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Morre Matheus Sabbá, ator e diretor, aos 30 anos

O ator e diretor Matheus Domingues Sabbá morreu nesta quarta-feira (28), aos 30 anos. O falecimento foi lamentado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, estado natal do artista, amigos e organizações em que trabalhou.

“Matheus construiu uma trajetória marcante de talento e dedicação às artes cênicas, sendo uma referência no teatro musical amazonense. O artista teve papel relevante nas edições do Festival Amazonas de Ópera (FAO) e abrilhantou diversas produções natalinas promovidas pelo estado”, escreveu a secretaria nas redes sociais.

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Seus colegas de profissão também lamentaram o acontecido nas redes sociais. Vários amigos e familiares compartilharam um post que diz: “O teatro perde alguém que fez da arte parte de sua vida, mas seu talento, história e presença continuarão vivos na memória de todos”.

Em 2026, Matheus Sabbá foi diretor de cena do programa de Ópera e Canto Lírico do Festival de Música de Santa Catarina (Femusc) e ficou à frente da ópera apresentada nesta edição, a “Onheama”.

Em entrevista ao quadro “Cultura Prime”, da CNN Brasil, ele falou sobre a produção.

“Onheama é inspirada na mitologia amazônica e aborda ancestralidade, pertencimento e conexão com a natureza. A ópera fala sobre ter coragem de ocupar o seu lugar no mundo. E é isso que Iporangaba faz: sai para uma aventura e não sabe o que vai encontrar pela frente, mas ainda enfrenta. É o que todos nós fazemos quando temos um sonho, uma vontade”, disse.

O sepultamento do ator acontecerá em Manaus, no Amazonas, e o comunicado divulgado nas redes sociais disse que mais informações serão divulgadas em breve.

Assista à entrevista:

Quem era RJ Mitte, ator de “Breaking Bad” que morreu aos 34 anos

 

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Corpos de Lewy e Alzheimer: entenda diagnóstico que afetava Patrick Stewart

O ator Patrick Stewart, astro de “X-Men”, morreu aos 86 anos após uma longa batalha contra o Alzheimer e uma demência chamada “Corpos de Lewy”. A confirmação da morte foi divulgada nesta quinta-feira (29) nas redes sociais do ator.

“Anunciamos com grande pesar o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua amada esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e a demência corporal de Lewy”, cita um trecho do post.

As duas doenças atacam diretamente o cérebro e provocam neurodegeneração, com características muito semelhantes, mas não são a mesma coisa.

Segundo a ADI (Alzheimer’s Disease International), o Alzheimer é a causa mais comum de demência, representando cerca de 60% dos casos. Já a corpos de Lewy retrata de 10% a 15% dos casos no mundo.

O que são as doenças?

O Alzheimer é provocado por danos progressivos e pela morte das células cerebrais. Ela é pode causar diversos tipos de demência.

Já a Corpos de Lewy é um desses subtipos. Ela ocorre pelo acúmulo de depósitos anormais da proteína alfa-sinucleína no córtex cerebral. Esses depósitos são chamados de corpos de Lewy. Eles estão associados à perda de comunicação entre os neurônios, que pode comprometer funções como memória, aprendizado e movimentos.

As duas condições também podem afetar o paciente ao mesmo tempo, como no caso de Stewart. Nenhuma delas tem causa exata conhecida. No entanto, uma combinação de fatores genéticos, ambientais e de estilo de vida estão associadas aos pacientes.

Veja a seguir:

Fatores de risco

  • Alzheimer: a idade é o principal fator de risco. Ter parentes com histórico da doença e o sedentarismo também podem aumentar a chance de desenvolvê-la.
    Demência com corpos de Lewy: costuma se manifestar após os 50 anos, não é considerada hereditária e não há relação direta com o estilo de vida.

Como elas se manifestam?

  • Alzheimer: perda de memória, dificuldade de comunicação, dificuldade para executar tarefas diárias e comprometimento do raciocínio.
  • Demência com corpos de Lewy: frequentemente confundida com o Parkinson, causa tremores, rigidez, lentidão, confusão mental, dificuldade de raciocínio, delírios, paranoia e dificuldade para se manter em pé.

Tratamento

Atualmente, nenhuma das duas doenças tem cura. Em geral, o tratamento busca preservar a qualidade de vida dos pacientes, com apoio psicossocial, terapia da fala para melhorar a comunicação e atividades de estímulo mental.

No caso da demência com corpos de Lewy, também há medicamentos usados no Parkinson que podem ajudar a melhorar funções cognitivas e dar mais autonomia ao paciente.

Alzheimer: doença vai além da perda de memória; saiba sinais

 

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Quem são os filhos e a viúva de Patrick Stewart, que morreu aos 86 anos

O ator Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”, morreu aos 86 anos. Conhecido por grandes trabalhos no cinema, ele era casado com Sunny Ozell desde 2013, e deixa dois filhos, do casamento com Sheila Falconer, que durou de 1966 a 1990.

Patrick Stewart também foi casado com a produtora de televisão Wendy Neuss, entre 2000 e 2003.

O astro britânico, que também interpretou o Capitão Jean-Luc Picard na longa série de televisão “Star Trek”, morreu em casa em Los Angeles, nos Estados Unidos, na noite de quarta-feira (28).

Segundo o comunicado publicado nas redes sociais dele, a morte do eterno professor Xavier, de “X-Men”, se deu após uma “breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e demência com corpos de Lewy”.

Quem são os filhos e a viúva de Patrick Stewart?

Daniel Freedom Stewart

O primeiro filho de Patrick Stewart e Sheila Falconer também se tornou ator. Daniel Freedom Stewart tem 59 anos, mora na Inglaterra e já atuou em peças de teatro, chegando a trabalhar com os pais em três projetos.

Entre os trabalhos estão “Detonator” (1993), “Law and Order: Special Victims Unit” (2001) e “Silent Witness” (2020). Além disso, integrou montagens teatrais na Broadway.

A primeira produção na qual dividiu a tela com o pai foi o suspense “Death Train”, lançado em 1993. Posteriormente, em 2015, os dois participaram da série de comédia “Blunt Talk”, exibida pela Starz.

A terceira colaboração aconteceu em “Star Trek: The Next Generation”, em 1992. No penúltimo episódio da quinta temporada, intitulado “The Inner Light”, Daniel deu vida a Batai, filho do personagem interpretado por Patrick.

Na vida pessoal, Daniel é casado com a atriz Mary Stillwaggon Stewart desde julho de 1999. O casal tem dois filhos: uma menina e um menino.

Patrick Stewart e o filho, Daniel Stewart em 2004 • PA Images via Getty Images

Sophie Alexandra Stewart

A segunda filha do ator, Sophie Alexandra Stewart, 54, leva uma vida mais longe dos holofotes do que os pais e o irmão. Ainda assim, ela esteve ao lado do ator em diversos eventos.

Em 2002, por exemplo, Sophie e do marido, Wayne, marcaram presença na estreia de “Star Trek: Nêmesis”, também realizada em Londres. Sophie tem dois filhos, um menino e uma menina.

Patrick Stewart e a filha, Sophie Stewart • Getty Images

Sunny Ozell

Cantora e compositora de sucesso, Sunny Ozell lançou dois álbuns de estúdio — “Take It with Me”, lançado em 2015, e “Overnight Lows”, lançado em 2020.

Os dois se conheceram em 2008 em um restaurante na cidade de Nova York, onde Ozell trabalhava como garçonete na época. Alguns anos depois, eles se casaram em Nevada, estado natal de Ozell.

Além do trabalho com a música, Ozell também tem como passatempo visitar igrejas medievais, segundo revelou a revista People. Em 2020, ela criou a série “The Church Sessions”, publicada no YouTube, na qual convida o público a conhecer de perto algumas das igrejas mais impressionantes do Reino Unido.

Patrick Stewart e Sunny Ozell eram casados desde 2013 • Instagram/Sunny Ozell

Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil 

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Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”

O ator Patrick Stewart saiu da pobreza na Inglaterra para se tornar um aclamado ator do teatro shakespeariano e, mais tarde, alcançou a fama mundial como o erudito Capitão Jean-Luc Picard na série de TV “Star Trek: A Nova Geração” e como o telepata Professor Charles Xavier nos filmes dos “X-Men”, morreu aos 86 anos.

Stewart, que recebeu o título de cavaleiro (Sir) em 2010 pelas mãos da Rainha Elizabeth II por suas contribuições à arte dramática, faleceu em sua casa em Los Angeles, de acordo com um comunicado publicado em sua conta no X (antigo Twitter).

“Anunciamos com grande tristeza o falecimento de Sir Patrick Stewart ontem, em sua casa em Los Angeles, sob os cuidados amorosos de sua querida esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada contra a Doença de Alzheimer e a demência por corpos de Lewy“, dizia a nota.

Stewart tornou-se ator aos 18 anos e ganhou reconhecimento nos palcos como membro da Royal Shakespeare Company a partir da década de 1960.

Mas foi só depois de ser contratado aos 47 anos para “Star Trek: A Nova Geração” — série de TV exibida entre 1987 e 1994 como continuação da obra original dos anos 1960 — que ele alcançou o grande público, atuando até passar dos 80 anos.

“Faça acontecer”, dizia frequentemente seu personagem Picard ao dar ordens a um subordinado, ou às vezes usando o bordão “Engajar”.

Foi um papel que ele chegou a hesitar em aceitar, depois que seu grande amigo e também ator shakespeariano Ian McKellen o aconselhou a recusar “Star Trek” e permanecer no teatro.

Stewart aceitou o papel e se tornou tanto um favorito dos fãs quanto parte indispensável de uma lucrativa franquia de ficção científica, interpretando Picard não apenas em 176 episódios ao longo de sete temporadas da série, mas também em vários filmes de “Star Trek” e, posteriormente, na série de streaming “Star Trek: Picard”, lançada em 2020, quando ele tinha 79 anos.

“À medida que as sete temporadas da Nova Geração passavam, a distinção entre Jean-Luc Picard e Patrick Stewart ficava cada vez mais tênue, até que se tornou impossível para mim saber onde ele terminava e eu começava. Muito do que eu acreditava e sentia foi parar naquela série”, disse Stewart ao jornal The Guardian em 2022.

Stewart também hesitou inicialmente em aceitar o papel do mutante e usuário de cadeira de rodas, Professor X, nos filmes “X-Men”, baseados nos populares quadrinhos da Marvel.

“Eu disse: ‘Olha, eu sei que isso não é ficção científica, é fantasia, e eu já fiz isso’. Mas eles me convenceram de que não seria como ‘Star Trek’, então eu aceitei. E, mais uma vez, provei estar errado”, disse Stewart ao The Guardian.

Ele se tornou peça fundamental de outra franquia bilionária a partir do primeiro “X-Men”, em 2000, seguido por diversos outros filmes.

A atuação como refúgio

Stewart nasceu em 13 de julho de 1940, na cidade inglesa de Mirfield, em Yorkshire.

Foi criado na pobreza, com um pai que, segundo ele, voltou da Segunda Guerra Mundial alcoólatra e sofrendo de estresse pós-traumático, agredindo fisicamente a mãe de Stewart. O ator lembrava de colocar seu próprio corpo entre o pai e a mãe para tentar protegê-la.

Quando criança, disse Stewart, atuar tornou-se um “porto seguro” depois que um professor de escola o apresentou a Shakespeare — especificamente “O Mercador de Veneza” — durante uma aula quando ele tinha 12 anos.

Ele começou a perder o cabelo aos 17 e estava completamente calvo aos 19. Ficou envergonhado na época, mas acabou aceitando a calvície.

“Star Trek”, criada por Gene Roddenberry, apresentava uma visão esperançosa do futuro, com a humanidade aventurando-se pelo cosmos em naves espaciais que superavam a velocidade da luz e encontrando raças alienígenas.

A popularidade duradoura da série original e o sucesso dos filmes derivados levaram Roddenberry a criar a sequência “A Nova Geração”.

O personagem Picard era o oposto do destemido e, por vezes, não intencionalmente caricato Capitão James T. Kirk (interpretado por William Shatner na série original) — pensado para ser mais cerebral e disciplinado, embora às vezes parecesse rígido, sem humor ou prepotente.

Stewart lembrava-se de ser um pouco sério demais com seus colegas de elenco no início.

“Conto a história de quando convoquei uma reunião com os atores principais e disse que achava que não éramos disciplinados o suficiente, que não deveríamos brincar tanto no set, mas sim levar tudo a sério”, disse Stewart ao The New Yorker em 2023.

“E um dos atores disse: ‘Ah, qual é, Patrick, a gente tem que se divertir um pouco’. Eu bati no braço da cadeira e disse: ‘Não estamos aqui para nos divertir’ — o que eles nunca me deixaram esquecer. Eles me ensinaram muito sobre descontrair e ser mais livre”, acrescentou Stewart.

Stewart também sentia que a série melhorou com o tempo, criticando sua própria interpretação de Picard nas duas primeiras temporadas.

“Achei que faltava intimidade. Era muito autoritário, mas havia poucas outras qualidades nele”, disse Stewart, acrescentando que seu trabalho melhorou nas temporadas seguintes.

Na verdade, o melhor trabalho de todo o elenco pode ter sido o final da série em duas partes, envolvendo viagens no tempo.

Ele se tornou Sir Patrick Stewart quando foi condecorado pela rainha no Palácio de Buckingham em 2010. Ele disse a jornalistas que seus heróis eram os atores britânicos Laurence Olivier, John Gielgud e Alec Guinness, que também haviam sido condecorados, acrescentando que estar “nessa companhia é a maior honra que já me aconteceu profissionalmente”.

Stewart foi casado três vezes e teve dois filhos. Seu terceiro casamento, em 2013, foi com a música americana Sunny Ozell.

Relembre a carreira de Patrick Stewart, o professor Xavier de “X-Men”

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El Grupo Renault mejora sus resultados en el tercer trimestre y confirma buenas perspectivas para el próximo año

La cifra de negocios del Grupo Renault durante los primeros nueve meses de este año ha ascendido a 41.800 millones de euros, con un aumento del 7,1% respecto al mismo periodo de 2025 y del 7,6% a tipos de cambio constantes. De esta cantidad, la cifra de negocios de la división de Automóviles se elevó a 36.600 millones de euros, con un incremento del 6,6% y del 7,2% a tipos de cambio constantes.

Los datos facilitados por la compañía indican que la división Mobilize Financial Services obtuvo una cifra de negocios de 5.200 millones de euros, lo que supone un aumento del 11,0% respecto al mismo periodo de 2025 y del 11,1% a tipos de cambio constantes. El tercer trimestre del año registró una cifra de negocios de 11.600 millones de euros, lo que representa un aumento del 1,5%, mientras que la cifra de negocios de la división de Automóviles se elevó a 9.800 millones de euros, manteniéndose estable respecto al año pasado.

Durante los nueve primeros meses de 2026, el Grupo Renault vendió 1,662 millones de vehículos, lo que supone un ligero descenso del 2,2% respecto al año precedente, en un entorno altamente competitivo. Gracias a una gama renovada y cada vez más electrificada, las ventas de la marca Renault aumentaron un 1,1%, situándola en la segunda posición del mercado europeo. Las ventas de Dacia disminuyeron un 9,7 %, debido a la transición de su gama de productos y motorizaciones, en un contexto de fuerte aceleración de la demanda de vehículos eléctricos (VE). Por su parte, las ventas de Alpine crecieron un 65,6 %, impulsadas por el éxito del A290.

Las ventas a clientes particulares aumentaron un 5,0% en Europa y representaron el 64,8% de las ventas del Grupo, 4,6 puntos porcentuales más que en el tercer trimestre de 2025. Al mismo tiempo, se redujo el peso de los canales de distribución de menor valor añadido: las ventas de vehículos a empresas de alquiler de corta duración y las destinadas a demostración disminuyeron un 18,0%. Los valores residuales se mantuvieron entre 5 y 13 puntos por encima de la media del mercado.

Las existencias totales se situaron en 532.000 vehículos a 30 de septiembre, mientras que la cartera de pedidos en Europa equivalía aproximadamente a dos meses de ventas previstas.

En un entorno difícil, el Grupo Renault confirma sus perspectivas financieras para el próximo año, con un margen operativo de alrededor del 5,5% de la cifra de negocios. Como se indicó en los resultados del primer semestre de 2026, se prevé una ligera mejora del margen en el segundo semestre respecto al primero, gracias al habitual efecto estacional positivo. No obstante, se espera que esta mejora sea menos acusada que en años anteriores debido al aumento del coste de las materias primas y a la inflación.

© Renault

Sede del Grupo Renault en España
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Los 'campers' y autocaravanas de Pro One: otra forma de viajar

El fenómeno camper ha dejado de ser una moda pasajera para convertirse en una forma de viajar con identidad propia. En España, el mercado vive un momento dulce: durante los nueve primeros meses de 2026 se matricularon 6.369 unidades, lo que supone un crecimiento del 14,6% y representa ya el 22% de todas las transformaciones de vehículos comerciales. Un auténtico especialista en el mundo de los campers y de las autocaravanas es Pro One, la división de vehículos comerciales del grupo Stellantis que engloba a cuatro marcas: Citroën, Fiat Professional, Peugeot y Opel, controlando más de la mitad del mercado camper en España.

A través de sus cuatro firmas, Pro One da cumplida respuesta a esta creciente demanda, para la que propone interesantes propuestas que  tienen como protagonistas: el Peugeot Rifter by Tinkervan, el Opel Zafira by Tinkervan, el Citroën Holidays, el Fiat Ducato camperizado por Nomade Nation y, como marco común, el propio ecosistema Stellantis Pro One, que respalda a todos estos modelos con servicios, red de talleres y asistencia especializada. Son cinco formas muy distintas de entender la vida camper, con precios que van desde los 32.000 euros hasta superar los 73.500 euros.

Con un precio de partida de 73.500 euros, el Fiat Ducato by Nomade Nation constituye la opción más sofisticada de la oferta de vehículos para el ocio de Pro One

Pro One ha logrado en 2026 una cuota de mercado del 53% en el segmento camper español. Dicho de otro modo: una de cada dos campers vendidas en España pertenece al grupo. A escala europea, el dato es aún más contundente: siete de cada diez campers que circulan por las carreteras del continente lo hacen sobre una base de Stellantis Pro One, que suma más de 2 millones de bases vendidas en los últimos 20 años. Por marcas, el liderazgo corresponde a Fiat Professional, con una penetración del 35% y 2.244 matriculaciones, gracias sobre todo al Ducato. Citroën protagoniza el crecimiento más espectacular, con un aumento del 90% hasta alcanzar las 706 unidades, impulsada por el Citroën Holidays. Peugeot progresa un 52% (414 unidades) y Opel afronta con optimismo la llegada del Zafira a este segmento.

Este dominio no es fruto de la casualidad. Pro One traslada al mundo del ocio su experiencia en vehículos profesionales, con soluciones técnicas como bastidores rebajados, suspensiones traseras de material compuesto, vías ensanchadas o techos recortados de origen. Además, los carroceros españoles que trabajan con el grupo están sometidos a certificaciones y auditorías exhaustivas que garantizan el cumplimiento del manual técnico de carrozado. Para el comprador, esto se traduce en un factor clave de calidad: la tranquilidad de que la transformación cumple estándares exigentes.

Peugeot Rifter: la puerta de entrada

El Peugeot Rifter by Tinkervan es la camper más compacta y asequible del grupo, con un precio de partida de 32.000 euros. Nace de la colaboración entre Peugeot y Tinkervan, una empresa española con producción íntegramente nacional y más de una década de experiencia en camperización homologada. Su gran protagonista es el sistema Flexibed Sport, una solución que rompe con las configuraciones fijas del segmento. El usuario puede elegir entre tres modalidades: maletero despejado para el uso diario, cama a lo ancho para un descanso amplio, o cama individual combinada con espacio de carga libre. Esta última opción resulta especialmente atractiva para ciclistas y aficionados a los deportes de aventura, ya que permite llevar la bicicleta dentro del vehículo sin renunciar a una plaza para dormir.

El Peugeot Rifter by Tinkervan es un camper que se caracteriza por ofrecer la máxima polivalencia en formato de turismo. Su techo elevable permite permanecer de pie en el interior

El Rifter ofrece tres espacios de vida diferenciados: un dormitorio en el techo elevable, una cama sobre el maletero y la fila trasera y un salón gracias a la mesa plegable y los asientos giratorios. El techo elevable permite además permanecer de pie en el habitáculo, y la gama estrena la opción de un techo con accionamiento eléctrico, una comodidad poco habitual en este tamaño. En el apartado de autonomía, incorpora una batería auxiliar de litio de 100 Ah, tomas de corriente y puntos de luz por todo el interior, con la opción de calefacción estacionaria que funciona con el propio combustible del vehículo. Según versiones, puede equipar colchones viscoelásticos, nevera, ducha, cocina y armario. Su gran virtud es la polivalencia en formato turismo: se aparca como un coche, consume como un coche y se usa a diario sin complejos. Es la opción ideal para parejas o deportistas que buscan escapadas de fin de semana.

Opel Zafira by Tinkervan: el salón sobre ruedas

Un escalón por encima se sitúa el Opel Zafira by Tinkervan, desde 39.000 euros. También desarrollado con Tinkervan, se presenta como un monovolumen práctico de lunes a viernes y una camper amplia y confortable los fines de semana y en vacaciones. Su elemento más llamativo es el techo elevable con apertura panorámica, fabricado con una nueva tela de alta calidad que permite abrir por completo la parte delantera. El resultado es una mejor ventilación, una sensación de amplitud inigualable y una vista despejada del paisaje. Arriba encontramos una cama de 1,30 x 2 metros con somier de aluminio y discos flexibles ergonómicos, dos ventanas con mosquitera, una ventana de invierno y un flexo LED para leer.

La capacidad para pasar de monovolumen de 8 plazas a camper con 4 camas, hacen del Opel Zafira by Tinkervan un vehículo muy versátil. Destaca su techo elevable con apertura panorámica

En la planta baja, la cama situada sobre el asiento original funciona como bandeja de maletero en el día a día, como cama fija para niños (1,40 x 1,15 metros) o, en segundos, como cama para adultos de 1,40 x 2 metros, con colchón viscoelástico y espuma de alta densidad. Su sistema de montaje permite, en menos de cinco minutos, pasar de cinco plazas a un amplio maletero o llegar a hasta ocho plazas de viaje, según versiones. El equipamiento puede incluir batería de litio de 100 Ah con app, iluminación LED de doble intensidad, tomas de 12 V y USB, calefacción estacionaria con programador digital y kit de altura, y una ducha eléctrica de 11 litros.

Complementa a la cama superior la situada sobre los asientos, que también oficia como bandeja del maletero en el día a día

Como accesorios se ofrecen nevera de compresor de 25 litros, módulo extraíble de cocina, cortinas, toldo, toma exterior de 220 V, portabicicletas y bola de remolque. Mecánicamente, es la propuesta más brillante de su franja de precio: monta un motor diésel de 2,2 litros y 180 CV, con 400 Nm de par y cambio automático de ocho velocidades. El Zafira combina lo mejor de dos mundos: espacio para una familia, cuatro plazas para dormir, motor potente y un precio que lo sitúa muy por debajo de las campers compactas premium del mercado. Su capacidad para pasar de familiar de ocho plazas a camper de cuatro camas lo convierte en un vehículo extraordinariamente versátil.

Citroën Holidays: la camper pensada como tal desde el principio

El Citroën Holidays, desde 57.800 euros, representa un cambio de filosofía. Si el Rifter y el Zafira son vehículos de uso diario adaptados al ocio, el Holidays ha sido concebido como camper desde el principio. Toma como base el Citroën SpaceTourer y ha contado en su desarrollo con la participación de la eslovena Bravia Mobil, todo un referente en el sector. Su gama es sencilla: dos motorizaciones (diésel de 145 CV con cambio manual de seis velocidades y diésel de 180 CV con caja automática EAT8) y dos acabados (Holidays y Pack Max). Acoge cómodamente a cuatro personas tanto de día como de noche.

A diferencia de sus hermanos de Pro One, el Citroën Holidays ha sido desarrollado como camper desde el principio. Es capaz de acoger cómodamente a 4 personas tanto de día como de noche, y el techo retráctil alberga una cama

El techo retráctil, pintado en el color de la carrocería de serie, alberga una cama de 1,20 x 1,95 metros con un colchón en forma de cúpula para optimizar el espacio, y una ventana lateral con persiana integrada. Abajo, el asiento corrido de la segunda fila se desliza para formar una cama de 1,15 x 1,90 metros. Parabrisas y ventanillas disponen de persianas para garantizar el descanso. Pero donde el Holidays marca la diferencia es en la intendencia: incorpora una cocina con dos placas de gas, fregadero, frigorífico de 16 litros y una mesa retráctil para cuatro personas, combinada con los asientos delanteros giratorios. El confort térmico está asegurado por la calefacción Webasto. Las dos puertas laterales correderas permiten cocinar desde fuera o comer al aire libre con la mesa y los asientos desmontables, y una barandilla lateral admite un toldo enrollable.

Detalle de la cocina de gas, con dos placas, y del fregadero. También incluye un frigorífico de 16 l, mesa retráctil para 4 personas y asientos delanteros giratorios

Además, cuenta con 17 funciones de ayuda a la conducción heredadas del SpaceTourer, y su altura de 1,99 metros le permite entrar en la mayoría de parkings subterráneos y garajes. La Red Comercial Citroën se encarga de todos los trámites hasta la entrega, con papeles y homologaciones en regla. El Holidays es la opción más “llave en mano” del análisis. Por su precio, el comprador recibe una camper completa de serie, con cocina, fregadero, nevera, calefacción y camas para cuatro, sin necesidad de recurrir a un catálogo de accesorios. Su éxito comercial, con un crecimiento del 90% en las ventas de Citroën en el segmento, demuestra que la fórmula convence.

Fiat Ducato by Nomade Nation: el hotel boutique sobre ruedas

En la parte alta de la escala se sitúa el Fiat Ducato, la base para autocaravanas más vendida de Europa, con más de 40 años de trayectoria. Su versión camperizada por Nomade Nation, firma que diseña y fabrica en Barcelona, parte de 73.500 euros. Nomade Nation utiliza la base Ducato L3H2 en sus gamas Neo (orientada a grupos de dos o tres personas) y Space (con cama de techo elevable de 185 x 135 centímetros y comedor convertible para hasta cuatro plazas), además de las variantes Neo S y Space S. El salto en habitabilidad respecto a los modelos anteriores es enorme.

Lujosa sala de estar sobre ruedas. Muy acogedora gracias a la calidez que proporcionan los acabados en madera noble

Los acabados son de inspiración nórdica, con mobiliario de madera premium en color antracita, techos alistonados de diseño minimalista y aislamiento integral en Kaiflex de 20 milímetros. La calefacción corre a cargo de sistemas Autoterm o Truma Combi 4D + E, referencias del sector. El equipamiento sitúa a esta propuesta en otra liga: depósitos de aguas limpias de hasta 160 litros con protección térmica, cocinas de gas o inducción Dometic, baños estancos completos con opción de inodoro seco Clesana y control domótico centralizado con pantallas Victron o Garmin.

La base Ducato aporta además ADAS de serie, como la frenada automática de emergencia, el asistente inteligente de velocidad y el mantenimiento activo de carril, así como los asientos Captain Chair con base giratoria, reposacabezas integrado y doble reposabrazos. Su diámetro de giro, de referencia en el segmento, facilita las maniobras pese a su tamaño. Es la única propuesta del análisis que permite vivir de verdad dentro del vehículo durante largas temporadas, gracias a su baño completo, su gran autonomía de agua y su aislamiento. Es la opción ideal para viajeros de larga distancia, nómadas digitales o quienes planean recorrer Europa durante semanas.

La cama de techo elevable sube y baja automáticamente. Para un descanso perfecto

Stellantis Pro One: el valor invisible del respaldo

El quinto elemento de este análisis no es una furgoneta, sino lo que hay detrás de todas ellas. Stellantis Pro One aporta un valor que no aparece en la ficha técnica pero que pesa mucho en la ecuación calidad-precio: el servicio posventa.

Los usuarios de estos vehículos tienen acceso a una asistencia en carretera 24/7 en toda Europa, un teléfono gratuito unificado disponible en 15 idiomas y un equipo centralizado 100% especializado en campers con sede en Vimodrone, cerca de Milán. En el caso de Fiat, la red cuenta con 6.500 talleres FIAT Professional en Europa, de los que 1.800 están especializados en autocaravanas dentro de la red Fiat Camper Assistance. Fuera de España, la asistencia incluye incluso acompañantes intérpretes para ayudar en las gestiones.

El grupo impulsa además la innovación a través de la estrategia “Dare Forward Motorhome”, iniciada en 2024, que recopila y ejecuta más de 290 ideas en diálogo con los carroceros. Y mira al futuro con las variantes 100% eléctricas, que incorporan un conector de potencia capaz de alimentar el equipamiento camper con la propia batería de tracción.

Para el comprador, esto significa algo esencial: una avería en mitad de un viaje por el extranjero no tiene por qué arruinar las vacaciones. Y ese respaldo es parte de la calidad que se paga.

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MotoGP reconfirma la disputa del GP de Qatar en contra del sentir mayoritario de los pilotos y los trabajadores

Ni los propietarios estadounidenses ni organizadores españoles del Mundial de MotoGP sienten necesidad de pronunciarse sobre la inminente disputa del GP de Qatar, aplazado desde el mes de abril debido a la guerra entre Estados Unidos e Irán que sigue haciéndose notar en todos los países del Golfo Pérsico. Para los responsables mundialistas, la cita del próximo 8 de noviembre nunca ha estado en peligro, al menos de puertas hacia fuera. Y eso a pesar de que la inmensa mayoría de gobiernos del mundo recomiendan a sus ciudadanos no viajar a la zona salvo en casos de necesidad extraordinaria.

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© FAZRY ISMAIL (EFE)

Marco Bezzecchi y Marc Márquez, este jueves en Sepang.
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John Healey faces questions over budget leak that moved bank share prices

Treasury select committee asks FCA to investigate whether tax surcharge leak led to ‘improper release of inside information’

John Healey is facing pressure to clarify whether he permitted a market-sensitive budget leak ahead of his statement, which moved bank share prices.

The chair of the influential Commons Treasury select committe, Meg Hillier, has written to the Treasury and the Financial Conduct Authority watchdog (FCA) to assess whether a story leaked to Bloomberg, and published more than an hour before the budget was revealed, led to an “improper release of inside information”.

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© Photograph: House of Commons/Reuters

© Photograph: House of Commons/Reuters

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I'm Ice Cube. I start my day with gratitude, avoid using AI tools, and want a burger for lunch every day.

Ice Cube

Courtesy of Big3

This as-told-to essay is based on a conversation with O'Shea Jackson, known professionally as Ice Cube, a 57-year-old rapper, actor, and cofounder of the professional three-on-three basketball league Big3, who is based in Los Angeles. The following has been edited for length and clarity.

I started out wanting to be the best rapper in the world. Then John Singleton put me in "Boyz n the Hood" in 1991, and I loved creating at that level. I didn't just want to be an actor; I wanted to be a producer and a writer. I wanted to control my own films and be involved in record company meetings. That thrust me into the business world.

I understand, from the neighborhood I come from in South Central Los Angeles, that if you don't learn the game, you're going to get taken advantage of. I knew that if I really wanted to be a solo artist and didn't want to be a horror story at the end of my career, I needed to learn the business. That's when I started transitioning to working behind the scenes.

In 2016, my cofounder, Jeff Kwatinetz, and I had the idea to start a professional three-on-three basketball league. We spent a year throwing around ideas for it before announcing Big3 in January 2017.

I love three-on-three, and I've always wondered why it hasn't been professionalized. We wanted to elevate it and attract players who still want to play at a high level against their peers in the summer. I also still rap and act, and I haven't looked back.

Here's a day in my life in Los Angeles.

5 a.m. — my goldendoodle wakes me up

My goldendoodle, Luffy, and I wake up at the same time, or one of us wakes the other up. He's a year old, so he's still got puppy energy. My wife, Kimberly, and my four kids watch an anime where the lead character's name is Luffy, which is how he got the name.

I've been an early riser ever since I was young. I like to wake up before everybody — sometimes two hours before my family — to hyper-focus on anything that needs my undivided attention. The East Coast is three hours ahead of us anyway, so I don't want to be late talking to people there.

7 .a.m. — coffee and walking Luffy

I usually make myself coffee at home. I'm a fan of Peet's dark roast. Then I take Luffy for a walk.

I'm not big on working out early in the morning, so I try to exercise in the evenings. To me, the morning is for coffee, enjoying being alive, and being happy that I get another chance to see another day.

I'm not a big breakfast guy, so I usually don't eat until late afternoon.

8 a.m. — thinking in the shower

Most of my ideas come when I'm in the shower. They'll just flood me with everything I need to get done, almost in order: you gotta have that, you gotta have that, stop procrastinating on this, get to that. The shower is where I get a lot of my clarity.

9 .a.m. — prioritizing my schedule from my home studio and office

I don't go into the office — I stopped doing that in 1999. I'm not built to be in the office. I'm a remote kind of guy.

I've got a spot in my house that's a studio and office. A lot of work gets done in there, including new music. It's cool to have it all in one place.

Because I'm splitting my time between Big3, music, films, and other things, I have to really plan the day and prioritize. There are things that have to get done today and things that can wait until tomorrow, so it's about deciphering what needs my immediate attention and focus.

10 a.m. — meetings focused on wherever I am

When I'm traveling, my day can vary a lot. I have a lot of meetings on my iPhone and Zoom, so I plan them around whatever I'm there to do.

If I'm on tour, everything has to come after what I have to do that night and the focus I need to give to the live performance. I've tried to do a movie in the daytime and go to the studio at night, and something suffers.

You don't want to spread the work too thin, either, just because you can. You want everything to still be as top-notch and good as you can make it. That takes discipline.

12 p.m. — ordering lunch and trying not to succumb to burgers

When it's time to eat, the first thing that pops into my head is always burgers. I try to push burgers aside and think of something different, like a Greek salad wrap. Otherwise, I'd go for burgers and fries all the time.

1 p.m. — checking out social media and executing on projects

I look at a lot of social media to figure out my next move. Social media-wise, I still like X, Instagram, YouTube, and TikTok. I'm not a big-time Facebook guy. I also don't use any AI apps.

I have several projects, and they're each in one of three stages: planning, execution, and follow-through. There's always work to be done. I've been in business for 40 years — I've seen it all. Nothing gets me too high, and nothing gets me too low.

I'm always looking for the most strategic way out of a sticky, complicated, or bad day. I don't really let it stress me, because I always know there's a solution.

6:30 p.m. — shut down business and hang with my family

It's crazy for somebody in the music industry, where mostly everything happens late at night, but it's for my sanity.

When it comes to my off time, people think I'd be out enjoying being Ice Cube, running around and getting the love that's out there, but I like kicking it with my family, hanging out, and not doing too much. A typical dinner is going to a steakhouse with my family, or to a burger joint if I'm on the road.

To unwind, I like to watch sports. Hopefully, there's a game on that I want to see: basketball, football, a Big3 game, or baseball. I'm a Dodgers guy.

11 p.m. — try to get to bed

I don't like to talk about stuff late at night, because then I'll be up all night, and I have to be back up in a few hours. I don't need much sleep, about five or six hours, but I make sure I get it.

Some days, I'm off to do something super cool, like a concert or a movie in France. It's important to balance the craziness with the regular, sensible stuff.

My life can be very exciting and complicated at times, and very simple and normal at other times. It's the best of both worlds.

Read the original article on Business Insider

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He sent Airbnb his résumé on a balloon — and landed a contractor gig

Logan Ivey is pictured with the "hire me" balloon that he used to apply to Airbnb.
Logan Ivey asked Airbnb to "hire me" with a balloon résumé.

Logan Ivey

  • Logan Ivey wanted to make videos for Airbnb. So, he put his résumé on a balloon.
  • His video about it got over 16 million views, and Airbnb offered him a contractor gig.
  • "There is just no competing with that with a 1 page resume," he told Business Insider in an email.

Job applicants have dozens of tricks to make their résumés stand out. They print their CVs on colored paper or use eye-catching fonts. They include prompt injections for AI.

Logan Ivey put his résumé on a balloon.

Ivey has been making videos full-time since 2022, he told Business Insider in an email, and helped scale Matter Neuroscience's Instagram page to over 300,000 followers.

When looking for a new gig, Ivey made a list of what he considered the best companies with the worst Instagram accounts. "I thought airbnb was the coolest!" he wrote. "Being paid to travel and stay in cool places seems like a dream job."

A balloon that Logan Ivey used to apply to Airbnb is pictured.
Ivey compared his own Instagram videos to Airbnb's on a balloon.

Logan Ivey

So, he put "hire me" in big letters on a star-shaped balloon, along with a comparison of his and Airbnb's Instagram engagement rates, likes per post, and views per reel, based on his calculations.

Ivey then put the deflated balloon in a lockbox, similar to the ones Airbnb hosts use to store their property keys. He then mailed it to Airbnb, who would have to fill the balloon with air (get it?).

The note included with the resume for Airbnb
The deflated balloon résumé was put inside an Airbnb-style lockbox.

Logan Ivey/@heckin.sick

He posted a video about the process on Instagram on October 3. It's since racked up 16 million views, and Airbnb quickly responded: "Logaaaannnn my guy, my friend, check your DMs before this package triggers a security incident."

The company's account said it had the "perfect role" for Ivey.

Sure enough, Ivey posted an update three weeks later. Airbnb had DMed him, he said, and the two sides agreed that Ivey would make some videos. He listed some spots he'd like to film: a treehouse, a former elementary school, and a bath made of rock.

Ivey told Business Insider that he'll be a contractor and that "nothing beyond the follow up video I made has been set in stone yet."

Let's face it: the job market can feel impossible these days, and applicants are aiming for as much visibility as possible. Becoming a "LinkedIn lunatic" might help. Another applicant received her job offer after posting a presentation that pitched herself.

Ivey's takeaway: make yourself stand out. Before making his balloon-résumé video, he'd applied to about 15 jobs without receiving a single interview.

"Making your skillset widely known is definitely beneficial," he told BI. "One company told me they have 10,000 applicants per job posting. There is just no competing with that with a 1 page resume."

Read the original article on Business Insider

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Royal Enfield abre un nuevo camino en el mundo de las motos eléctricas

Es una revolución en cuanto a estilo, diseño y tecnología, pero, además, esta pequeña moto eléctrica cumple a la perfección con las exigencias de un mercado en auge: el uso urbano e interurbano. La Flying Flea C6 es una moto peculiar, curiosa, muy personal e indiscutiblemente única en su especie. Su marcado diseño «retro» se inspira en unas pequeñas motocicletas que, durante la Segunda Guerra Mundial, fueron lanzadas en paracaídas por el ejército aliado en el frente italiano para que los soldados pudieran moverse con rapidez. Y así, sin más, Royal Enfield, antes una marca británica y en la actualidad de propiedad india, llega al mercado eléctrico con la Flying Flea C6, una moto única en su especie que, sin lugar a dudas, marcará un antes y un después.

Hay elementos en ella que sorprenden, sí, pero que, a la vez, le otorgan un carácter muy particular. En conjunto, es una moto monoplaza con un asiento triangular, aunque se puede adquirir un segundo asiento que se acopla con mucha facilidad. Destaca su suspensión delantera de tipo Girder, con paralelogramos laterales unidos a un amortiguador central, que funciona a la perfección, aunque su peculiar diseño pueda generar dudas. Tanto la suspensión como el chasis y el subchasis están fabricados en aluminio forjado, lo que permite que la moto tenga un peso de solo 124 kilos. Es un dato importante en este tipo de vehículos eléctricos, que buscan en la ligereza una de las claves para conseguir la máxima autonomía. En este caso, con la batería de serie, supera los 105 kilómetros en un recorrido combinado de uso urbano e interurbano.

La batería de iones de litio de última generación se esconde en una carcasa de magnesio que ocupa la parte central de la moto. Justo encima, un falso depósito de combustible sirve para guardar el teléfono móvil que, mediante una aplicación, resulta imprescindible para que la moto funcione, ya que actúa como llave de contacto.

La simplicidad del conjunto esconde un completo paquete electrónico. Dispone de cuatro modos de conducción: City, Highway, Sport y Rain; frenada regenerativa al cerrar el acelerador; freno de estacionamiento automático de tipo Auto Hold, que se activa cuando, con la moto detenida, accionamos ambas manetas de freno; control de tracción que también actúa en curva y control de crucero. Todo ello se maneja mediante unos sencillos pulsadores y se refleja en una pantalla TFT táctil y circular de 3,5 pulgadas que, siguiendo el estilo retro, ofrece navegación GPS, sistema antirrobo por geolocalización y, cuando el nivel de la batería es bajo, indicación automática del punto de recarga más cercano. Por supuesto, toda la iluminación es de tipo LED.

Se trata, en definitiva, de una motocicleta comparable a una 125 con motor térmico, pero con una entrega de potencia inmediata. Sus comedidas dimensiones, sus llantas de 19 pulgadas y su reducido peso le proporcionan una excelente manejabilidad en entornos urbanos. Además, gracias a sus 115 km/h de velocidad máxima, se muestra suficientemente capaz para afrontar recorridos interurbanos, de ahí la presencia del modo «Highway». El asiento triangular permite mantener un buen control de la moto en parado a una persona de estatura media.

La prueba de esta motocicleta, realizada en París tanto en recorridos urbanos como por los alrededores de la ciudad, permitió confirmar los datos facilitados por la marca en cuanto a autonomía y velocidad en autovía. También demostró que se trata de una moto segura en carreteras sinuosas.

La nueva Royal Enfield Flying Flea C6 tiene un precio en nuestro país de 5.990 euros, un argumento más que refuerza su atractivo. No solo ofrece un carácter exclusivo por su estilo, sino también un precio muy competitivo dentro de su segmento. Porque la Flying Flea no es un scooter eléctrico, sino una motocicleta con una personalidad muy marcada.

© LR

Royal Enfield abre un nuevo camino en el mundo de las motos eléctricas

© LR

Royal Enfield
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