ICE officer indicted in Texas after striking immigrant with vehicle





DALLAS — Democrats see a rare opening in Texas, and James Talarico is giving them their clearest shot in years at turning the state blue. If he pulls off the upset, the former teacher and Presbyterian seminarian could knock the first brick loose in Texas’ red wall.
The polling and fundraising figures help explain why Democrats see that possibility.
To put it in perspective, Talarico’s polling leads are wider than those recorded against Ted Cruz in 2018, when Beto O’Rourke came closer than any Democrat in decades to winning a Texas Senate race. And the enthusiasm on the ground from those who spoke with Fox News Digital backs up the numbers.
DEEP IN TRUMP COUNTRY, A NEW GENERATION REVEALS THE DIVIDE BEHIND TEXAS’ TIGHT SENATE RACE
What's more, Talarico’s campaign raised $64 million from July through September, more than three times Trump-backed candidate Ken Paxton’s $18 million haul over the same period. Since launching his campaign, Talarico has raised more than $146 million.
But Paxton, currently the state's attorney general, has enjoyed Republican outside groups pouring more than $200 million into Texas to support him, nearly all of it bankrolled by Elon Musk, the world’s richest man. Additionally, MAGA Inc., President Donald Trump’s principal super PAC, has spent another $33.7 million on ads backing Paxton, according to AdImpact.
At his Dallas rally on Thursday, Talarico underscored that divide by casting the race as a David and Goliath fight, telling supporters they were his weapon against powerful interests.
"David wasn’t as big or as strong as Goliath. He didn’t have as many weapons, but he had hope. He had faith, and he had a slingshot," he said. "Dallas, you are my slingshot. The people of Texas are my slingshot."
Talarico's momentum has also shown up on the campaign trail.
Earlier this week, Talarico hopscotched across Texas, stopping in El Paso before holding events in Midland and Amarillo and drawing a larger-than-expected crowd in deep-red Lubbock on Tuesday.
Meanwhile, Trump campaigned with Paxton about four miles away that same night, shifting his rally time so it overlapped with Talarico’s event.
The dueling rallies put the race’s divide on display. Talarico’s campaign said more than 4,000 people signed up for his Lubbock rally, prompting a move to a larger venue.
"I know that we’re not the only show in town tonight, and I appreciate all 4,000 of you that showed up here this evening," Talarico said at the Fiesta Center in Lubbock on Oct. 27. "That’s a lot of Talafreakos in one room."
The Democratic candidate and his supporters have embraced the moniker "Talafreako," a nickname first given to him as a derogatory dig by Republicans and President Trump.
Voters at Talarico’s rallies in Lubbock told Fox News Digital that Trump’s repeated Texas visits signaled Republican anxiety, while Paxton backers remained confident the state would stay red after a costly and contentious primary that saw Republicans divided over Paxton and sitting Sen. John Cornyn, who was ultimately ousted in the May runoff.
"Trump’s in Lubbock? Trump’s in Lubbock, Texas? He’s scared, he is scared," one supporter told Fox News Digital.
Natalie, from Friona, called Trump’s same-day rally a sign Republicans were "nervous."
"I think it’s performative, like to come the exact same day as he is here," she said.
Jenny, from Brownsville, told Fox News Digital outside Trump and Paxton's rally that the race was "not close" and she predicted that "Paxton will wipe the floor" with Talarico.
DUELING RALLIES THRUST DEEP-RED LONE STAR TOWN INTO THE CENTER OF THE POLITICAL UNIVERSE
Beyond the rally crowds, some Talarico supporters in Dallas and Lubbock said Paxton’s past legal controversies and impeachment by the Texas House shaped their views of the Republican nominee.
"We’re here in support of honesty, decency and integrity," Lori, a Dallas voter who has voted Republican in the past, told Fox News Digital. "That’s what we like to see in a candidate, and we think Talarico is all that in one."
George, a lifelong Texan at the Dallas rally, said years of watching Texas politics had become "heartbreaking" and called Talarico "a breath of fresh air."
In Lubbock, Georgia cited several of Talarico’s policies and called him "authentic." She also said his lack of an indictment was a plus, contrasting him with Paxton.
MEET THE VOTERS WHO COULD BREAK THE GOP’S DECADES-LONG GRIP ON A REPUBLICAN STRONGHOLD
Elias, a nurse from Lubbock, described Paxton as a weak leader.
"He had a chance to kind of redeem himself despite his ugly past, but he’s not a man, he can’t stand up for himself. He needs daddy Trump to come and support him."
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With Election Day on Nov. 3, the question is whether Talarico can turn rally crowds and a polling lead into a historic win. A victory would crack the GOP’s decades-long grip on Texas. A loss would leave Democrats still searching for a path to turn the state blue.

Há mais de três décadas, o Partido Republicano domina as eleições no Texas, seja nas disputas presidenciais ou estaduais. Mas a insatisfação com a economia e a ascensão de James Talarico na corrida pelo Senado tornaram os democratas competitivos no estado novamente, segundo especialistas consultados pela CNN Brasil.
O Texas tem um forte peso nas eleições para o Congresso americano. É responsável por 38 das 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, além dos dois senadores comuns a todos os estados. Os assentos texanos podem fazer diferença no resultado final das Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos em 2026, também chamadas Midterms.
Desde a vitória de Ronald Reagan em 1980, os candidatos republicanos venceram todas as 12 eleições presidenciais no Texas. Os republicanos também ganharam as últimas oito eleições para governador, desde 1994. E o último democrata eleito pelo estado para o Senado foi em 1988.
Neste ano, porém, o incômodo dos eleitores com a economia está alterando tendências no país todo, inclusive no Texas.
Clifford Young, presidente de pesquisas de opinião pública na Ipsos nos Estados Unidos, afirma que o cenário é de “muito pessimismo” no país com o aumento do custo de vida e a pressão sobre os preços de energia em decorrência do conflito no Irã. “Um sanduíche de peito de peru custa US$ 20, pesa muito no bolso. Esse contexto tem uma influência muito grande e vai determinar se o Texas vai se tornar azul [cor do partido Democrata] de novo ou se manterá vermelho [cor do partido Republicano]”, diz.
Nos últimos três anos, pesquisas passaram a apontar a economia, e mais especificamente a alta dos preços, como a maior preocupação dos eleitores texanos, segundo James Henson, diretor do Projeto de Política do Texas da Universidade do Texas em Austin.
Em abril de 2022, 61% dos eleitores republicanos apontavam a imigração ou a segurança da fronteira como o principal problema do estado, segundo a Universidade do Texas. Em outubro de 2026, esse percentual caiu para menos da metade, ou 24%. No mesmo levantamento, economia e inflação somavam 35% das respostas entre republicanos, 29% entre democratas e 41% entre independentes.
A inflação nos Estados Unidos ficou em 3,7% nos 12 meses até setembro, índice inferior ao de outros países, mas um patamar elevado para os americanos, que estavam acostumados a taxas na casa de 2% antes da pandemia.
Segundo Young, iniciativas do governo Trump na área econômica, como as tarifas, o conflito com o Irã e as disputas com o Canadá caminham na direção contrária aos anseios dos eleitores. “Os americanos querem ter a habilidade de pagar as contas em dia e estão enfrentando muitos problemas com isso. Todo o resto é ruído para o povo americano. E isso não ajuda o governo Trump”, avalia.
O Texas é o segundo maior estado em território dos Estados Unidos, atrás apenas do Alasca, e também a segunda maior economia do país. As áreas rurais, com seus cowboys e rodeios, ocupam um importante espaço no imaginário do estado, mas a maior parte dos eleitores texanos está nos grandes centros urbanos, explica Henson.
O estado se divide em quatro grandes polos populacionais: Dallas–Fort Worth (norte), Austin (centro), San Antonio (sul) e Houston (sul). Segundo o professor da Universidade do Texas, nesses quatro centros urbanos as cidades grandes têm maioria democrata, enquanto os subúrbios têm vantagem republicana. Já as áreas rurais representam apenas 15% da população e tendem a votar de maneira conservadora, como no resto do país, garantindo 65% a 70% dos votos aos republicanos.
Tanto Henson quanto Young ressaltam, porém, que a maior competitividade no estado, em seus vários aspectos, pode refletir circunstâncias da eleição atual e não acreditam em uma transformação estrutural do Texas em um estado democrata.
“São fatores de curto prazo que estão influenciando. É o caso da disputa para o Senado: o histórico do candidato republicano, com problemas pessoais, éticos e legais, o torna excepcionalmente fraco em um ano em que muitos fatores estão favorecendo os democratas, como os baixos índices de aprovação de Donald Trump e as preocupações com a economia”, resume Henson.

A corrida pela vaga do Senado é o fator mais citado para explicar o acirramento da disputa, junto à frustração econômica. As pesquisas mostram uma disputa acirrada entre o deputado estadual democrata James Talarico, e o republicano Ken Paxton, procurador-geral do estado.
Uma pesquisa da CNN, divulgada em 29 de outubro, mostra Talarico com 49% das intenções de votos e Paxton com 43%.
James Talarico, de 37 anos, é estudante de teologia presbiteriana e tem um histórico de ligação com igrejas cristãs progressistas na região de Austin, onde nasceu. Ken Paxton, de 63 anos, é um político com bom trânsito entre as alas mais conservadoras do Partido Republicano e visto como um político que personifica as prioridades da sigla hoje no Texas.
Mas Paxton foi alvo de denúncias de corrupção e abuso de poder, que levaram à aprovação do seu impeachment pela Câmara estadual em 2023. O republicano, porém, foi absolvido pelo Senado estadual e, por isso, não foi destituído do cargo. Mas no ano passado, Paxton voltou aos holofotes ao passar por um divórcio amplamente noticiado, depois de 38 anos de casado, em meio a alegações de infidelidade conjugal.
“O confronto entre Paxton e Talarico criou um contraste marcante: de um lado, um republicano com problemas éticos persistentes e difíceis de ignorar; de outro, um democrata que se apresenta como um cristão progressista”, afirma Henson. “Há uma dimensão moral muito interessante nessa disputa”, completa o professor.
Trump ajudou a projetar Talarico ao dizer, em maio, que o deputado era “um insulto a Jesus Cristo”. A resposta do democrata ao presidente, o acusando de não seguir os preceitos cristãos, tornou-se um dos temas preferidos da sua campanha: “O verdadeiro insulto a Jesus é tirar a saúde dos doentes, deportar famílias, bombardear crianças e ignorar os pobres. O evangelho de Jesus é sobre amor, justiça e misericórdia, tudo o que a política de Trump rejeita”, disse Talarico.
Houve críticas dentro do próprio partido Republicano sobre o apoio de Trump a Paxton nas primárias para o Senado no Texas, em detrimento do senador John Cornyn. Em entrevista à CNN, Thom Tillis, senador republicano da Carolina do Norte, afirmou que “Trump cometeu um erro colossal”.
O próprio presidente tem zombado da aparência de Paxton com frequência. Durante uma convenção em Dallas, em setembro, Trump deixou escapar um elogio ambíguo ao candidato: “Ele pode não se vestir bem, pode não falar perfeitamente e pode não ser o cara mais bonito”. Na última terça-feira (27), ao elogiar os atributos físicos do senador Jon Husted, candidato por Ohio, disse que não poderia fazer o mesmo com Paxton. “Talvez eu devesse fazer isso com o Ken Paxton, mas não tenho certeza se seu corpo se encaixaria.”
Os comentários têm sido apontados pela oposição como um reconhecimento público de Trump sobre a fragilidade do candidato no Texas.

As disputas pela Câmara dos Representantes, onde o Texas tem 38 dos 435 assentos, também estão no radar. Em agosto de 2025, o estado aprovou, sob a liderança do governador Greg Abbott, um redesenho dos distritos eleitorais para transformar redutos democratas em áreas de inclinação republicana.
Hoje, 24 dos assentos do estado são ocupados por republicanos, 13 por democratas e um está vago. Os republicanos esperavam garantir mais cinco distritos ao partido com a reconfiguração das linhas, mas o avanço inesperado dos democratas no Texas agora deixa a questão em aberto.
As pesquisas apontam que dois dos cinco distritos que os republicanos pretendiam conquistar com o redesenho podem se manter democratas: o 28º distrito, hoje representado por Henry Cuellar e o 34º distrito, de Vicente Gonzalez, ambos democratas moderados, latinos, que buscam a reeleição. Nos outros três distritos redesenhados, o resultado é mais incerto, mas uma forte votação democrata poderia trazer surpresas, segundo Henson.
Mesmo com os novos mapas eleitorais, Young projeta que os democratas conquistarão a maioria da Câmara dos Representantes, mas por uma vantagem menor. “Por causa da crise de custo de vida, há muitos distritos em jogo que normalmente não estariam. Os democratas, de uma maneira ou outra, vão levar a Câmara, por uma margem menor, mas que deve ser de oito assentos. O que fica em dúvida é o Senado e o estado do Texas importa nesse cálculo”, diz.
O apelo entre os eleitores latinos é outro fator que pode fazer a diferença nas eleições texanas. Eles representam 27% do eleitorado no Texas e, tradicionalmente, 60 a 65% votam nos democratas no estado, segundo Henson. Na última eleição presidencial, porém, Trump conquistou um apoio significativo entre os latinos, com pesquisas de boca de urna revelando que pouco mais da metade votou no republicano.
Uma pesquisa da Hart Research/TelevisaUnivision, no entanto, aponta que neste ano os eleitores latinos de três distritos competitivos do Texas devem votar nos democratas por uma margem de 56% a 36%. E outra pesquisa da CNN divulgada nesta quinta-feira (29) mostra o democrata James Talarico com 63% das intenções de voto contra 29% do republicano Ken Paxton no eleitorado do mesmo grupo.
Os números sugerem que o apoio a Trump foi condicional e agora a frustração econômica e a rejeição às duras políticas de imigração do governo abrem caminho para os democratas.
Outra camada das eleições no Texas que tem extrapolado o noticiário local e chamado atenção a nível nacional é a disputa pelo governo do estado.
De um lado, o republicano Greg Abbott tenta se reeleger para um quarto mandato que o transformaria no governador com mais tempo no cargo na história do Texas. Sua adversária é a deputada estadual democrata da região de Austin, Gina Hinojosa.
Inicialmente vista com poucas chances, a candidata latina cresceu nas pesquisas e aparece empatada tecnicamente com Abbott, o que transformou a disputa na corrida mais apertada para o governo do Texas dos últimos 20 anos.

Nos últimos 100 anos houve apenas dois casos em que o partido do presidente ganhou as Eleições de Meio de Mandato, segundo Young, que afirma que a tendência deve se manter. “Trump ganhou em 2024 em cima da questão do custo de vida. Este era o problema principal, que ele dominava naquele ano, mas agora esse problema pertence a ele e o povo americano o culpa pela crise”, afirma.
O presidente da Ipsos vê 85% de chances de os democratas obterem a maioria dos assentos na Câmara e uma probabilidade de 60% de ganhar a maioria no Senado, onde a vantagem dos republicanos é maior (de seis assentos). Ainda assim, ele ressalta que a insatisfação econômica deixa a disputa para o Senado mais incerta.
Uma vitória dos democratas nas duas casas mudaria por completo o cenário em Washington, acrescenta Young. “Se eles [democratas] controlarem o Senado e a Câmara, eu imagino que vai haver abertura de processo de impeachment. Só com a Câmara, eles podem criar problemas para o governo, mas o cálculo realmente muda se eles controlarem também o Senado”, diz.
As Midterms tendem a enfraquecer Trump, mas Young discorda de análises que as classificam como o início do fim do Trumpismo. “Há uma guerra hoje nos Estados Unidos sobre identidade, sobre quem é americano e quem não é. Trump era muito importante para alimentar essa confusão, obviamente, mas com ou sem ele isso vai permanecer. Nós estamos vendo a mesma dinâmica em outros países, na Europa, na América Latina. As Midterms podem enfraquecer Trump como um líder político, mas o movimento que ele representa vai continuar mesmo sem ele”, avalia.
Para Henson, uma derrota dos republicanos na Câmara, e especialmente no Senado, seria vista como um sinal de que “a magia política de Trump não funciona mais” e teria consequências de natureza prática e simbólica. No aspecto simbólico, ele lembra que Trump tem dominado seu partido “por meio do medo e da intimidação”, mas parlamentares republicanos já começaram a se distanciar do presidente e uma vitória robusta dos democratas pode mudar o cálculo “sobre o quanto é preciso temê-lo”.
No nível prático, prossegue Henson, se os democratas recuperarem a Câmara, terão mais capacidade institucional de resistir a Trump e às suas iniciativas. “Eles poderão abrir investigações, inclusive sobre o presidente, e bloquear suas iniciativas de forma mais agressiva. E o resultado será uma situação que acontece quando um presidente sabe que não voltará ao cargo: ele se torna um ‘pato manco’, alguém que está no cargo, mas não consegue fazer muita coisa”, afirma.
O professor acredita ainda que uma vitória democrata e a perda de influência dos republicanos sobre o Congresso podem encorajar Trump “a agir de forma mais agressiva e unilateral no exercício do cargo”. “Isso [derrota republicana] tem o potencial de tornar Donald Trump mais perigoso, em termos de seu desejo de agir fora do processo e de violar as normas da política e da democracia que existem há muito tempo nos Estados Unidos”, conclui Henson.
Como funciona o sistema eleitoral dos Estados Unidos para as Midterms?
Niente comizio in Kansas. E neppure in Iowa. A pochi giorni dalle elezioni di metà mandato, Donald Trump dà forfait in due stati da decenni solidamente repubblicani, ma che per queste midterm sono ritenuti contendibili e non più sicuri per il Gop. Le ragioni dietro l’annullamento degli appuntamenti non sono state rese note, ma al loro posto il presidente ha in programma fino a 20 comizi telefonici (o virtuali), una mossa che segna un cambio di strategia a pochi giorni dal 3 novembre. Per il momento, l’unico evento in presenza previsto da Trump è un comizio in Florida, in programma oggi, riferisce Cnn.
Il presidente ha dichiarato che la decisione di cancellare l’evento in Kansas non ha nulla a che fare con le prospettive elettorali dei candidati repubblicani né con la sua stessa resistenza fisica, arrivando a rimproverare un giornalista della Reuters che gli aveva chiesto informazioni sul suo stato di salute. In Kansas e in Iowa il tycoon rischia di pagare gli effetti della sua guerra in Iran, che ha fatto aumentare il prezzo dei carburanti, un’impennata che pesa sugli agricoltori dei due stati. Il presidente rischia di pagare dazio anche in South Carolina, altro stato fortemente repubblicano, per aver imposto come successore ad interim del defunto senatore Lindsey Graham con la sorella Darline, che non ha alcuna esperienza politica.
Intanto, il Texas resta lo Stato su cui puntano maggiormente i democratici, nella speranza di conquistare un seggio al Senato che manca loro da 33 anni. È quanto emerge, secondo Axios, da un briefing riservato del Senate Majority Pac, il principale comitato di finanziamento elettorale democratico impegnato nella corsa per il Senato, con alcuni dei suoi maggiori finanziatori. Il presidente dell’organizzazione, Jb Poersch, avrebbe espresso fiducia nella possibilità di riconquistare la maggioranza alla Camera alta, indicando proprio il Texas come lo Stato in cui i democratici avrebbero le maggiori possibilità di strappare un seggio ai repubblicani, seguito dall’Ohio. Anche Iowa e Alaska vengono considerati alla portata, mentre persino il Kansas, tradizionale roccaforte repubblicana, sarebbe diventato contendibile.
Per riconquistare il controllo del Senato, i democratici dovrebbero conquistare almeno due dei quattro seggi in palio in Texas, Ohio, Iowa e Alaska, vincere anche in North Carolina e Maine e difendere il seggio del Michigan. Una sfida tutt’altro che semplice, considerando che Donald Trump aveva vinto tutti e quattro gli Stati nel 2024 con margini superiori ai dieci punti percentuali. In Texas, dove l’ultimo democratico eletto al Senato fu Lloyd Bentsen nel 1988, per i sondaggi il candidato James Talarico risulta in leggero vantaggio sul repubblicano Ken Paxton. “Ci sono segnali di ottimismo in Texas, ma la corsa resta incerta, così come in Iowa, Ohio e Alaska”, ha dichiarato Lauren French, portavoce del Senate Majority Pac.
L'articolo Trump annulla i comizi in Kansas e Iowa, roccaforti repubblicane oggi contendibili per i dem proviene da Il Fatto Quotidiano.
Since the start of Donald Trump’s second term, border security and stopping illegal immigration have become two of the main pillars of his administration. Based on those principles, and acting unilaterally, the Texas government has announced it has taken control of nine islands located in the water border between Mexico and the United States, along its territory between Laredo and McAllen. In a statement on Tuesday, Dawn Buckingham, that state’s land commissioner, authorized the Texas National Guard to access those small river islands in order to maintain the operational security of the southern border. The Mexican government has responded by asking that the 1970 Boundary Treaty between the two countries be respected and says that determination of the international boundary is the sole responsibility of the International Boundary and Water Commission.


© Brandon Bell (Getty Images)
Immigrants at Texas detention facility, protesting against harsh conditions, say they face threats of force-feeding
Members of Congress sent a scathing letter to federal immigration officials this week demanding answers about conditions inside a Texas immigration jail, as detained immigrants on a prolonged hunger strike claim officials are retaliating against them and threatening them with force-feeding.
A group of seven congressional Democrats sent the letter earlier this week to Markwayne Mullin, the Department of Homeland Security (DHS) secretary, and David Venturella, the Immigration and Customs Enforcement (ICE) acting director, protesting about the treatment of hunger strikers.
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© Photograph: Elizabeth Frantz/Reuters

© Photograph: Elizabeth Frantz/Reuters

© Photograph: Elizabeth Frantz/Reuters

© Doug Mills/The New York Times
Thursday on MS NOW’s “The Weeknight,” Democratic nominee for the Texas gubernatorial election, Gina Hinojosa said Republicans use of culture wars are a distraction. Co-host Luke Russert said, “I think it’s really interesting in this race in Texas, you’re neck
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A man dressed as a zombie allegedly stabbed two people at an Austin, Texas coffee shop Wednesday night before speeding away in a pickup truck and crashing into an unoccupied vehicle.
The Austin Police Department (APD) identified the suspect as Shankar Temple Grace, 20, who was arrested after a search.
The incident unfolded shortly before a local comedy show was scheduled to begin at The Buzz Mill, a coffee shop and bar.
MYSTERY WOMAN SOUGHT AFTER AMERICAN FOUND DEAD IN COSTA RICAN TOURIST DESTINATION
Officials said police responded to reports of a "disturbance hot shot" inside the business, a classification for a rapidly escalating altercation involving an immediate threat to life or serious physical harm.
First responders found one victim with life-threatening injuries and another with non-life-threatening injuries, APD said.
Both victims were rushed to a hospital. They were last reported in stable condition, according to authorities.
FORMER TV ANCHOR WHO PLEADED GUILTY TO KILLING MOTHER LAST HALLOWEEN GETS LIFE SENTENCE
After the stabbing, the suspect fled in a pickup truck, speeding away before striking an unoccupied autonomous vehicle, KEYE reported.
Officers launched a search and eventually located him on a walking trail roughly 3 miles from the scene, police said.
The suspect was wearing a Halloween costume at the time of the attack, APD said.
A witness told police the man was dressed as a zombie with his face covered in makeup, according to KEYE.
People at the establishment also told police the man had caused a disturbance at the bar before Wednesday night's stabbing, the outlet reported.
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Grace was booked into the Travis County Jail and charged with two counts of aggravated assault with a deadly weapon, a second-degree felony.

Three international bridges in Texas closed for several hours as the Gulf Cartel spread terror on the Mexican side. The incidents took place on Thursday afternoon in the Mexican border city of Matamoros, Tamaulipas, after Mexican authorities arrested Axel “Titan”
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