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Catástrofes inasumibles

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Por segunda vez en nueve meses, España entera está sobrecogida ante las imágenes de dos trenes de alta velocidad destrozados sobre una vía en medio del campo, las pavorosas cifras de muertos y los impactantes relatos de los supervivientes de un accidente ferroviario que tendrá su propia página en la historia. Casi 400 personas viajaban en el tren AVE que, a las 8.53 de este miércoles, chocó con un tren Iryo parado en la vía Madrid-Andalucía a la altura de Urda (Toledo) con otras 146 personas a bordo. El balance de 69 muertos es aún provisional. El número de heridos supera el centenar. En estas horas críticas, es necesario transmitir a quienes han perdido a un ser querido la empatía y solidaridad de toda la sociedad española. Los testimonios de las familias y de los supervivientes serán el ancla para no olvidar en ningún momento las dimensiones de este drama humano.

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El accidente de Urda, un escenario más dantesco que Adamuz y un rescate extremo palmo a palmo: "Al levantar una plancha había dos muertos y otros cuatro a los que aún no se puede llegar"

Los bomberos han dividido el lugar en tres zonas y dos sectores para organizar el rescate. Sus herramientas son fundamentales para sacar a las víctimas Leer

Los bomberos han dividido el lugar en tres zonas y dos sectores para organizar el rescate. Sus herramientas son fundamentales para sacar a las víctimas
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Cucurella desafia jogador do Atlético de Madrid para luta: “Acabar com ele”

Marc Cucurella, lateral do Real Madrid, desafiou Álex Baena, meio-campista do Atlético de Madrid, para uma luta de boxe. Em entrevista ao streamer espanhol Ibai Llanos durante a cerimônia da Bola de Ouro, o defensor afirmou que gostaria de enfrentar o compatriota no ringue e provocou o jogador, que aceitou o desafio publicamente.

“Álex Baena é meu amigo, mas desperta o pior em mim”, afirmou Cucurella durante a conversa com Ibai. Ao ser questionado sobre quem escolheria como adversário em um combate, o lateral não hesitou ao apontar o nome do companheiro da seleção espanhola.

“Vou acabar com ele”, completou o jogador do Real.

A declaração chegou até Baena, que respondeu à provocação por meio de uma publicação no Instagram. O meia do Atlético de Madrid demonstrou disposição para o confronto e deixou a decisão nas mãos do adversário.

“Quando você quiser, em qualquer lugar, dia e hora”, escreveu o espanhol.

Por que Cucurella escolheu Baena?

A escolha chamou a atenção porque os dois jogadores são companheiros na seleção da Espanha e, segundo o próprio Cucurella, mantêm uma relação de amizade. O lateral, porém, indicou que a convivência com Baena também desperta seu lado mais competitivo.

A conversa aconteceu durante a cerimônia da Bola de Ouro, quando Ibai Llanos abordou jogadores e ex-atletas para perguntar quem eles escolheriam como adversários em uma eventual luta de boxe.

Entre os nomes entrevistados estavam Kylian Mbappé, Unai Simón, David Raya, Luis Díaz, Luis Figo e Ronaldo Nazário. Cucurella aproveitou a oportunidade para lançar o desafio ao companheiro de seleção.

Apesar da troca de provocações, não houve confirmação de que os dois tenham acertado uma data ou fechado um acordo para subir ao ringue.

O que é o La Velada del Año?

O La Velada del Año é um evento organizado por Ibai Llanos, um dos principais streamers da Espanha. A iniciativa reúne criadores de conteúdo, celebridades e outras personalidades em combates de boxe que atraem grande audiência nas plataformas digitais.

As lutas fazem parte de um espetáculo que combina entretenimento, rivalidades e preparação esportiva. Os participantes costumam promover os confrontos publicamente antes do evento, com desafios e provocações que ajudam a mobilizar o público.

No caso de Cucurella e Baena, a possibilidade de um duelo surgiu durante a entrevista e ganhou força com a resposta do meio-campista nas redes sociais. Até o momento, contudo, a troca de mensagens não é uma confirmação de uma luta entre os dois jogadores.

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Por que o Real precisou pedir desculpas após Mbappé ter criado uma crise

Mesmo após Kylian Mbappé ter pedido desculpas à China por comentários sobre memes de Mao Tsé-Tung, o Real Madrid precisou entrar em ação e repetir o gesto do francês. E isso se deu por conta da pressão chinesa e de interesses econômicos.

Segundo informou o “L’Équipe” nesta quarta-feira (28), as autoridades da China não consideraram suficientes as desculpas proferidas por Mbappé e exigiram um pedido formal também do clube espanhol. Este movimento seria importante para as autoridades retomarem o diálogo sobre as transmissões de LaLiga no país, que estão suspensas.

Órgãos estatais chineses, como China Media Grou (CMG), anunciaram na última segunda-feira (26) a sanção, já que não aceitaram o pedido de desculpas do atacante.

“Enquanto o Real Madrid não apresentar um pedido de desculpas formal, não há nada a discutir”, chegou a advertir um porta-voz do grupo de mídia GMC, proprietário da CCTV, a emissora estatal do país asiático.

O Real Madrid também busca proteger sua imagem e seus interesses na China. Ainda de acordo com o jornal francês, o clube merengue possui aproximadamente 100 milhões de fãs chineses. O país oriental é responsável por 10 a 15% das vendas de produtos licenciados do Real.

De acordo com o jornal espanhol “Marca”, a camisa de Mbappé era o item mais vendido do Real Madrid na China. O temor no clube seria uma possível redução de receitas em um país importante para suas finanças.

As desculpas do Real Madrid

“O Real Madrid gostaria de expressar suas desculpas ao povo chinês por qualquer desconforto causado pelas recentes declarações de nosso jogador Kylian Mbappé”, afirmou o clube em comunicado.

“Nosso clube mantém um profundo respeito pela China, sua história, sua cultura e seus cidadãos, assim como pelos milhões de torcedores chineses que sentem carinho e admiração pelo Real Madrid”, acrescentou a nota.

Mbappé pediu desculpas após meme de Mao Tsé-Tung • Reprodução

A crise envolvendo Mbappé e China

Kyllian Mbappé enfrenta uma crise sem precedentes com a China após entrevista recente a um podcast do qual ele reagia às brincadeiras que são feitas com ele sobre ser o “ditador”.

No meme, Mbappé é retratado como Mao Tsé-Tung, fundador do país asiático. “Estou sempre usando com os meus amigos (imagem dele como o ditador)”, admitiu, entre sorrisos.

A declaração revoltou a China, e o astro chinês recebeu diversas críticas. Ao menos três marcas do país asiático já romperam com o jogador do Real Madrid.

“Ninguém espera que um atleta seja expert sobre a história da China. Porém, astros internacionais que ganham dinheiro com empresas chinesas deveriam fazer esforços para entender a cultura do país e o mínimo de respeito. Não é tratamento especial. É um senso comum básico comercial”, declarou o jornal “Global Times”, periódico do país na língua inglesa, em seu editorial.

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Spanish PM vows full investigation into train disaster: ‘It is unacceptable for Spain to suffer two such accidents in the same year’

Spanish Prime Minister Pedro Sánchez traveled to Urda, in the province of Toledo, near the site of the devastating train crash that killed at least 68 people after two high-speed trains collided early Wednesday morning. Sánchez said he had come to support emergency workers and those affected by the accident, stressing that a full investigation would be carried out.

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© Álvaro García

Spanish Prime Minister Pedro Sánchez addressed the media from the command center set up at the site of the train accident in the province of Toledo on Wednesday.
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Incidente tra treni in Spagna, i giocatori della Liga attaccano il ministro dei trasporti: “Metti da parte Twitter e lavora, sembri un 13enne”

Tutta la Spagna si è fermata per l’incidente ferroviario vicino a Toledo, dove sono morte almeno 64 persone e altre 80 sono rimaste ferite. A fermarsi anche il calcio, con la Federazione calcistica che ha deciso di rinviare tutte le 24 partite di Coppa del Re in programma oggi. C’è anche chi nel mondo del calcio alza la voce, come i calciatori della Liga, Marcos Llorente (Atletico Madrid), Dani Carvajal e Thibaut Courtois (Real Madrid ) e Alex Baena (Barcellona), che hanno reagito sui loro profili social (tra loro anche il nazionale spagnolo Joselu) all’incidente ferroviario nella provincia di Toledo che ha provocato oltre 60 vittime. Lo hanno fatto con un post inizialmente pubblicato dal centrocampista dell’Atletico Madrid e successivamente condiviso dagli altri giocatori. Nel post, puntano il dito direttamente contro Óscar Puente, ministro dei Trasporti e della Mobilità Sostenibile, alludendo alla sua frequente attività sui social media e alla sua responsabilità nell’incidente in quanto capo del ministero.

Il testo integrale è il seguente: “Caro Óscar Puente, non è forse ora che tu metta da parte Twitter e ti concentri sul lavoro per cui ti paghiamo? Quando ci sono vite umane in gioco, il minimo che si possa pretendere da un ministro dei Trasporti è responsabilità, serietà, sicurezza e rispetto. Siamo stanchi di politici che sembrano più preoccupati di vincere le discussioni sui social network, come se fossero ragazzini di 13 anni, che di essere all’altezza delle responsabilità che hanno. Twitter non è il tuo lavoro. Il tuo lavoro è il trasporto pubblico, la sicurezza e rendere conto quando le cose vanno male. Finora in questo sei stato un fottuto disastro, ma come sempre darai la colpa a qualcun altro. Che il circo non si fermi”.

L'articolo Incidente tra treni in Spagna, i giocatori della Liga attaccano il ministro dei trasporti: “Metti da parte Twitter e lavora, sembri un 13enne” proviene da Il Fatto Quotidiano.

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What is the LZB signaling system, one of the key factors in the fatal train accident in Spain?

AVE train accident in Toledo, between Yébenes and Urda.

The Madrid–Seville high-speed rail line, where two trains collided on Wednesday, has several signalling and protection systems designed to regulate traffic, control the distance between trains and reduce the risk of accidents. According to government sources, early evidence suggests the collision may have been triggered by human error after a failure in the line’s main signalling system.

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‘I was thrown into the luggage. Everything is destroyed’: Survivors speak about the Toledo crash in Spain

At least 68 people were killed on Wednesday in a train crash near the Spanish town of Urda, in the province of Toledo, according to the regional government of Castile-La Mancha, although officials fear the death toll could rise further.

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© Ismael Herrero (EFE)

Two high-speed trains, one from Renfe and another from Iryo, collided early this Wednesday near Urda station in Toledo province.
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Análise: caso de Mbappé segue histórico de boicotes a marcas na China

A rápida queda de popularidade de Kylian Mbappé na China, após declarações sobre Mao Tsé-Tung, seguiu um roteiro já conhecido no país: indignação nas redes sociais, afastamento de empresas, restrições em plataformas digitais e intervenção oficial.

Em menos de 24 horas após viralizar um trecho de podcast no qual o capitão da seleção francesa se referiu a Mao como “um cara qualquer — acho que ele é um ditador chinês”, patrocinadores como Mengniu Dairy, Shanghai Milkground e a fabricante de bebidas energéticas Eastroc encerraram suas parcerias com o atacante do Real Madrid.

Mbappé pediu desculpas após meme de Mao Tsé-Tung
Mbappé pediu desculpas após meme de Mao Tsé-Tung • Reprodução

A emissora estatal CCTV retirou do ar publicidade relacionada a Mbappé, enquanto plataformas chinesas de redes sociais restringiram o acesso às contas do jogador. Mbappé pediu desculpas na terça-feira e classificou suas declarações como “infelizes”.

A velocidade das consequências é familiar para empresas, marcas e celebridades com negócios ou exposição no mercado chinês. Segundo analistas, o episódio é mais um lembrete de um risco comercial que continua difícil de administrar, apesar de anos de controvérsias semelhantes.

Marcas estrangeiras já enfrentaram repetidamente fortes reações do público na China. Entre os episódios estão o cancelamento do desfile da Dolce & Gabbana em Xangai, em 2018; os pedidos de desculpas de Versace, Dior, do grupo LVMH, e Coach, da Tapestry, em 2019; além dos boicotes contra H&M, Nike e Adidas relacionados ao algodão de Xinjiang.

A NBA também enfrentou consequências no país depois que um dirigente do Houston Rockets manifestou apoio ao movimento pró-democracia de Hong Kong, episódio que provocou um rompimento com a CCTV.

Embora os detalhes variem em cada caso, o padrão costuma ser semelhante: uma declaração, imagem ou posicionamento ganha força nas redes sociais, parceiros comerciais passam a ser pressionados a reagir e os danos à reputação rapidamente superam a dimensão da ofensa original.

“Você não precisa pensar como um chinês para ter sucesso na China, mas precisa entender como o público chinês vai reagir e as implicações culturais de não fazer esse autocontrole”, afirmou Michael MacRitchie, fundador do MGI Group, empresa que conecta celebridades internacionais a marcas chinesas.

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    Mbappé não participou do primeiro jogo do Real Madrid no Mundial • Maria Gracia Jimenez/Soccrates/Getty Images

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    Mbappé comemora um de seus gols pelo time merengue • Divulgação/Real Madrid

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    Mbappé comemora gol contra o Celta de Vigo pelo Espanhol • Divulgação/Real Madrid

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    Mbappé em treino do Real Madrid • Divulgação/Real Madrid

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    Mbappé comemora seu hat-trick contra o Manchester City • M Gracia Jimenez/Soccrates/Getty Images

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    Mbappé comemora o gol que marcou contra a Atalanta, antes de sofrer uma lesão • Reprodução/X @realmadrid

Uma questão de respeito

Uma das principais questões em episódios desse tipo é determinar até que ponto a reação representa uma indignação genuína da população e quanto dela é amplificada pela mídia estatal, pelas plataformas digitais e por agentes oficiais.

O caso Mbappé ilustra como essa distinção pode ser difícil de estabelecer. À medida que a controvérsia avançava, as declarações originais sobre Mao estavam, em grande parte, inacessíveis na internet chinesa, submetida a forte censura.

Com isso, muitos consumidores tiveram mais contato com notícias de que patrocinadores haviam abandonado Mbappé e de que veículos oficiais o estavam condenando do que propriamente com aquilo que o jogador havia dito.

“O que tivemos nesta situação foi, até certo ponto, uma indignação fabricada”, afirmou Mark Dreyer, analista esportivo e autor de “Sporting Superpower”, livro sobre as ambições esportivas da China.

Ainda assim, Dreyer considera imprudente que ligas, clubes e atletas subestimem as reações que episódios como esse podem provocar.

“Eles não podem parecer estar dando uma orientação explícita aos jogadores para que não digam nada que possa ofender a China”, afirmou. “Claro que, nos bastidores, tenho certeza de que as pessoas estão sendo orientadas: apenas tenham cuidado, sejam sensatas e estejam cientes de que esse tipo de reação pode acontecer.”

Zak Dychtwald, fundador da BridgeWorks Global, consultoria que assessora organizações multinacionais, afirmou que, embora controvérsias desse tipo continuem relativamente comuns, elas podem ser evitadas.

“Se você participa desse mercado, existe a expectativa de que respeite a narrativa que a China constrói sobre si mesma e tenha uma compreensão básica sobre ela. A educação sobre as linhas vermelhas deve estar na base de tudo”, afirmou.

Linhas vermelhas nem sempre são claras

Outro desafio para marcas, ligas e celebridades é que, embora as chamadas linhas vermelhas políticas e culturais da China sejam amplamente conhecidas, elas raramente são definidas de maneira clara.

Essa incerteza pode incentivar empresas e parceiros comerciais a se distanciarem de figuras envolvidas em controvérsias antes mesmo que a dimensão de uma eventual ofensa esteja totalmente estabelecida.

“Não existe uma regra escrita em preto e branco sobre o que ultrapassa o limite”, afirmou Wei Kan, fundador da consultoria Conduit Asia.

Segundo ele, esse limite muda dependendo “de como os consumidores se sentem, do clima mais amplo da sociedade e de como plataformas e veículos de comunicação amplificam uma história”.

Para empresas estrangeiras, as sensibilidades da China já não deveriam ser uma surpresa. Ainda assim, analistas afirmam que riscos políticos e culturais muitas vezes continuam sendo tratados como questões secundárias, em vez de perigos comerciais rotineiros.

MacRitchie afirmou que sua empresa inclui cláusulas comportamentais e de reputação em contratos de publicidade. Outros especialistas apontam treinamentos específicos para cada mercado, preparação para entrevistas e planejamento de resposta a crises como mecanismos cada vez mais necessários, e não apenas precauções opcionais.

“Quando dá certo, todo mundo comemora”, afirmou Dychtwald. “Mas, quando você erra com a China, a retaliação pode ser extraordinariamente dolorosa e rápida.”

Ex-Lazio acusado de ter 42 anos aos 17 desabafa sobre boatos

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Los médicos madrileños suspenden la huelga del 29 y 30 de octubre por el accidente en Urda

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El comité de huelga médica y facultativa de la Comunidad de Madrid trasladará a la Consejería de Sanidad su decisión de suspender las jornadas de huelga previstas para los días 29 y 30 de octubre, ante “la magnitud del accidente ferroviario ocurrido en Urda (Toledo), por respeto a las víctimas y sus familias”.

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Empresarios en Madrid bajo sombrilla de Cumbre Iberoamericana

Madrid, 28 oct (Prensa Latina) El XVI Encuentro Empresarial Iberoamericano se celebrará en Madrid los días 3 y 4 de noviembre, bajo la sombrilla de la XXX Cumbre de Jefes de Estado y Gobierno de la concertación.

The post Empresarios en Madrid bajo sombrilla de Cumbre Iberoamericana first appeared on Noticias Prensa Latina.

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Where did the Spain crash train happen? Early details of the accident in Toledo

Just before 9 a.m. on Wednesday, a high-speed train operated by Renfe, Spain’s state-owned rail company, collided with an Iryo high-speed train that was stationary on the tracks at kilometer 118 of the Madrid-Andalusia line. Several carriages derailed: at least three from the Iryo train and one from the Renfe service plunged down an embankment. The crash killed at least 68 people and injured dozens more.

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Madrid hace un llamamiento urgente para donar sangre por el accidente ferroviario de Urda

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La Comunidad de Madrid ha hecho un llamamiento urgente a la ciudadanía para donar sangre de los seis grupos sanguíneos (0+, 0-, A+, A-, B- y AB-) cuyas reservas están en alerta roja y ante un posible incremento de las necesidades asistenciales por el accidente de tren de Urda (Toledo) de esta mañana, en el que, al menos, han fallecido al menos 68 personas.

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Key facts about the rail crash in Spain: What is known so far about the collision?

Nine months after the Adamuz accident in Córdoba that claimed 46 lives, the Spanish rail system has suffered another fatal accident. Two trains traveling from Madrid to Seville — one operated by state rail company Renfe and the other by the private company Iryo — collided Wednesday morning between the towns of Mora, Orgaz, and Urda, in Toledo province. The collision has left at least 30 people dead among the 544 passengers traveling on the two trains. Renfe has reported that services between Madrid, Ciudad Real, and Andalusia are currently suspended. Here is what is known so far.

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© Ismael Herrero (EFE)

Site of the crash on Wednesday morning near the Urda rail station in Toledo.
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At Least 68 Killed as High-Speed Trains Collide in Spain, Raising Fresh Rail Safety Concerns

At least 68 people have been reported dead after two high-speed passenger trains collided in central Spain on Wednesday, 28 October, in the country’s second major railway disaster this year.

The collision occurred near Urda, in the province of Toledo, when a Renfe AVE service struck the rear of an Iryo train that had stopped on the Madrid–Andalusia high-speed line.

The regional emergency service was cited by La Voz de Galicia as reporting at least 46 deaths by late Wednesday morning, following earlier figures of ten and 39. Rescue operations were continuing, and the casualty total remained provisional.

There were 544 passengers aboard the two services, according to the regional government: 397 on the Renfe train and 147 on the Iryo service, including a baby.

At least two carriages left the tracks and fell down an embankment. The accident has disrupted one of Spain’s principal railway corridors, connecting Madrid with Seville, Córdoba and Málaga.

Collision on Spain’s main southern railway corridor

The accident occurred at approximately 8.54am local time on 28 October, near Urda, between Los Yébenes and other stations in Toledo province. Railway infrastructure manager Adif located the collision around kilometre point 118 of the high-speed route.

According to Cadena SER, the Renfe train had departed Madrid’s Puerta de Atocha station at 8am and was due to reach Seville at 10.39am.

It subsequently collided with an Iryo service that was stationary on the same line. Investigators have yet to determine why that train had stopped and why the following service was able to approach it.

Adif confirmed the interruption of high-speed rail services between Madrid and Andalusia. Renfe announced free ticket changes and cancellations for passengers affected by the closure.

Emergency services respond

Firefighters, medical teams, Civil Protection volunteers and the Guardia Civil were dispatched to the scene. Three medical helicopters and mobile intensive-care resources were among the emergency services mobilised.

The Castilla-La Mancha government activated its regional emergency plan, PLATECAM, at 9.15am. An advanced medical post was established to assess casualties, provide initial treatment and organise hospital transfers.

Hospitals in Toledo and Alcázar de San Juan prepared to receive patients. The authorities also arranged a sports pavilion in Urda as an assistance point for people affected by the collision.

One passenger’s daughter told Cadena SER that her father had felt a violent impact aboard the Renfe service, losing his glasses and mobile telephone. She said some passengers around him appeared unharmed while others were bleeding.

Health Minister Mónica García described the accident as very serious and said the government was coordinating medical assistance with the affected regions. Transport Minister Óscar Puente cancelled scheduled engagements to follow developments.

Investigators examine possible signalling failure

The cause of the collision remains under investigation. Early reports have raised questions about a possible signalling-system failure and the decisions taken while trains were being controlled under alternative procedures.

Catalan broadcaster 3Cat reported, citing government sources, that investigators were examining whether an interruption in the train-control system had forced operations into a manual mode and whether an error at the control centre contributed to the accident.

Cadena SER also reported that a Renfe service may have been authorised to proceed despite a stop signal. These are preliminary accounts, not established findings, and officials have not announced a final determination of responsibility.

Second major railway disaster in nine months

Wednesday’s collision follows another fatal high-speed railway accident near Adamuz, in Córdoba province, on 18 January 2026, when an Iryo train derailed and collided with an approaching Renfe service. The death toll from that disaster ultimately reached 46, according to RTVE.

The two accidents occurred on the broad Madrid–Andalusia corridor and involved the same operators, although the circumstances differed. The January crash prompted questions about infrastructure maintenance and railway safety.

Spain also experienced a major railway disaster in July 2013, when an Alvia train derailed near Santiago de Compostela, killing 80 people.

Investigators will now need to establish why the Iryo train stopped, how the Renfe service was permitted to approach it and whether the signalling and traffic-control systems functioned as intended. Rescue efforts, medical care and the identification of victims remain immediate priorities.

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At least 68 people killed in high-speed rail crash in Spain

Emergency services are assisting the victims of the train accident in Urda.

At least 68 people have died in a train accident that occurred Wednesday morning near Urda station in Toledo, Spain, according to the government, which fears there may be more fatalities. “It could be worse than Adamuz [the rail accident in Córdoba that claimed 46 lives on January 18],” government sources said. The authorities also said 80 people had been injured, 50 of them seriously. At least 55 people had been transferred to hospitals in the area, the regional government of Castilla-La Mancha confirmed.

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© Carlos Rosillo (EL PAÍS)

Vista general de la zona en la que han chocado dos trenes de alta velocidad, en Urda (Toledo).

© Carlos Rosillo (EL PAÍS)

Los servicios de emergencia trabajan en la zona del accidente.

© SAMUEL SÁNCHEZ

Uno de los vagones del AVE implicado en el accidente.

© Manu Fernández (AP)

Vehículos de los servicios de emergencia cerca de la zona en la que han chocado dos trenes de alta velocidad, en Urda (Toledo).

© Andrea Comas (AP Photo/Andrea Comas)

Un agente asiste a una joven familiar de pasajeros que viajaban en los trenes implicados en la colisión, este miércoles en Urda.

© Carlos Rosillo

Varios agentes inspeccionan uno de los trenes implicados en el choque.

© Alvaro Garcia

Un agente de la Guardia Civil inspecciona la zona del accidente.

© Violeta Santos Moura (REUTERS)

El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, hace una intervención desde el puesto de mando de Los Yébenes (Toledo).

© Claudio Álvarez

Uno de los raíles de la vía del tren atraviesa uno de los vagones del tren de Renfe.

© Andrea Comas (AP/LaPresse)

Un pasajero herido en el accidente llega a Urda, este miércoles.

© SAMUEL SÁNCHEZ

El tren de Renfe implicado en el choque.

© EFE

Efectivos de Bomberos, unidades del Equipo de Grandes Catástrofes del Servicio de Criminalística de la Guardia Civil, además de personal de Seguridad Ciudadana, agentes del SEPRONA (medioambientales) y de la Jefatura de Tráfico, en el lugar del accidente ferroviario ocurrido este miércoles en Urda (Toledo).

© Chema Moya (EFE)

Estado del tren de Renfe tras el accidente, a la altura de Urda (Toledo).

© Violeta Santos Moura (REUTERS)

El marido de una mujer desaparecida es consolada cerca del lugar donde colisionaron dos trenes de alta velocidad, este miércoles en Urda (Toledo).

© Carlos Rosillo

Un helicóptero sobrevuela la zona en la que han chocado dos trenes de alta velocidad, en Urda (Toledo).

© ÁLVARO GARCÍA

Traslado de uno de los heridos en el choque de los dos trenes de alta velocidad, este miércoles en Urda (Toledo).

© Violeta Santos Moura (REUTERS)

Los servicios de emergencia trabajan en la zona del accidente.

© ÁLVARO GARCÍA (EL PAÍS)

Servicios de emergencia en la zona del accidente. Abajo en la imagen, uno de los vagones del Iryo destrozado.

© Andrea Comas (AP/LaPresse)

Abrazo de dos pasajeros que iban en los trenes implicados en el accidente, este miércoles en Urda.

© Manu Fernández (AP/LAPRESSE)

Los servicios de emergencia trabajan en la zona del accidente, este miércoles en Urda (Toledo).

© Manu Fernández (AP/LAPRESSE)

Los servicios de emergencia atienden a las víctimas del accidente de dos trenes de alta velocidad, uno de Renfe y otro de Iryo, a la altura de la localidad toledana de Urda.

© GUARDIA CIVIL

Fotograma de un vídeo grabado desde un helicóptero de la Guardia Civil en el lugar del accidente ferroviario de Urda (Toledo).

© Manu Fernandez (AP/LAPRESSE)

Los servicios de emergencia atienden a las víctimas del accidente de trenes de Urda (Toledo).

© Jesús Jerónimo

Los servicios de emergencia atienden a las víctimas del accidente de trenes de Urda (Toledo).

© GUARDIA CIVIL

Fotograma de un vídeo grabado desde un helicóptero de la Guardia Civil en el lugar del accidente ferroviario de Urda (Toledo).

© Jesús Jerónimo

Los servicios de emergencia atienden a las víctimas del accidente de trenes de Urda (Toledo).

© Jesús Jerónimo

Los servicios de emergencia atienden a las víctimas del accidente de trenes de Urda (Toledo).

© Antonio Jiménez Barca

Dos trenes de alta velocidad, uno de Renfe y otro de Iryo, han colisionado a primera hora de este miércoles a la altura de la estación de Urda (Toledo).

© Antonio Jiménez Barca

Los servicios de emergencia atienden a las víctimas del accidente de trenes de Urda (Toledo).

© GUARDIA CIVIL

Fotograma de un vídeo grabado desde un helicóptero de la Guardia Civil en el lugar del accidente ferroviario de Urda (Toledo).

© Ismael Herrero (EFE)

Un helicóptero de los servicios de emergencia en la zona en la que han colisionado los dos trenes.

© Antonio Jiménez Barca

Dos trenes de alta velocidad, uno de Renfe y otro de Iryo, han colisionado a primera hora de este miércoles a la altura de la estación de Urda (Toledo).

© Antonio Jiménez Barca

Viajeros tras el accidente entre dos trenes de alta velocidad registrado en la localidad toledana de Urda, este miércoles.

© Juanma Jiménez / Europa Press (Europa Press)

Vista de los trenes implicados en el accidente, este miércoles en Urda (Toledo).

© Ismael Herrero (EFE)

Vista de uno de los vagones que quedó fuera de la vía tras el choque de dos trenes de alta velocidad en Urda (Toledo).

© Juanma Jiménez (Europa Press)

Vecinos de Urda (Toledo) se movilizan para auxiliar a los pasajeros afectados por el accidente ferroviario registrado entre dos trenes de alta velocidad cerca de su localidad.

© Lucía Franco

El pabellón municipal de Urda, a ocho kilómetros del lugar del accidente ferroviario, acoge a decenas de heridos, a quienes se identifica para organizar su traslado a hospitales o su recogida por familiares, según su estado.

© Ismael Herrero (EFE)

Dispositivo de emergencia desplegado junto a un grupo de viajeros tras el accidente entre dos trenes de alta velocidad en las proximidades de Urda (Toledo).

© Cedida a ACN

Colisión por alcance entre dos trenes de alta velocidad en Urda (Toledo).

© Juanma Jiménez (Europa Press)

Accidente ferroviario en Urda (Toledo), este miércoles.

© Ismael Herrero (EFE)

Miembros de la Guardia Civil y equipos de rescate atienden a un grupo de viajeros tras el accidente ferroviario entre dos trenes de alta velocidad en Urda (Toledo).

© EFE

Captura de vídeo de los daños causados en uno de los vagones de un tren de alta velocidad tras el accidente registrado en Urda (Toledo).

© JUANMA JIMÉNEZ (Europa Press)

Accidente ferroviario en Urda (Toledo), este miércoles.

© - (EFE)

Captura de vídeo en la que se aprecian los daños causados por la colisión entre dos trenes de alta velocidad, uno de Renfe y otro de Iryo, a la altura de la estación de Urda (Toledo).

Accidente entre dos trenes de alta velocidad en Urda (Toledo), este miércoles.

© Cedida a ACN (ACN)

Colisión por alcance entre dos trenes de alta velocidad en Urda (Toledo).

© Victoria García (EL PAÍS)

Pasajeros esperan información en la estación de Atocha tras el accidente ferroviario ocurrido en Urda (Toledo).

© Cedida a l'ACN / ACN (ACN)

Colisión por alcance entre dos trenes de alta velocidad en el tramo ferroviario entre las localidades de Mora y Urda (Toledo).

© PACO PUENTES

Viajeros en la estación de Santa Justa, en Sevilla, tras las incidencias provocadas por el accidente ferroviario entre dos trenes de alta velocidad ocurrido en las proximidades de Urda (Toledo), este miércoles.
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