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"Trump não tem uma estratégia clara de saída"

Bruno Cardoso Reis alerta que o Trump não possui qualquer estratégia clara de saída do conflito. O historiador afirma que a diplomacia exige lidar com inimigos e não só com os amigos. 

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Análise: Eleitor dos EUA relaciona guerra ao custo de vida

O conflito no Oriente Médio pode ter impacto direto nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. Segundo a analista de Internacional da CNN Fernanda Magnotta, o eleitor americano estabelece uma clara associação entre as guerras externas e o aumento no custo de vida, especialmente no preço do combustível e dos alimentos.

A percepção do eleitor americano sobre a política externa

Fernanda Magnotta destaca que, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, existe um debate recorrente sobre em que medida o eleitor tem consciência do mundo globalizado e de como a política externa se reflete nas urnas.

“A máxima que vigora aqui e lá é que, em geral, o efeito internacional costuma ser limitado do ponto de vista eleitoral”, afirmou. No entanto, ela ressalta que, em cenários e períodos específicos, essa máxima merece reavaliação.

A analista cita como exemplo histórico a eleição de 2006, quando as guerras no Oriente Médio, no contexto da presidência de W. Bush, repercutiram diretamente nas escolhas dos eleitores.

“Várias pesquisas vieram mostrar que o eleitor entendeu essa relação existente entre o que acontecia no Oriente Médio e o impacto na sua vida real“, disse Magnotta. O impacto se manifestou tanto em termos econômicos quanto em questões de direitos civis e políticos, em razão de uma série de legislações alteradas no contexto do combate à guerra ao terror.

Choque externo e reflexos no dia a dia

No cenário atual, Magnotta aponta que existe uma clara associação entre o choque externo que começou com a Ucrânia, posteriormente aprofundado com o Irã, e o preço do combustível e dos alimentos. “Isso quem diz não sou eu, tem várias pesquisas que mostram nessa direção”, enfatizou a analista.

A pesquisa mais recente citada pela analista foi realizada em Chicago por um grupo de estudo específico. Os dados revelam que, nessas eleições de meio de mandato, mais de 80% dos pesquisados associavam a guerra ao Irã à mudança no preço e no custo de vida.

Para Magnotta, esse dado é significativo: “Isso não é trivial, isso é importante e traz à baila essa leitura de que nessas eleições também as questões internacionais, direta ou indiretamente, com mais ou menos consciência, chegaram à vida real do americano”.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
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França. "Quem quer revolução é vítima de si próprio"

Major General Arnaut Moreira avisa que o colapso da polícia em França abre caminho para a revolução. Afirma ainda que a busca por igualdade fomenta nos revolucionários vítimas da sua própria revolta.

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