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Die USA wollen der EU russisches Öl und Gas mit Aufpreis verkaufen

Nach dem Dieseldeal von Trump und Putin ist am 15. Oktober bei einem russischen Thinktank ein spannender Artikel erschienen, dessen Inhalt so unglaublich klang, dass ich mit einer Übersetzung noch abgewartet habe. Nun scheint sich jedoch zu bestätigen, was darin bereits geschrieben wurde, daher veröffentliche ich nun die Übersetzung. Beginn der Übersetzung: Aus Moskau via […]
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Sócios do SC Braga aprovam contas do clube por esmagadora maioria

Os sócios do SC Braga aprovaram hoje, em assembleia geral (AG), o relatório e contas do clube de 2025/26 e o orçamento desta época por esmagadora maioria.

Segundo nota no seu sítio oficial, 98,3 por cento dos 390 associados presentes na reunião magna dos ‘arsenalistas’ aprovaram o exercício líquido positivo de 6,2 milhões (zero votos contra e 1,7 por cento abstiveram-se).

Os sócios do SC Braga aprovaram ainda o orçamento da presente temporada, tendo-se registado 96,2 por cento de votos a favor, 3,3 por cento abstiveram-se e 0,5 por cento votaram contra.

Quanto à aplicação dos resultados, a votação foi praticamente unânime: 99,7 por cento votaram a favor e apenas 0,3 por cento abstiveram-se (zero votos contra).

Há cerca de uma semana, os acionistas da sociedade anónima desportiva (SAD) do SC Braga aprovaram por unanimidade, em assembleia geral, o relatório e contas de 2025/26, que apresentou um resultado líquido de 17,3 ME e o orçamento da presente temporada.

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SC Braga tem que “somar três pontos impreterivelmente”

O treinador Franclim Carvalho disse hoje que o SC Braga tem que “somar três pontos impreterivelmente” na deslocação ao terreno do Nacional, no domingo, da nona jornada da I Liga de futebol.

O SC Braga voltou às vitórias diante dos belgas do Gent (2-0), na quinta-feira, na segunda jornada da Liga Conferência, após um ciclo de quatro partidas consecutivas sem vencer (um empate e três derrotas), que ditou a saída de Carlos Vicens, mas é apenas oitavo classificado no campeonato.

Os bracarenses defrontam agora o Nacional, que vem de ser eliminado da Taça de Portugal pela Sanjoanense, equipa do Campeonato de Portugal (quarto escalão), e que conta apenas com uma vitória e tem a pior defesa do campeonato (18 golos sofridos).

“Sabemos como funciona e quando há uma mudança há sempre uma postura diferente em campo. Este vai ser o segundo jogo, mas estamos cá há quatro dias. O mérito da vitória foi todo dos jogadores e foi muito importante. O percurso é longo e é preciso arrepiar caminho. Temos que somar três pontos impreterivelmente”, disse na conferência de imprensa de antevisão da partida.

Na sua estreia como treinador dos minhotos, Franclim Carvalho apresentou de início uma linha de quatro jogadores atrás, ao contrário de Carlos Vicens, que usava três, mas durante o jogo a equipa também alinhou com uma defesa a cinco.

“Temos essas dinâmicas e com o Gent apresentámos três nuances diferentes. As características dos jogadores e o queremos implementar vão casar e vai ser um produto final bom. O Bright [Arrey-Mbi] esteve mais aberto umas vezes [à esquerda], outras mais dentro, tem que ter o conforto em ambas as posições, mas obviamente que tem mais no corredor central, porque tem sido esse o percurso dele”, disse.

O SC Braga rematou cinco vezes na primeira parte diante do Gent, facto frisado pelo técnico no final.

“Vícios da forma de jogar anterior? Não sei, constatei factos. Quero é que a minha equipa chute mais à baliza e que tenha esse caudal ofensivo. Para ganhar, precisamos de fazer golo e para isso de chutar à baliza. Fizemos 17 remates na segunda parte, 22 no total e foi o jogo em que fizemos mais remates esta época. Não significa que vamos fazer sempre golo, mas vamos estar mais perto disso”, reforçou.

Ricardo Horta colocou a fasquia na qualificação para a Liga dos Campeões, lembrando que esta época os três primeiros classificados apuram-se para a competição (os dois primeiros de forma direta), mas o treinador quer pensar jogo a jogo.

“Parece-me muito pouco lógico pensar na classificação final porque faltam imensos jogos. O mais importante é o jogo com o Nacional e a classificação final do SC Braga não vai ser esta com certeza”, disse.

O treinador referiu ainda que Jonas Wind não é ainda opção: “sabemos o percurso dele neste último ano e meio, temos de gerir o Jonas de forma diferente, até porque gosto de jogar e treinar com muito andamento nas minhas equipas”.

SC Braga, oitavo classificado, com 11 pontos, e Nacional, 16.º, com quatro, defrontam-se a partir das 18:00 de domingo, no Estádio da Madeira, jogo que será arbitrado por José Bessa, da associação do Porto. 

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Interino Ricardo Silva confiante na resposta do Famalicão frente ao Rio Ave

O treinador interino do Famalicão, Ricardo Silva, mostrou-se hoje confiante numa reação da equipa frente ao Rio Ave, na nona jornada da I Liga de futebol, apesar de reconhecer que os vila-condenses atravessam um melhor momento anímico.

“É lógico que o Rio Ave estará num momento anímico muito acima daquele que poderá ser o nosso”, admitiu o técnico, destacando a reação do adversário após a mudança de treinador.

Ainda assim, Ricardo Silva garantiu ter recebido “respostas muito boas” dos jogadores durante a semana e acredita que a diferença de confiança poderá não ter influência no encontro.

“Sentimos que estão confortáveis, ligados àquilo que lhes foi passado e capazes de chegar ao jogo e responder perante o desafio que será o Rio Ave”, afirmou.

Depois da saída do treinador Carlos Carvalhal no início da semana, Ricardo Silva assumiu o comando interino da equipa e explicou que a prioridade passou por “aliviar o peso” dos jogadores e recuperar a confiança do grupo.

Ricardo Silva revelou ainda que Van Breemen e Aranda já integraram os trabalhos e estão disponíveis, enquanto Mattara permanece no boletim clínico. Gil Dias falha a partida por castigo.

O Famalicão, 13.º classificado, com sete pontos, desloca-se no domingo a Vila do Conde, para defrontar o Rio Ave, 14.º, também com sete, às 18:00, com arbitragem de Hélder Carvalho, da associação de Santarém.

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¿De verdad nos hemos vuelto tan IMBÉCILES?

Pepe LUENGO

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En los últimos años alguien está poniendo el mundo patas arriba. Los gobiernos ya no gobiernan; delinquen. Los médicos ya no curan; hacen de la enfermedad un negocio. Los jueces ya no juzgan; manipulan la justicia. Los científicos ya no hacen ciencia; hacen pseudociencia. Los medios de comunicación ya no informan; desinforman. Las religiones ya no predican amor, sino odio… Y así podríamos seguir con una lista interminable.

¿Te has parado a pensar en que todo lo que nos enseñaron desde pequeñitos puede que sea una gran mentira? Hay una evidencia: la gente que se atreve a cuestionar las cosas llega a la conclusión de que absolutamente todo nuestro sistema esta cimentado sobre mentiras. Da igual por donde empieces (Estado, gobierno, democracia, sistema financiero,…), todo es una farsa. Y los acontecimientos que estamos viviendo últimamente, como la reciente “pandemia”, el cambio climático antropogénico, la invasión de Ceuta o cualquiera de las guerras actuales, más de lo mismo.

Todo lo que nos contaron sobre la necesidad incuestionable de someternos a un gobierno, sobre la función que desempeña el sistema financiero, sobre el papel del Estado, incluso sobre la libertad que supuestamente disfrutamos en las democracias occidentales son flagrantes mentiras. Mentiras, por otra parte, que nos fueron inculcadas por padres y educadores sin ser conscientes de que nos contaban una milonga. Sin embargo, estas mentiras son mantenidas y acrecentadas por políticos y medios de comunicación a sabiendas de que son mentiras.

La realidad es que estamos gobernados por una panda de plutócratas, agencias gubernamentales y poderosos lobbies bancarios que manipulan el mundo con total impunidad.

En el transcurso del tiempo, una banda de banqueros internacionales ha creado un sistema de control financiero privado para dominar la política de cada país y la economía mundial. Familias de banqueros como los Rothschild, Morgan, Warburg, etc., junto con la masonería y otras organizaciones nada transparentes como el Club Bilderberg, el CFR. o el Club de Roma, han establecido un cártel financiero y de poder internacional durante los últimos 200 años.

Siendo los amos del dinero -tomándose muy en serio el lema de “quien controla el dinero gobierna el mundo”- se han hecho los dueños de los respectivos gobiernos que manejan a su antojo.

Los amos del mundo han creado una sociedad disfuncional, donde si no cumples con los estándares establecidos -trabajar y consumir toda una gama de productos innecesarios- eres considerado “persona non grata”, por decirlo de una manera suave. Nos han programado para competir con nuestros semejantes y para que nuestra vida sea un cúmulo de metas profesionales y económicas, donde el fin último es la acumulación de bienes materiales. Luego, cuando te mueres, todas esas metas que conseguiste y los bienes materiales que acumulaste se quedan aquí. Lo único bueno que dejas –si es que lo dejas- es tu legado del conocimiento; el resto, un montón de cosas superfluas. Así que la pregunta es: ¿merece la pena tanto esfuerzo?

La mayoría de la gente que peina canas sabe por experiencia propia que esta es una forma de vida demencial que, sin embargo, se ha extendido por todo el mundo. Porque disfrutar de la vida –y cuando hablo de disfrutar de la vida no me estoy refiriendo a viajar en un crucero de lujo, etc.- no requiere ningún esfuerzo. Basta con deleitarse con las experiencias sensoriales que nos brinda la vida en cada momento, disfrutar de las maravillas de este extraordinario planeta azul y compartir conocimiento y alegría con nuestros semejantes.

Cuando tienes salud, familia y amigos que te quieren, una actividad provechosa y ningún conflicto es que la vida no te va nada mal. Entonces, ¿por qué se empeñan en convencernos de todo lo contrario?

El día que dejemos de escuchar en nuestra mente todas esas retahílas programadas sobre el éxito, la competitividad, la codicia y el miedo a todo lo que no se encuentre dentro de nuestra zona de confort es cuando realmente empezaremos a vivir. Porque la vida no es más que eso que sentimos cada mañana al despertar, y no una programación continua de nuestro tiempo, por parte de otros, que es lo más valioso que tenemos en esta vida.

La nuestra es una civilización profundamente enferma. Una civilización donde se le ha dado la vuelta a todo: hombres que ahora son mujeres y viceversa o delincuentes que tienen derechos y víctimas que no los tienen.

Veamos, a modo de ejemplo, el reciente caso de la invasión de Ceuta. En Ceuta los invasores son protegidos por el gobierno que sufrió la invasión y sus gobernados, los Ceutíes, abandonados a su suerte. Y lo más incongruente: el país invadido da las gracias al país invasor y tilda de fascistas y xenófobos a los invadidos que piden una solución. Esta es la locura a la que hemos llegado en una sociedad distópica, donde se le ha dado la vuelta a todo.

La pregunta es: ¿cómo ha sido posible esto? Pues mediante la contaminación de nuestras mentes a través del relato. Porque quien controla el relato controla nuestro pensamiento; quien controla nuestro pensamiento controla nuestro comportamiento; y quien controla nuestro comportamiento influye en nuestras opiniones, estado de ánimo y, por supuesto, en nuestros miedos. Por lo tanto, llegar a ejercer una influencia de la percepción del mundo que nos rodea se ha convertido en la manera más sutil de ejercer el poder. Por cierto, esto lo hace de maravilla nuestro Presidente de Gobierno, Pedro Sánchez.

Pero las cosas son de esta manera porque la mayoría de la gente ha aceptado voluntariamente la esclavitud, ya que el ser humano es el único animal en la naturaleza que se deja gobernar. La absurda idea de elegir un amo que le controle y domine es lo mejor que ha podido salir de su cabecita. Obviamente, es el gobierno quien desempeña el papel de amo. Por lo tanto, la sumisión al gobierno, y el voto para legitimarlo, hace responsables de la situación actual a todos aquellos que siguen estas prácticas. Y lo más incongruente. Si lo han querido así ellos mismos, ¿de qué coños se quejan?

El “populacho” –pobre e ignorante- parece empeñado en su propia desgracia. Ha perdido su dignidad dejándose despojar de su riqueza y su libertad sin la más mínima resistencia. Y aunque bien es verdad que desde tiempos inmemoriales ha sido pobre e ignorante, es a partir del Covid-19 cuando, además, se ha vuelto extremadamente imbécil. Y así no hay manera.

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GD Chaves dá a volta ao jogo com dois golos na reta final

VTM

O encontro a contar para a oitava jornada da Liga Portugal 2 foi decidido nos instantes finais. Depois de chegar ao intervalo em desvantagem, a formação flaviense intensificou a pressão na segunda parte e conseguiu inverter o resultado com golos de Júnior Mendes e Marquinhos.

Ainda aos 20 minutos, Wilson Tavares obrigou Antonio Gomís a uma intervenção apertada, num remate de longa distância.

A resposta dos visitantes surgiu aos 27 minutos. Matías Lacava aproveitou uma segunda bola à entrada da área e, com um remate colocado, bateu João Valido, colocando o Vizela na frente. A equipa minhota ainda ameaçou ampliar a vantagem, aos 40 minutos, mas a oportunidade não foi aproveitada.

Na segunda parte, o Chaves assumiu o controlo das operações. Robyn Esajas e Aílson Tavares estiveram perto de marcar nos primeiros minutos após o descanso. Mais tarde, João Teixeira e Marquinhos também dispuseram de oportunidades.

A insistência transmontana acabou por produzir efeitos aos 86 minutos. Depois de uma recuperação de bola de Robyn Esajas, o avançado serviu a área, onde Júnior Mendes surgiu para restabelecer a igualdade.

Os flavienses mantiveram a iniciativa e encontraram ainda tempo para completar a reviravolta. Aos 90+5 minutos, Wilson Tavares conduziu a transição ofensiva e descobriu Marquinhos em posição privilegiada. O avançado não desperdiçou a oportunidade e fixou o resultado em 2-1.

O triunfo permite ao GD Chaves alcançar provisoriamente o 13.º lugar, com oito pontos em oito jogos.

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Botelho da Costa crê em Moreirense “ofensivo” ante Estoril com qualidade

O treinador Vasco Botelho da Costa afirmou hoje que o Moreirense quer prosseguir o crescimento ofensivo perante o Estoril Praia, adversário com “mais qualidade” face ao lugar que ocupa na I Liga portuguesa de futebol, na nona jornada.

Após o empate com o Vitória SC (1-1), sofrido no último minuto, e as derrotas com Gil Vicente (1-0) e AVS (1-0), essa última a ditar a eliminação da Taça de Portugal, a formação de Moreira de Cónegos quer reatar o caminho dos triunfos em casa da equipa ‘canarinha’, 18.ª e última classificada, interinamente orientada por Sérgio Raimundo, após a saída de Vasco Matos, em 15 de outubro.

“Pela qualidade individual que tem, não é uma equipa que pertence ao lugar em que está. É um alerta, mas temos de olhar muito para nós, para o quanto crescer e evoluir. Temos de ganhar, mas não fazendo disso uma obsessão, porque os indicadores dos últimos jogos mostram cada vez mais capacidade ofensiva, com chegada [à área]. Queremos continuar esse caminho”, disse, ao projetar o encontro de domingo, marcado para as 15:30.

Ciente de que o relativo desconhecimento do sistema de jogo adotado por Sérgio Raimundo, também responsável pelos sub-23 estorilistas, pode tornar o jogo mais “difícil de prever”, Vasco Botelho da Costa mostrou-se confiante no desempenho da sua equipa, nomeadamente do setor defensivo, que vai exigir reformulação, após a expulsão de Maracás no desafio da ‘prova rainha’.

“No primeiro jogo da época, o Maracás estava castigado. Olhando para o nosso plantel hoje em dia, quando não joga um jogador, temos uma solução quase instantânea. O Moreirense foi bastante competente na elaboração deste plantel. As ‘dores de crescimento’ são normais quando operamos mudanças”, frisou.

O técnico admitiu, porém, que, na hora de defender, os minhotos têm de ser “mais pressionantes e agressivos” face a desafios anteriores, até para evitarem “ser penalizados” ao mínimo erro, como aconteceu em Vila das Aves, com um golo sofrido na sequência de um lançamento lateral favorável.

Os ciclos de jogos sem triunfos, como aquele que os ‘axadrezados’ atravessam, tem de ser olhado pelos jovens elementos do plantel a seu cargo como uma “oportunidade de crescer” na forma como “lidam com a adversidade” e colocam as “expectativas no sítio”, acrescentou.

Botelho da Costa também demonstrou agrado com o facto de o Moreirense atingir os três mil sócios, conforme o emblema vimaranense anunciou na sexta-feira, tendo vincado que os jogadores trabalham para os associados “terem orgulho na equipa que veem dentro de campo” todos os fins de semana.

O Moreirense, 12.º classificado da I Liga portuguesa, com oito pontos, visita o Estoril Praia, 18.º e último, com dois, em partida agendada para domingo, às 15:30, no Estádio António Coimbra da Mota, na Amoreira, no concelho de Cascais, com arbitragem de Carlos Macedo, da associação de Braga.

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Nacional precisa de “saber sofrer” para pontuar frente ao SC Braga

O treinador interino do Nacional, Bruno Abreu, afirmou hoje que a equipa tem de “saber sofrer” para conseguir um bom resultado frente ao SC Braga, no domingo, na nona jornada da I Liga portuguesa de futebol.

“Sabemos que vamos ter de sofrer e que vamos ser, muitas vezes, pressionados por uma equipa de grande qualidade como é o SC Braga, mas também temos as nossas armas e queremos criar o maior desconforto possível para que eles sintam que nós estamos cá para ganhar o jogo”, referiu o madeirense, pela segunda vez nas funções de interino esta temporada, em conferência de imprensa.

Bruno Abreu, no comando técnico depois da saída de Alexandre Santos para o Petro de Luanda após uma curta experiência na Madeira, com derrotas nos quatro jogos disputados, já tinha passado por situação idêntica após a demissão de Gião, em setembro, tendo aí comandado a equipa, também como interino, na visita ao Sporting.

O madeirense não teceu comentários sobre o novo treinador, João Henriques, que vai assumir o cargo a partir de segunda-feira, preferindo destacar a vontade do grupo em reverter o momento negativo.

“Senti, essencialmente, muita vontade e disponibilidade do grupo de trabalho em reverter a situação. Naturalmente é para isso que estamos cá e é isso que todos queremos dentro do clube”, vincou.

O conjunto minhoto também mudou de treinador durante a semana, com a saída de Carlos Vicens, rendido no cargo por Franclim Carvalho, que chegou após uma experiência no Botafogo, do Brasil, tendo logo vencido na estreia, na receção ao Gent, por 2-0, na segunda jornada da fase de liga da Liga Conferência.

Abreu, de 51 anos, reconhece a situação delicada do Nacional, 16.º classificado e numa série de seis derrotas consecutivas para o campeonato, que não permite “escolher adversários”, mostrando-se ainda relativamente conhecedor dos métodos de trabalho do novo ‘timoneiro’ dos bracarenses.

“Temos algum conhecimento em função daquilo que o ‘míster’ Franclim fez, tanto no Botafogo, como agora, essencialmente, neste último jogo [com o Gent]. Tentar perceber algumas dinâmicas e colher o máximo de indicações possíveis […], mas com a plena consciência de que será um jogo naturalmente bastante difícil”, notou, acrescentando ainda que o oitavo lugar na tabela não “reflete a qualidade do plantel” do SC Braga.

Ainda a contas com problemas físicos, Léo Santos, Ulisses Rocha, Wesley Gasolina, Igor Liziero e Filipe Soares são ausências confirmadas no emblema insular, ao contrário de José Gomes, que treinou sem limitações durante a semana e “está convocado”, segundo Bruno Abreu.

O Nacional, 16.º e antepenúltimo classificado, com quatro pontos, recebe no domingo o SC Braga, oitavo, com 11, a partir das 18:00, no Estádio da Madeira, no Funchal, sob arbitragem de José Bessa, da associação do Porto.

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I held senior roles at Bank of America and EY. At 56, I can't find a job, and it led to a bit of a midlife crisis.

MacDermott
Siobhan MacDermott

Gabriela Hasbun for BI

This as-told-to essay is based on a conversation with Siobhan MacDermott, a 56-year-old tech founder based in Menlo Park, California. It's been edited for length and clarity.

I've never been underqualified for any job that I've applied to.

I was vice chair at Bank of America and principal at EY. I held senior roles in cybersecurity at AVG and McAfee. I've sat in boardrooms with Fortune 500 CEOs, advised governments, and built practices from scratch.

Then, in early 2024, when I was 54, I had to relocate from New York City to California for family reasons, leaving the management consulting job I'd held as a partner at The Consello Group. I didn't anticipate what could happen when someone tries to re-enter the institutional world in their 50s — particularly as a woman in a career space that doesn't fit neatly into a job description.

The most surprising barrier has been the gap between what I've actually done and what the market knows how to categorize. I'm worried because I'm not sure where the economy is heading, but I'm an absolute eternal optimist.

I'm not going to accept anything other than staying hopeful.

I felt like my job application was going into the ether

It's been frustrating to watch organizations that desperately need exactly what I've built not hire me.

When I started my job search, I reached out to my network to try to figure out what I could do, who'd vouch for me, and where open positions were. A lot of senior roles were being downsized, but I had a lot of people who initially wanted to help me find something.

The strategies that were a complete waste of time were LinkedIn Easy Apply, recruiter calls that went nowhere, and any process that involved a 45-minute competency-based interview with someone who'd never heard of the big companies I've worked for.

MacDermott
Despite her

GabrielaHasbun for BI

I spent the better portion of every day for over a year applying and looking for jobs. I obsessively searched on LinkedIn for new positions, applying over and over again on the site, company websites, emails, and more, but getting nowhere.

I sent out countless résumés and barely got any responses. These are jobs that I know I'm qualified or overqualified to do, but sometimes I didn't even get the courtesy of the automated "thank you for applying" response.

It was like my application went into the ether. I'd try to find the head of HR for these companies on LinkedIn and reach out to them because I wanted the feedback.

I started trying to think of interesting ways to get attention

The strategy that worked the best during my job search was bypassing HR entirely and using direct outreach to CEOs and board members.

I'd send them letters not even related to a job, but more of an observation of their company to get their attention. I tried to be crafty, saying, "Based on my external assessment of your company, here are some things that I think you should be doing as you think through your next quarter."

Reaching out to CEOs got me in the door, but then they'd send me down to somebody who was pretty junior who'd say, "You're overqualified for this job." They'd courtesy interview me because they'd been told to, but it didn't go beyond that.

Sometimes a CEO would send me to HR, and HR would look at my skill set and say, "It doesn't quite match."

That happened quite a few times.

I adjusted my LinkedIn profile to get a better response, and that helped

I changed my gender to male and back to female a bunch of times to see if it made a difference — I didn't change my pronouns, just my actual gender. I felt like I had more responses on LinkedIn being thought to be male than female.

I also think being in Silicon Valley, you age out a lot faster than you do in other parts of the US, and it's definitely a highly male- dominated space. I had those two things working against me from the get-go.

So I removed the first six years of my career from my work experience on LinkedIn, and I took the dates off of my degrees so that people couldn't tell my age. This made me seem seven to 10 years younger, potentially. Once I took those dates off, I felt like I got more engagement on the site.

My job search in Silicon Valley went nowhere, so I decided to pivot and launch my own venture

I started my company out of necessity, and also out of intellectual boredom. I felt like my brain was starting to rot.

It happened about a year into job searching, when I started feeling financial pressure and frustration. I didn't want my full-time job to be looking for a job. My search wasn't looking like it was going anywhere in the foreseeable future, especially out in Silicon Valley. If you're a computer scientist or an engineer, there are jobs available, but I couldn't find a lot out here not in that space.

I started thinking, what am I good at? What do I know? What are all the pieces that I could put together? What problem can I identify that needs to be solved? That came together pretty quickly, and I launched two companies — Khaos Holdings, a strategic risk-intelligence company, and TeenAegis, a child-safety intelligence business, in January.

We're raising capital, and if the capital comes in, that will be the end of my job search. If the capital doesn't come in, then I'll keep searching — but I've decided that whatever I do will be adjacent to the problem I'm trying to solve now.

MacDermott

Gabriela Hasbun for BI

One good thing came out of the 2 years since my last job

Being out of work for two years shifted my retirement timeline eight to 10 years from digging into savings. However, since my job search started, I've really homed in on what I want to do with the rest of my career.

The journey I went on was a little bit of a midlife crisis. I asked myself, "What's my purpose in life?" as opposed to "What job do I want to have?" and then identified what skill set could bring me to that.

What led me to where I am was really thinking through questions like: What are all the issues that matter to me? What legacy do I want to leave? How do I want to think about my future for the next 10 or 15 years? How do I want to show up every day?

In the beginning, I was going to apply to anything that I could qualify for that would get me some money. Now I'm not going to do that because I don't think that's going to actually be fulfilling or make me happy. My sense of stability has required a deliberate reframe — from "security comes from a salary" to "security comes from what I've built and what I know."

I'm determined to make this work, but I also realize it may not

The hardest thing is maintaining a positive attitude day after day. If my company doesn't work out, then it's not like I can stop trying.

Taking mental health breaks is important because it's overwhelming, lonely, and hard. You lose your sense of self-worth when you're in this position; people look at you like, "Oh, you're the person who's still looking for a job." So it's hard to continue to put yourself out there.

Still, I do believe there's light at the end of the tunnel. It's just the question of how long the tunnel is.

Do you have a story to share about navigating your career in your 50s? If so, please reach out to the editor, Manseen Logan, at mlogan@businessinsider.com.

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Hoje há Gil Vicente-FC Porto em Barcelos

O FC Porto procura hoje regressar às vitórias e fugir ainda mais na liderança da I Liga portuguesa de futebol, na visita a Barcelos para defrontar o Gil Vicente, na nona jornada da prova.

Depois do desaire caseiro com PSV Eindhoven (1-0) na Liga dos Campeões, competição em que continua sem qualquer ponto em três rondas, o FC Porto vai tentar em Barcelos, na casa do sétimo classificado, reforçar ainda mais o bom arranque de campeonato.

Os ‘dragões’ vão entrar em campo com cinco pontos de vantagem sobre o Benfica, segundo classificado, que, na segunda-feira, joga nos Açores com o Santa Clara, e seis sobre o Sporting, terceiro, que recebe no domingo o Académico de Viseu.

Caso consiga a nona vitória seguida na Liga, o técnico Francesco Farioli passa a protagonizar o segundo melhor arranque de sempre da história do FC Porto no campeonato, e o melhor dos últimos 87 anos, depois de já ter igualado o registo de oito triunfos de Jesualdo Ferreira de 2007/08.

Melhor que o italiano só mesmo o húngaro Mihaly Siska, que viveu 13 vitórias seguidas com os ‘dragões’ em 1939/40.

Já o Gil Vicente vem de um motivador triunfo na casa do Sporting de Braga (2-1) durante a semana, em jogo em atraso da segunda jornada.

O Gil Vicente-FC Porto está agendado para as 20:30.

Também hoje, num dérbi da região lisboeta, o Estrela da Amadora recebe o Casa Pia (15:30) e o Alverca mede forças com o Arouca (18:00).

Na sexta-feira, a ronda arrancou em Guimarães, com o Vitória a regressar às vitórias com uma goleada de 5-0 sobre o Marítimo, resultado que deixa os vitorianos no 11.º posto, com oito pontos, os mesmos do Marítimo, 13.º.

Programa e resultados da nona jornada

– Sexta-feira, 23 out:

Vitória SC – Marítimo, 5-0

– Sábado, 24 out:

Estrela Amadora – Casa Pia, 15:30

Alverca – Arouca, 18:00

Gil Vicente – FC Porto, 20:30

– Domingo, 25 out:

Estoril Praia – Moreirense, 15:30

Rio Ave – Famalicão, 18:00

Nacional – SC Braga, 18:00

Sporting – Académico de Viseu, 20:30

– Segunda-feira, 26 out:

Santa Clara – Benfica, 17:45 locais (18:45, horas de Lisboa)

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