Pentágono avisa Europa para moderar retórica contra a Rússia

© MAXIM SHIPENKOV/EPA

© MAXIM SHIPENKOV/EPA
Hugo Calderano garantiu vaga na semifinal do WTT Champions de Montpellier, na França. O mesatenista brasileiro superou o russo Vladimir Sidorenko por 4 sets a 2 na manhã deste sábado (31) pelas quartas de final do torneio.
As parciais do confronto foram de 5/11, 11/4, 11/4, 8/11 e 11/9. Calderano demonstrou resiliência ao se recuperar após perder o primeiro set por uma margem significativa. Para selar a vitória, o brasileiro precisou superar cinco match points perdidos antes de finalizar a partida.
A semifinal de Hugo Calderano está marcada para este domingo (1º), às 8h30 (horário de Brasília). O adversário do brasileiro será definido no confronto entre o chinês Jingkun Liang e o sul-coreano Woojin Jang, que se enfrentam ainda neste sábado.
No outro lado da chave, quatro mesatenistas ainda disputam as vagas para a final: Shidong Lin (China), Trulos Moregard (Suécia), Patrick Fanziska (Alemanha) e Qihao Zhou (China). Hugo tenta manter o bom momento da temporada, que inclui a recente conquista do heptacampeonato do torneio Pan-Americano.
A trajetória de Calderano em Montpellier começou com uma vitória sobre o japonês Hiroto Shinozuka. Nas oitavas de final, o brasileiro enfrentou e superou o alemão Dimitrij Ovtcharov, avançando para as quartas onde enfrentou Sidorenko.
Brasil confirma superioridade e termina Jogos Sul-Americanos no topo
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
Sua Santità papa Leone XIV al secolo Robert Francis Prevost ha tuttora tre cittadinanze: la vaticana, in quanto Pontifex e sovrano dello Stato Città del Vaticano, quella nativa degli Usa e quella del Perù, dove ha vissuto per vent’anni come missionario e poi Vescovo.
Nelle recenti elezioni di midterm Usa ha votato validamente per corrispondenza. E la Santa Sede ha confermato chiosando: “Papa Leone XIV ha esercitato il proprio diritto di voto come cittadino degli Stati Uniti, ogni volta che ne ha avuto la possibilità”. Sicuramente un cambio di passo rispetto alla consolidata tradizione del passato.
“I papi non votano”, aveva dichiarato nel 2005 l’allora portavoce della Santa Sede a proposito della condotta elettorale di Benedetto XVI e Giovanni Paolo II. E così aveva fatto Francesco. Un gesto privato quello di Leone XIV, di rispetto delle origini, di esercizio della sua cittadinanza nativa e di attenzione civica ai passaggi e rituali della democrazia americana.
Detto questo sorgono due elementi di riflessione uno sul piano geopolitico e l’altro nel perimetro squisitamente giuridico. Il fatto stesso di aver esercitato il voto essendo si cittadino americano ma soprattutto, in questa fase storica, Capo di Stato del piccolo Regno Vaticano, secondo alcune letture del fatto, potrebbe porre un problema di opportunità geopolitica, stante il ruolo di neutralità e di mediatore internazionale che la Santa Sede (organismo di diritto internazionale contenuta nell’SCV) spesso svolge nei contesti di crisi. Uno Stato, quello Vaticano, che ha un fine diverso, come recita la legge fondamentale revisionata di recente, ovvero garantire l’assoluta e visibile indipendenza e la sovranità della Santa Sede nell’esercizio della sua missione pastorale ed evangelica a livello universale. Vi è però da rilevare che il semplice fatto di votare, non avendo il Pontefice comunicato la scelta effettuata, non può considerarsi di per sé una presa di posizione politica (seppur pubbliche negli ultimi mesi le scintille con l’attuale occupante la Casa Bianca) e nemmeno un elemento di turbativa dell’indipendenza pubblica della Chiesa di Roma.
Giuridicamente poi è presto detto, non si rilevano impedimenti canonistici in tale atto, stante la chiara formulazione del canone 287 del Codice di Diritto Canonico del 1983 che regola l’impegno sociale e politico degli ordinati in sacris, ponendo un limite netto alla loro partecipazione attiva ai partiti politici e ai sindacati per preservare l’unità e il fine spirituale del loro ministero.
Il Papa ha solo votato senza esprimere posizioni politiche. Quindi nulla quaestio.
Un atto di libertà, di civismo che suona come un messaggio per il popolo cristiano. Andate a votare. Sempre. Esercitate il vostro sacro diritto-dovere in tempi in cui il disimpegno pubblico, la rabbia contro le istituzioni sembrano essersi impadronite del cuore degli uomini.
O Parque de Feiras de Alvito torna-se o ponto central e mais dinâmico da região ao acolher a Feira dos Santos e Frutos Secos. Com mais de 700 anos junta a riqueza agrícola de outono às celebrações religiosas.

Vladímir Putin afirmó el pasado miércoles que Elon Musk es un genio. Lo hizo en un evento en el cual se refirió al proyecto de conectividad por satélite ruso Rassvet, que busca emular los servicios prestados por Starlink, la impresionante constelación de artefactos espaciales desarrollada por el magnate. El comentario se produjo pocas semanas después de una grave alteración del servicio de la empresa estadounidense a las fuerzas armadas de Ucrania, que lo necesitan como elemento existencial de su capacidad de defensa. El suministro se ha reanudado posteriormente, pero las vitriólicas e injustificadas críticas de Musk a Kiev siguen.

© Evan Vucci (REUTERS)
Las cinco grandes energéticas españolas atraviesan uno de sus mejores momentos de las últimas décadas. Iberdrola, Endesa, Naturgy, Repsol y Moeve han obtenido conjuntamente más de 15.600 millones de euros de beneficio en los nueve primeros meses de 2026, una cifra que supera ampliamente los resultados de ejercicios anteriores y que las sitúa en disposición de cerrar el año con unas ganancias próximas a los 19.000 millones. El encarecimiento de la electricidad, el gas y, especialmente, los productos petrolíferos, ha vuelto a impulsar las cuentas de un sector que ya vivió una etapa de extraordinaria rentabilidad tras la invasión rusa de Ucrania en 2022. Este mismo viernes se ha conocido el dato de inflación de octubre, que ha escalado un 4,9% por el encarecimiento de los combustibles.

© JUAN BARBOSA
A Oncoclínicas anunciou nesta sexta-feira (30) que obteve adesão suficiente dos credores para dar continuidade ao pedido de homologação de plano de recuperação extrajudicial, segundo fato relevante.
A companhia afirmou que o plano conta com adesão de credores detentores de mais de R$ 3,5 bilhões em dívidas da companhia. O percentual de 61,6% supera a metade do valor total dos créditos abrangidos pelo processo, excluídos os créditos intercompany, o que equivale a cerca de R$ 5,7 bilhões.
Com o atingimento do quórum exigido pela Lei nº 11.101/2005, a companhia dará prosseguimento ao pedido de homologação do plano perante a 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Cível da Comarca de São Paulo.
Caberá ao juízo determinar a publicação do edital previsto no artigo 164 da Lei de Recuperação Judicial e Falências.
Os empreendedores da Zona da Mata Norte de Pernambuco passam a contar, a partir desta sexta-feira (30), com atendimento do Sebrae mais perto de casa. A instituição inaugurou na quinta-feira (29) uma nova unidade no Shopping Carpina, no Bairro Novo, que vai atender negócios de 23 municípios da região.
O espaço funciona de segunda a sexta, das 8h às 17h, e oferece serviços como formalização, capacitações e consultorias. Para evitar espera, o atendimento pode ser agendado pela central do Sebrae, no telefone 0800 570 0800. O shopping fica na PE-041, km 2, no Bairro Novo, em Carpina.
A região tem cerca de 41 mil empresas de todos os portes, e a proposta é que quem precisava se deslocar até outras cidades para buscar orientação passe a resolver tudo ali mesmo. “Com essa unidade do Sebrae no Shopping Carpina, vamos aproximar nosso atendimento aos empreendedores deste território. Isso vai ajudar no desenvolvimento e na capacitação dos pequenos negócios locais, ampliando as oportunidades e a geração de emprego e renda para a população”, afirma o superintendente do Sebrae Pernambuco, Murilo Guerra.
Uma das novidades da unidade é o apoio para entender as mudanças nos impostos. Contadores vão ficar à disposição dos pequenos negócios para explicar o que muda com a Reforma Tributária e como se preparar.
“Teremos contadores disponíveis na unidade para orientar os negócios de pequeno porte e também tirar dúvidas sobre essas mudanças, ajudando o empreendedor a entender como o negócio pode ser impactado e como pode se organizar diante disso”, explica o gerente da Unidade Regional do Sebrae na Zona da Mata, Alexandre Alves.
O atendimento também mira os microempreendedores individuais (MEIs) e quem ainda está pensando em abrir o próprio negócio. Com a unidade, os empresários da região ganham acesso mais fácil a consultorias, oficinas e programas da instituição, como o Lidere, o Potencialize e o Empretec.
A nova unidade faz parte da estratégia do Sebrae de atuar a partir das vocações de cada território, com soluções voltadas às atividades que movimentam a economia local. Na Zona da Mata Norte, o foco está no comércio, na agropecuária e na indústria.
Para Alves, a presença física faz diferença porque abre portas que até então estavam fechadas para os empresários do interior. “A presença física do Sebrae possibilita uma proximidade maior com o nosso público e, além disso, permite que os empreendedores locais tenham acesso a produtos e serviços que até então não tinham. Nossa atuação será focada no desenvolvimento de ações que possam contribuir para que os pequenos negócios possam ter sustentabilidade e trazer um ganho econômico e social para a região”, ressalta.
Além de Carpina, a unidade atende Aliança, Buenos Aires, Camutanga, Chã de Alegria, Condado, Feira Nova, Ferreiros, Glória do Goitá, Goiana, Itambé, Itaquitinga, Lagoa de Itaenga, Lagoa do Carro, Limoeiro, Macaparana, Machados, Nazaré da Mata, Paudalho, São Vicente Férrer, Timbaúba, Tracunhaém e Vicência.


© Divulgação
A fabricante ucraniana de armamento Fire Point desenvolveu sistemas capazes de concluir missões de ataque de longo alcance sem depender de uma ligação à Starlink, procurando reduzir a vulnerabilidade das operações militares às restrições impostas pela empresa de Elon Musk. A empresa está também a desenvolver capacidades próprias de ataque com mísseis balísticos.
“Os sistemas da Fire Point foram concebidos para terminar uma missão sem ligação por satélite”, afirmou a presidente executiva da empresa, Iryna Terekh, em entrevista à Reuters, explicando que a navegação sem recurso a sinais externos é uma prioridade para a empresa.
Apesar de ter conseguido ultrapassar tecnologicamente o problema, Terekh admite que a capacidade alternativa ainda é limitada. “Encontrámos uma forma de superar este desafio tecnologicamente, mas isto representa provavelmente apenas 15% a 20% daquilo que poderíamos fazer se a Starlink estivesse a funcionar sobre a Rússia”, esclareceu a responsável, à agência de notícias.
A questão da ligação por satélite ganhou relevância depois de a Ucrânia ter enfrentado limitações na utilização dos serviços da SpaceX. As forças ucranianas dependem fortemente da rede Starlink para assegurar comunicações por satélite no território do país, tendo Kiev pedido à empresa que alargasse a cobertura sobre a Rússia.
O presidente executivo da SpaceX, Elon Musk, acusou as forças ucranianas de violarem os termos de utilização da rede civil Starlink, ao recorrerem ao serviço para operações militares ofensivas. Kiev rejeitou essa acusação, afirmando que utiliza apenas a versão militarizada Starshield nessas missões.
Para a CEO da empresa ucraniana, o problema vai além da capacidade tecnológica e coloca em causa a previsibilidade do apoio norte-americano. “O que queremos é uma aliança com os Estados Unidos em que as regras sejam conhecidas antecipadamente, para que a questão de saber se temos autorização para nos defendermos não seja reaberta de poucas em poucas semanas, dependendo do estado de espírito de alguém”, afirmou.
A Fire Point está também a desenvolver capacidades próprias de ataque com mísseis balísticos. A empresa anunciou este mês a primeira utilização em combate do FP-7, um míssil tático com um alcance de aproximadamente 300 quilómetros, que poderá ser utilizado contra lançadores russos de mísseis balísticos Iskander.
“O nosso novo míssil FP-7 poderá, entre outras coisas, ser um complemento valioso ao arsenal de armas que ajudam a proteger as nossas cidades”, afirmou Iryna Terekh à Reuters, considerando que a utilização deste armamento poderá ser mais económica do que recorrer a intercetores norte-americanos Patriot para determinadas missões.
A responsável sublinhou ainda a importância de a Ucrânia desenvolver os seus próprios sistemas de armamento, sem depender de autorizações externas para os utilizar. Com o FP-7, Kiev passa a integrar um grupo restrito de nações com capacidade para desenvolver mísseis balísticos próprios, sem que um país estrangeiro disponha de um mecanismo para os desativar remotamente.
A Fire Point está igualmente a trabalhar no FP-9, um míssil balístico com um alcance previsto de 800 quilómetros. Segundo a presidente executiva da empresa, o desenvolvimento e os testes são mais complexos devido à maior distância que o sistema terá de percorrer, mas o armamento está “muito perto” de ficar pronto para utilização em combate, ainda durante este ano.
Dopo un percorso di riorganizzazione e sviluppo tecnologico, Sipal si prepara a una nuova fase industriale. La società del gruppo Fininc punta su prodotti proprietari, manutenzione predittiva e realtà aumentata, con l’ambizione di rafforzarsi nella difesa e di entrare nel settore spaziale. Airpress ne ha parlato con il direttore generale Marco Venanzetti.
Il percorso di trasformazione di Sipal arriva a un passaggio decisivo. Quali sono i risultati più importanti di quest’anno?
Stiamo completando il progetto di trasformazione, o meglio di rivalorizzazione, previsto dal nostro piano industriale quinquennale. Vogliamo concentrare Sipal su due grandi ambiti, le tecnologie e la sicurezza. Abbiamo concluso la ristrutturazione organizzativa e diversi programmi di sviluppo interno che ci permettono di presentarci sul mercato con prodotti avanzati, soprattutto nell’elettronica.
Penso alle soluzioni che integrano intelligenza artificiale e realtà virtuale nelle attività di gestione, manutenzione e addestramento. Abbiamo iniziato a investire in queste tecnologie circa cinque anni fa e ora disponiamo di tre prodotti già pronti, che stanno suscitando un forte interesse.
Un altro risultato riguarda l’asset management. Abbiamo trasferito in nuovi ambiti l’esperienza maturata nel settore autostradale, dove dopo il crollo del ponte Morandi è diventato essenziale sviluppare strumenti per monitorare le infrastrutture critiche e prevenire situazioni di rischio. Oggi disponiamo di una piattaforma la cui componente software è interamente nostra, un elemento che ci garantisce indipendenza e capacità di personalizzazione.
Abbiamo inoltre avviato alcune alleanze industriali per combinare le nostre competenze con quelle di altre aziende. È la base su cui intendiamo costruire la crescita del 2027 e degli anni successivi, portando progressivamente queste soluzioni anche fuori dall’Italia e dall’Europa. Abbiamo già contatti in alcuni Paesi e, in qualche caso, le nostre tecnologie sono entrate nelle selezioni dei potenziali clienti. Sono primi passi, ma vogliamo consolidare la presenza internazionale.
Entriamo nelle tecnologie. Come funziona Ipac e quali possibilità apre l’intelligenza artificiale per addestramento e manutenzione?
L’intelligenza artificiale è un campo vastissimo e non pretendiamo di applicarla a tutto. Abbiamo scelto ambiti precisi, a partire da Ipac, uno dei nostri prodotti di punta. Attraverso un visore e modelli digitali possiamo riprodurre asset complessi, come il motore di un aeroplano o un satellite, e consentire agli operatori di addestrarsi senza avere fisicamente a disposizione il componente.
Per formare un manutentore aeronautico, ad esempio, normalmente occorre il velivolo. Con una riproduzione digitale sufficientemente fedele è invece possibile esercitarsi sulle procedure di manutenzione, con un significativo risparmio di risorse. Il sistema permette anche l’assistenza a distanza. Se un aereo si trova in operazione fuori area e sul posto manca uno specialista, un esperto collegato da Roma può entrare nell’ambiente virtuale sotto forma di avatar e guidare il personale nelle operazioni. La blockchain consente inoltre di certificare e registrare le attività svolte.
Un secondo campo è la manutenzione predittiva. Attraverso sensori, telecamere e algoritmi possiamo analizzare l’usura dei componenti e prevedere quando sarà necessario intervenire. Non si tratta più di sostituire un pezzo a una scadenza fissa, ma di programmare la manutenzione in base alle sue condizioni effettive. Questo consente di ridurre i costi e di anticipare possibili malfunzionamenti.
Applichiamo lo stesso principio anche alle infrastrutture critiche. Su un ponte, ad esempio, è possibile monitorare spostamenti, temperatura, umidità e infiltrazioni. L’intelligenza artificiale aiuta a interpretare l’evoluzione di questi parametri e a generare avvisi quando emergono segnali di degrado.
In che modo queste soluzioni rispondono alle esigenze delle aziende della difesa e dell’aerospazio?
Ritengo che aver avviato la ricerca cinque anni fa ci dia oggi un vantaggio tecnologico. Nel confronto con altre realtà noto una differenza sostanziale, noi abbiamo prodotti disponibili, mentre altri stanno ancora sviluppando idee. Questo ci permette di rispondere a problemi operativi molto concreti.
Recentemente un’azienda spaziale ci ha descritto le difficoltà incontrate durante l’assemblaggio dei satelliti. Gli operatori devono interrompere il lavoro per consultare un manuale, recuperare uno strumento o verificare una misurazione, accumulando tempi morti. Con un visore che mette tutte le informazioni davanti agli occhi, possono rimanere alla propria postazione e ridurre sensibilmente i tempi di assemblaggio. Noi abbiamo già un prodotto capace di offrire questa soluzione.
Il digital twin diventerà sempre più importante proprio perché permette di affiancare alle attività manuali un supporto digitale. Non è soltanto una tecnologia da sviluppare, ma uno strumento da rendere concretamente utilizzabile nei processi industriali.
Sipal è presente in India, Romania e Stati Uniti. Quale peso hanno queste realtà e su quali altri mercati intendete puntare?
Le tre società svolgono funzioni diverse. Sipal India è in forte crescita e lavora soprattutto nel supporto ingegneristico e informatico. SIPAL Romania si occupa principalmente di costruzioni, attrezzature e carpenteria metallica e costituisce una base per sviluppare il mercato dell’Europa orientale.
Negli Stati Uniti stiamo costruendo una strategia di alleanze. È un mercato difficile da affrontare, perché i grandi operatori dispongono di capacità di investimento enormi. Accanto a queste sedi, però, guardiamo anche ad altre aree nelle quali le nostre tecnologie potrebbero essere particolarmente apprezzate.
Penso all’America meridionale, ad alcune regioni dell’Asia e alle aree più tecnologicamente sviluppate dell’Africa. Ci interessano soprattutto i mercati nei quali la presenza dei grandi player internazionali è meno forte e possiamo differenziarci. Abbiamo diverse interlocuzioni aperte e un programma di business development, ma per il momento non ci sono contratti definiti. L’obiettivo è trasformare queste opportunità in una presenza commerciale più solida.
Guardando al 2027 e ai prossimi anni, quali sono le priorità industriali e gli investimenti su cui puntate?
La prima priorità è mantenere e rafforzare la nostra posizione nella sicurezza cyber-fisica, cogliendo anche le opportunità legate allo sviluppo del Gcap. Vogliamo crescere nel settore cyber e ottenere contratti significativi per la business unit Electronics, valorizzando i prodotti che abbiamo sviluppato.
Un altro obiettivo è continuare a sostenere il gruppo Fininc, che sta attraversando una fase di forte espansione. Sipal ne rappresenta un supporto tecnologico e ingegneristico e vogliamo consolidare ulteriormente questo ruolo.
Continueremo poi a investire nell’asset management, che riteniamo una tecnologia dalle grandi prospettive anche in ambito dual use. Le applicazioni possono estendersi dalle infrastrutture critiche agli ospedali, fino a sistemi di trasporto complessi come treni e navi. Intendiamo inoltre perfezionare le soluzioni di digitalizzazione e realtà aumentata. Abbiamo l’ambizione di entrare nel mondo dello spazio e stiamo valutando di presentare uno dei nostri prodotti negli Stati Uniti già a dicembre.
C’è infine una caratteristica che considero decisiva. Sipal non lavora secondo una logica di produzione in serie, ma cerca di risolvere i problemi dei clienti con soluzioni costruite sulle loro esigenze. La solidità del gruppo Fininc ci permette, quando necessario, anche di investire direttamente nello sviluppo di ciò che serve al cliente. Questa combinazione di flessibilità e capacità industriale è uno dei nostri principali vantaggi competitivi.

Non solo Ottawa rivendica un ruolo nella costruzione degli equilibri internazionali, ma mostra chiare affinità progettuali con Roma e con le priorità che il governo ha da tempo cerchiato in rosso nello scacchiere internazionale. La missione del sottosegretario agli esteri Maria Tripodi al Forum imprenditoriale Italia–Canada, che si è svolto a Toronto, è un’ulteriore dimostrazione di come i due Paesi siano legati da visioni comuni, sia alla voce interscambio che alla voce geopolitica.
Il Canada è un mercato sempre più strategico per il Made In Italy, basti pensare che lo scorso anno l’export italiano ha raggiunto 6,33 miliardi di euro e, nei primi sette mesi del 2026, ha registrato un’ulteriore crescita del 4,2%. Numeri che confermano una realtà ormai certificata: l’Italia è oggi l’8° fornitore del Canada e il 12° cliente per l’export canadese. Il Forum imprenditoriale Italia–Canada, che si è svolto a Toronto alla presenza del sottosegretario Tripodi, su delega del ministro Antonio Tajani, rappresenta dunque un appuntamento fondamentale per rafforzare gli scambi commerciali e gli investimenti tra i due Paesi e creare nuove opportunità di collaborazione per le imprese italiane. Promosso dalla Farnesina, in collaborazione con Agenzia Ice, la Direzione Nazionale Armamenti del ministero della Difesa e Canadian Chamber of Commerce, ha visto snodarsi tre panel tematici dedicati a industria avanzata; energia, minerario e infrastrutture; difesa, aerospazio e sicurezza cibernetica. La cornice del sistema-Paese italiano è stata garantita dalla presenza dell’Agenzia Ice, del Gruppo Cassa Depositi e Prestiti, di Simest, di Sace, di Unioncamere e della rete diplomatica e consolare che ha accompagnato le imprese italiane nell’accesso a un mercato ad alto potenziale, mettendo a sistema competenze, strumenti e relazioni per rafforzarne la presenza internazionale.
Due gli obiettivi strategici dell’Italia, messi nero su bianco da Tripodi, la sicurezza economica e lo sviluppo di sinergie. “Il Canada – ha spiegato l’esponente del governo – è un partner di particolare rilievo per l’Italia, con cui condividiamo l’interesse a rafforzare la sicurezza economica, diversificare gli approvvigionamenti e sviluppare nuove sinergie industriali e tecnologiche. La complementarità delle nostre economie, unita alle opportunità offerte dal Ceta, crea le condizioni per sviluppare nuove collaborazioni ad alto valore aggiunto. Nel Piano d’Azione per l’Export, il Canada è un Paese prioritario: vogliamo tradurre questa convergenza strategica in maggiori opportunità di crescita, investimenti e competitività per le nostre imprese”.
Come recentemente ribadito da Elissa Golberg, ambasciatrice del Canada in Italia, alla Sioi in occasione della presentazione dell’ultimo numero della rivista Formiche, la strategia canadese mescola valori e realismo: ovvero da un lato produttività, infrastrutture e capacità tecnologiche per ridurre l’esposizione agli shock esterni e valorizzare risorse e capitale umano, dall’altro la collaborazione tra medie potenze, che appartiene alla tradizione diplomatica canadese ma oggi assume un’urgenza maggiore. “Abbiamo un’influenza notevole dal momento in cui agiamo insieme e non individualmente. La finalità è perseguire un’autonomia strategica, non la rivalità strategica”, aveva osservato il diplomatico.
La 1 sí emitirá Valle Salvaje y La Promesa este viernes 30 de octubre. Las cuentas oficiales de X de las series diarias de La 1 confirman que el primer canal de TVE estrenará entregas inéditas. En el caso de Valle Salvaje, se trata del capítulo 513, que La 1 había programado, en principio, el miércoles 28 de octubre. El jueves 29, La 1 suspendió por segundo día consecutivo la emisión del serial de época. Al tercer día, el viernes 30 de octubre, Valle Salvaje resucitó en La 1.
Según la guía de programación, el capítulo 513 de Valle Salvaje empezará este viernes 30 de octubre a las 17.45 horas. Esa es la hora de inicio oficial; la oficiosa rondará las 18.00 horas. A continuación, a las 18.35 horas, La 1 emitirá el capítulo 937 de La Promesa. Así que si nada ni nadie lo impide, la próxima semana del lunes 2 de noviembre al viernes 6 de noviembre, el primer canal de TVE emitirá los siguientes capítulos de sus seriales de época.
Así y todo, La 1 hará de las suyas la próxima semana con respecto a su oferta estelar. El lunes 2 de noviembre, festivo en nueve comunidades autónomas, no habrá La revuelta. En su lugar, a partir de las 22.00 horas, La 1 emitirá en directo una entrega especial de El perro andaluz (hará doblete el jueves 5 de noviembre). A continuación irá el programa 10 de MasterChef Celebrity Legends. La revuelta retomará su emisión el martes 3 de noviembre.
La preocupación por Bárbara pasa a mayores y Atanasio le hace una petición a la Salcedo que le va a costar más de lo que imagina. Mientras, tras la visita de Rafael, Luisa acude a Rosalía y le pide que use su influencia sobre el duque para salvar a Alejo… ¿aceptará ayudarla?
Adriano no cree que sea buena idea anunciar el embarazo; pero Martina sigue indecisa. Casilda invita a la joven a un plan ignorando a Adriano, que asume que se tendrá que acostumbrar a quedarse fuera. Curro cuenta a Manuel que cree que fue Leocadia, no Cruz, quien disparó a Jana: cree que lo hizo para inculpar a Cruz y vengarse de ella. El heredero y Julieta discuten en la merienda, para desconcierto de Simona. Máximo exige a Lorenzo explicar de dónde sacó el dinero.
Las cocineras discuten ante Teresa por el menú y el ama de llaves les pone firmes: o se ponen de acuerdo o tomará medidas. Las cocineras aseguran que llegarán a un acuerdo. María insiste hasta que Carlo duerme en la cama, pero ésta llora entre sus brazos; aún le duele lo de Samuel. Carlo lo entiende y la tranquiliza. Julio y Teresa se reconcilian para garantizar el buen funcionamiento en La Promesa, y ésta trata de que el resto lo acepte también… sin resultados.
Curro está angustiado por no encontrar a Pía y Ángela le exige sinceridad: ¿por qué echó a la señora Adarre?
A Força Aérea obteve ‘luz verde’ do Governo para a compra de um sistema de radar móvel de longo alcance, num montante máximo de 22,2 milhões de euros, a ser executado entre 2026 e 2028. Equipamento que irá reforçar a participação nacional na NATO.
A compra do “sistema radar móvel de longo alcance, num investimento máximo de 22,2 milhões de euros entre 2026 e 2028” foi aprovado no último Conselho de Ministros. “Este equipamento reforça a capacidade de vigilância e identificação de ameaças no espaço aéreo nacional e fortalece a participação de Portugal no sistema integrado de defesa aérea e antimíssil da NATO”, pode ler-se em comunicado.
Em outubro, o Governo tinha revogado um despacho datada de dezembro de 2025 para a compra de um radar, no valor máximo de 22,2 milhões de euros, que tinha de ser executado em 2026. A aquisição é feita com financiamento da Lei de Programação Militar.
O ramo das Forças Armadas está ainda a negociar com a Neuraspace a instalação de um radar numa base área nos Açores. Um novo passo no âmbito da parceria já existente com a empresa do setor espacial, desde 2024.
“A Força Aérea, desde setembro de 2024, possui uma parceria estratégia com a empresa nacional NeuraSpace, visando particularmente o usufruto do sensor ótico de Space Surveillance and Tracking (sendo ótico só opera em períodos noturnos e sem nuvens), propriedade da NeuraSpace instalado na Base Aérea de Beja (BA11), adquirido ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) [Neuraspace AI Fights Space Debris Project]. Nesta parceria a Força Aérea tem usufruído de observações de objetos no Espaço, fundamental para o Conhecimento Situacional Espacial e para a operação segura dos satélites que opera (satélites da Constelação do Atlântico)”, lembra porta-voz da Força Aérea quando contactada pelo ECO/eRadar sobre qual o estado da negociação com a empresa nacional.
“O mesmo projeto (Neuraspace AI Fights Space Debris Project) prevê a possibilidade de instalação de um radar (permitirá observações durante 24H/dia e em condições de meteorologia adversa), no Arquipélago dos Açores, visando obter dados de Space Surveillance and Tracking, sob o Atlântico”, refere ainda.
“Esta ação está a ser analisada no contexto mais amplo da ambição nacional para o domínio espacial. À medida que Portugal, com relevo para a Força Aérea, desenvolve a sua componente da Constelação do Atlântico e prepara a integração das suas capacidades na iniciativa Alliance Persistent Surveillance from Space (APSS) da NATO, torna-se cada vez mais relevante dispor de uma arquitetura integrada que combine sensores espaciais e sensores terrestres”, refere o porta-voz do ramo das Forças Armadas.

“Um radar de vigilância espacial em território nacional, representaria um reforço da capacidade nacional de conhecimento da situação espacial, complementando os satélites da Constelação do Atlântico e contribuindo para uma maior autonomia da consciência situacional para Portugal, para a Europa e para a NATO”, refere ainda.
“A convergência entre a constelação de satélites, as infraestruturas e sensores de vigilância espacial poderá posicionar Portugal como um ator relevante de impacto sobre o Atlântico, reforçando simultaneamente o papel da Força Aérea Portuguesa e do Centro de Operações Espaciais na futura arquitetura europeia e aliada de Space Domain Awareness”, aponta ainda.
Em outubro, foram lançados dois novos satélites SAR da Constelação Atlântico, operados pela Força Aérea.
L’Italia ha una lunga tradizione di eccellenza tecnologica e una difficoltà altrettanto consolidata nel trasformarla in capacità industriale diffusa. È una contraddizione che attraversa buona parte della nostra storia economica recente e che oggi rischia di ripresentarsi in uno dei settori destinati a incidere maggiormente sulla competitività europea: quello dei sistemi autonomi e a pilotaggio remoto.
Per molto tempo abbiamo considerato i droni soprattutto come espressione di un progresso aeronautico altamente specializzato, oppure attraverso la lente delle loro applicazioni militari. Entrambe le prospettive rimangono importanti, ma restituiscono soltanto una parte del cambiamento in corso. La questione industriale più interessante riguarda ciò che accade quando queste tecnologie escono dai contesti specialistici ed entrano nell’organizzazione ordinaria delle attività economiche, modificando il modo in cui le imprese raccolgono informazioni, controllano infrastrutture, gestiscono risorse e offrono servizi.
Non è difficile immaginare le applicazioni; un’impresa agricola può utilizzare sistemi aerei per migliorare la conoscenza dei terreni e l’impiego delle risorse; un operatore infrastrutturale può effettuare ispezioni più frequenti, riducendo tempi e rischi; le amministrazioni locali possono disporre di strumenti più efficaci per il monitoraggio ambientale e la prevenzione delle emergenze. Più difficile è costruire le condizioni economiche, professionali e regolatorie perché queste possibilità diventino pratiche consolidate, accessibili anche a chi non dispone delle risorse di un grande gruppo industriale.
È qui che emerge una peculiarità italiana. La forza del nostro sistema produttivo risiede in larga misura nella sua articolazione territoriale, nella specializzazione delle piccole e medie imprese e nella capacità di sviluppare competenze lungo filiere complesse. Ma quelle stesse caratteristiche possono diventare un limite quando l’adozione di nuove tecnologie richiede investimenti iniziali, personale qualificato e una conoscenza approfondita della regolazione. L’innovazione rischia allora di concentrarsi in pochi operatori, mentre una parte consistente dell’economia continua a osservarla dall’esterno.
Per chi, come me, opera nel settore dei droni, questo è il problema industriale da affrontare. Non basta sostenere la ricerca o promuovere nuove applicazioni: siamo arrivati al punto di evoluzione, e consapevolezza nel settore, in cui occorre creare un collegamento stabile tra chi sviluppa le tecnologie, chi possiede le competenze per utilizzarle e chi potrebbe trarne un vantaggio economico.
Il protocollo d’intesa sottoscritto dal Polo Nazionale Droni, che presiedo, con DAST-Confesercenti nasce da questa convinzione. L’incontro tra una realtà impegnata nel coordinamento strategico del settore, con competenze che spaziano dall’aerospazio ai sistemi subacquei e alla difesa, e una struttura radicata nella rappresentanza economica territoriale risponde a un’esigenza che considero fondamentale: evitare che l’evoluzione tecnologica proceda separatamente dalle condizioni concrete nelle quali operano le imprese.
La collaborazione prevede percorsi di qualificazione professionale, un registro volontario per valorizzare le competenze dei piloti UAS, un osservatorio permanente sull’evoluzione del mercato italiano ed europeo e un raccordo istituzionale e territoriale capace di avvicinare le imprese alle opportunità del settore. Sono strumenti diversi, ma accomunati dalla necessità di dare maggiore continuità a un mercato nel quale l’offerta tecnologica si sviluppa spesso più rapidamente delle competenze organizzative necessarie per utilizzarla.
La formazione, in particolare, merita una considerazione meno convenzionale di quella che generalmente le viene riservata nel dibattito sull’innovazione. Nel settore aeronautico la competenza non è soltanto una risorsa produttiva: è parte delle condizioni che rendono possibile operare in sicurezza. Qualificare gli operatori, rendere riconoscibili le professionalità e favorire standard elevati significa contribuire alla credibilità economica dell’intera filiera. Un registro volontario non sostituisce naturalmente le abilitazioni previste dalla normativa, ma può concorrere a rendere più trasparente un mercato professionale ancora in evoluzione.
Da qui, il problema della regolazione è altrettanto importante. Il settore dei sistemi a pilotaggio remoto si sviluppa in uno spazio nel quale l’iniziativa privata incontra responsabilità pubbliche particolarmente delicate. La sicurezza dello spazio aereo, la protezione delle persone, l’affidabilità delle operazioni e la gestione dei dati richiedono regole rigorose. Eppure, quando il quadro applicativo risulta difficile da interpretare, sono soprattutto gli operatori di minori dimensioni a sopportarne i costi. Un’interlocuzione costante con ENAC e con i ministeri competenti può contribuire a ridurre questa distanza, senza indebolire le garanzie che rendono possibile lo sviluppo del settore.
Sarebbe tuttavia riduttivo considerare tutto questo una questione esclusivamente nazionale. L’esperienza delle crisi internazionali degli ultimi anni ha riportato i sistemi senza equipaggio al centro del dibattito sulla sicurezza, mostrando quanto rapidamente possano evolvere tecnologie utilizzabili tanto in ambito civile quanto militare. Per l’Europa, la capacità di sviluppare e mantenere competenze autonome in questo campo assume un rilievo che supera il valore commerciale delle singole applicazioni.
La sicurezza economica non si misura soltanto attraverso il controllo delle materie prime o la disponibilità di capacità manifatturiere, ma dipende anche (e sempre di più) dalla possibilità di governare tecnologie, dati e servizi dai quali settori sempre più ampi dell’economia finiranno per dipendere. Nel caso dei droni, questo significa guardare oltre la piattaforma aerea e considerare l’intera filiera: sensoristica, software, comunicazioni, manutenzione, trattamento delle informazioni e competenze operative.
L’Italia ha le risorse industriali per partecipare a questa trasformazione, ma la qualità delle singole eccellenze non garantisce, di per sé, la solidità del sistema. Una filiera diventa strategica quando le competenze riescono a circolare, quando le imprese possono collaborare e quando la ricerca trova un mercato capace di assorbirne i risultati. Anche per questo considero importante la creazione di un osservatorio permanente, che consenta di leggere l’evoluzione della domanda e degli standard aeronautici, orientando la formazione e le iniziative territoriali sulla base delle necessità effettive del mercato.
C’è infine una dimensione di questa iniziativa alla quale tengo particolarmente. Il protocollo nasce dall’incontro tra due organizzazioni guidate da donne, in un comparto nel quale la leadership femminile è ancora lontana dall’essere ordinaria. Non credo certamente che il valore di questa circostanza debba essere ricercato in una presunta differenza tra modelli di gestione maschili e femminili: il punto è piuttosto la necessità di ampliare la partecipazione ai luoghi nei quali si prendono decisioni tecnologiche e industriali. Un settore che aspira a innovare l’economia deve essere capace di innovare anche i propri meccanismi di selezione e valorizzazione del capitale umano.
Naturalmente, nessun protocollo può sostituire il lavoro necessario per costruire una filiera competitiva. La sua utilità andrà giudicata dalla capacità di produrre competenze riconosciute, coinvolgere imprese, facilitare l’accesso alle tecnologie e consolidare relazioni efficaci con le istituzioni.
La posta in gioco, però, è più ampia del futuro di un singolo comparto. L’Italia deve decidere se continuare a considerare le tecnologie avanzate come patrimoni di eccellenza concentrati in pochi settori oppure farne una componente ordinaria della propria competitività. Nel caso dei droni, la differenza si misurerà meno nel numero di velivoli che saremo capaci di produrre o utilizzare che nella qualità dell’ecosistema industriale e professionale che sapremo costruire intorno a essi.
È su questo terreno che si giocherà una parte della nostra autonomia tecnologica. E, soprattutto, della nostra capacità di trasformare l’innovazione in crescita economica duratura.
O primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, apresentou na quinta-feira a primeira estratégia de segurança nacional do país em mais de duas décadas, centrada no reforço da soberania, da defesa, da segurança económica e das capacidades de informação.
O documento, intitulado “The Plan for a Stronger Canada” (“Plano para um Canadá Mais Forte”), estabelece cinco prioridades estratégicas para responder às crescentes ameaças internacionais, incluindo ciberataques, interferência estrangeira, espionagem, criminalidade organizada e utilização das relações comerciais como instrumento de pressão política e económica.
“Num mundo em rápida transformação, mais perigoso e mais dividido, o Canadá tem de ter capacidade para defender a sua soberania, resistir às ameaças emergentes e determinar o seu próprio futuro”, afirmou Carney, citado num comunicado divulgado pelo seu gabinete.
A nova estratégia parte do princípio de que a segurança nacional deixou de depender exclusivamente da capacidade militar, passando também pela solidez da economia, pela proteção das infraestruturas essenciais, pela autonomia tecnológica e pelo fortalecimento das relações com os aliados internacionais.
Entre as cinco prioridades identificadas pelo Governo canadiano estão o reforço da segurança económica, a diversificação das parcerias internacionais, a modernização das Forças Armadas, a proteção da população contra ameaças internas e externas e o desenvolvimento das capacidades dos serviços de informações.
Na vertente económica, Otava pretende reduzir a dependência de fornecedores externos, proteger as cadeias de abastecimento, reforçar a segurança energética e investir em setores considerados estratégicos, incluindo tecnologias avançadas, inovação e recursos naturais.
A política externa deverá privilegiar a diversificação das relações comerciais e o aprofundamento da cooperação com parceiros considerados estratégicos, procurando aumentar a autonomia do Canadá num contexto internacional marcado por tensões geopolíticas e económicas, de acordo com a mesma nota informativa.
No domínio militar, o executivo compromete-se a acelerar a aquisição de equipamentos, fortalecer a indústria nacional de defesa e modernizar as Forças Armadas, de forma a cumprir os compromissos assumidos no âmbito da NATO e do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD).
“Um Canadá mais forte começa pela capacidade de defender o Canadá”, declarou o ministro da Defesa Nacional, David McGuinty, sublinhando que a estratégia pretende reforçar a capacidade de resposta militar, a segurança das infraestruturas essenciais e a proteção dos interesses nacionais.
A segurança do Ártico assume igualmente um papel central no documento, que prevê o reforço da capacidade de defesa e vigilância da região, bem como uma maior participação canadiana nos esforços internacionais de estabilidade e segurança.
Na área da segurança interna, o Governo pretende intensificar o combate à interferência estrangeira, ao extremismo violento, à espionagem e à criminalidade transnacional, incluindo fraudes financeiras, branqueamento de capitais, extorsão e exploração através da Internet.
A modernização dos serviços de informações constitui outra prioridade, com o executivo a defender a atualização dos instrumentos legais e tecnológicos de recolha e análise de informações, assegurando simultaneamente a proteção dos direitos e liberdades dos cidadãos.
A ministra dos Negócios Estrangeiros, Anita Anand, considerou que a segurança e a prosperidade canadianas são cada vez mais influenciadas por acontecimentos internacionais, defendendo o aprofundamento da cooperação com parceiros de confiança.
O plano prevê ainda a apresentação, durante o primeiro ano de implementação, de propostas legislativas destinadas a modernizar o enquadramento jurídico da segurança nacional, bem como a realização de uma reunião entre o primeiro-ministro e os chefes dos governos provinciais e territoriais para melhorar a coordenação institucional.
O Governo recordou que o Orçamento de 2025 incluiu 10,9 mil milhões de dólares canadianos (cerca de 7 mil milhões de euros), distribuídos por cinco anos, para modernizar as infraestruturas digitais do Ministério da Defesa, das Forças Armadas e do organismo responsável pela segurança das comunicações e pela cibersegurança.
Este investimento deverá permitir desenvolver sistemas digitais mais seguros e resistentes a ataques informáticos, numa altura em que Otava identifica as ameaças cibernéticas como um dos principais desafios à segurança nacional.
A estratégia será revista pelo menos de quatro em quatro anos, com o objetivo de adaptar as prioridades canadianas à evolução das ameaças internacionais e das necessidades de defesa e segurança do país.
Este anúncio coincidiu com o início da cimeira de dois dias entre o Canadá e a União Europeia (UE), que decorre até hoje em Montreal, e na qual estão previstas discussões sobre defesa, segurança económica, energia, matérias-primas críticas e cooperação tecnológica.
Il disegno di legge governativo A.S. 2028, “Disposizioni per il rafforzamento e l’adeguamento della capacità di difesa nazionale”, attualmente all’esame del Senato, rappresenta un passaggio importante nell’evoluzione della sicurezza italiana. L’articolo 7 propone di introdurre nel codice dell’ordinamento militare una definizione dello spazio cibernetico di interesse nazionale per la difesa e la sicurezza militare dello Stato. Ne affida l’identificazione e l’aggiornamento al Ministro della difesa e precisa le responsabilità del Capo di stato maggiore della difesa, individuato quale autorità cyber del Ministero. Il testo prevede la tutela di questo spazio anche in tempo di pace, attraverso operazioni cibernetiche difensive, mantenendo ferme le competenze delle altre autorità e degli organismi preposti alla sicurezza nazionale.
Si tratta di una scelta coerente con l’evoluzione del contesto strategico, che rafforza l’inquadramento normativo di capacità già presenti nello strumento militare. Le operazioni nel cyberspazio sono strumenti ricorrenti di pressione, raccolta informativa, sabotaggio e preparazione delle operazioni militari. Attribuire responsabilità precise e definire una chiara catena di comando rappresenta quindi un passo necessario. L’ulteriore passo riguarda la capacità di collegare questi interventi alla resilienza dell’intero sistema-Paese.
La trasformazione della sicurezza nazionale richiede infatti che lo Stato continui a funzionare quando è sottoposto contemporaneamente a pressioni e attacchi provenienti da domini diversi. La difesa del territorio e dei suoi confini rimane essenziale. La sicurezza nazionale comprende però anche la protezione delle funzioni e delle interdipendenze dalle quali dipendono la vita del Paese e la sua libertà di decisione. Il rafforzamento delle capacità nei domini terrestre, marittimo, aereo, spaziale e cibernetico deve quindi accompagnarsi a una visione delle relazioni che li collegano.
La competizione strategica può mirare sia al controllo del territorio sia a compromettere il funzionamento del sistema nazionale. Un’interruzione delle reti energetiche, un attacco alle comunicazioni satellitari, il blocco di una catena logistica, una campagna di disinformazione o un’operazione cyber contro il sistema finanziario possono produrre effetti strategici anche senza un’offensiva militare convenzionale. Gli obiettivi possono essere molteplici: disorganizzare i servizi, danneggiare le infrastrutture, ridurre la fiducia dei cittadini nelle istituzioni, aumentare i costi economici e limitare la capacità di reazione dello Stato.
Per questa ragione la sicurezza nazionale deve essere valutata anche attraverso la capacità dell’intero sistema-Paese di mantenere le proprie funzioni essenziali, ripristinare quelle compromesse e adattarsi a condizioni mutate. Le interdipendenze rendono possibile la propagazione degli effetti da un settore all’altro: un’interruzione dell’energia può compromettere comunicazioni, trasporti e servizi finanziari, ampliando le conseguenze dell’attacco iniziale.
La competizione strategica si sviluppa anche al di sotto della soglia del conflitto armato. Strumenti economici, tecnologici, informativi, cibernetici, spaziali e militari possono essere combinati, con intensità variabile, per esercitare pressione e modificare gli equilibri strategici. Questa continuità della competizione richiede capacità di prevenzione, risposta e adattamento anche in assenza di ostilità aperte.
Una simile realtà richiede un’architettura della sicurezza capace di collegare Forze armate, intelligence e cybersicurezza con industria, ricerca, università, infrastrutture critiche, settore energetico, spazio, telecomunicazioni, sistema finanziario e pubblica amministrazione. La sicurezza nazionale diventa così una proprietà dell’intero sistema-Paese, da costruire attraverso responsabilità definite e capacità di cooperazione.
È una direzione già riconosciuta dalla Nato. I requisiti di resilienza aggiornati nel 2026 richiamano la continuità del governo e dei servizi essenziali, il sostegno civile alle operazioni militari e il coordinamento fra amministrazioni, imprese e società. La sfida consiste nel tradurre questi principi in pianificazione condivisa, risorse disponibili ed esercitazioni che verifichino la tenuta delle interdipendenze.
La guerra in Ucraina rende evidente questa esigenza. La capacità di resistenza del Paese dipende anche dal mantenimento e dal ripristino delle reti elettriche, delle comunicazioni, della produzione, dei trasporti e dei servizi pubblici, sostenuti dagli aiuti internazionali. Gli attacchi alle infrastrutture e alle reti di comunicazione mostrano come la pressione militare possa estendersi alle condizioni che consentono alla società e all’economia di funzionare. La lezione strategica è che nessuna di queste componenti, considerata isolatamente, può assicurare la tenuta nazionale.
Anche l’indirizzo strategico cinese attribuisce rilievo all’integrazione delle capacità nazionali. Nel marzo 2023 Xi Jinping ha richiamato esplicitamente la necessità di coordinare risorse strategiche, innovazione scientifica, infrastrutture, riserve e resilienza delle filiere industriali. Questa impostazione indica l’importanza assegnata da Pechino alla mobilitazione delle diverse componenti della potenza nazionale. Il vantaggio competitivo dipende anche dalla capacità di farle cooperare e di adattarne l’impiego al mutare delle condizioni.
In questo percorso l’intelligenza artificiale potrà assumere un ruolo rilevante, soprattutto se sviluppata su una solida base scientifica, tecnologica e industriale nazionale. Per l’Italia, coltivare questa capacità significa rafforzare la propria autonomia nella gestione dei dati, nello sviluppo dei sistemi e nel sostegno alle decisioni strategiche. Oltre ad automatizzare alcune attività, può sostenere il processo decisionale, contribuire all’analisi di grandi quantità di dati provenienti da domini differenti, individuare vulnerabilità, simulare scenari e aiutare a riconoscere le interdipendenze tra infrastrutture critiche. Il suo contributo dipenderà dalla qualità e dalla protezione dei dati, dalla verifica dei risultati e dalla capacità delle istituzioni di mantenere un giudizio autonomo e la responsabilità delle decisioni.
Il vantaggio strategico dipenderà quindi dalla qualità delle singole capacità e dalla rapidità con cui uno Stato riuscirà a comprenderne le interazioni, coordinarne l’impiego e adattare il comportamento del proprio sistema nazionale. L’efficacia di una tecnologia deve essere valutata anche per il contributo che offre alla continuità delle funzioni essenziali.
Per questo motivo la resilienza contribuisce alla deterrenza. Uno Stato che continua a funzionare sotto pressione riduce la possibilità che l’avversario ottenga, attraverso la coercizione, i risultati politici perseguiti. La capacità di assorbire un attacco, limitarne gli effetti e ripristinare i servizi incide quindi sul calcolo strategico di chi valuta se attaccare.
Il rafforzamento del dominio cyber costituisce un passaggio essenziale di questo percorso. La sfida consiste nel costruire un’architettura capace di integrare Difesa, industria, ricerca, infrastrutture critiche, spazio, intelligenza artificiale, economia e leadership politica in un sistema adattivo. Questa integrazione deve accompagnarsi a capacità ridondanti, autonomia operativa e possibilità di ripristino delle funzioni compromesse.
La capacità dell’Italia di affrontare la competizione strategica dipenderà dalla qualità delle proprie capacità nei diversi domini e dalla loro integrazione in un sistema-Paese capace di rimanere operativo, coeso e adattabile.

