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OpenAI limita informações sobre armas para adolescentes no ChatGPT
A OpenAI afirmou nesta sexta-feira (30) que vai limitar as informações relacionadas a armas que o ChatGPT pode fornecer a adolescentes, mesmo em perguntas que parecem inofensivas. As medidas visam prevenir a violência no mundo real.
A medida surge num momento em que as empresas de IA enfrentam escrutínio crescente em relação aos riscos que os chatbots representam para jovens, e ao papel destas empresas na deteção de ameaças.
As restrições se aplicam mesmo em conversas em que não houver indícios de violência. Na prática, o ChatGPT poderá encerrar conversas automaticamente, e a OpenAI poderá pausar temporariamente as contas após várias conversas deste tipo.
A desenvolvedora também afirmou ter reforçado seu sistema de previsão de idade para direcionar usuários que, segundo estimativas, têm menos de 18 anos para a experiência voltada para adolescentes. Além disso, planeja notificar os pais caso a conta de seus filhos adolescentes seja suspensa por discussões sobre violência.
A empresa também está limitando, para todos os usuários, conversas envolvendo ataques em massa, incluindo o fornecimento de informações sobre as armas utilizadas e como foram obtidas.
A OpenAI afirmou que os adolescentes passam, em média, menos de 15 minutos por dia no ChatGPT, em seu primeiro relatório sobre o uso da plataforma por adolescentes.
Um relatório divulgado no início deste mês pela organização sem fins lucrativos Common Sense Media constatou que a versão para adolescentes do ChatGPT frequentemente alertava os pais tardiamente ou não os alertava quando contas de adolescentes mantinham conversas sobre suicídio, automutilação ou transtornos alimentares.
Golden Globes: ‘Artificial’ Submitted As Comedy (Exclusive)
Como criar agentes de IA mesmo sem saber programar?
A inteligência artificial já responde a perguntas, produz textos e analisa documentos. Agora, uma nova geração de ferramentas também executa tarefas em sequência, consulta diferentes fontes de informação e organiza resultados. São os chamados agentes de IA, cuja criação começa a chegar a estudantes e profissionais sem experiência em programação.
Ensinar a desenvolver essas aplicações com o Gemini foi o objetivo do Capacita+: Construa com o Gemini, treinamento gratuito realizado em 25 de setembro, durante o Google Cloud Summit Brasil 2026. Promovida pelo Google Cloud, divisão do Google que oferece serviços de computação em nuvem e inteligência artificial para empresas e organizações, a iniciativa reuniu participantes de diferentes áreas e níveis de conhecimento técnico.
Ao todo, 1.700 estudantes participaram presencialmente. Outros 14 mil acompanharam a programação em encontros coletivos, conhecidos como watch parties, organizados por 154 universidades de 105 cidades brasileiras. A aula também foi transmitida pelo YouTube.
Segundo o balanço divulgado pelo Google Cloud, a transmissão no canal Google Cloud LATAM alcançou 317 mil espectadores únicos. Até a apuração dos resultados, haviam sido baixados 24 mil certificados de participação.
Como construir um agente com o Gemini
O treinamento apresentou conceitos e ferramentas para desenvolver agentes de inteligência artificial com o Gemini, tecnologia utilizada nas soluções do Google Cloud.
A criação começa pela definição de uma tarefa. Um agente destinado à consulta de documentos, por exemplo, precisa receber instruções sobre quais arquivos acessar, que informações procurar e como organizar as respostas. Também é necessário estabelecer os limites de sua atuação e verificar os resultados produzidos.
Durante a aula, os participantes conheceram os conceitos envolvidos nessa configuração e os recursos disponíveis para criar aplicações com o Gemini.
Capacita+ conquistou recorde mundial em 2025
O treinamento de setembro deu continuidade à iniciativa que entrou para o Guinness World Records em 2025, com a maior aula híbrida e simultânea de inteligência artificial realizada em um único dia. Na ocasião, o Capacita+ reuniu mais de 200 mil participantes.
A edição de 2026 foi dedicada à construção de agentes com o Gemini, com participação de instituições de ensino de diferentes regiões do país.
Comunidade reúne interessados em desenvolver soluções de IA.
Os participantes também foram convidados a ingressar no GEAR, espaço do Google Cloud que reúne recursos de aprendizagem e uma comunidade de profissionais interessados em desenvolver soluções de inteligência artificial. Durante a mobilização do Capacita+, foram registrados 3,2 mil novos cadastros em apenas um dia.
O ambiente oferece materiais para aprofundar os conhecimentos adquiridos no treinamento e manter contato com outros desenvolvedores.
Google Cloud amplia meta de capacitação no Brasil
O Capacita+ integra as iniciativas de formação profissional do Google Cloud no país. Em 2026, a companhia anunciou que triplicou sua meta de capacitação em inteligência artificial e computação em nuvem, de 1 milhão para 3 milhões de brasileiros nos próximos anos.
A programação educacional inclui treinamentos gratuitos em IA, serviços de nuvem e cibersegurança, destinados a estudantes, desenvolvedores e profissionais de diferentes setores. A participação de universidades estende essas oportunidades a cidades fora dos grandes centros e aproxima o conteúdo técnico de pessoas que buscam formação ou atualização profissional.
Confira a aula completa do Capacita+: Construa com o Gemini: assista ao treinamento gratuito.
OpenAI volta a alterar regras do ChatGPT

- El Independiente
- Cómo la inteligencia artificial está transformando el mercado laboral según el economista jefe de Google, y "más rápido de lo que creemos"
Cómo la inteligencia artificial está transformando el mercado laboral según el economista jefe de Google, y "más rápido de lo que creemos"
Frente a la narrativa catastrofista que anticipa una purga masiva de trabajadores a manos de los algoritmos, en las facultades punteras de Economía y Empresariales el debate real discurre por el cauce más constructivo de la transformación del trabajo existente. Así lo sostiene el economista jefe de Google. Para Fabien Curto Millet la pregunta clave no es cuántos puestos destruirá la inteligencia artificial, sino cómo remodelará los que ya existen.
Durante un encuentro organizado por el Stone Center on Inequality and Shaping the Future of Work –centro impulsado, entre otros, por los economistas del MIT David Autor y Simon Johnson, premio Nobel de Economía 2024–, Curto Millet sintetizó el panorama en tres frentes: "Habrá empleos destruidos, empleos creados y empleos transformados. La mayor parte de la acción se concentrará en esta tercera categoría: la mayoría de los trabajos de nuestra economía van a ser transformados por la IA, y probablemente más rápido de lo que creemos".
Para el directivo de Google, las compañías y los profesionales que logren replantear desde la raíz los procesos operativos serán los únicos capaces de extraer valor tangible en este nuevo paradigma.
La tecnología siempre crea empleo
La historia económica avala su perspectiva. Cada salto tecnológico de calado ha alterado la fisonomía del mercado laboral, pero sin vaciarlo. Apoyándose en estudios de David Autor, Curto Millet recordó que cerca del 60% de las ocupaciones actuales en Estados Unidos no existían hace 80 años.
"La tecnología es, de forma sistemática, una creadora neta de empleo", remarcó Millet. Como precedente ilustrativo, citó investigaciones de James Manyika, actual vicepresidente de Google-Alphabet, sobre la irrupción de la informática personal: la llegada del ordenador provocó la desaparición de 3,5 millones de puestos vinculados a la fabricación de máquinas de escribir o a tareas administrativas básicas, pero propició la creación de 19 millones de empleos en fabricación de hardware, desarrollo de software y analítica de datos.
Con la IA generativa y predictiva se espera una dinámica homóloga. Un indicador temprano es la emergencia acelerada de roles inéditos, como el de forward-deployed engineer (ingenieros de despliegue sobre el terreno encargados de acoplar modelos avanzados a necesidades operativas concretas de las empresas), que ya marca la pauta de las demandas corporativas venideras.
Reestructurar el flujo operativo
Uno de los principales errores en los que caen los comités de dirección al adoptar IA es limitarse a buscar victorias rápidas (quick wins): recortar costes de personal o arañar porcentajes mínimos de productividad mediante automatizaciones superficiales.
Las organizaciones que sigan intentando encajar modelos avanzados en metodologías de trabajo analógicas desaprovecharán la mayor parte de su potencial
Según el economista de Google, el verdadero impacto económico no llegará mediante parches, sino a través del rediseño integral de los flujos de trabajo. "Es necesario reestructurar por completo la forma en que se ejecuta el trabajo para exprimir todo el impacto productivo de la inteligencia artificial", advirtió. Aquellas organizaciones que sigan intentando encajar modelos avanzados en metodologías de trabajo analógicas o fragmentadas desaprovecharán la mayor parte de su potencial.
De gestionar personas a dirigir agentes de IA
Esta metamorfosis altera de manera directa el organigrama empresarial y la propia naturaleza del mando intermedio y directivo. Con el despliegue de la IA agéntica –aquella basada en sistemas capaces de tomar decisiones encadenadas y ejecutar tareas de forma autónoma–, el rol del mánager deja de definirse exclusivamente por la cantidad de personas a su cargo. "Ahora también es necesario gestionar todos estos agentes de IA, incluso cuando sobre el papel se es un contribuidor individual sin subordinados humanos directos", apuntó Millet.
Para aquellos mandos que sí lideran equipos de carne y hueso, el contexto exige una actitud de resistencia y guía: la era del "mánager héroe". Estos líderes deberán orquestar la integración directa y sin fricciones de las nuevas herramientas en sus departamentos, al tiempo que ejercen de escudo y soporte emocional para sus plantillas durante una transición laboral vertiginosa.
Riesgo de brecha para las pymes
La amortiguación del impacto a corto plazo pasa de forma ineludible por el factor humano. Para Millet, líderes empresariales y reguladores públicos deben volcarse de inmediato en programas ambiciosos de recualificación profesional (upskilling y reskilling) que permitan absorber los desplazamientos temporales de mano de obra.
"La recualificación representa un esfuerzo colosal. Tenemos que preparar a nuestros trabajadores para el éxito, de modo que puedan incorporarse a todas las nuevas oportunidades que generará la IA", defendió. Esta transición formativa podría permitir, además, reubicar talento hacia sectores crónicamente deficitarios de personal, como el sanitario.
Millet apeló a la colaboración público-privada como palanca indispensable para garantizar que el acceso a la tecnología no profundice las desigualdades por edad, género o geografía. Asimismo, lanzó una advertencia sobre la asimetría del tejido empresarial: la adopción entre las grandes corporaciones y las pequeñas y medianas empresas corre el riesgo de agrandar una brecha competitiva insalvable si las políticas públicas no intervienen con rapidez para allanar el terreno.
IA já é rotina no marketing, mas formação dos profissionais ficou para trás
A inteligência artificial entrou de vez no dia a dia do marketing brasileiro. Segundo o estudo Tendências de Marketing 2026, da Conversion, 82,4% dos profissionais da área usam ferramentas de IA diariamente. Em 2024, eram 43,7%. A preparação das equipes, porém, não acompanhou esse ritmo.
Para Paulo Ilha, cofundador e sócio da Galeria, a lacuna é de formação.
“É difícil hoje ter um time que está plenamente preparado. As pessoas chegam em uma organização, precisam ser treinadas, se desenvolver e ter espaço para novas ideias dentro das organizações”, disse ele ao programa Valor de Marca, da CNN Brasil.
Uso amplo, uso raso
Os números da Conversion de 2025 mostram que a adoção ainda é superficial. Do total, 88,2% usam a IA sobretudo para perguntas e respostas em tarefas do dia a dia. Só 6,1% automatizam fluxos de trabalho, e 2,7% operam agentes autônomos.
O apoio das empresas também é limitado. Segundo o levantamento, 28,7% delas não têm nenhuma iniciativa formal de capacitação em IA, e 41,1% oferecem apenas cursos gratuitos ou de baixo custo, como vídeos e webinários.
Entre os profissionais, 22,9% dizem receber pouco ou nenhum apoio para desenvolver essas habilidades. Quase metade das empresas (47,1%) não tem política nem processo formal para o uso da tecnologia.
Ilha vê a IA como uma ferramenta que amplia o trabalho humano. “O que a IA faz é potencializar o capital humano”, afirmou. Ele descreve o ganho em duas frentes.
“Na análise, a agência sempre observa o negócio do cliente e o comportamento das pessoas, e a IA faz com que isso seja muito mais ágil, muito mais rápido. Na produção, é mais eficiente, muitas vezes o custo é mais baixo”.
Cortes lá fora, contratações aqui
Nas grandes holdings globais de publicidade, a automação veio junto com cortes. Ao concluir a compra da Interpublic, em dezembro de 2025, a Omnicom anunciou mais de 4.000 demissões e a incorporação de marcas históricas, como DDB e FCB, a outras agências do grupo.
Em abril deste ano, o Financial Times informou que o WPP planeja cortar £ 500 milhões em custos anuais até 2028. Ilha reconhece o risco, mas aposta no sentido oposto.
“A tecnologia é uma facilitadora, mas não tira, em hipótese alguma, o valor do capital humano”, ressaltou.
Para ele, a própria complexidade do consumo atual protege a profissão. “Se fosse simples, você automatizava tudo”, afirmou. “Esse desafio é tão complexo que ele só aumenta o valor das agências e dos profissionais de hoje.”
A Galeria, ao menos, vem contratando. A agência fez cem contratações só no primeiro semestre de 2026, segundo a Propmark.
O que muda no perfil profissional
Na visão de Ilha, o profissional mais valioso será o que testa, mede e corrige o rumo. “É preciso o tempo todo testar soluções, conexão de um meio com as pessoas, medir o impacto disso e tomar decisões de ajuste”, observou. A ferramenta ajuda, mas é necessário algum especialista que para fazer aquilo funcionar do melhor jeito”.
Ele também defende equipes menos compartimentadas. “Passa por você cada vez mais ter organizações que não tenham silos. A tomada de decisão é multidisciplinar”, complementa.
O julgamento sobre o que vai ao ar continua humano, avaliou. “Entre aquilo que é produzido e aquilo que é criado, seja a estratégia, a criação, a estratégia de mídia de uma campanha, existe ali o fator de conhecimento humano. Essa tomada de decisão é extremamente diferenciadora”, orientou. Isso inclui a criatividade para criar uma abordagem única.
Valor de Marca
O “Valor de Marca” é um novo programa do CNN Money apresentado por Muriel Porfiro, que reúne líderes de marketing para discutir as estratégias por trás da construção de grandes marcas. O programa vai ao ar às segundas-feiras, às 19h, no CNN Money.
A atração também marca a estreia da editoria Valor de Marca no portal da CNN Brasil, com participação de Fernando Miranda, estrategista de marketing e negócios do CNN Money, e parceria com o Nosso Meio, portal especializado em marketing, comunicação e negócios.
José Antonio Marina, filósofo: “No todas las opiniones valen igual”

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- El País
- Intel sufre la mayor caída en Bolsa de su historia: se hunde un 30% quemando 130.000 millones de dólares de capitalización
Intel sufre la mayor caída en Bolsa de su historia: se hunde un 30% quemando 130.000 millones de dólares de capitalización
Desplome inédito de las acciones de Intel. Los títulos de la tecnológica estadounidense se están hundiendo este viernes un 30% al cierre de los mercados europeos, tras publicar unas previsiones para el cuarto trimestre por debajo de las estimaciones del mercado ante una caída de las ventas del mercado de ordenadores personales. El porcentaje significa que Intel va camino de cerrar la peor sesión en Bolsa de toda su historia. La mayor caída, hasta ahora, fue en mayo de 1973, cuando se dejó un 30%. El 2 de agosto de 2024, se dejó un 26%, tras presentar pérdidas por el deterioro de su división de fabricación y anunciar 15.000 despidos. Con la bajada, Intel ha quemado cerca de 130.000 millones de dólares en capitalización bursátil, y está arrastrando a otros grupos del sector de los semiconductores como Nvidia, Broadcom, Micron Technology y AMD, que también sufren fuertes castigos.

© JOHN G. MABANGLO (EFE)
- 20minutos
- ChatGPT prueba conversaciones en tiempo real a través de las apps de mensajes: lo nuevo de Dots
ChatGPT prueba conversaciones en tiempo real a través de las apps de mensajes: lo nuevo de Dots
OpenAI anunció sus nuevos agentes de inteligencia artificial en el evento anual DevDay 2026, celebrado a finales de septiembre. Esta innovación se llama dots, está diseñada para permanecer activa y encargarse de distintas tareas, plantea una nueva forma de trabajar con la IA, actúa en nombre del usuario, está impulsada por GPT-6 Astra, tiene su propio ordenador en la nube, aprende de comentarios con el paso del tiempo y, además, trabaja las 24 horas del día de forma autónoma para hacerse cargo de un proyecto de principio a fin.
Aparte de estas prestaciones, los dots también se pueden conectar fácilmente a más de 4.000 aplicaciones —ya sea a través de ChatGPT, mensajes de texto, Slack o Teams— para hacer preguntas, explorar ideas y orientar el trabajo. Ahora, para ampliar sus usos, OpenAI está integrando los dots en las aplicaciones de mensajería para que los usuarios puedan encargarle tareas sin necesidad de abrir ChatGPT.
Acorde a la información compartida por la compañía de Sam Altman, la función se está desplegando en fase beta para los suscriptores de ChatGPT Pro en Estados Unidos y es compatible con iMessage, el servicio de mensajería de Apple, y RCS, el estándar de comunicación utilizado en Android. Por lo tanto, a través de estos canales, los usuarios pueden interactuar con un dot mediante mensajes de texto, fotografías y notas de voz.
Cómo configurar un dot en una app de mensajería
Los interesados tienen que abrir el perfil de su dot en la aplicación móvil o de escritorio de ChatGPT, o en la versión web, y seleccionar 'Mensajes'. Después, tienen que verificar su número de teléfono, guardar el contacto que envíe el dot y mandarle un mensaje para iniciar una conversación. Para iMessage, es recomendable usar el número de teléfono verificado, mientras que los usuarios de Android tienen que habilitar RCS en su aplicación de mensajería.
Una vez hechos estos pasos, los personas pueden encargarle tareas al dot, pedirle que supervise determinados asuntos o enviarle fotografías y mensajes de voz. De esta manera, el agente responderá mediante mensajes de texto cuando detecte alguna novedad relevante, teniendo en cuenta que puede utilizar el contexto de las conversaciones mantenidas en ChatGPT y de los canales conectados para decidir dónde enviar cada actualización.
En este punto, cabe mencionar que la comunicación con un dot es privada y bidireccional únicamente entre el usuario y el agente. Además, activar esta función no permite que Dot ni OpenAI accedan al resto de las conversaciones de texto del usuario.
Disponibilidad
La mensajería está diseñada para mantener conversaciones individuales, por lo que no es compatible con los chats grupales, las llamadas telefónicas ni FaceTime. Aun así, los usuarios pueden llamar a dot directamente desde ChatGPT.
Por el momento, la versión beta está restringida a los suscriptores de ChatGPT Pro que se encuentren en Estados Unidos. Quienes tengan otro plan o residan en otros países tendrán que esperar a que OpenAI amplíe su disponibilidad.

- 20minutos
- Mistral, el competidor europeo de OpenAI y Anthropic, ya permite descargar su IA más potente en servidores propios
Mistral, el competidor europeo de OpenAI y Anthropic, ya permite descargar su IA más potente en servidores propios
A raíz de los temores ante el riesgo de modelos de IA que se descontrolan, lo que ha ocurrido en múltiples ocasiones en los últimos meses, ha comenzado un intenso debate sobre si se debería ‘desconectar la inteligencia artificial’. Esto es una manera muy sencilla de sugerir que las empresas de la industria deberían tener mecanismos que permitan, por un lado, que su tecnología de frontera (la más avanzada) trabaje dentro de un entorno ‘cercado’ y, por otro lado, aislarla rápidamente en caso de que se salte esos límites impuestos. No sería como apagar un botón, pero para entenderlo gráficamente esa metáfora, algo simplista y muy exagerada, podría valernos.
Sin embargo, esta idea para Europa tiene un matiz diferente: muestra una vez más la excesiva dependencia que el viejo continente tiene en materia tecnológica de otros países, especialmente de Estados Unidos –aunque también de China–. En el sector de la IA, las empresas que actualmente marcan el ritmo son OpenAI y Anthropic, ambas estadounidenses, de manera que si estas empresas ‘cortan el grifo’, los europeos nos quedamos congelados. Por eso cada vez más resuena un concepto que no debemos perder de vista: soberanía digital.
Es precisamente en ese discurso de ser independientes tecnológicamente hablando donde entra una de las noticias más importantes de hoy en el terreno de la IA: Mistral AI, una de las principales alternativas europeas a los gigantes norteamericanos de la industria, acaba de abrir su último large language model (LLM) publicado para que pueda descargarse, integrarse y utilizarse en infraestructura propia. Es decir: una empresa u organización puede desplegar en sus servidores el modelo de IA más potente de esta compañía francesa y usarlo de forma local, sin que las peticiones y las respuestas tengan que viajar a la nube.
Mistral Large 4 (Le Chonk), un modelo de un billón de parámetros y multimodal, no es completamente nuevo. Se lanzó al mercado en formato preliminar a principios de octubre y, entonces, la tecnológica de origen francés ya prometió que abriría una versión mejorada a final de mes, la cual, además, sería descargable. La novedad es que Mistral ha liberado los llamados pesos del modelo, es decir, los archivos que contienen los valores que la inteligencia artificial ha aprendido durante su entrenamiento. Estos pueden descargarse desde la plataforma Hugging Face y utilizarse para poner el sistema en funcionamiento fuera de la infraestructura de Mistral.
La relevancia de esto es doble: en primer lugar, esa ejecución en local permite un mayor control sobre la seguridad y la privacidad de los datos, pues los datos ya no salen de la empresa o de la organización, sino que permanecen en sus sistemas; y, en segundo lugar, ‘poseer’ el modelo permite que sea más personalizable, adaptar su funcionamiento a las necesidades reales de cada compañía o institución.
Sin embargo, que el modelo pueda descargarse no significa que cualquiera pueda ejecutarlo en su ordenador. Mistral Large 4 tiene aproximadamente 1,05 billones de parámetros, aunque su arquitectura permite activar solo una parte de ellos durante cada operación. Aun así, ponerlo en funcionamiento requiere una infraestructura informática considerable.
Una versión mejorada de Le Chonk
La compañía asegura que “la respuesta” a la primera versión preliminar pública “ha superado” sus expectativas y que han recibido apoyo y comentarios por parte de su comunidad de desarrolladores, clientes con acceso anticipado y socios.
“Hemos puesto en práctica esos comentarios mientras continuamos ampliando el aprendizaje por refuerzo, lo que ha impulsado mejoras sustanciales en la codificación y la ciberseguridad defensiva”, añaden, asegurando asimismo que el nuevo modelo que ahora publican “también presenta mejoras sustanciales en la eficiencia del razonamiento, lo que proporciona a los desarrolladores un mayor rendimiento a la vez que reduce los costes de inferencia”.
Concluyen con un mensaje rotundo: “Mistral Large 4 se posiciona como el mejor modelo de ponderación abierta para codificación y uno de los modelos abiertos más capaces del mundo en general. Entrenado desde cero en infraestructura europea con un linaje claro desde su concepción hasta su lanzamiento, proporciona a las organizaciones una base confiable para la IA soberana”.

- La Razón
- Sam Altman, CEO de OpenAI, asegura que «es bastante terrible que todo el mundo tenga DRAM en su propio ordenador y solo la use el 5 % del tiempo», y arden las redes
Sam Altman, CEO de OpenAI, asegura que «es bastante terrible que todo el mundo tenga DRAM en su propio ordenador y solo la use el 5 % del tiempo», y arden las redes
El mundo es cada vez más hostil. En lugar de vivir, millones de personas sobreviven, pasando día a día como bien pueden. Acceder a una vivienda es complicadísimo, por no decir imposible para mucha gente, y el coste de un alquiler se ha vuelto inasumible en varias ciudades españolas. El precio del combustible está por las nubes. El coste de la cesta de la compra no para de crecer, incluso en productos básicos y de primera necesidad. Y el SMI (Salario Mínimo Interprofesional) no es suficiente para llegar a final de mes.
Por si fuera poco, desde finales de 2022, con el lanzamiento de ChatGPT, la humanidad se enfrenta a otro problema: la inteligencia artificial. Ya no es que amenace con quitarnos el trabajo (es una realidad: Países Bajos planea reemplazar a miles de funcionarios por sistemas automatizados), sino que los centros de datos que la mantienen «viva» han acaparado componentes tan esenciales como la memoria RAM, los discos duros y las tarjetas gráficas, provocando un aumento de sus costes hasta volverlos prohibitivos.
Si estás interesado en comprar un ordenador, te encontrarás con que un modelo lanzado el año pasado ahora cuesta cientos de euros más. Lo mismo está pasando con otros productos electrónicos, véase los smartphones. Si bien Apple nunca se ha caracterizado por ofrecer artículos asequibles, su nuevo iPhone 18 Pro Max parte de los 1.619 euros, cuando su predecesor, el iPhone 18 Pro Max, partía de los 1.469 euros. Y la culpa de estos sobreprecios la tiene la IA. Por eso se dice que quien tiene memoria RAM en propiedad tiene un tesoro, aunque Sam Altman cree que es una pérdida de recursos porque la gente no la aprovecha.
Nadie pagaría por utilizar ChatGPT todos los meses si puede hacer lo mismo que el chatbot de OpenAI en su propio ordenador
Cuando Sam Altman habla, sube el pan. El CEO de OpenAI no es ajeno a la polémica, y sus declaraciones no suelen nunca dejar indiferente a nadie. Hace tan solo unas horas, concedió una entrevista a Cheeky Pint, un podcast presentado por John Collison (cofundador de Stripe) especializado en entrevistar a gente importante, como fundadores de compañías, para tratar temas complejos y delicados relacionados con los negocios, la ingeniería y la estrategia corporativa.
En el último episodio del podcast, titulado ‘Por qué Sam Altman está en contra de una única superinteligencia’, el «padre» de ChatGPT reflexiona sobre cómo los modelos de IA descubrieron las vulnerabilidades de PHP, por qué la capacidad de cómputo durante la fase de inferencia permite el despliegue de enjambres masivos de agentes y cómo los experimentos internos de OpenAI han logrado resolver problemas matemáticos complejos. Además, profundiza en por qué el aislamiento de modelos superinteligentes sigue siendo presentando un dilema de seguridad sin resolver, así como que las empresas deben adaptarse a medida que los agentes personales reemplazan los formularios web y aplicaciones móviles tradicionales.
Sam Altman joined John Collison for a pint to discuss the scaling laws of agent teams, proving Navier-Stokes, why hand-written software will soon look quaint, the optics of token pricing, and what computing looks like beyond the keyboard and screen.
— Cheeky Pint (@CheekyPint) October 29, 2026
00:00:00 Introduction… pic.twitter.com/q7jsLCszLW
De la entrevista, de poco más de 50 minutos de duración, se pueden sacar varias declaraciones y conclusiones interesantes, pero una que se ha viralizado en las redes sociales tiene que ver con la inferencia local y que las personas tengan DRAM en sus casas que no sepan aprovechar. Antes de presentar las palabras exactas de Altman, conviene explicar primero que es la inferencia local en el campo de la inteligencia artificial.
Es el proceso por el cual un modelo de IA ya entrenado ejecuta una petición directamente en el propio hardware, sin depender de servidores remotos controlados por una empresa externa. Para entenderlo mejor, te proponemos el siguiente ejemplo: tienes un teléfono móvil inteligente con capacidades de IA, y le pides que te genere una imagen de un oso montado en una bicicleta recorriendo la ruta 66 de Estados Unidos. En lugar de enviar la petición por Internet a un servidor de OpenAI u otra compañía, el dispositivo aprovecha su potencia interna (procesador, RAM, gráfica, etc.) para generar la imagen en cuestión. En otras palabras: todo el proceso se ejecuta localmente en el dispositivo.
sam: local inference is a terrible allocation of scarce resources
— morgan — (@morqon) October 29, 2026
“a lot of people want local inference, and somehow they assume that the problem is solved now because we have open-source models, we're going to be able to run them on our computers, and so we're not going to need… pic.twitter.com/1li36ZxUu6
Según Sam Altman: «mucha gente quiere inferencia local, y de algún modo asume que el problema está ahora resuelto porque tenemos modelos de código abierto que vamos a poder ejecutar en nuestros propios ordenadores, y no vamos a necesitar los centros de datos para nada». Pero el CEO de OpenAI continúa hablando:
Pero desde una perspectiva de asignación global, en realidad es bastante terrible que todo el mundo tenga un montón del suministro limitado mundial de DRAM en su ordenador y que solo se utilice el 5 % del tiempo.Sam Altman, CEO de OpenAI
Altman no quiere que la gente pueda ejecutar modelos de IA localmente por una simple razón: nadie pagaría por utilizar ChatGPT todos los meses si puede hacer lo mismo que el chatbot de OpenAI en su propio ordenador, sin requerir un servicio adicional. Y por otro lado, sabiendo que los datos personales de los usuarios son tan importantes para las empresas tecnológicas, OpenAI perdería información valiosísima sobre qué es lo que quieren exactamente los usuarios, cómo utilizan ChatGPT, cuáles son las preguntas más frecuentes, etc.
Como avanzábamos, las redes sociales se han llenado de comentarios criticando las declaraciones de Altman. Un usuario comentó al respecto que es como si «el CEO de Chipotle dice que es ineficiente y una pérdida de tiempo cocinar en casa». Otro argumentó que es una táctica típica de vendedores de producto: «aquí está por qué tener tu propio producto en lugar de alquilarlo de mí es una idea terrible».


© Cheeky Pint
- El País
- La amistad de Jensen Huang, jefe de Nvidia, con una presunta agente china dispara las alarmas sobre el espionaje en el mundo de la IA
La amistad de Jensen Huang, jefe de Nvidia, con una presunta agente china dispara las alarmas sobre el espionaje en el mundo de la IA
Una empresa de Singapur de centros de datos, Megaspeed, compra chips a Nvidia, la empresa más valiosa del mundo gracias a sus sofisticados dispositivos que impulsan el boom actual de IA. El Gobierno de EE UU sospechaba desde 2024 que Megaspeed revendía esos chips a Alibaba y otras empresas chinas de manera irregular. Porque desde 2022 Washington restringe la exportación de los modelos más potentes a China.

- El País
- Gordofobia, trans, ecoansiedad, ciberataque, brontosaurio o ramen: las nuevas palabras que entran en el Diccionario
Gordofobia, trans, ecoansiedad, ciberataque, brontosaurio o ramen: las nuevas palabras que entran en el Diccionario
La 24ª edición del Diccionario presentada hoy incluye más de 6.000 nuevas entradas. Esto incluye tanto nuevas palabras como nuevas acepciones, de todo tipo. El ámbito tecnológico, lógicamente, se lleva la palma. IA aparece como sinónimo y siglas de inteligencia artificial, pero también llegan ciberataque, ciberseguridad, desconfigurar, renderizar, resetear o QR. Aunque no teníamos muy claro qué es, también aparece cúbit. Por no salir del ámbito tecnológico, los nuevos actores de la comunicación digital también llegan al DRAE: influencer, pódcast, post. Una incorporación que seguro agradece la sección de este periódico que trabaja con cámaras es fotogalería.
O que explica o Google perder meio trilhão de dólares em um só dia?
As ações da Alphabet – empresa controladora do Google – despencaram mais de 12% na quinta-feira (29), o pior dia já registrado — uma queda histórica maior do que qualquer sessão durante a pandemia de Covid-19 ou a crise financeira de 2008.
A queda apagou aproximadamente meio trilhão de dólares do valor de mercado da Alphabet, a segunda maior destruição de valor em um único dia da história, atrás apenas da queda de quase US$ 600 bilhões da Nvidia no início de 2025.
O que está acontecendo?
Os investidores estão examinando cada vez mais a corrida de gastos com IA das grandes empresas de tecnologia e como a tecnologia está afetando seus próprios negócios — e a Alphabet é o alvo mais recente.
As ações da empresa caíram acentuadamente à medida que os investidores se preocuparam com a desaceleração do crescimento no negócio de publicidade em buscas do Google, ocorrendo simultaneamente a uma contínua aceleração dos gastos com IA.
As maiores empresas de tecnologia do mundo estão gastando centenas de bilhões de dólares para construir data centers, em uma corrida para tentar figurar entre os vencedores do boom da inteligência artificial.
Wall Street está ficando mais cautelosa, tentando identificar quais empresas estão gastando de forma racional, como esses desembolsos estão impactando outras partes de seus negócios e quem realmente se beneficiará do impacto transformador da IA na sociedade.
A Alphabet divulgou na quarta-feira os resultados de vendas trimestrais que ficaram abaixo das expectativas dos analistas.
Os investidores ficaram consternados com o resultado aquém do esperado nas vendas, o que reacendeu preocupações antigas sobre se a principal fonte de receita da empresa — o negócio de publicidade em buscas do Google — será capaz de resistir à pressão dos consumidores que utilizam cada vez mais os próprios chatbots de IA do Google (e dos concorrentes) em substituição à busca tradicional.
“O temor é que esse deslocamento possa acontecer mais rápido do que o Google consegue reagir e redirecionar seus negócios”, disse Jed Ellerbroek, gestor de portfólio da Argent Capital Management.
A empresa também divulgou um segundo trimestre consecutivo de fluxo de caixa livre negativo, outro indicador que está gerando preocupação entre os investidores.
Desde sua abertura de capital em 2004, o Google — que se tornou Alphabet em 2015 — não havia registrado um único trimestre de fluxo de caixa livre negativo até este ano.
Um fluxo de caixa livre robusto é um sinal de uma empresa saudável, capaz de pagar dividendos, realizar recompras de ações e reinvestir em seus negócios.
A Alphabet registrou US$ 51,4 bilhões em despesas de capital apenas no terceiro trimestre, em comparação com US$ 91,4 bilhões em todo o ano de 2025.
À medida que a empresa intensifica seus gastos com IA, incluindo a construção de data centers, sobra menos caixa para o tipo de gratificação imediata que os investidores apreciam, como recompras de ações e dividendos.
Em nítido contraste com o fluxo de caixa livre negativo da Alphabet, a Microsoft divulgou esta semana que registrou US$ 18,6 bilhões em fluxo de caixa livre no terceiro trimestre, mesmo continuando a gastar bilhões em sua expansão de IA.
As ações da Microsoft encerraram o dia estáveis na quinta-feira, enquanto as ações da Alphabet caíram mais de 12%.
“Agora estamos começando a ver quem está gastando de forma racional em IA e quem não está”, disse Richard Reyle, diretor de investimentos da Questar Capital Partners.
Pode parecer estranho que as ações de uma das maiores big techs não estejam em alta depois que a Anthropic protocolou seu tão aguardado prospecto de oferta pública inicial apenas alguns dias antes.
A Anthropic está se comprometendo a gastar muito dinheiro para alugar capacidade computacional de empresas de tecnologia como a Alphabet.
Mas essa promessa futura não é garantida, especialmente se a expansão dos data centers não ocorrer conforme o planejado ou se a IA não for tão lucrativa quanto o esperado.
A Alphabet está pedindo aos investidores que acreditem em sua visão para a IA e para a construção de data centers, ao mesmo tempo em que tenta monetizar a IA e demonstrar que é capaz de gerar retornos sólidos com a tecnologia.
O crescimento nas divisões de computação em nuvem das big techs é um sinal de que a demanda por IA continua robusta. Mas o mercado está tenso diante de qualquer coisa que possa dar errado para o boom da IA.
Big techs como a Alphabet estão recorrendo a dívidas e aos mercados financeiros para captar mais capital e impulsionar suas ambições. Embora as empresas afirmem estar tentando acompanhar a demanda, a concorrência por recursos dos investidores está aumentando.
“Todo mundo está tentando passar pela porta ao mesmo tempo, e isso faz as pessoas hesitarem”, disse Ted Mortonson, estrategista de investimentos da Baird especializado no setor de tecnologia.
Wall Street está ficando cada vez mais preocupada com a expansão dos data centers, e as empresas que estão consumindo o fluxo de caixa livre estão sendo penalizadas.
Critical Software de Coimbra corta cerca de 200 empregos por causa da inteligência artificial

A empresa portuguesa Critical Software vai cortar cerca de 200 empregos até ao final deste ano devido aos avanços da inteligência artificial (IA). A tecnológica deverá terminar 2026 com aproximadamente 1.300 colaboradores, menos do que os cerca de 1.500 que tinha no início do ano, noticia esta sexta-feira o jornal Expresso (acesso pago).
A redução de 13% no quadro de pessoal acontece porque, perante o desenvolvimento da IA, “há funções que deixam de fazer sentido”. “Há umas que desaparecem, outras que são transformadas e outras que são criadas”, afirmou João Carreira, presidente executivo da Critical Software, ao semanário do grupo Impresa.
A Critical Software, fundada em Coimbra em 1998, está a fazer um investimento de cerca de oito milhões de euros em IA. “Temos de tirar o máximo partido do que a IA nos pode dar em termos de amplificar as capacidades dos nossos engenheiros e pôr-nos numa posição de liderança”, diz o gestor da empresa que desenvolve software para aviões, comboios, missões espaciais e outros sistemas críticos.
A Critical Software torna-se assim o mais recente exemplo em Portugal a seguir este movimento, depois da Bhout, da Defined.ai ou da norte-americana Bitsight. “As funções mais repetitivas, de programação, de teste, essas são muito facilmente substituídas pela máquina”, admitiu João Carreira.
- ECO
- Mais queixas, textos longos e leis inventadas. A marca da inteligência artificial chega à Justiça
Mais queixas, textos longos e leis inventadas. A marca da inteligência artificial chega à Justiça
As queixas não param de aumentar, os textos são mais longos e bem estruturados e há ainda registos de citações de leis que não se aplicam ou que nem sequer existem. A inteligência artificial (IA) está a mudar a forma como os cidadãos expõem os seus problemas às entidades públicas, facilitando a elaboração de queixas com uma aparência de maior rigor jurídico, mas nem sempre mais claras ou úteis para quem as tem de analisar.
Imaginemos que recebe uma multa com a qual não concorda. Em vez de perder tempo a tentar perceber como contestá-la, abre uma plataforma de inteligência artificial, explica o que aconteceu e pede-lhe…
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Ver todos os planosEl mundo editorial busca cómo marcar las líneas rojas en el uso de la IA
La discusión en torno al uso de la inteligencia artificial en la producción editorial se centraba hasta hace unos meses en el ámbito de habla hispana en la regulación de su uso para la confección de portadas, de textos de contraportada, o en su empleo en traducciones y en audiolibros. Los contratos entre editoriales y autores, a menudo supervisados por agentes literarios, han tratado de asegurar que, tras la automatización, implícita en el uso de la nueva y cambiante herramienta, siempre había un humano que revisaba y firmaba el trabajo, que asumía la autoría en los aspectos formales de ese artefacto llamado libro. “Nuestra postura ha sido contraria al uso de IA en portadas o contraportadas o audiolibros y hemos incluido cláusulas en este sentido en los contratos”, explica Mónica Martín de la agencia MB. “Con nuestros autores tenemos una relación de confianza, con frecuencia revisamos varios borradores de una misma obra. No tenemos nada estipulado contractualmente con ellos sobre la IA”.
Amazon reduce su beneficio un 2,4% en el tercer trimestre, hasta los 20.685 millones
El gigante del comercio electrónico Amazon sigue la estela de Alphabet y reduce beneficios en el tercer trimestre del año. Las ganancias de la tecnológica cayeron un 2,4% entre julio y septiembre con respecto al mismo periodo del año anterior, hasta los 20.685 millones de dólares (18.577 millones de euros), según ha comunicado este jueves la compañía. El resultado ya ha provocado la reacción del mercado: las acciones de la firma fundada por Jeff Bezos cayeron un 7% en la negociación fuera del horario bursátil tras conocerse las cifras.

© Chona Kasinger (Bloomberg)
Wall Street cai após receita da Alphabet reacender temores com IA
As ações nos EUA caíram nesta quinta-feira (29) com os investidores reavaliando os gastos maciços das grandes empresas de tecnologia em inteligência artificial, enquanto assimilavam resultados financeiros de grande repercussão e dados cruciais sobre a inflação, um dia após o Fed (Federal Reserve) manter as taxas de juros dos EUA inalteradas.
Todos os três principais índices acionários dos EUA perderam terreno, com o Nasdaq, de forte presença tecnológica, registrando a maior queda após a divulgação, na noite de quarta-feira, dos resultados trimestrais decepcionantes da Alphabet .
Em contrapartida, o Russell 2000, de pequenas capitalizações, registrou um sólido avanço.
As ações do setor de chips interromperam sua sequência de quatro dias de ganhos, à medida que os investidores procuravam distinguir entre empresas capazes de financiar suas altas ambições em IA e aquelas que queimam caixa e recorrem a empréstimos para alcançar seus objetivos.
De acordo com dados preliminares, o S&P 500 perdeu 0,31%, fechando em 7.721,02 pontos, enquanto o Nasdaq Composite recuou 1,36%, para 26.188,08 pontos. O Dow Jones Industrial Average caiu 0,25%, para 52.345,80 pontos.