O orçamento, como se esperava, foi aprovado na generalidade. Agora passa para a especialidade. PS já prometeu alterações. A semana foi marcada pelo fim do negócio da Galp com a Moeve.
Protestos violentos em várias cidades francesas agravaram a desconfiança dos investidores em relação às contas públicas. Possível corte de "rating" pela Moody's pode atirar mais achas para a fogueira.
Medina avisa que dimensão e rigidez da despesa podem limitar apoios às famílias e às empresas. Ainda, Netanyahu realizou esta noite uma ação de campanha.
O Governo escolheu a Lufthansa para ser o parceiro da TAP. Por 1.201 milhões de euros, os alemães podem ficar com 49,9% da companhia. E abrem a porta à entrada do Estado no capital da Lufthansa.
Analistas do FMI indicaram que a dívida pública global atingiu 94% do PIB em 2025 e deverá alcançar 100% até 2029, impulsionada sobretudo pelas maiores economias do mundo.
Rodrigo Valdés, diretor do Departamento de Assuntos Orçamentais do FMI, defendeu que os países com elevados níveis de endividamento devem iniciar os ajustamentos antes que os investidores percam confiança