A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta quarta-feira (28) a venda da linguiça de carne suína defumada da marca KF Embutidos. Um laudo de análise microbiológica detectou a presença da bactéria Listeria monocytogenes no Lote 21/08/2026 do produto.
Segundo a Anvisa, a Fábrica de Embutidos Zanetti informou que já iniciou o recolhimento voluntário do produto. A agência também suspendeu a fabricação, a distribuição, a propaganda e o consumo da linguiça.
Em nota, a agência detalhou que o recolhimento voluntário é uma medida preventiva, adotada pela empresa interessada e demais empresas da cadeia produtiva de alimentos, que visa à imediata retirada de lotes de produtos do mercado de consumo.
“Quando o alimento representa risco ou agravo à saúde do consumidor, o recolhimento é obrigatório”, reforçou a Anvisa.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a propaganda dos suplementos alimentares em gotas Glifit e Glicofit, fabricados pela empresa Vita Nutriom Saúde & Bem Estar Ltda. A decisão foi publicada na Resolução-RE nº4224, de 26 de outubro de 2026.
Em nota, a agência reguladora informou que as propagandas dos produtos veiculadas na internet apresentam indicações terapêuticas, alegações funcionais e de saúde “não aprovadas e enganosas”.
Entre as alegações citadas pela agência estão “O autêntico regulador de glicose”; “Controle rápido dos níveis de açúcar no sangue”; “Melhora a sensibilidade à insulina”; “Mantém o pâncreas limpo e funcional” e “Eliminando os picos de glicose”.
“Quem faz publicidade enganosa comete infração sanitária e pratica crime previsto no Código de Defesa do Consumidor”, alertou a Anvisa.
O comunicado destaca ainda que a legislação sanitária brasileira proíbe que suplementos alimentares façam alegações como:
perda de peso (emagrecimento);
aumento do foco e da concentração;
aumento da imunidade
melhora no desempenho sexual;
melhora de sintomas relacionados à tensão pré-menstrual ou à menopausa;
tratamento para doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson; para transtorno do espectro autista; para câncer; e para fibromialgia, entre outros.
A Visa encerrou o ano fiscal de 2026 com uma subida no lucro líquido de 17% para os 23,5 mil milhões de dólares (21,1 mil milhões de euros), face ao ano anterior. O lucro por ação aumentou 21% para os 12,32 dólares (11,08 euros).
As receitas da processadora de pagamentos aumentaram 15% para os 45,9 mil milhões de dólares (41,2 mil milhões de euros).
O volume de pagamentos cresceu 9%, face ao período homólogo. No encerramento do ano fiscal o volume de transações transfronteiriças, excluindo transações intraeuropeias, cresceram 12%, o volume total de transações transfronteiriças aumentaram 13%, e as transações processadas subiram 9%.
Lucro aumenta 18% no trimestre
No quatro trimestre do ano fiscal a empresa subiu a sua receita em 13% para os 12,1 mil milhões de dólares (10,8 mil milhões de euros). O lucro líquido aumentou 18% para os seis mil milhões de dólares (5,3 mil milhões de euros). E o lucro por ação cresceu 22% para os 3,19 dólares (2,87 euros).
No quatro trimestre o volume de pagamentos aumentou 9%, o volume de transações transfronteiriças, excluindo transações intraeuropeias, cresceram 14%, o volume total de transações transfronteiriças aumentaram 14%, e as transações processadas subiram 10%.
“A Visa teve um ano marcante. Alcançámos uma receita líquida recorde de 46 mil milhões de dólares (41,3 mil milhões de euros), um aumento de 15%, o maior crescimento em mais de 15 anos, excluindo a recuperação pós-pandemia e as aquisições. Em 2026, também demonstrámos que, sempre que a tecnologia transforma o comércio, adaptámo-nos, antecipamos as tendências e impulsionámos o seu crescimento como o principal fornecedor de pagamentos de hiperescala a nível global. A base de tudo isto é a confiança, que a Visa proporciona com a sua escala, a sua rede e os seus produtos”, disse o CEO da Visa, Ryan McInerney.
A Visa registrou um lucro líquido de US$ 6 bilhões em seu quarto trimestre fiscal de 2026, informou a empresa nesta terça-feira (27). O valor foi 18% maior do que no mesmo período do ano anterior, e o lucro ajustado por ação foi de US$ 3,48, acima dos US$ 3,44 esperados pelos analistas da FactSet.
A receita da gigante de serviços de cartões de pagamento foi de US$ 12,1 bilhões, uma alta de 13% ante o mesmo período de 2025 e levemente acima das expectativas dos analistas, de US$ 12,09 bilhões.
“A Visa teve um ano marcante. Alcançamos uma receita líquida recorde de US$ 46 bilhões, um aumento de 15%, o crescimento mais forte em mais de 15 anos, excluindo a recuperação pós-pandemia e aquisições”, disse o CEO Ryan McInerney.
“Em 2026, também demonstramos que sempre que a tecnologia muda o comércio, nós acompanhamos, antecipamos o que vem a seguir e possibilitamos o crescimento de pagamentos globalmente”.
Segundo a companhia, o total de transações processadas foi de 74,2 bilhões nos três meses encerrados em 30 de setembro. Esse aumento impulsionou o crescimento da receita da Visa durante o trimestre, disse a empresa.
Às 17h31 (de Brasília), as ações da Visa caíam 2,19% no after hours de Nova York.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu, nesta segunda (26), recolher e proibir a comercialização de dois produtos alimentícios, um picolé e um suplemento, por conterem ingredientes que não passaram por avaliação de segurança.
O Picolé Bentô Gelatos Magnésio + Inositol Relief 3.0., fabricado pela empresa ABB Gelateria Ltda, está proibido porque ingredientes do produto, a melatonina e o inositol, foram autorizados apenas para uso em suplementos alimentares e em composto líquido pronto para consumo (inositol).
A Anvisa determinou ainda o recolhimento do produto Body Strong Proetein, sabor cacau, da marca Equaliv. fabricado pela Althaia S.A Indústria Farmacêutica.
O suplemento alimentar contém peptistrong, que é uma proteína de fava hidrolisada, ingrediente que não passou, segundo a Anvisa, por avaliação de segurança para uso em alimentos.
Na decisão, a Anvisa explica que houve publicidade irregular com a veiculação de alegações terapêuticas de "prevenção de sarcopenia" e "suporte nutricional para preservação da massa magra em pessoas que usam canetas emagrecedora (GLP-1)".
Como não houve ausência de regularização sanitária, a Anvisa suspendeu também a fabricação, a venda, a distribuição, a propaganda e o uso do produto.
United States has denied former Barcelona Mayor Ada Colau permission to travel to Puerto Rico, where she was due to take part in a municipalist forum next month, a decision that sources close to her link to her pro-Palestinian activism.
Ada Colau, a candidate for the Frente Amplio, had planned to attend the Ciudades Valientes meeting on November 3 and 4 in the municipality of Caguas in central Puerto Rico. When she applied for the digital travel authorization known as ESTA (Electronic System for Travel Authorization), U.S. authorities approved the members of her delegation but denied her request. She was then advised to attend an in-person interview at the U.S. embassy in Madrid.
According to people close to Colau, the interview held two weeks ago focused on her position on the conflict in Gaza. “The entire interview was about the Flotilla and her pro-Palestinian activism, with a lot of insistence on the three days she was held in Israel,” they said.
After the interview, U.S. authorities issued a final denial, citing “suspicion that she wants to migrate illegally to the country.”
“This is a clear case of political censorship. And it is a disgrace, because while we see that Javier Milei can travel freely to our country to insult the press and citizens in general, his friend Donald Trump bans me from entering a country like Puerto Rico, which is a colony occupied by the United States,” Colau said.
The US has refused to grant a visa to former Barcelona mayor Ada Colau over her participation in the Global Sumud Flotilla and her support for Palestine.
Colau had been invited to attend a meeting convened by New York City Mayor Zohran Mamdani. pic.twitter.com/TuEEQasz9x
Ada Colau governed Barcelona between 2015 and 2023. She had traveled to the Caribbean archipelago in April 2024 to discuss urban planning, access to housing, human rights and the role of women in politics. During that visit, at a conference on government and citizen participation, she advocated for truth, justice and reparation in the face of European colonization in Latin America.
The prohibition echoes other restrictions imposed by Washington on figures critical of its foreign policy. The same administration has repeatedly denied a visa to Palestinian leader Mahmoud Abbas to attend the United Nations General Assembly. In Colau’s case, the stated rationale of immigration risk collides with a documented history of official visits and public conferences.
Event Agenda Unchanged
The decision keeps the event in Caguas and preserves the original schedule rather than postponing or relocating it.
The Puerto Rican collective confirmed that its upcoming event will keep its original agenda, and that the political leader will participate remotely. “Ada will be present, one way or another, because ideas and courage do not require visas to cross the borders imposed on us to divide us,” they affirmed.
“Colau is one of the founding voices of the international municipalist movement that inspires this meeting and her physical absence will be felt, but we maintain our commitment to the exchange of experiences,” the organizers said, rejecting the ban.
“Her physical absence will be felt, but we maintain our commitment to the exchange of experiences. Our collaboration with Ada and with the Sentit Comú Foundation remains just as strong and Brave Cities will take place as planned,” the League stated in a public communiqué.
For her supporters, the case exposes the double standard at the heart of the colonial relationship. The denial of entry, they insist, is not a security measure but a political sentence delivered through administrative channels.
Organizers say the work continues, and that Colau’s ideas will still shape the conversations in Caguas even in her in-person absence. The entry ban, however, ensures that a voice critical of U.S. policy will not speak from the island that Washington governs as a colony.
🚨🇪🇸 BREAKING — Ada Colau:
“If we trivialize and allow the genocide in Gaza, and apartheid and the colonial persecution of Palestine, humanity is lost.
Therefore, all humanity must not give up, resign itself, normalize or trivialize the genocide in Gaza and the persecution of… pic.twitter.com/cLg7UIx5Ss
Puerto Rico has been under U.S. control since 1898, after the Treaty of Paris, and since 1952 has held the status of a commonwealth with its own constitution, although the United States retains exclusive control over immigration, customs, defense and currency. ESTA was required because of the island’s colonial status. Puerto Rico is a U.S. territory, and ESTA applies to travelers from visa-waiver countries such as Spain who enter U.S. territory.
Rights groups have often criticized U.S. visa denials based on political views, while U.S. officials typically say such decisions follow immigration law and are not open to public discussion.