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Goleada com Romer a fazer “hat-trick”

VTM

O Pedras Salgadas entrou melhor e, aos 8’, abriu o marcador, lançamento longo para a área, onde Romer cabeceia para defesa incompleta de Markito, com o mesmo jogador a aproveitar para colocar a bola no fundo das redes. No minuto seguinte esteve perto o segundo, mas o remate de Jorge Jesus sai ao lado. Aos 10’, o Cumieira reagiu e criou uma situação de aparente perigo, Zé Pedro, com um remate de fora da área, obriga Rafa Mateus a uma excelente defesa para canto. Já com a partida equilibrada, ambos os conjuntos criavam oportunidades de golo, mas a eficácia era nula. Aos 28’, o Cumieira esteve perto do golo, valeu mais uma boa intervenção de Rafa Mateus ao remate de Gabi. Aos 33’, de novo, Rafa Mateus evita o golo ao desviar um remate de Marinho ao poste, com Zé Pedro a não conseguir a emenda. Aos 39’, o Pedras Salgadas aproveita uma perda de bola do Cumieira e com uma saída rápida, a bola chega a Tomás Magalhães, que remata ao lado.

Logo a abrir a segunda parte, os da vila termal estiveram perto do golo, remate de Banora ao poste esquerdo da baliza de Markito. Aos 48’, Romer bisa, após um lançamento longo para a área, com o golo de cabeça. O mesmo Romer fez o “hat-trick” aos 50 minutos. Com uma vantagem confortável, o Pedras Salgadas tentou controlar a partida, sem criar ocasiões de golo. Já o Cumieira procurava o golo, mas sem grandes soluções no ataque. Aos 89’, o Pedras Salgadas eleva a contagem, cruzamento da direita de Bruno Sul para a cabeça de Hugo Alexandre, que bate Markito mais uma vez. Em cima do minuto 90, Banora alcança o quinto golo, terminando o jogo com uma goleada imposta pelo Pedras Salgadas, que segue firme na segunda posição da tabela com menos um ponto do que o Vila Real.


FICHA TÉCNICA
Campo da Flávia, em Cumieira
Árbitro: André Santos
Auxiliares: Fernando Nunes e Filipe Ferreira

CUMIEIRA: Markito; Rafa, Itó (Del Piero, 50’), Marinho (Matos, 70’), e Ayoub; Gabi, Camará (Hugo Almeida, 53’) e Simão (Fontes, 53’); Penelas, Patrick e Zé Pedro
Treinador: José Ribeiro

PEDRAS SALGADAS: Rafa Mateus; Pedro Silva, Gonçalo Almeida, Maga (Hugo Alexandre, 60’) e Fábio Carvalho; Romer (João Silva, 70’), Banora e Tomás Magalhães (Daniel Jordão, 83’); Jorge Jesus, Gabi (Bruno Sul, 83’) e Simão
Treinador: Marco Martins

Ao intervalo: 0-1
Cartões amarelos: Pedro Silva (38’), Gabi (67’) e Tomás Magalhães (81’)
Marcadores: Romer (8’, 48’ e 50’), Hugo Alexandre (89’) e Banora (90’)

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“Achille Lauro non ha niente di artistico, con Fedez ci sentivamo spesso, poi di colpo è sparito. De André era una specie di Mago Merlino, mi ha fatto la carta astrale su pergamena”: così Francesco Baccini

“Non ho avuto santi in paradiso e nemmeno in terra. La libertà si paga, ma va bene così”. Parola di Francesco Baccini. È tra i cantautori italiani che hanno segnato la scena musicale a cavallo tra gli anni Ottanta e Novanta. Pianista e autore, si è fatto conoscere per uno stile personale che unisce ironia, osservazione sociale e una scrittura diretta, lontana dai toni solenni della tradizione cantautorale.

Nel corso della carriera ha alternato la musica al teatro e alla televisione, attraversando fasi diverse e confrontandosi con un mercato discografico profondamente cambiato. Ha collaborato con numerosi artisti e ha mantenuto negli anni un rapporto costante con il pubblico dal vivo. Il 30 ottobre escono il libro “Nomi e Cognomi” e il disco “Nomi e Cognomi 2”. Nell’intervista a Il Corriere della Sera Baccini ripercorre il proprio percorso artistico.

Parlando della musica di oggi, l’artista ha detto la sua anche su colleghi come Achille Lauro: “Non ci trovo niente di artistico. Le sue canzoni sono prodotti da vendere. Mi ci vede con la tutina trasparente di Gucci a Sanremo?”. O anche Fedez: “Un personaggio, un influencer, non mi ricordo certo la sua musica. Quindici anni fa mi trovai un suo messaggio: ‘Sono cresciuto con i tuoi pezzi’. Mi invitò al suo primo concerto all’Alcatraz, andai con mio figlio. Ci sentivamo spesso. Poi di colpo non mi ha più risposto, è sparito”.

L'articolo “Achille Lauro non ha niente di artistico, con Fedez ci sentivamo spesso, poi di colpo è sparito. De André era una specie di Mago Merlino, mi ha fatto la carta astrale su pergamena”: così Francesco Baccini proviene da Il Fatto Quotidiano.

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