Trump’s sanctions against the International Criminal Court undermine justice


“The most important in the country.” “Crucial for the future of the Middle East.” “A historic crossroads.” Israel is holding elections this Tuesday — the first since the Hamas-led attacks of October 2023 — which have been described in many ways because they are decisive. Prime Minister Benjamin Netanyahu is staking his future — both political and personal — on the vote, after, against all odds, completing a four-year term leading the most right-wing coalition in the country’s history.

© Ariel Schalit (AP Photo)

A sondagem mais recente para as eleições em Israel, que acontecem esta terça-feira, 27 de outubro, continuam a apontar inequivocamente para um equívoco político: indica que o bloco de oposição liderado por Gadi Eisenkot, líder do partido Yashar, deverá eleger 56 deputados, enquanto a coligação governamental do atual primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, líder do Likud, se ficaria pelos 50 lugares. Em termos de partidos individuais, o Yashar obterá qualquer coisa em redor dos 23 deputados, o Likud 21, o B’Yachad 15 e o Shas 10.
O B’Yachad é uma coligação surgida em abril passado a partir da união de dois antigos primeiros-ministros e figuras de peso da oposição israelita: Naftali Bennett, primeiro-ministro em 2021–2022 e oriundo da direita nacionalista (e é o atua líder do partido), e Yair Lapid, um dos líderes da oposição a Netanyahu, ex-primeiro-ministro e líder do partido de centro Yesh Atid. O Shas é um dos partidos que representam os judeus ultraortodoxos.
Para alguns analistas, a chave do impasse que irá estabelecer-se a partir das eleições é uma possível aliança entre o Yashar e o B’Yashar – que em princípio conseguirão obter em conjunto cerca de 70 deputados, uma margem confortável em relação aos 61 lugares que qualquer governo terá interesse em assegurar num parlamento de 120 elementos. A outra hipótese, que será sempre a segunda se o Likud não for o partido mais votado, será a repetição do atual governo – com o Likud, o Shas e um terceiro pequeno partido a cumprirem a quota dos 61 deputados.
No final de 2022, Netanyahu demorou muito tempo a conseguir agregar em seu torno os partidos necessários e suficientes para formar governo. Para isso foi indigitado pelo presidente Isaac Herzog a 13 de novembro, num quadro em que a lei israelita concede um prazo inicial de 28 dias para fechar as negociações; a 9 de dezembro, e devido à complexidade das negociações com os partidos ultraortodoxos e da extrema-direita, Netanyahu solicitou e obteve uma extensão do prazo por mais dez dias – mas só já no final do novo prazo o líder do Likud anunciou formalmente ao presidente que tinha conseguido reunir a coligação maioritária de 64 deputados.
O resto é história: a partir daí Netanyahu ficou refém das agendas dos ortodoxos e dos extremistas, que conseguiram impor as suas vontades de forma geral, emaranhando o primeiro-ministro numa série de decisões que estão muito para lá das suas próprias escolhas. O ataque do Hamas a 7 de outubro de 2023 veio agravar ainda mais as vicissitudes vividas no interior do gabinete.
Refira-se que, segundo as sondagens, o partido Otzma Yehudit (Poder Judaico), liderado por Itamar Ben-Gvir, o inenarrável atual ministro da Segurança Nacional, não só ultrapassará facilmente a barreira eleitoral de 3,25% (o mínimo para poder entrar no parlamento), como caminha para um resultado histórico ao concorrer de forma independente.
Uma campanha ‘viciada’ pelo 7 de outubro
A campanha eleitoral para as legislativas tem sido descrita por vários analistas como a mais polarizada e tensa da história recente de Israel. Sendo o primeiro ato eleitoral desde o ataque do Hamas, o debate político foi profundamente moldado pelo trauma nacional, pela segurança e pelo futuro democrático do país.
General e ex-chefe do Estado-Maior, Gadi Eisenkot centrou a sua mensagem nas falhas de segurança que permitiram o massacre de 2023. E, se ganhar, prometeu a criação de uma comissão estatal de inquérito independente e o afastamento definitivo de Benjamin Netanyahu. Acusa o ainda primeiro-ministro de mentir sobre todo o assunto e de ter caído numa “disfunção profunda no processo de tomada de decisão”. “Os cidadãos de Israel vão decidir esta terça-feira qual será o futuro, que direção a história de Israel tomará a partir de agora”, disse, em jeito de apelo ao voto – que, segundo as sondagens, deverá atingir um recorde de participação.
Do seu lado, Benjamin Netanyahu adotou uma postura combativa, tentando mostrar que “não nos renderemos”, não houve qualquer hesitação na liderança militar, não houve nenhuma concessão às pressões internacionais e que o que começou tem de ser acabado – no que tem a ver com o Irão como a principal ameaça existencial (como o Egipto já foi no passado) a Israel. “Donald, temos um trabalho para terminar. Tu disseste-o e nós vamos terminá-lo juntos”, disse recentemente.
Netanyahu concentrou a sua campanha nas guerras que leva a cabo em Gaza e no Irão – que, como diz, estão intimamente ligadas. E apelidou outros temas – como a inexistência de serviço militar obrigatório para os ultraortodoxos ou o financiamento a grupos religiosos extremistas – de “tempestades encenadas e fabricadas” para desviar as atenções do verdadeiro perigo. “Se caírem duas bombas atómicas no centro do país, quem é que vai querer saber de todas estas falsas tempestades?”, disse, ficando por esclarecer qual dos oito países que as possuem (Israel é um deles, mas o Irão não) as poderiam lançar contra o Estado hebraico.

Con questa bulimia di potere che lo pervade, è inevitabile che il Pd cerchi consensi ovunque, e che in questo senso abbia aperto a Rifondazione comunista “prestandole” il senatore Andrea Crisanti per fare il gruppo: un mezzo tecnico per agevolare la raccolta delle firme necessarie per presentare la lista, ma anche una scelta politica. Solo che quando ti metti in casa gente inaffidabile poi l’incidente è dietro l’angolo. E infatti.
Ieri il segretario di Rifondazione, Maurizio Acerbo, uno che deve stare parecchio davanti a X, di buon mattino si è così espresso: «Inneggiare al 7 ottobre non è reato. C’è chi inneggia a Israele e chi a Hamas. In una democrazia è assolutamente lecito». Pure peggio del vigliacco «né con lo Stato né con le Br» degli estremisti di cinquant’anni fa poiché questa posizione, sotto la copertura formale di una considerazione sulla libertà di espressione, finisce per normalizzare l’apologia di un pogrom. Inevitabile la frittata.
Persino nel gruppo dirigente del Nazareno, anche se non in chiaro, hanno storto il naso. E qualcuno deve averlo chiamato, tanto che poi Acerbo ha fatto una precisazione che peraltro non precisa nulla. A peggiorare le cose ci si è messo il professor Crisanti in persona con una frase tremenda: «È una questione dei palestinesi scegliere i propri rappresentanti. Se fosse Hamas, se lo hanno deciso loro, ben venga. Ma penso a una Hamas rinnovata, quella di oggi la considero un’organizzazione terroristica».
Il «merdone»– così Filippo Sensi – pestato da Acerbo rimanda al problema del famoso perimetro del campo largo e si intreccia con le primarie. Non è solo che il Pd si copre a sinistra. Il fatto è che il favore di Elly Schlein a Rifondazione si può leggere come una mossa della sua campagna elettorale per le primarie: acchiappo Acerbo e così divento il punto di riferimento per i compagni dell’estrema sinistra, dunque io vi consento di presentarvi alle elezioni e sarò ricompensata ai gazebo.
Mossa spregiudicata e anche piuttosto rischiosa perché non è affatto detto che i voti conquistati a sinistra compensino quelli che si rischia di perdere al centro. Del resto, è proprio questo il paradosso del campo largo: più si allarga, più rischia di smarrire la propria natura, con il rischio di trasformarsi da coalizione ad accozzaglia, rischio che sta soprattutto alla leader del Pd cercare di evitare. Del resto, sposare in toto le piazze dei giovani (anche il corteo di Askatasuna?), l’occhieggiamento del mondo pro-Pal, concupito anche da Giuseppe Conte, tutto rientra in una logica di marketing politico.
Ha colto il punto Sensi: «Dobbiamo sapere che quando imbarchiamo tutto e il contrario di tutto, e in quel tutto e il contrario di tutto ci sono tante cose che sono agli antipodi rispetto ai valori che sosteniamo, si crea un rischio»; e ovviamente la stessa opinione ce l’hanno, da fuori, Carlo Calenda e Pina Picierno.
Ma i big del Pd non sembrano porsi il problema di una coalizione che per arraffare fino all’ultimo voto si sta snaturando, e d’altra parte la cosa non desta meraviglia. Lo scivolamento su posizioni molto fredde sul’Ucraina e molto calde sulla Palestina è stato evidente anche nel documento politico del correntone Franceschini-sinistra che si è riunito a Montepulciano, un convegno di tre giorni – la durata di Woodstock – ma senza grandi emozioni, il cui senso è stato soprattutto nella esibizione dei muscoli in vista della formazione delle liste: “il partito siamo noi”. Contenuti, scarsini.
Per quelli bisogna spostarsi a Orvieto, all’assemblea di LibertaEguale, dove si sono affrontati i nodi delle questioni istituzionali e dell’economia e dove finalmente si è parlato di una cosa di cui tutti sembrano essersi dimenticati: come far crescere il Paese, necessaria condizione per redistribuire. Giorgio Gori e Marco Bentivogli su questo hanno detto cose di cui il tavolo del campo largo farebbe bene a prendere nota
Nella telenovela dei grandi capi, tra stop and go tattici, si è deciso che finalmente venerdì si terrà un incontro tra Schlein, Conte, Nicola Fratoianni e Angelo Bonelli per fare partire l’iter che porterà al fatidico programma. Anche per la loro incapacità di darsi una fisionomia precisa, i centristi restano out, fuori dalla foto di gruppo. E anche Maurizio Acerbo. Almeno per ora.
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