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Alunos da Escola de Música de Brasília se apresentam na Rádio MEC

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Em celebração ao Mês das Crianças, o programa Sala de Concerto, da Rádio MEC, leva ao ar uma edição especial diretamente da Escola de Música de Brasília.

A atração vai ao ar nesta sexta-feira (30), às 17h, apresentando um concerto que reúne jovens talentos das Bandas Mirins e das práticas de Conjunto de Sopros da escola. 

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Sob a regência do professor e maestro Wagner Lopes, os alunos, em diferentes etapas de formação, tocam um repertório diversificado, que passeia por clássicos do cinema e obras de referência para formações de sopros.  

Repertório 

Banda Mirim Intermediária: Jurassic Park (John Williams, arr. Michael Sweeney) e Piratas do Caribe (Klaus Badelt, arr. Michael Sweeney). 

Banda Mirim Avançada: Accidentally in Love (Counting Crows, arr. Michael Sweeney) e Missão Impossível (Lalo Schifrin, arr. Michael Sweeney). 

Prática de Conjunto de Sopros (Vespertino): Celtic Air and Dance (Michael Sweeney), Rock, River, Tree (Michael Sweeney) e Galaxies (P. Graham). 

Prática de Conjunto de Sopros (Matutino): Down to the River (Michael Sweeney) e Yorkshire Ballad (James Barnes, arr. Clarence E. Barber). 

Sobre a Rádio MEC

Conhecida de norte a sul do país como "A Rádio de Música Clássica do Brasil", a Rádio MEC é consagrada pelo público por sua vocação direcionada à música de concerto. A tradicional estação dedica 80% de sua programação à música clássica e leva ao ar compositores brasileiros e internacionais de todos os tempos.  

A Rádio MEC oferece aos ouvintes a experiência de acompanhar repertórios segmentados, composições originais e produções qualificadas. Ainda há espaço também para faixas de jazz e música popular brasileira, combinação que garante a conquista de novos públicos e agrada a audiência cativa.  

A emissora pode ser sintonizada pela frequência FM 99,3 MHz e AM 800 kHz no Rio de Janeiro. O dial da Rádio MEC em Brasília está em FM 87,1 MHz e AM 800 kHz. O público também acompanha a programação em Belo Horizonte na frequência FM 87,1 MHz. O conteúdo ainda é veiculado no app Rádios EBC.  

Os ouvintes têm participação garantida e podem colaborar com sugestões para a programação da Rádio MEC. O público pode interagir pelas redes sociais e pelo WhatsApp. Para isso, basta que os interessados enviem mensagens de texto para o número (21) 99710-0537.  

Serviço  

Sala de Concerto – Bandas Mirins e Práticas de Conjunto de Sopros – Escola de Música de Brasília – Sexta-feira, dia 30/10, às 17h, na Rádio MEC  

Rádio MEC na internet e nas redes sociais   

Site: https://radiomec.ebc.com.br  
Instagram: https://www.instagram.com/radiomec   
Spotify: https://open.spotify.com/user/radiomec   
YouTube: https://www.youtube.com/radiomec   
Facebook: https://www.facebook.com/radiomec   
X: https://x.com/radiomec   
WhatsApp: (21) 99710-0537   

Como sintonizar a Rádio MEC  

Rio de Janeiro: FM 99,3 MHz e AM 800 kHz  
Belo Horizonte: FM 87,1 MHz  
Brasília: FM 87,1 MHz e AM 800 kHz  
Parabólica - Star One C2 - 3748,00 MHz - Serviço 3  
Celular - App Rádios EBC para Android e iOS 

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Habitação: a marca que Portugal pode deixar


A habitação tornou-se um dos maiores testes à capacidade de Portugal transformar crescimento em qualidade de vida. Mais do que discutir novamente o diagnóstico, chegou o momento de fazer desta necessidade uma ambição coletiva e urgente: construir um país onde viver, estudar, trabalhar e constituir uma família seja possível e compatível com os rendimentos e as expectativas de quem aqui escolhe ficar.

O problema é, antes de mais, de oferta. Portugal precisa de colocar mais casas no mercado, com maior rapidez e diversidade, respondendo também a uma sociedade que mudou. Há mais pessoas a viver sozinhas, novos agregados familiares e novas necessidades de mobilidade.

Na última década, os preços da habitação quase duplicaram e a rendas seguem a mesma curva ascendente, enquanto a produção permanece insuficiente para responder à procura.  Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), os dados oficiais mostram como a pressão sobre a habitação continua a intensificar-se: só em 2025, os preços aumentaram 17,6%, depois de uma subida de 9,1% em 2024. Também no arrendamento a tendência é clara: no primeiro trimestre de 2025, a renda mediana dos novos contratos aumentou 10% em termos homólogos.

Porém, aumentar a oferta não significa simplesmente construir mais. Significa construir melhor e executar mais depressa. Reabilitar onde faça sentido, disponibilizar solo urbanizado, criar novas centralidades junto dos transportes, escolas, hospitais e emprego. Mas também simplificar processos e aproveitar a construção industrializada ou modelar para ganhar produtividade e escala.

A necessidade de previsibilidade legal, a industrialização do setor e melhor gestão dos solos são também condições para acelerar, de uma vez por todas, a resposta.

Este grande desafio significa também mobilizar mais capital. Estado, municípios, banca, promotores, construtores e investidores não resolverão isoladamente um problema desta dimensão. Todos juntos, sim. A banca tem manifestado disponibilidade para financiar empresas e famílias, embora identifique, e bem, limitações prudenciais e a relevância de instrumentos públicos de partilha de risco.

É aqui que Portugal pode transformar uma fragilidade numa marca. Um país atrativo não é apenas aquele que consegue captar investimento, empresas ou talento. É aquele que consegue criar condições para que esse talento encontre casa, construa um projeto de vida e queira permanecer por cá, sem que carregue uma taxa de esforço insustentável até à velhice.

A próxima década pode deixar-nos muito mais do que novas casas. Pode deixar-nos cidades mais equilibradas, construção mais inovadora, investimento de longo prazo e uma nova capacidade de execução. Para isso é preciso arregaçar as mangas e fazer. No fundo, a verdadeira marca de Portugal será transformar o direito a habitar na possibilidade de construir aqui futuro.

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