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Nova taxa aduaneira para produtos de países de fora da UE

A DECO INFORMA…

A partir de 1 de novembro de 2026, as pequenas encomendas provenientes de países fora da União Europeia passam a estar sujeitas a uma taxa de tratamento aduaneiro de dois euros. A medida pretende reforçar a fiscalização dos produtos vendidos online e proteger os consumidores.

A DECO considera que a nova taxa de tratamento de encomendas pode contribuir para melhorar o controlo dos produtos que entram no mercado europeu, mas alerta que a sua eficácia depende da aplicação das receitas no reforço dos meios das autoridades aduaneiras.

O aumento das pequenas encomendas provenientes de plataformas de comércio eletrónico de fora da União Europeia dificulta a fiscalização do cumprimento das regras europeias de segurança. Os riscos incluem brinquedos que podem provocar asfixia, vestuário com substâncias químicas nocivas e equipamentos elétricos suscetíveis de causar choques ou incêndios.

Uma análise a 162 produtos adquiridos nas plataformas Temu e Shein revelou que 69% não cumpriam os requisitos aplicáveis e foram considerados potencialmente perigosos. Testes distintos a produtos da Temu identificaram taxas de desconformidade de até 96%.

A taxa de tratamento de dois euros complementa o direito aduaneiro de três euros, em vigor desde 1 de julho de 2026 para pequenas encomendas de valor inferior a 150 euros. Enquanto o direito aduaneiro incide sobre as importações de baixo valor, a nova taxa pretende financiar o tratamento das encomendas e a verificação da segurança dos produtos.

A DECO defende que estes encargos devem ser suportados pelos importadores, alertando para o risco de serem transferidos para os consumidores. O preço total deve ser apresentado antecipadamente, antes da conclusão da compra.

Reforçar a fiscalização

Para a DECO, o sucesso da medida depende da utilização efetiva das receitas no reforço dos recursos das autoridades aduaneiras. Só com meios adequados será possível intensificar os controlos, impedir a entrada de produtos que não cumprem as normas europeias e proteger a saúde e a segurança dos consumidores, independentemente da origem dos artigos ou do canal de venda.

A DECO Algarve, sugere que para ler o artigo anteriormente publicado clique aqui.

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Riu compra el icónico hotel Grand Hyatt de Barcelona por 300 millones

Piscina del actual hotel Grand Hyatt, adquirido por Riu a Blasson y AXA, en una imagen cedida por la compañía.

La hotelera balear Riu ha concluido doce años después la búsqueda del edificio adecuado para abrir un hotel urbano en Barcelona. La compañía presidida por Luis Riu ha cerrado la adquisición del hotel Grand Hyatt, propiedad de la gestora Blasson y de BNP Paribas Asset Management Alts. El precio final de la transacción se ha cerrado en 300 millones de euros, según fuentes de mercado. “Con este hotel cumplimos un objetivo histórico ya que llevábamos más de una década buscando la oportunidad adecuada para invertir en la ciudad de Barcelona, que ha sido una prioridad estratégica para nosotros desde que lanzamos nuestra línea Riu Plaza en 2010. Afrontamos este proyecto con la misma ilusión y dedicación profesional que invertimos en el hotel Riu Plaza de Madrid, que hoy es nuestro activo más conocido”, afirmó Luis Riu, consejero delegado de la compañía hotelera en un comunicado.

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