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CEO da Ageas diz que crise da habitação ultrapassa a capacidade de intervenção do setor segurador

29 October 2026 at 18:09

O setor segurador pode contribuir para responder à crise da habitação, mas não terá capacidade para dar todas as respostas às necessidades existentes, mesmo que todas as seguradoras se mobilizem em conjunto. O alerta foi deixado por Luís Menezes, CEO da Ageas Portugal, que defende um maior envolvimento do Estado e dos municípios na procura de soluções para o problema da habitação.

Luis Menezes, CEO do Grupo Ageas Portugal, falou sobre o papel do setor segurador na crise da habitação durante a 7ª edição da Conferência Anual ECOseguros.Hugo Amaral/ECO

“Vamos fazer parte da solução, mas nem todo o setor segurador junto conseguiria” responder às necessidades que se avizinham, afirmou o responsável, durante a 7.ª Conferência Anual do ECOseguros. O CEO destacou que a resposta à crise exige a participação de diferentes intervenientes e que o Estado deverá assumir um papel de coordenação.

Explica que, entre as iniciativas em curso, a Ageas está a financiar um projeto habitacional no Porto, cuja gestão ficará a cargo da Câmara Municipal. Ainda assim, Luís Menezes sublinha que a dimensão do problema ultrapassa a capacidade de intervenção do setor.

A inteligência artificial foi outro dos temas abordados pelo responsável, que considera que a regulação europeia está a dificultar a inovação. “A regulação na Europa é uma barreira à inovação”, defendeu, criticando o que descreveu como um excesso de burocracia com consequências para o desenvolvimento de ferramentas de inteligência artificial.

Perante a rapidez da evolução tecnológica, o CEO da Ageas considera que as empresas não podem adiar a adaptação. “Não há tempo a perder, quem não apanhar este comboio vai ficar para trás”, alertou.

APROSE alerta para riscos de compradores de seguros autónomos com IA

29 October 2026 at 18:09

A inteligência artificial não deve substituir o aconselhamento personalizado, uma vez que a escolha de uma apólice não se resume apenas ao preço, defende Nuno Martins, presidente da Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE). O responsável alerta também para a necessidade de simplificar a comunicação entre as seguradoras e os sistemas digitais dos mediadores.

Nuno Martins, Presidente da Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE), esteve presente em mais uma edição da Conferência Anual ECOseguros.Hugo Amaral/ECO

“É perigoso irmos pelo caminho de compradores autónomos e digitais”, afirmou Nuno Martins, questionado sobre o risco de os consumidores recorrerem à inteligência artificial para encontrar seguros mais baratos, durante a 7.ª Conferência Anual do ECOseguros. Embora reconheça a importância do preço na decisão de compra, o responsável considera que a escolha deve ter em conta as necessidades específicas de cada cliente e a proteção que pretende garantir.

“Ninguém procura vender pelo preço, mas temos consciência de que é um fator importante”, explicou.

Nuno Martins considera ainda prioritário melhorar a comunicação entre as seguradoras e os sistemas informáticos dos mediadores. Explica que a APROSE tem como objetivo promover essa integração, de forma a reduzir tarefas administrativas e libertar tempo para a atividade comercial.

“Se queremos vender mais, não podemos entupir a mediação com chamadas telefónicas” ou trabalho burocrático, salientou o responsável, defendendo que as empresas devem trabalhar em conjunto para criar processos mais simples. “Isto não é uma coisa impossível de fazer, mas é muito mais caro se estivermos cada um a fazer o seu”, acrescentou, considerando que uma melhor comunicação entre sistemas informáticos pode contribuir para aumentar o negócio.

O presidente da APROSE alertou ainda para os efeitos da concentração no setor segurador, que considera desfavorável à mediação. A redução do número de operadores pode limitar as opções disponíveis e criar dificuldades para os clientes, embora possa ser mais conveniente para algumas seguradoras.

“O setor está bastante forte e vivo”, afirmou, destacando a evolução da profissionalização da mediação. Ainda assim, considera que a concentração não beneficia necessariamente os consumidores e defende que a diversidade de operadores é importante para assegurar uma oferta ajustada a diferentes necessidades.

Governo desafia seguradoras a aderirem a protocolo para seguros de exportação

29 October 2026 at 16:09

O secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, João Silva Lopes, esteve esta quinta-feira presente na 7ª edição da Conferência Anual do ECOseguros 2027, e desafiou as seguradoras a aderirem ao protocolo com o Banco de Fomento para os seguros de exportação, defendendo um maior contributo do mercado na proteção das famílias e das empresas. O governante falou ainda da criação do Fundo de Catástrofes Naturais e Sísmicas, que deverá ser discutida nos próximos meses.

Destacou ainda o papel do setor segurador numa economia em que, defendeu, o Estado não deve assumir todas as responsabilidades de proteção. “O Estado não deve substituir o mercado nem deve ser o garante de tudo e de todos”, afirmou, salientando a importância das seguradoras na proteção das famílias.

A intervenção ficou também marcada pela defesa da evolução das finanças públicas e da recuperação da confiança na economia portuguesa. João Silva Lopes afirmou que o Governo tem procurado reduzir a dívida pública, melhorar os serviços públicos, simplificar a Administração Pública e aumentar o rendimento das famílias.

“O país está neste momento com níveis de confiança e numa situação incomparavelmente superior ao que estava quando este governo entrou em funções”, afirmou, apontando a dívida pública, a desburocratização, as infraestruturas e as carreiras da Administração Pública como áreas em que foram alcançados progressos.

Elevador da Glória. “Claro que a Fidelidade vai honrar os seus compromissos”, garante CEO

29 October 2026 at 12:30

"É claro que a Fidelidade vai honrar os seus compromissos". É desta forma que Rogério Campos Henriques, CEO da Fidelidade, responde à polémica à volta das indemnizações às vítimas do Elevador da Glória, nomeadamente em casos em que há contestação dos beneficiários.

Falando na 7ª Conferência Anual do ECOseguros, que decorre esta quinta-feira em Lisboa, o responsável acrescentou que não só a seguradora - que cobria os riscos do equipamento da Carris - continua…

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ASF apresenta proposta para poupança complementar para reforma já em 2027

29 October 2026 at 10:44

A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) quer apresentar ao Governo, no primeiro trimestre de 2027, uma proposta para reforçar os sistemas complementares de poupança para a reforma, com o objetivo de aumentar a adesão dos portugueses. O anúncio foi feito por Gabriel Bernardino, presidente do regulador, na 7.ª edição da Conferência Anual de ECOseguros, que decorre esta quinta-feira, em Lisboa.

“O Estado não pode fazer tudo na proteção contra catástrofes e também nas pensões. Temos de olhar mais para a poupança complementar”, afirmou o responsável, defendendo a necessidade de reforçar o papel destes sistemas na proteção financeira dos cidadãos durante a reforma.

Bernardino lembrou que a União Europeia considera o reforço dos sistemas complementares de poupança “absolutamente essencial” e que as recomendações dirigidas a Portugal, no âmbito do Semestre Europeu de 2026, apontam igualmente nesse sentido. “Independentemente da discussão do que deva ser a repartição da Segurança Social, o pilar da previdência social é fundamental”, acrescentou.

Para o presidente da ASF, um dos obstáculos à adesão é a falta de informação sobre as vantagens destes mecanismos. “Temos olhado para os sistemas de pensões da Dinamarca e da Bélgica. Apenas uma pequena parte [da população portuguesa] poupa efetivamente para a reforma“, afirmou, considerando que existe em Portugal “uma inércia” que pode ser combatida com informação. O regulador pretende, por isso, estudar soluções que tornem os regimes de poupança para a reforma mais transparentes e competitivos.

Outro dos temas abordados foi a criação de um Fundo de Catástrofes, um tema discutido há décadas no nosso país. Bernardino considera que a falta de uma cultura de seguro em Portugal constitui um desafio à proteção contra estes riscos. A ASF está a estudar diferentes modelos para o fundo, que está integrado no Plano de Transformação e Resiliência de Riscos (PTRR) do Governo, defendendo que este deverá incluir “um elemento de obrigatoriedade, mas não maximalista”.

O regulador pretende também avançar com a simplificação de requisitos de reporte no âmbito do regime europeu de Solvência II. Segundo Bernardino, a ASF está a trabalhar com o setor segurador para identificar obrigações que possam ser eliminadas a partir de 2027. “Um dos elementos do nosso plano estratégico foi a simplificação de outros elementos [que assentam em cima do regime de Solvência]. Temos estado em contacto com o setor para chegarmos a um conjunto bastante vasto de elementos de reporte para ser extinto”, explicou.

Gabriel Bernardino: “Não me lembro de tantos fatores de risco a confluir ao mesmo tempo”

By: ECO
29 October 2026 at 09:11

Mais de 20 oradores vão esta quinta-feira subir ao palco do Centro Cultural de Belém, na 7.ª Conferência Anual ECOseguros 2027. Reguladores, seguradores, mediadores e prestadores de serviços debatem os principais desafios da atividade seguradora, da distribuição e da gestão da poupança à cibersegurança, aos grandes riscos e à sinistralidade na saúde.

Consulte aqui o programa completo do evento, que pode acompanhar aqui durante todo o dia, com cobertura em direto.

7ª Conferência ECOseguros: A maior participação de sempre

29 October 2026 at 06:45

É hoje, quinta-feira, dia 29 de outubro, que se realiza a 7.ª Conferência Anual ECOseguros 2027. Vai juntar, no Centro Cultural de Belém a partir das 08h30, reguladores, seguradores, mediadores e prestadores de serviços para debater os principais desafios da atividade seguradora, da distribuição e da gestão da poupança à cibersegurança, aos grandes riscos e à sinistralidade na saúde.

A mudança tecnológica, o aparecimento de novos riscos e a transformação das necessidades dos clientes são os eixos centrais do encontro, que pretende analisar as tendências com impacto no setor segurador e as suas implicações para os negócios nos próximos anos. A supervisão, a inovação, os modelos de distribuição e a capacidade de resposta das seguradoras estarão entre os temas em discussão. Inscreva-se gratuitamente na conferência.

A sessão de abertura começa às 09h00, com António Costa, diretor do ECO.

Dez minutos depois, às 09h10, João Silva Lopes, secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, fará a abertura oficial dos trabalhos.

O programa prossegue às 09h40 com Gabriel Bernardino, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), numa conversa dedicada à supervisão.

Às 10h10, Nuno Esteves, partner da EY Portugal para os serviços financeiros e responsável pela área de seguros, apresenta “Perspetivas para a Indústria Seguradora: Entre a Disrupção e a Criação de Valor”, numa análise às mudanças que estão a moldar o setor e às oportunidades de criação de valor.

Longevidade, poupança e novos canais de distribuição

A evolução demográfica, a proteção financeira a longo prazo e os desafios da subscrição no ramo Vida estarão em debate às 10h50. Na mesa-redonda dedicada à longevidade e à gestão da poupança participam Gonçalo Castro Pereira, vice-presidente da Gama Life, Isabel Castelo Branco, CEO do BPI Vida e Pensões, Luiz Ferraz, CEO da Prévoir, e Marta Graça Ferreira, presidente do conselho de administração da Real Vida Seguros. O painel abordará as respostas do setor às novas necessidades de proteção e poupança de longo prazo.

A distribuição de seguros será o tema seguinte, às 11h40, com o painel “Quem Vai Vender Seguros? O Ecossistema da Distribuição”. Ana Teixeira, CEO da Mudey, e Ricardo Neves, responsável pelas parcerias e canais alternativos da Zurich, vão discutir a evolução dos canais comerciais e a forma como os diferentes intervenientes se posicionam na relação com os clientes.

Os grandes riscos, o resseguro e as alterações climáticas estarão no centro de um dos principais painéis da conferência, marcado para as 12h00. Rogério Campos Henriques, CEO da Fidelidade, Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade e José Galamba de Oliveira, presidente da APS, vão debater os desafios colocados pela evolução dos riscos e pelas alterações climáticas. A discussão incidirá também sobre a gestão e a transferência de riscos e sobre a importância do resseguro para a capacidade de resposta da indústria seguradora.

A inteligência artificial estará em destaque às 12h50, no painel “IA: Leap Jump na Melhoria da Jornada do Segurado?”. Gonçalo Marques dos Santos, responsável pela experiência do cliente do Grupo GBI, Henrique Guerreiro, engagement lead da Frank, Luís Vieira, diretor de Processos e Análise de Negócio da Glassdrive Portugal, e Nuno Sousa, senior director de serviços financeiros da Claranet Portugal, vão – com moderação de João Veiga, CEO da Elysian Consulting – debater a utilização desta tecnologia na melhoria da experiência dos segurados e na transformação dos processos de negócio.

Ameaças digitais, alterações climáticas e custos na saúde

A agenda da tarde arranca às 14h30 com uma conversa com Luís Menezes, CEO do Grupo Ageas Portugal, realizada por António Costa, diretor do ECO, com o tema “O impacto da IA numa seguradora tradicional, e os futuros possíveis”.

Segue-se, às 15h00, o debate “Cibersegurança Avançada, Guerra Digital e Lacunas de Proteção”. Jorge Libório, partner da EY e responsável pela área de cibersegurança, e Ricardo Azevedo, diretor técnico da Innovarisk, vão analisar a evolução das ameaças digitais e as necessidades de proteção das organizações perante uma exposição crescente aos riscos cibernéticos.

Às 15h40, Nuno Martins, presidente da Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE), participa numa conversa dedicada ao setor da mediação.

O último painel de debate começa às 16h30 e será dedicado à “Sinistralidade na Saúde e Ecossistemas de Bem-Estar”. José Pedro Inácio, CEO da Advancecare, Rui Dinis, CEO da Planicare, e Rui Meireles, diretor de Seguros de Pessoas da MDS Portugal, vão analisar a evolução da sinistralidade na saúde e os modelos de articulação entre seguros, prestação de cuidados e soluções de bem-estar.

Vinte e um parceiros tornam possível a 7ª Conferência Anual ECOseguros

A 7.ª Conferência Anual ECOseguros 2027 conta com o apoio de 21 empresas ligadas à atividade seguradora: AdvanceCare, BPI Vida e Pensões, Caravela Seguros, Claranet Portugal, Cleva, EY, Fidelidade, Frank, GamaLife, GAPSA, Generali Tranquilidade, Glassdrive, Grupo Ageas Portugal, Grupo GBI, Innovarisk, MDS, Mudey, Planicare, Prévoir, Real Vida Seguros e Zurich.

7ª Conferência ECOseguros vai ser já amanhã

28 October 2026 at 06:45

É já amanhã, quinta-feira, dia 29 de outubro, que vai ter lugar a 7.ª Conferência Anual ECOseguros 2027. Vai juntar, no Centro Cultural de Belém a partir das 08h30, reguladores, seguradores, mediadores e prestadores de serviços para debater os principais desafios da atividade seguradora, da distribuição e da gestão da poupança à cibersegurança, aos grandes riscos e à sinistralidade na saúde.

Ainda se pode inscrever aqui.

A mudança tecnológica, o aparecimento de novos riscos e a transformação das necessidades dos clientes são os eixos centrais do encontro, que pretende analisar as tendências com impacto no setor segurador e as suas implicações para os negócios nos próximos anos. A supervisão, a inovação, os modelos de distribuição e a capacidade de resposta das seguradoras estarão entre os temas em discussão. Inscreva-se gratuitamente na conferência.

A sessão de abertura começa às 09h00, com António Costa, diretor do ECO.

Dez minutos depois, às 09h10, João Silva Lopes, secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, fará a abertura oficial dos trabalhos.

O programa prossegue às 09h40 com Gabriel Bernardino, presidente da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), numa conversa dedicada à supervisão.

Às 10h10, Nuno Esteves, partner da EY Portugal para os serviços financeiros e responsável pela área de seguros, apresenta “Perspetivas para a Indústria Seguradora: Entre a Disrupção e a Criação de Valor”, numa análise às mudanças que estão a moldar o setor e às oportunidades de criação de valor.

Longevidade, poupança e novos canais de distribuição

A evolução demográfica, a proteção financeira a longo prazo e os desafios da subscrição no ramo Vida estarão em debate às 11h00. Na mesa-redonda dedicada à longevidade e à gestão da poupança participam Gonçalo Castro Pereira, vice-presidente da Gama Life, Isabel Castelo Branco, CEO do BPI Vida e Pensões, Luiz Ferraz, CEO da Prévoir, e Marta Graça Ferreira, presidente do conselho de administração da Real Vida Seguros. O painel abordará as respostas do setor às novas necessidades de proteção e poupança de longo prazo.

A distribuição de seguros será o tema seguinte, às 11h40, com o painel “Quem Vai Vender Seguros? O Ecossistema da Distribuição”. Ana Teixeira, CEO da Mudey, e Ricardo Neves, responsável pelas parcerias e canais alternativos da Zurich, vão discutir a evolução dos canais comerciais e a forma como os diferentes intervenientes se posicionam na relação com os clientes.

Os grandes riscos, o resseguro e as alterações climáticas estarão no centro de um dos principais painéis da conferência, marcado para as 12h00. Rogério Campos Henriques, CEO da Fidelidade, Pedro Carvalho, CEO da Generali Tranquilidade e José Galamba de Oliveira, presidente da APS, vão debater os desafios colocados pela evolução dos riscos e pelas alterações climáticas. A discussão incidirá também sobre a gestão e a transferência de riscos e sobre a importância do resseguro para a capacidade de resposta da indústria seguradora.

A inteligência artificial estará em destaque às 12h50, no painel “IA: Leap Jump na Melhoria da Jornada do Segurado?”. Gonçalo Marques dos Santos, responsável pela experiência do cliente do Grupo GBI, Henrique Guerreiro, engagement lead da Frank, Luís Vieira, diretor de Processos e Análise de Negócio da Glassdrive Portugal, e Nuno Sousa, senior director de serviços financeiros da Claranet Portugal, vão – com moderação de João Veiga – CEO da Elysian Consulting – debater a utilização desta tecnologia na melhoria da experiência dos segurados e na transformação dos processos de negócio.

Ameaças digitais, alterações climáticas e custos na saúde

A agenda da tarde arranca às 14h30 com uma entrevista a Luís Menezes, CEO do Grupo Ageas Portugal, realizada por António Costa, diretor do ECO.

Segue-se, às 15h00, o debate “Cibersegurança Avançada, Guerra Digital e Lacunas de Proteção”. Jorge Libório, partner da EY e responsável pela área de cibersegurança, e Ricardo Azevedo, diretor técnico da Innovarisk, vão analisar a evolução das ameaças digitais e as necessidades de proteção das organizações perante uma exposição crescente aos riscos cibernéticos.

Às 15h40, Nuno Martins, presidente da Associação Nacional de Agentes e Corretores de Seguros (APROSE), participa numa conversa dedicada ao setor da mediação.

O último painel de debate começa às 16h30 e será dedicado à “Sinistralidade na Saúde e Ecossistemas de Bem-Estar”. José Pedro Inácio, CEO da Advancecare, Rui Dinis, CEO da Planicare, e Rui Meireles, diretor de Seguros de Pessoas da MDS Portugal, vão analisar a evolução da sinistralidade na saúde e os modelos de articulação entre seguros, prestação de cuidados e soluções de bem-estar.

Vinte e um parceiros a apoiar a 7ª Conferência

A 7.ª Conferência Anual ECOseguros 2027 conta com o apoio de 21 empresas ligadas à atividade seguradora: AdvanceCare, BPI Vida e Pensões, Caravela Seguros, Claranet Portugal, Cleva, EY, Fidelidade, Frank, GamaLife, GAPSA, Generali Tranquilidade, Glassdrive, Grupo Ageas Portugal, Grupo GBI, Innovarisk, MDS, Mudey, Planicare, Prévoir, Real Vida Seguros e Zurich.

Inscreva-se aqui ainda hoje .

 

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