Uma réplica do icônico K.I.T.T., o carro inteligente da série de televisão “A Supermáquina” (Knight Rider), será leiloada no dia 7 de novembro em Zurique, na Suíça, pela casa de leilões Broad Arrow Auctions.
O veículo, construído na década de 1980 com base em um Pontiac Firebird Trans Am de 1982, carrega um histórico de utilização em turnês pelo ator e cantor David Hasselhoff, além de um episódio de roubo solucionado pela Interpol na década de 1990.
Leia Mais:
A estimativa de venda para o lote varia entre 250 mil e 500 mil francos suíços (cerca de R$ 3,6 milhões). Apesar de nunca ter figurado nas filmagens oficiais do seriado de TV, o exemplar possui certificação de autenticidade por ter sido utilizado por Hasselhoff na divulgação do seu álbum musical Night Rocker (1985) durante apresentações na Europa.
Construção de época e histórico de roubo
O modelo foi transformado na especificação K.I.T.T. pela empresa Hollywood Productions, utilizando os projetos originais da Universal Pictures. O visual exterior recebeu o característico scanner frontal com luzes vermelhas e lentes escurecidas nas lanternas traseiras.
O interior replica o painel futurista da ficção, incluindo monitores duplos, o volante no formato yoke, console superior e caixa de voz com módulos iluminados.
Após o período de promoção com David Hasselhoff, o veículo foi vendido a uma gravadora suíça. Na década de 1990, o automóvel foi furtado e posteriormente localizado e recuperado após uma investigação internacional conduzida pela Interpol.
Durante o período em que esteve desaparecido, parte do painel eletrônico customizado foi removida, sendo posteriormente reconstruída pelo proprietário, seguindo para restaurar os comandos internos originais do projeto.
Especificações mecânicas e limitações de uso
Diferente do veículo autônomo da ficção, o conjunto mecânico sob o capô mantém as especificações de fábrica do Pontiac Firebird Trans Am de 1982. A motorização utiliza um bloco V8 de 5.0 L com injeção Cross-Fire, capaz de gerar 165 cv de potência e torque associados a uma transmissão automática de três velocidades. A aceleração de 0 a 100 km/h supera os 9 segundos.
A documentação do lote aponta que a réplica não possui homologação para circulação em vias públicas, sendo destinada ao uso expositivo e a colecionadores. O leilão ocorre no hotel The Dolder Grand como parte da programação da Broad Arrow Auctions durante o evento Auto Zürich.
A autonomia dos veículos elétricos está deixando de ser um limitador técnico para se consolidar como o principal vetor de concorrência na indústria automotiva global. A barreira dos 1.000 km de alcance rodoviário com uma única carga deixou o campo dos conceitos e iniciou sua fase de pré-produção industrial, impulsionada pela transição para baterias de estado sólido e pelo contínuo desenvolvimento e otimização das células de íon de lítio convencionais.
O movimento reflete uma mudança estrutural na engenharia de baterias, focada na elevação da densidade energética e no aumento da eficiência volumétrica do conjunto. O objetivo das montadoras é expandir drasticamente a capacidade de armazenamento de energia sem ampliar o peso total do veículo ou exigir pacotes fisicamente maiores.
Baterias de estado sólido
Nova bateria da GAC promete mais de 1.000 km de rodagem em carros elétricos • Divulgação GAC
A aposta mais ousada do setor atualmente reside nas baterias totalmente de estado sólido.O avanço técnico central dessa tecnologia é a substituição do eletrólito líquido inflamável por compostos sólidos, permitindo o uso de ânodos de lítio metálico e estruturas de células substancialmente mais compactas.
Exemplo dessa aplicação é o projeto de R&D do Grupo GAC, que desenvolve a tecnologia desde 2014 e recentemente levou as células para a fase de produção-piloto em sua matriz, em Guangzhou, na China.
Segundo a gigante chinesa, o componente atinge densidade energética superior a 400 Wh/kg, índice projetado para viabilizar veículos elétricos comerciais com autonomia acima de 1.000 km. O cronograma da montadora prevê a estreia da novidade em modelos da linha de luxo Hyper ainda em 2026.
Além dos ganhos em alcance e estabilidade térmica, o modelo fabril implementado pela companhia projeta reduções industriais de escala: estimam-se cortes de 15% em equipamentos, 40% em área fabril e mais de 35% nos custos finais de produção.
Evolução do íon-lítio e a arquitetura cell-to-pack
Fábrica de Shenyang é a terceira do novo conjunto global de produção; células cilíndricas têm densidade de energia mais de 20% maior e recarga e autonomia até 30% melhores, diz a marca • Divulgação BMW
Em paralelo às pesquisas com eletrólitos sólidos, fabricantes tradicionais aceleram a evolução da química de íon-lítio com soluções arquitetônicas avançadas.O Grupo BMW iniciou a produção em série da sua sexta geração de baterias de alta tensão (Gen6) em Shenyang, na China — terceira unidade de sua rede global dedicada, ao lado de Debrecen (Hungria) e Irlbach-Straßkirchen (Alemanha).
A tecnologia Gen6, direcionada aos futuros modelos da linha Neue Klasse, adota células cilíndricas com arquitetura elétrica de 800 volts e o conceito cell-to-pack.Ao eliminar a necessidade de módulos intermediários e integrar as células diretamente à carcaça estrutural do conjunto, o aproveitamento do espaço interno é ampliado e a densidade volumétrica de energia aumenta.
Segundo dados da fabricante, o projeto proporciona um ganho de densidade de energia superior a 20% em comparação à geração anterior, gerando incrementos de até 30% na autonomia do veículo e na velocidade de recarga.O gerenciamento dinâmico e térmico do pacote é realizado pela unidade de controle interna Energy Master.
O impacto na infraestrutura e no mercado
Carro elétrico carregando • FRIMU EUGEN
A chegada desses dois exemplos de baterias de nova geração altera a dinâmica de uso e infraestrutura da mobilidade elétrica. Ao disponibilizar autonomias equivalentes ou até mesmo superiores às de tanques de combustível tradicionais, a indústria busca neutralizar a chamada “ansiedade de autonomia” e diminuir a dependência de paradas frequentes em trajetos rodoviários.
Na prática, a combinação entre densidades energéticas acima de 400 Wh/kg, plataformas de 800V e carregamento bidirecional redistribui a demanda sobre as redes de recarga, focando os eletropostos ultrarrápidos em eixos de longa distância. A expectativa do mercado é que a escala comercial dessas tecnologias ocorra de forma gradativa nas linhas de veículos premium e de alta performance, expandindo-se para os segmentos de massa na virada da década.
A UTAO considera que a projeção do Governo de que vai conseguir combater a fraude dos combustíveis e com isso ter 300 milhões adicionais de receita não está fundamentada.
A McLaren Automotive anunciou oficialmente o McL 820, superesportivo de produção em série que chegará ao mercado em 2027 como o substituto direto do 750S.O anúncio marca o fim da produção do antecessor e dá início a uma nova etapa na estratégia de nomenclatura da fabricante britânica.
Para antecipar a novidade, a marca revelou em Londres uma escultura em formato de kiwi — ave símbolo da Nova Zelândia — envelopada com a mesma camuflagem que exibe a denominação do veículo no material de divulgação.O elemento remete às origens de Bruce McLaren, fundador da equipe de corridas e criador da identidade visual original da companhia.
Novo padrão de nomenclatura e ganho de potência
O McL 820 estreia uma convenção de nomes que integrará os veículos de rua e a divisão de automobilismo McLaren Racing.A sigla “McL” passa a ser adotada como prefixo padrão, enquanto o numeral “820” faz referência direta à potência métrica do motor já informada pela montadora: 820 PS, o equivalente a 809 cv mecânicos (809 bhp).
Segundo a fabricante, o novo acerto representa um ganho expressivo de desempenho em relação ao 750S, cuja motorização entrega 750 cv.O incremento mantém o alinhamento da fabricante na disputa do segmento de superesportivos com motores centrais-traseiros, mantendo sua tradição. Nunca houve um McLaren sem o motor na posição central-traseira, desde o primeiro projeto da divisão de carros de rua, a F1.
Revelação técnica e cronograma de lançamento
Embora os detalhes mecânicos e de motorização completa ainda não tenham sido abertos, a fabricante confirmou que as especificações técnicas detalhadas e o design definitivo do McL 820 serão apresentados ao longo de 2027, ano em que o modelo tem previsão de estrear tanto nas ruas quanto nas pistas de testes.
En France, l'enterrement et la crémation sont aujourd’hui les deux seules pratiques légales. En 2026, près d’un Français sur deux choisit les flammes, séduit par leur prix et leur simplicité. Mais les deux pratiques coûtent et polluent autant. Des chercheurs du CNRS explorent une autre possibilité : la terramation, ou l’art de rendre à la terre ce qu’elle nous a donné. Une expérience inédite menée en région parisienne, qui pourrait bien faire évoluer notre façon d’envisager la mort.
Habitar uma cidade é mais do que ter uma casa. Implica poder aceder a emprego, serviços e espaços públicos de qualidade, estabelecer relações de proximidade e participar nas decisões sobre o futuro da cidade
Habitar uma cidade é mais do que ter uma casa. Implica poder aceder a emprego, serviços e espaços públicos de qualidade, estabelecer relações de proximidade e participar nas decisões sobre o futuro da cidade
The passengers aboard Villa Vie Odyssey now have to decide their next moves.
Suy Se / AFP via Getty Images
Joel Greiff, 57, was new to the Villa Vie Odyssey. He had boarded the residential cruise ship on October 1 and kept his belongings to a minimum.
Traveling light came in handy when all passengers were abruptly told to leave the ship on Tuesday in Sihanoukville, Cambodia, amid what management has described as an oil-price crisis.
"I unpacked in an hour and I packed back up in an hour," Greiff told Business Insider.
Villa Vie Residences, which operates the cruise, said it had to shut the ship down because of the spiking price of fuel amid the Iran War. On Wednesday, founder Mikael Petterson told Business Insider the prices were part of a "cascading effect" that brought the ship to a standstill.
"I'm the villain in the story, but I'm doing everything I can to support the residents on a solution," he said.
Greiff is among the many Odyssey passengers who have to figure out what to do next, now that their floating mobile home is suddenly no longer so mobile. In interviews with Business Insider in the days since residents were told to disembark, they shared reactions that range from heartbreak and despondence to gratitude for the good times on board — and a buoyant hopefulness that the ship will sail again.
Villa Vie Residences marketed the Odyssey as a "home at sea." It offered five-year residency packages starting at $59,999, permanent residency packages starting at $119,999, and a multi-cabin "Home Suite Home" option starting at $229,999.
Passengers were promised a lifestyle of continuous travel around the world, stopping at more than 400 ports in over 140 countries.
Jim and Chris Guld have no plans to head back to the US anytime soon.
Geeks on Tour
Jim and Chris Guldare no strangers to a life in motion. Theyspent 14 years living in an RV and traveling around the US before settling in Fort Lauderdale, Florida. They run Geeks on Tour, a small company that offers tech training for travelers.
When they sold their townhouse to move aboard theOdyssey in April 2025, they kept a small camper van with a friend near Gainesville.
"It was going to be our lifeboat in case, early on, the Odyssey didn't pan out," Jim Guld, 72, told Business Insider.
That "lifeboat" is still waiting in Florida. The couple is in Cambodia.
In a notice on its website, Villa Vie Residences said it was helping coordinate residents' disembarkation and temporary accommodation. But the Gulds said that was not how their departure unfolded.
"We found our own hotel," Guld said. The company provided a shuttle, but he said it dropped them at "a park in the middle of town."
At least the couple had a long-planned trip to Chiang Mai, Thailand, to look forward to. They expect to continue traveling afterward, visiting places that should have been next on the Odyssey's itinerary, such as South Asia and Africa.
"We don't plan on going back to the States anytime soon," he said.
One of the guestrooms in the Villa Vie Odyssey.
Villa Vie Residences
Claude Sadovsky paid about $100,000in December 2023for his cabin on the Odyssey. He told Business Insider he had left the ship about three weeks before the shutdown.
The retired doctor, 69, said he had started to feel the cruise was no longer delivering the round-the-world experience he had signed up for.
"It started out great," Sadovsky said. "Early on, I remember eating dinner with a group, and I looked at them and said, 'I really think this is worth twice what I'm paying.' As time went on, that feeling kind of dissipated," he said.
As more ports were dropped and the ship revisited places he had already seen, Sadovsky left in early October and returned to his apartment in Maui, Hawaii.
"I was amazed we made it as far as we did. And I was always prepared for it to end," he said. "I'm kind of surprised we made it two years, to be honest."
For now, he's happy to spend some time back home, though he said he'll consider returning if the cruise operators find a way forward, "especially if they could get it back anywhere close to when it first started."
"I really enjoyed that portion of it," he said.
Some residents told Business Insider they are looking into whether they can raise enough money to buy the ship.
Provided by Angela Nuran Gokturk
The news has left others trying to stitch their dream life back together.
That includes a group of residents trying to raise enough money to buy the ship, said a 68-year-old resident named Paul Montoya: "If there is any option for us to move ahead, we kind of think that would be the only way."
"It's a Hail Mary," he added. For now, he and his wife plan to head to Malaysia for some medical check-ups, and then to Singapore. After that, their plans are vague, but he said they'll stay in the region "with the hope that things could change with the ship."
Angela Nuran Gokturk said cruising on Villa Vie Odyssey felt like a dream come true.
Provided by Angela Nuran Gokturk.
"It breaks my heart to think that this may be over," said Angela Nuran Gokturk.
She said she, her husband, and other passengers "are willing to do whatever we can that makes financial sense, of course, because we want to make this continue."
"This was our retirement," she said. "This is what we wanted to do for the rest of our lives, and it really was a dream lifestyle."
'I would do it again'
Dwight and Sheila Greene of Fort Worth, Texas, weren't on the ship when it halted operations. They spent the past month traveling around Cambodia and Thailand on their own schedule.
Dwight and Sheila Greene say they enjoy hopping on and off the ship to travel in their own time.
All Over The World with Dwight and Sheila
The Greenes, who run a Facebook page called "All Over the World with Dwight and Sheila," said they hadmade a habit of hopping on and off the ship to spend more time in places they wanted to explore.
"We use it like an aircraft carrier," saidDwight, 64.
On Wednesday, the couple flew to Singapore, where they'll be boarding a different, preplanned, 11-day cruise on Friday.
Dwight said their Royal Princess cruise was due to end in Singapore on November 10, around the time when the Villa Vie Odyssey's original itinerary was expected to return to Singapore.
"I thought, 'Oh, this is perfect. They'll arrive, we'll arrive, and we'll just change ships,'" Greene said.
That still is the plan, he added. Most of their belongings are still in their cabin. The Odyssey's recent travails have left them undaunted.
Dwight and Sheila Greene say they are optimistic about the cruise ship's future.
All Over The World with Dwight and Sheila
"If you told me this was going to happen, I would do it again," Greene said. "I would spend the same money. I would do it again in a heartbeat, because that's how rewarding it has been for Sheila and myself."
As for Greiff, the Odyssey newcomer, he's staying in a hotel near the ship while helping other residents collect their belongings. His next step will be to take a train to Kampot, Cambodia. He's already found a place to rent there and expects to spend a few weeks settling in, checking on the status of his Cambodian visa and getting a local SIM card. Longer term, he's considering Chiang Mai, Thailand, as a potentialbase.
One thing is clear: He doesn't plan to return to Florida. He used to own a condo and a car there, but he's sold both.
"I can live in Asia for $2,000 a month and live very well," he said. "It would be very hard in the United States."
A economia portuguesa travou no terceiro trimestre para um crescimento de 2,4% em termos homólogos e 0,2% em cadeia, segundo dados do INE. Em cadeia Portugal evoluiu abaixo da zona euro.
A Binance foi alvo de um ciberataque de larga escala. Congelou as contas avaliadas em 2,7 mil milhões de euros. Mas garante que não há indícios de que contas individuais tenham sido desfalcadas.
A Binance foi alvo de um ciberataque de larga escala. Congelou as contas avaliadas em 2,7 mil milhões de euros. Mas garante que não há indícios de que contas individuais tenham sido desfalcadas.
A Binance foi alvo de um ciberataque de larga escala. Congelou as contas avaliadas em 2,7 mil milhões de euros. Mas garante que não há indícios de que contas individuais tenham sido desfalcadas.