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Environmentalists celebrate Lula's reelection in Brazil: 'The Amazon can breathe a sigh of relief'

Lula's government recently announced the lowest Amazon deforestation rate on record. However, he faces a Congress dominated by the far right and agribusiness interests, which often back measures weakening environmental protections.

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TREs reforçam legitimidade das eleições e elogiam gestão de Nunes Marques

O Coptrel (Colégio de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais) divulgou nota nesta terça-feira (27) em que reforça a legitimidade do processo eleitoral de 2026 e elogia a atuação do ministro Kassio Nunes Marques à frente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

No texto, o presidente do colegiado, em nome dos TREs de todo o país, afirma que as eleições deste ano tiveram resultado “ágil, transparente e confiável” e cumpriram a missão constitucional da Justiça Eleitoral de garantir o exercício do voto.

Os presidentes dos TREs afirmam que a Justiça Eleitoral superou dificuldades logísticas provocadas por eventos climáticos, como a seca na Região Norte e as chuvas intensas no Sul, além dos desafios relacionados ao uso massivo de inteligência artificial durante o pleito.

A nota não cita, porém, o problema da falta de transporte público em algumas cidades ou a consequente prorrogação do período de votação determinada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Ao avaliar os fatores que contribuíram para um pleito bem-sucedido, o colegiado destaca a “liderança firme e equilibrada” de Nunes Marques à frente do TSE e a interlocução permanente do ministro com os tribunais regionais.

A nota destaca ainda os índices de comparecimento às urnas. Segundo o documento, mais de 125 milhões de eleitores votaram no primeiro turno e mais de 128 milhões participaram do segundo turno. A abstenção na etapa final foi de 19,2%, o menor índice registrado em segundos turnos nos últimos 20 anos.

O Coptrel também ressalta a rapidez da apuração. De acordo com o texto, mais de 98% das quase 500 mil urnas eletrônicas foram apuradas pouco mais de duas horas após o encerramento da votação.

“O resultado proclamado refletiu, mais uma vez, a vontade soberana da população brasileira, fruto do trabalho incansável de magistradas e magistrados, servidoras e servidores, mesárias e mesários, colaboradores e instituições parceiras”, afirma.

Prorrogação

A prorrogação do período de votação foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, após pedido da Coligação Brasil Pronto Pra Mais, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na ação, o grupo alegou que prefeituras da Bahia e de São Paulo reduziram significativamente a frota de ônibus em circulação durante o segundo turno, prejudicando o deslocamento de eleitores.

Ainda de acordo com a coligação, em Salvador, por exemplo, uma fiscalização judicial registrou que mais da metade da frota habitual de dias úteis permaneceu retida nas garagens por orientação do próprio órgão de mobilidade do município. O TRE da Bahia chegou a ordenar a prisão do secretário de mobilidade da capital baiana.

O pedido também havia sido direcionado a Kassio Nunes Marques, que não respondeu de imediato. Por volta das 16h05, Kassio determinou que as prefeituras prestassem esclarecimentos em até meia hora. Sem resposta, Zanin decidiu na frente.

Eleições de 2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito no domingo (25) em 2º turno ao superar Flávio Bolsonaro (PL).

Lula obteve mais de 50% dos votos, segundo divulgação parcial da apuração do TSE.

Foi a primeira vez na história da República que quem saiu atrás no primeiro turno conseguiu virar no segundo.

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Justiça proíbe deputada de incentivar demissões de eleitores de Lula

A Justiça do Trabalho proibiu a deputada estadual Índia Armelau (PL-RJ) de incentivar demissões de eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A determinação atende parcialmente a um pedido do MPT-RJ (Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro).

A decisão do juiz Leonardo Saggese Fonseca disse que, como a ré é uma integrante do parlamento, “deve prezar pela liberdade de expressão, desde que respeitosa” e “aceitar as diferentes opções políticas de cidadãos e trabalhadores, sem utilizar discursos e falas que podem gerar, pela sua leitura ou escuta, sentimentos de ódio, perseguição ou discriminação”.

No despacho, a Justiça também determinou que Índia remova as publicações que deram origem ao processo público. Em caso de descumprimento da ordem, haverá uma multa diária de R$ 5 mil, a partir do primeiro dia útil após o término do prazo de 48 horas para cumprimento da determinação.

A abertura da apuração ocorreu após ela publicar nas redes sociais uma mensagem que dizia: “Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’. Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários”.

O MPT entendeu que a mensagem “estimula o assédio eleitoral e a discriminação por convicção política”. As autoridades ainda pedem à Justiça do Trabalho que Índia Armelau “deixe de incentivar empregadores a discriminar, demitir ou perseguir pessoas”.

Nas redes sociais, a parlamentar disse que não estava falando em “demissão em massa” e que estaria apoiando a campanha “Não Contrate Quem Odeia Empresários”. Para ela, patrões conservadores devem recrutar empregados do mesmo espectro político.

A CNN Brasil tenta contato com a deputada.

 

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Camila, filha do jornalista Juca Kfouri, morre aos 48 anos

A psicóloga Camila Kfouri, filha do jornalista Juca Kfouri, morreu na segunda-feira (26), aos 48 anos. A morte foi confirmada pelo pai em um texto publicado no UOL.

“Perdi hoje uma das paixões de minha vida. Sinto na carne a dor que imaginava ser a pior de todas. É. O maior de meus medos”, escreveu Juca na publicação.

O texto não revela a causa da morte, mas Juca afirma que a filha sofria com doenças adquiridas desde a infância após um evento traumático.

“Camila, a Camiloca, a Cam, minha Joaninha, a menina entre meus quatro filhos, resolveu ir embora depois de sofrer muito com doenças adquiridas desde que, aos 6 anos, viu o avô paterno ser alvejado em assalto na porta de casa e desenvolver uma porção de sequelas.”

“Hoje a última vítima daquele dia não resistiu mais. Disfunção de supra-renal, gordura em família longilínea, cirurgia bariátrica, compulsão e neuropatia diabética”, completa.

Camila era formada em psicologia e trabalhou como produtora na Conspiração Filmes e como DJ. “Não sei como será daqui para frente diante de tamanha agressão ao ciclo natural da vida. Só sei que a levarei comigo até o fim.”

Juca Kfouri é jornalista, colunista e comentarista esportivo brasileiro. A psicóloga era a única filha mulher de Juca Kfouri, que também é pai de André, Daniel e Felipe.

Entenda o que acontece com o cérebro quando passamos pelo luto

 

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MPT processa deputada após ela sugerir demissão de eleitores de Lula

O MPT-RJ (Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro) entrou com uma ação cível pública após a deputada estadual reeleita Índia Armelau (PL) sugerir que empresários demitissem eleitores do presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A informação foi confirmada pela CNN Brasil.

A abertura da apuração ocorreu após ela publicar nas redes sociais uma mensagem que dizia: “Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’. Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários”.

O MPT entende que a mensagem “estimula o assédio eleitoral e a discriminação por convicção política”. As autoridades ainda pedem à Justiça do Trabalho que Índia “deixe de incentivar empregadores a discriminar, demitir ou perseguir pessoas”.

O ministério também solicita que a deputada publique, em até 24 horas após a decisão, um comunicado informando que “empregados podem escolher livremente seus candidatos”.

O MPT pede multa de R$ 100 mil caso a determinação não seja cumprida, além do pagamento de R$ 500 mil por dano moral coletivo.

Nas redes sociais, Índia disse que não estava falando em “demissão em massa” e que estaria apoiando a campanha “Não Contrate Quem Odeia Empresários”. Para ela, patrões conservadores devem recrutar empregados do mesmo espectro político.

A CNN Brasil também tentou contato com Índia Armelau para mais posicionamento, mas não teve retorno.

 

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Entenda operação da PF que mira deputado por contratos de R$ 200 mi no RJ

A PF (Polícia Federal) deflagrou a segunda fase da Operação Castratio nesta terça-feira (27), que mira o escritório de advocacia do deputado federal reeleito Marcelo Queiroz (PSDB) e pessoas ligadas a ele.

A investigação verifica uma suposta organização criminosa em atuação no âmbito da SEAPA (Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro).

As autoridades apuram contratos de R$ 200 milhões para castração e esterilização de animais firmados pela secretaria, quando Marcelo Queiroz era o titular da pasta.

O objetivo da nova etapa da operação é apurar a extensão da organização criminosa e suas práticas ilegais. O caso pode apontar para crimes de peculato, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.

A PF cumpre cinco mandados de busca e apreensão nos municípios do Rio de Janeiro e Niterói após ordem judicial do STF (Supremo Tribunal Federal).

A primeira etapa da operação, em maio de 2026, mirou Queiroz por suspeita de fraude em licitações no governo do Rio de Janeiro.

A CNN busca contato com os citados. O espaço segue aberto.

 

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