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Protestos após acidente na Espanha terminam em confronto com a polícia

Grupos entraram em confronto com a polícia espanhola em Madri, nesta quarta-feira (28), durante um protesto que exigia a renúncia do governo, horas após um acidente com um trem de alta velocidade que deixou pelo menos 68 mortos.

Cerca de 500 manifestantes se reuniram em frente ao Ministério dos Transportes; alguns lançaram garrafas e sinalizadores contra os policiais.

Os agentes responderam com o uso de gás lacrimogêneo enquanto dispersavam os manifestantes da via pública.

As autoridades informaram que não houve feridos nem detenções.

A colisão ocorreu por volta das 9h, horário local (05h00, em Brasília), desta quarta-feira, quando um trem de alta velocidade chocou-se contra uma composição que estava parada.

O desastre — o acidente ferroviário mais letal na Europa desde o descarrilamento ocorrido em 2013 em Santiago de Compostela, na Espanha, que resultou na morte de 80 pessoas — sucede outro acidente fatal ocorrido em janeiro, envolvendo trens de alta velocidade operados pelas mesmas empresas na mesma linha, no qual 46 pessoas morreram.

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Estudantes protestam contra incêndios florestais e políticas na Indonésia

Centenas de estudantes e integrantes de organizações da sociedade civil realizaram protestos nesta quarta-feira (28) em várias cidades da Indonésia, incluindo a capital, Jacarta, contra os incêndios florestais em curso e as políticas do presidente Prabowo Subianto. As manifestações representam um teste para o início de seu governo.

Agravados pelo fenômeno climático El Niño, que deixa áreas de turfa vulneráveis a incêndios, os focos de fogo provocaram a pior onda de queimadas florestais e fumaça na Indonésia em 11 anos. A situação tem aumentado os problemas respiratórios e poluído o ar de países vizinhos, como Malásia e Singapura.

Os manifestantes se concentraram em uma rotatória conhecida de Jacarta. Alguns usavam máscaras contra gases e exibiam cartazes contra os incêndios, além de exigir que o governo declarasse as queimadas um desastre nacional. Estudantes também protestaram em Makassar, na província de Sulawesi do Sul, e em Bandung, na província de Java Ocidental, com reivindicações semelhantes.

Os participantes pediram que o governo suspendesse os gastos com programas populares, como a iniciativa de refeições gratuitas de Prabowo, entre outras demandas.

Os protestos, os segundos em uma semana, ocorrem em meio à queda contínua dos índices de aprovação de Prabowo desde o fim do ano passado, segundo pesquisas da Saiful Mujani Research and Consulting (SMRC), dois anos após o início de sua presidência.

A Indonésia abriu processos contra empresas supostamente ligadas aos incêndios e tentou modificar as condições climáticas para provocar chuvas.

Entenda como é medida a força dos terremotos

 

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“Onde andou, primeiro-ministro?”. Montenegro diz que esteve a trabalhar

Para outros, “trabalhar é dar entrevistas”, disse Luís Montenegro, que elogiou as polícias. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse esta terça-feira que esteve a trabalhar durante os últimos dias, depois de questionado pelo líder do Chega sobre ter estado em silêncio enquanto decorriam em várias cidades do país manifestações pelo direito à habitação. André Ventura foi o primeiro a questionar o chefe de Governo durante o debate sobre o Orçamento do Estado para o próximo ano, no Parlamento, e a primeira pergunta que colocou foi: “Onde é que andou durante todo este tempo em que o país se debatia com manifestações

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Polícia francesa é “a mais brutal da União Europeia” — e o Governo tem mão nisso

Em plena vaga de manifestações em todo o país, forças de segurança tornaram-se alvo de críticas e denúncias de brutalidade contra os manifestantes. A polícia francesa dispõe de um arsenal mais vasto do que o de outros países europeus. Contexto político ajuda a explicar: “As autoridades políticas têm liberdade para decidir sobre o equipamento da polícia”. Vídeos de alegados casos de violência policial em França estão a tornar-se virais nas redes sociais, no contexto da vaga de protestos que se espalhou pelo país nas últimas semanas. Num deles, agentes da polícia espancam um homem até o derrubarem no chão e

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