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Reportan traslado de 10 aviones militares de EEUU a Israel

Tel Aviv, 30 oct (Prensa Latina) Estados Unidos habría trasladado 10 aviones de carga militar a bases aéreas israelíes en el desierto del Néguev, en medio de versiones sobre una posible nueva confrontación con Irán, informó hoy la Corporación de Radiodifusión de Israel (Kan).

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Israel’s Election Is Unlikely to Change Its Policies and Global Isolation

The leading contenders, Prime Minister Benjamin Netanyahu and Gadi Eisenkot, aren’t substantially different in their approach to Israel’s security or in their opposition to a Palestinian state.

© Amir Levy/Getty Images

Campaign posters for Prime Minister Benjamin Netanyahu and the Likud party, and Gadi Eisenkot, leader of the Yashar party, in Hadera, Israel, on Tuesday.
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An Arab Town in Israel Celebrates the Election but Wonders What Will Change

Gains for Arab-led parties have electrified Taibe, in central Israel, even as voters elsewhere in Israel say they have no place in any future government.

© Ammar Awad/Reuters

Ahmad Tibi, a leader of the Joint List party, with supporters on Tuesday outside a polling station in Taibe, Israel, a predominantly Arab town. “We’re ready to swallow frogs to take down Netanyahu’s government,” he said.
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Eleição em Israel: o que acontece após Netanyahu não conseguir maioria

A coalizão do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não conseguiu conquistar a maioria das cadeiras do Knesset, o Parlamento israelense, nas eleições gerais do país.

O bloco formado por partidos de direita e ultraortodoxos obteve 53 dos 120 assentos, oito a menos que os 61 necessários para governar.

Apesar de ter liderado a disputa individualmente, o Likud, partido de Netanyahu, conquistou 27 cadeiras e não conseguiu reunir apoio parlamentar suficiente para garantir a continuidade do governo.

Os resultados finais foram divulgados pela Comissão Central de Eleições de Israel.

O Yashar, do ex-chefe militar Gadi Eisenkot, principal adversário do premiê, ficou em segundo lugar, com 21 assentos. O Juntos, do ex-primeiro-ministro Naftali Bennett, conquistou 12 cadeiras, enquanto a Lista Conjunta, formada por partidos árabes, ficou com 11.

Os Democratas e o Ra’am terão oito representantes cada. Yisrael Beiteinu, Otzma Yehudit e Judaísmo Unido da Torá conquistaram sete cadeiras cada. Já Shas e Sionismo Religioso ficaram com seis assentos cada.

Ao todo, 11 listas de candidatos superaram a cláusula de barreira, de 3,25% dos votos, e terão representantes no Parlamento. O comparecimento às urnas foi de 77,9%, segundo a Comissão Central de Eleições.

Os próximos passos para a formação do governo

As eleições terminaram sem que nenhum dos principais blocos conquistasse a maioria necessária para governar. Com isso, o resultado abre uma nova etapa de negociações políticas, nas quais partidos menores poderão desempenhar um papel decisivo.

Após a certificação dos resultados, o processo de formação do governo passa para o presidente de Israel, Isaac Herzog.

Herzog deve realizar uma rodada de consultas em Jerusalém, durante a qual cada partido eleito poderá recomendar um nome para o cargo de primeiro-ministro.

Com base nas recomendações, o presidente encarregará um dos candidatos de tentar formar um governo. A escolha não precisa recair necessariamente sobre o líder do partido que conquistou mais cadeiras, mas sobre aquele que, na avaliação do presidente, apresentar melhores condições de reunir apoio parlamentar suficiente.

O candidato designado terá 28 dias para negociar a formação de uma coalizão. O prazo poderá ser prorrogado por mais 14 dias.

Durante esse período, as legendas negociarão a distribuição de cargos ministeriais, prioridades orçamentárias e compromissos políticos para a composição do novo governo.

Caso o primeiro candidato não consiga formar uma coalizão, Herzog poderá encarregar outro parlamentar da tarefa. A segunda tentativa também terá um prazo de quatro semanas.

Se as negociações fracassarem novamente, o Parlamento terá um período para apresentar outro nome. Caso não consiga, Israel poderá ser convocado a realizar novas eleições.

Governo de união

Diante do impasse, uma das possibilidades seria a formação de um governo de união nacional, reunindo os dois maiores partidos, o Likud e o Yashar.

Herzog poderá tentar aproximar Netanyahu e Eisenkot para viabilizar um acordo entre as duas forças políticas. No entanto, a possibilidade enfrenta obstáculos.

Eisenkot já descartou integrar um governo liderado pelo atual primeiro-ministro. Além disso, Netanyahu tem um histórico de rompimentos de acordos políticos com antigos parceiros de governo, o que pode dificultar a construção de um entendimento.

Sem uma maioria definida, as negociações entre os partidos serão determinantes para estabelecer quem comandará o próximo governo israelense.

(Com informações de Tal Shalev, da CNN e Maayan Lubell, da Reuters)

Knesset, Likud: Entenda os principais termos da eleição de Israel

 

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7h Farmácias. Dificuldades no acesso a vacinas não gratuitas

Para quem tem direito à vacina gratuita através do SNS, não são esperadas dificuldades. Ainda nesta edição: em Israel, Netanyahu vence as eleições, mas sem maioria, e o ranking das escolas portuguesas

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Friday briefing: Israel has a dilemma - can its opposition govern with Palestinian parties?

In today’s newsletter: Benjamin Netanyahu has been left without a majority, now it is up to the coalition to find out whether the desire for change will prove to be a defining political moment

Good morning. It was described by many Israelis as the most consequential election in their country’s history. And, as the final votes were tallied, it has delivered a result that presents Israel with a significant dilemma.

Benjamin Netanyahu’s far-right coalition has lost its mandate while the opposition has a clear majority: but only if the Jewish Israeli opposition bloc, led by retired general Gadi Eisenkot, is prepared to make a governing pact with Palestinian Israeli parties, which have secured a historic result.

UK politics | John Healey has backed away from cutting the cost of welfare this parliament, amid dire warnings his first budget could lead to brutal spending cuts because of a £28bn shortfall in public finances.

Patrick Stewart | The acclaimed British stage and screen actor renowned for both Shakespeare and sci-fi, died at his home in Los Angeles after “a brief and poignant journey with Alzheimer’s disease and Lewy body dementia”, his longtime spokesperson said.

Environment | One of the most ambitious nature recovery projects ever undertaken in England can go ahead after campaigners announced they had raised £30m to buy an estate in Northumberland.

Europe | Spain began three days of mourning on Thursday for at least 69 people who died in a high-speed rail collision, as hospitals continued to treat dozens of injured passengers and train drivers went on strike to urge more investment in railway safety.

US news | The Trump administration has opened a criminal investigation in California over claims that thousands of noncitizens are registered to vote in the state, and has begun subpoenaing election officials.

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© Photograph: Alexi J Rosenfeld/Getty Images

© Photograph: Alexi J Rosenfeld/Getty Images

© Photograph: Alexi J Rosenfeld/Getty Images

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Could 2026 be the year that democracy fought back? | David Van Reybrouck

Elections are never enough by themselves, but the stunning results from Serbia, Brazil and Hungary have given us hope in dark times

It is undoubtedly too early to declare victory, but the recent electoral defeats of Viktor Orbán, Aleksandar Vučić and Flávio Bolsonaro make me wonder: is 2026 turning out to be the year democracy slowly, but surely, fought back?

Even in Israel, prime minister Benjamin Netanyahu’s reigning bloc lost its parliamentary majority and saw the spectacular rise of Arab parties. Though the opposition may not be able to form a government yet, it does have the larger parliamentary bloc.

David Van Reybrouck is a Belgian author and philosopher laureate for the Low Countries. He is the author of Against Elections: The Case for Democracy, and the initiator of Democracy27

Do you have an opinion on the issues raised in this article? If you would like to submit a response of up to 300 words by email to be considered for publication in our letters section, please click here.

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© Photograph: Andre Coelho/EPA

© Photograph: Andre Coelho/EPA

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El miedo de los colonos israelíes a un Gobierno con los partidos árabes: “Nadie nos protegerá”

Un enorme y ya descolorido póster electoral del ministro de Finanzas, Bezalel Smotrich, recibe al visitante tras atravesar el portón de seguridad de la colonia israelí de Efrat, en Cisjordania. El gesto sonriente y confiado del líder ultraderechista choca con el semblante preocupado de los habitantes de este asentamiento cuando salen a relucir los resultados de las elecciones legislativas del martes.

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Vista de Efrat, colonia israelí de Cisjordania, el 29 de octubre de 2026.Dovi Shefler, presidente del Consejo de la colonia de Efrat, en su despacho, el 29 de octubre de 2026.

© RONEN ZVULUN (REUTERS)

Vista de la colonia israelí de Efrat, en Cisjordania.
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Netanyahu contra las urnas

Benjamín Netanyahu se ha lanzado a deslegitimar el proceso electoral israelí, es decir, la democracia que él mismo lidera, con una acusación de injerencia que no solo refleja su ya conocida tendencia a cuestionar las instituciones cuando estas no le benefician, sino su desprecio hacia el 20% de la población israelí que es de origen árabe y que en esta ocasión ha votado en masa. Lo hace después de perder la mayoría parlamentaria en las elecciones celebradas el martes y ante un escenario en el que los partidos árabes israelíes, con un resultado histórico, se han convertido en el potencial árbitro político del país.

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© Erik Marmor (Getty Images)

Un soldado israelí recibe el sobre para emitir su votación en un colegio electoral, en Kiryat Arba, Cisjordania, este martes.
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4h. Netanyahu vence eleições em Israel, mas sem maioria

Resultados finais em Israel confirmam a vitória do bloco de Netanyahu, com 53 deputados, mas sem maioria absoluta. Ainda nesta edição, PSP já planeia acompanhamento das acampadas previstas para sábado

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Israel: oposición busca alianzas tras elecciones en que ningún partido logró mayoría 

El bloque Benjamín Netanyahu alcanzó 53 escaños frente a los 48 de la oposición y los 19 de las fuerzas árabes. Sin que ningún sector logre la mayoría absoluta de 61 escaños en la Knéset, se abren complejas negociaciones para destrabar la gobernabilidad en Israel.
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Netanyahu vence eleições em Israel, mas bloco fica sem maioria no Knesset

AF! O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, saiu vencedor das eleições legislativas, mas o seu bloco de direita e ultraortodoxo não conseguiu alcançar a maioria necessária para governar sozinho. Segundo os resultados finais divulgados pela Comissão Central de Eleições, a coligação liderada pelo Likud obteve 53 das 120 cadeiras do Knesset, oito abaixo dos 61 […]
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Benjamin Netanyahu's Party Says Israeli Election Was ‘Stolen by Arab Parties’

Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu’s Likud party complained on Wednesday that this week's tumultuous election was “stolen by Arab parties that support terrorism and the elimination of the Jewish state.”

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Netanyahu's party claims Israeli election 'stolen' as results show him losing majority

Results released by election officials on Thursday showed Netanyahu's bloc winning 53 seats in the 120-member assembly, well below the 68 seats it had controlled at its peak in the previous parliament.

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What Israeli Election Results Reveal About the Electorate

Some groups stood by Prime Minister Benjamin Netanyahu’s party, but support fell off among others. Turnout was also a striking factor in the election.

© Erik Marmor/Getty Images

Election campaign posters for Prime Minister Benjamin Netanyahu’s Likud party in Adora, an Israeli settlement in the occupied West Bank, on Tuesday.
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Polymarket Is Investigating Suspicious Bets on Israeli Election

The company said it was looking into hundreds of new accounts that had placed wagers in two markets related to the election on Tuesday.

© Chris McGrath/Getty Images

Israel’s prime minister, Benjamin Netanyahu, speaking at a Likud event in Jerusalem on Wednesday.
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