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BP profits jump as Middle East conflict drives up oil refining margins

Third-quarter underlying ​replacement ⁠cost profit rises to $8.46bn, up from $2.2bn ​a year ​ago

BP has posted a jump in its quarterly profits as the war in the Middle East drove up oil and gas prices and led to “significantly higher” trading.

The energy company said on ⁠Friday ⁠that third-quarter underlying ​replacement ⁠cost profit – a key measure of its income – rose to $8.46bn, up from $2.2bn ​a year ​ago. Analysts had expected profits of $7.33bn.

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© Photograph: Luke MacGregor/Reuters

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Sinkholes, scarred land and scapegoats: the scourge of illegal gold mining in Johannesburg

There is no end in sight for the drivers of illegal mining, while police action appears ineffective

Cora Bailey has been encountering illegal miners ever since she first started treating injured animals in the townships around Roodepoort, west of Johannesburg, in 1991. But as the price of gold has soared, so too has activity in the abandoned mine shafts that mark the area.

In late September, dozens of zama zamas – the name given to illegal miners in South Africa, meaning roughly “to take a chance” in Zulu – arrived to dig for gold across the dirt road from her charity, Claw (Community Led Animal Welfare).

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© Photograph: James Oatway/The Guardian

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Seven oil tankers carrying 288,000 tonnes of Russian diesel sail towards US

Tankers, tracked by Greenpeace, are first phase of Trump-Putin deal – but there is uncertainty over whether they will unload

Seven oil tankers carrying an estimated 288,000 tonnes of Russian diesel are now sailing towards the US, though it is uncertain if the vessels will be able to unload amid a political row about the legality of the shipments.

The transport, tracked by the pressure group Greenpeace, is the first phase of a contentious supply deal negotiated between presidents Donald Trump and Vladimir Putin earlier this month, reversing years of sanctions on Russia oil.

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© Photograph: Martin Witte/Alamy

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Seven oil tankers carrying 288,000 tonnes of Russian diesel sail towards US

Tankers, tracked by Greenpeace, are first phase of Trump-Putin deal – but there is uncertainty over whether they will unload

Seven oil tankers carrying an estimated 288,000 tonnes of Russian diesel are now sailing towards the US, though it is uncertain if the vessels will be able to unload amid a political row about the legality of the shipments.

The transport, tracked by the pressure group Greenpeace, is the first phase of a contentious supply deal negotiated between presidents Donald Trump and Vladimir Putin earlier this month, reversing years of sanctions on Russia oil.

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© Photograph: Martin Witte/Alamy

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Shell profits double to $10.8bn as Iran war pushes up margin on oil

Energy firm to return $5bn to shareholders as climate campaigners criticise high profits

Shell has doubled its profits in the last quarter after the Middle East conflict drove up the price of oil and gas and created shortages in the global market.

Shell reported on Thursday morning that it made an adjusted profit of $10.8bn (£8.1bn) in the July-September quarter, up from $5.432bn in the third quarter of 2025. The results beat analyst expectations for a rise to $10.33bn.

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© Photograph: Piroschka Van De Wouw/Reuters

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Shell profits double to $10.8bn as Iran war pushes up margin on oil

Energy firm to return $5bn to shareholders as climate campaigners criticise high profits

Shell has doubled its profits in the last quarter after the Middle East conflict drove up the price of oil and gas and created shortages in the global market.

Shell reported on Thursday morning that it made an adjusted profit of $10.8bn (£8.1bn) in the July-September quarter, up from $5.432bn in the third quarter of 2025. The results beat analyst expectations for a rise to $10.33bn.

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© Photograph: Piroschka Van De Wouw/Reuters

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Metais preciosos: “Perspetiva de longo prazo continua a ser atrativa”, realça Julius Baer

27 October 2026 at 10:57

O Julius Baer, um dos principais grupos bancários privados da Suíça, especializado em gestão de património, referiu esta terça-feira 27 de outubro que os riscos de curto prazo nos metais preciosos “parecem inclinados” para o lado negativo, mas a perspetiva de longo prazo “continua a ser atrativa”. Pelo que mantém a sua visão “construtiva” para o ouro e “neutra” para a prata. No mercado cambial o cenário base é de fraqueza do dólar a longo prazo.

“A pressão sobre os metais preciosos persiste, mas não é claro o que está a levar à queda dos preços. Uma possível causa das vendas pode ser a necessidade de os investidores chineses angariarem dinheiro em resposta à repressão do capital offshore”, referiu o Head Next Generation Research do Julius Baer, Carsten Menke.

“Os preços do ouro caíram para perto dos 4.000 dólares/onça, e a prata rompeu a barreira dos 55 dólares/onça. Embora a trajetória da tendência não tenha mudado significativamente desde o pico dos preços no início do ano, não é claro para nós o que está por detrás da recente queda. Normalmente, existe uma forte correlação entre os preços e os stocks de produtos fisicamente lastreados. A compra destes produtos eleva os preços, e a venda reduz-nos. Dito isto, tem havido uma notável desconexão recentemente, particularmente para o ouro”, referiu.

“As reservas de produtos de ouro lastreados fisicamente aumentaram cerca de 70 toneladas desde o verão, enquanto os preços caíram mais de 13%. Também não observámos vendas significativas por parte de investidores especulativos no mercado de futuros. Além disso, os factores habituais, como um dólar norte-americano mais forte ou rendimentos mais elevados dos títulos do Tesouro dos EUA, têm estado ausentes nos últimos dias”, continua.

Carsten Menke salienta que uma “possível fonte de vendas” poderá ser a dos investidores chineses, que são forçados a angariar capital devido à “repressão” do país ao capital offshore. “O pagamento de impostos pode levar à liquidação de parte das suas posições em metais preciosos, criando uma fonte de pressão vendedora que não é imediatamente visível. Esta é uma tese baseada nas últimas notícias disponíveis, no momento da onda de vendas e na pressão mais ampla sobre os ativos chineses. Teriam estas vendas o potencial de levar os metais preciosos a uma queda duradoura? Provavelmente não”, acrescenta. “No entanto, poderiam alastrar para o mundo ocidental, levando os investidores a desfazerem-se também das suas posições”, reforça.

O Head Next Generation Research do Julius Baer, relativamente ao ouro, defende que uma queda abaixo dos 4.000 dólares/onça “provavelmente desencadearia” algumas vendas. “Os riscos de preço no curto prazo parecem estar inclinados para a baixa, mas ainda vemos um cenário de longo prazo bastante promissor. Tanto o ouro como a prata devem ser sustentados pelas preocupações com o endividamento e o peso das taxas de juro nos Estados Unidos. Embora o ouro também beneficie das compras dos bancos centrais, uma forte fonte estrutural de procura, o mesmo não se aplica à prata. Mantemos a nossa visão construtiva para o ouro e neutra para a prata”, diz.

Cenário base do Julius Baer é de um dólar fraco a longo prazo

Já o economista do Julius Baer, David A. Meier, refere que a política francesa “desencadeou uma forte reprecificação” do euro, que “parece estar interrompida” por agora. “A fraqueza do dólar a longo prazo continua a ser o nosso cenário base, mas o caminho para a recuperação do euro pode ser árduo. O franco suíço continua sustentado pelos riscos da zona euro, no meio de possíveis obstáculos decorrentes de uma reprecificação da taxa de juro suíça”, assinala.

“Na segunda quinzena de setembro, o euro sofreu uma pressão significativa devido às preocupações políticas em França. Um alargamento expressivo dos spreads das obrigações do governo francês em relação às obrigações alemãs refletiu a crescente inquietação com os futuros desenvolvimentos políticos e fiscais”, descreve. “Contudo, apesar da contínua ampliação dos spreads em Outubro, o euro tem-se mantido em grande parte lateralizado, sugerindo que os investidores reagiram decisivamente quando os riscos políticos começaram a ganhar destaque”, refere.

“Os mercados de opções fornecem provas deste ajustamento: as reversões de risco do euro moveram-se acentuadamente a favor da protecção contra quedas, atingindo níveis verificados antes da mudança radical na política orçamental da União Europeia (UE)”, salienta o economista. “Desde então, a procura por hedge adicional diminuiu. Um padrão semelhante é visível nos dados de posicionamento especulativo, sugerindo que os investidores adotaram agora uma postura de cautela”, explica.

Face a este contexto o Julius Baer refere que a sua meta de  1,15 para o par euro/dólar norte-americano a três meses “parece ambiciosa”. A instituição salienta que “continua a esperar uma fraqueza do dólar norte-americano a longo prazo”, mas alerta que uma recuperação do euro “pode agora revelar-se mais difícil”.

As dificuldades do euro foram acompanhadas por uma “força renovada” do franco suíço, sublinha. “No início do ano, o franco passou por um período de menor valorização devido à sua crescente desvantagem em relação às taxas de juro, enquanto a sensibilidade aos preços da energia limitou o seu apelo como porto seguro durante o conflito de Hormuz”, diz.

“No entanto, o franco continua a servir como uma proteção fiável contra riscos específicos da zona euro, como ilustrado pela sua dissociação dos diferenciais de taxas durante os acontecimentos recentes. Olhando para o futuro, o franco poderá desvalorizar modestamente se as expectativas em relação às taxas suíças forem reavaliadas. Esperamos ainda que o Banco Nacional Suíço (SNB) mantenha as taxas até meados do próximo ano, enquanto os mercados ainda antecipam uma normalização mais rápida. Qualquer fraqueza resultante do franco deverá ser menos pronunciada do que a implícita na nossa previsão atual de 0,95 para o par euro/franco suíço a três meses”, conclui.

Uganda food crisis leaves 3.6 million facing acute hunger

27 October 2026 at 09:27
About 3.6 million people in Uganda are facing acute food insecurity, according to the 2026 Integrated Food Security Phase Classification report. The report projects the number could rise to 4.4 million between February and June 2027 as the crisis threatens to worsen.

Illegal gold mining threatens Ghana's energy security

27 October 2026 at 01:31
Illegal small-scale gold mining, known as galamsey, is increasingly threatening Ghana's hydroelectric power supply after years of damaging the country's forests and rivers. Authorities say protecting energy infrastructure could add new urgency to crackdowns on the trade.

European gas prices soar to four-year high over winter supply fears

26 October 2026 at 10:35

Jump fuelled by fears of further Middle East supply disruptions amid reports of US-Israeli plans to strike Iran

European gas prices have jumped to levels not seen since 2022 as fears continue to grow around the continent’s supply this winter and the conflict in the Middle East.

Wholesale gas prices hit €97 (£81) a megawatt-hour on Monday, as temperatures across Europe fell and traders priced in stronger demand for heating.

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© Photograph: Neil Hall/EPA

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Oil prices drop 2% as traders weigh Saudi attack risk, demand fears

26 October 2026 at 09:39
Crude oil fell more than 2% as traders balanced the threat of further strikes on Saudi Arabian energy infrastructure against worries that high prices are starting to erode fuel demand. Both Brent and WTI benchmarks slipped in early trading.

Argentina's Vaca Muerta shale boom leaves a trail of pollution

26 October 2026 at 01:31
Shale drilling at Argentina's Vaca Muerta field has turned the country into a major energy exporter, but communities near the wells say the boom has come at an environmental cost. Residents and local officials describe pollution near drilling sites in Patagonia, even as output keeps climbing.

Qatar's deal to buy US natural gas shows how the Iran war is reshaping energy markets

24 October 2026 at 02:26
Qatar has struck a deal to purchase liquefied natural gas from US exporters, the latest sign of how the Iran war is reshaping global energy markets. Security concerns around the Strait of Hormuz are pushing buyers toward alternative supply routes, benefiting American LNG producers.

First Quantum seeks Argentina tax breaks for $5.3bn copper project

23 October 2026 at 18:27
Canadian miner First Quantum Minerals is preparing incentive proposals to advance its $5.3 billion Taca Taca copper project in northern Argentina. The plans would seek tax breaks under the country's framework for large-scale investment projects. Taca Taca is one of several major copper deposits international miners are racing to develop as global demand grows.

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