Europa teme que vitória democrata não trave Trump nem resolva crise transatlântica
Diante de "uma Rússia muito mais agressiva, uma China muito mais assertiva e os Estados Unidos, pelo menos, muito mais imprevisíveis -- para alguns, aliás, inconfiáveis --", a Europa "tem de deixar de ser um adolescente geopolítico e assumir a responsabilidade pela sua própria segurança". O alerta de Durão Barroso, antigo presidente da Comissão Europeia, na passada segunda-feira, sintetiza um dos principais dilemas que as eleições intercalares norte-americanas de 3 de novembro colocam aos europeus: até que ponto podem continuar a depender de um aliado cuja política externa se tornou mais imprevisível?
O resultado das eleições intercalares norte-americanas na próxima semana poderá alterar o controlo do Congresso e aumentar o escrutínio à Administração de Donald Trump. Mas, mesmo que os democratas conquistem as duas…
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