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Todo sobre la psoriasis, la enfermedad que no se queda en la piel

28 October 2026 at 16:47
El paciente de enfermedad psoriásica Antonio Manfredi, la pasada semana en su casa de Sanlúcar la Mayor (Sevilla).

En el autobús: alguien pulsa el botón de la parada y deja ver unos hoyuelos en las uñas. En el trabajo: las descamaciones del cuero cabelludo se vierten sobre el teclado. En el gimnasio: el pantalón corto muestra unas placas rojas en las rodillas. Es psoriasis, es la psoriasis que se ve, “esa persona tiene psoriasis”, se dirá. Sí. Pero es solo la manifestación visible de esta enfermedad inflamatoria inmunomediada (IMID). La psoriasis se mete en la cabeza, puede afectar psicológicamente a quien la padece, y llega la falta de autoestima, aparece la ansiedad, incluso la depresión. O se desencadena la artritis psoriásica, una dolencia que ataca las articulaciones, los tendones y la columna, y que sufren entre el 20% y el 30% de los pacientes. Sobrepeso, también, un 30% lo tienen. Y diabetes. Hipertensión. Enfermedades intestinales, oculares.

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“Psoríase não é contagiosa”: médica alerta para impactos do preconceito

27 October 2026 at 14:00

Cerca de 5 milhões de brasileiros convivem com a psoríase, segundo estimativas da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) e, apesar de não ser contagiosa, a desinformação sobre a doença é um fator que pode alimentar o preconceito e afetar a autoestima dos pacientes.

A dermatologista Natasha Crepaldi explica que a falta de conhecimento pode alimentar atitudes discriminatórias e fazer com que pacientes se sintam constrangidos em situações cotidianas.

A doença não é contagiosa, mas a aparência das lesões ainda pode gerar preconceito e afastamento social. Esse impacto emocional não deve ser minimizado, porque pode afetar a autoestima e a qualidade de vida de quem convive com a doença.

afirma a especialista

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No mês de outubro é realizada a campanha nacional da psoríase, que busca alertar a população sobre a importância do diagnóstico, do acesso ao tratamento e do combate à desinformação.

Entender melhor a doença e quais são as opções de tratamento pode evitar os estigmas, contribuindo para que os pacientes enfrentem menos barreiras no convívio social e no cuidado com a própria saúde.

Como surge e quais são os sinais da psoríase?

A psoríase é uma comorbidade inflamatória crônica de pele não contagiosa e pode se manifestar de diferentes formas.

“Reconhecer os sinais e buscar avaliação médica é importante para estabelecer o diagnóstico correto e indicar o tratamento mais adequado a cada paciente”, afirma a especilista.

Entre os sinais mais comuns estão:

  • Manchas ou placas vermelhas com escamas secas esbranquiçadas ou prateadas;
  • Pequenas manchas brancas ou escuras residuais após melhora das lesões avermelhadas;
  • Pele ressecada e rachada; às vezes, com sangramento;
  • Coceira, queimação e dor;
  • Unhas grossas, descoladas, amareladas e com alterações da sua forma (sulcos e depressões);
  • Inchaço e rigidez nas articulações; em casos mais graves, destruição das articulações e deformidades.

As lesões podem surgir em diferentes regiões do corpo, como cotovelos, joelhos e couro cabeludo, com intensidades variadas.

Todos esses sinais podem ser confundidos com os de outras doenças dermatológicas, por isso a avaliação médica é fundamental para confirmar o diagnóstico.

Ela explica que a psoríase também pode estar associada à artrite psoriásica, condição inflamatória que compromete as articulações. Nesses casos, dores, inchaços e rigidez articular devem ser alertas para buscar diagnóstico e tratamento.

“O acompanhamento permite avaliar a evolução da doença e ajustar o tratamento conforme as necessidades de cada paciente”, afirma Crepaldi.

As opções de tratamento variam conforme a gravidade do quadro, as áreas afetadas e as características de cada paciente. Entre as possibilidades estão:

  • Medicamentos de uso tópico;
  • Fototerapia;
  • Tratamentos sistêmicos.

O objetivo desses tratamentos é controlar a inflamação, aliviar os sintomas e reduzir os efeitos da doença para o cotidiano dos pacientes.

Descalabros em Old Trafford e Alvalade. Secas, o cabelo por cortar e o café congelado

26 October 2026 at 17:10
Oito jogos sem vencer no Manchester United, nove pontos de atraso no Sporting, fim de semana de descalabro na casa de dois grandes. Há um adepto que não corta o cabelo há 751 dias. Mas ainda ninguém pensa em congelar o preço do café. O Sporting e o Manchester United perderam em casa no mesmo fim de semana, e ouviram das boas. Lenços brancos em Alvalade, assobios em Old Trafford. São dois clubes feitos para ganhar a viver um mau momento — um pequeno, outro já fundo. O do United é o fundo. No domingo, perdeu por 0-3 com o

“As preocupações devem estar centradas na população com mais de 80 anos”

22 October 2026 at 18:01

VTM

António Fonseca, professor da Universidade Católica Portuguesa, foi um dos oradores convidados e em declarações à VTM afirmou que as preocupações das entidades públicas devem estar centradas na população “muito idosa, acima dos 80 anos, que sofre de doenças crónicas e de demência, que tem dificuldades de mobilidade, e vivem em isolamento social, um fenómeno mais urbano, mas que também acontece nas aldeias”.

“Hoje, uma política pública de envelhecimento tem de ser feita a pensar nas pessoas concretas e não na idade que têm”, sublinhou, acrescentando que há pessoas que “têm a sua vida completamente normal, sem precisar de apoio e depois há outras que precisam de apoio. É para essas que as entidades públicas devem dirigir as suas preocupações”.

O professor lembrou que há um grupo da população, com mais de 65 anos, que se gozar de boa saúde e viver bem integrado “não deve ser necessariamente o alvo prioritário da nossa preocupação”, sublinhando que quando se fala do grupo dos 65+, “estamos, muitas vezes, a misturar realidades que são muito distintas”. Aliás, a idade da “reforma oficial é aos 67 anos, pelo que falar em idade ativa dos 15 aos 64 anos é, neste momento, um erro”.

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