoa aprova proposta de reclassificação de solo para 520 fogos de habitação acessível

Câmara Municipal de Lagoa aprova reclassificação de solo que permitirá construir 520 fogos de habitação acessível e a custos controlados.

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Incêndio numa habitação provoca um ferido grave

VTM

Um incêndio numa habitação de dois pisos, em Vilela Seca, no concelho de Chaves, provocou um ferido grave, segundo informação avançada à VTM por Nuno Mota, presidente da Junta de Freguesia de Vilela Seca.

Segundo o presidente de junta, o proprietário da habitação sofreu queimaduras e teve de ser hospitalizado.

Segundo os dados da Proteção Civil, às 16h22 a ocorrência encontrava-se em fase de conclusão. Nuno Mota adiantou também que as equipas de socorro permanem no local, com o incêndio já em fase de rescaldo.

As circunstâncias em que o incêndio deflagrou e a extensão dos danos na habitação são, para já, desconhecidas.

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Portimão alarga acesso aos apoios à renda, água e medicamentos e garante renovação automática

Apoio ao arrendamento já chega a 677 agregados, com um investimento municipal de 2,26 milhões de euros, anunciou hoje o município.

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As 55 detenções em Lisboa terão sido ilegais. Até a polícia duvida do famoso decreto-lei 406/74

Os manifestantes podem evocar que estão perante uma ordem ilegítima e, por isso, não têm de obedecer à polícia. Esta semana ficou marcada por novos protestos pelo direito à habitação, com especial tensão em Lisboa desta vez. Na terça-feira, ao início da manhã, a polícia avançou em Lisboa para retirar as tendas. Houve resistência, houve tensão, alguma violência, e 55 pessoas foram detidas por desobediência. Mas há queixas sobre a acção da polícia. Amadeu Guerra já confirmou que a Procuradoria Geral da República recebeu entretanto denúncias, há “processos em curso” sobre o caso. Decreto-lei n.º 406/74 A polícia justifica a

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O homem que apareceu no Rossio a tirar cartazes: quem é? “Não interessa quem eu sou!”

Um “cidadão comum” foi à praça lisboeta porque estava incomodado com a “falta de responsabilidade” para com os agentes da autoridade. Os recentes protestos pelo direito à habitação têm, como habitualmente, cânticos, slogans, assembleias populares e cartazes. Nesta quarta-feira de manhã, um lisboeta não gostou de ver os cartazes que estavam na Praça do Rossio, em Lisboa, e foi até lá para retirá-los. Carlos Moedas já tinha dito: “Quando eu vejo o vandalismo que foi feito, por exemplo, na estátua de Dom Pedro IV no Rossio, é um vandalismo de um património cultural que tem 150 anos e, portanto, isso

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“Não sei se os jovens se sacrificam para ter uma casa, como os nossos pais e avós se sacrificaram”

Salário de 7.600 euros por mês. Já se pede a demissão do presidente do IHRU, depois destas palavras – que entretanto foram explicadas. O seu nome é Benjamim Pereira. Foi presidente da Câmara Municipal de Esposende, mas desde 2024 é presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU). Nesta quinta-feira, numa sessão sobre a proposta do Plano Director Municipal de Vila Nova de Gaia, atirou: “Já fomos todos jovens, não é? E percebemos essa dificuldade. Eu não sei se a sociedade actual está disponível para o nível de sacrifício que os nossos pais e os nossos avós fizeram para

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A crise na habitação pode estar resolvida daqui a… 10 anos. “Se correr bem”

Passam 6 anos só entre o momento da decisão de investir e o dia de entrega das chaves da casa ao inquilino ou comprador. É o assunto do momento em Portugal: a crise na habitação – que não será resolvida em breve. Segundo as contas do Expresso, esta situação só vai ficar resolvida daqui a 10 anos. “Se tudo correr bem”, avisa o jornal. A burocracia é um dos entraves principais, como noutros assuntos: há uma demora de 6 anos só entre o momento da decisão de investir e o dia de entrega das chaves da casa ao inquilino ou

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