Toledo: confirmada morte de português. Cresce a angústia dos familiares das vítimas
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, indicou que os apoios à aquisição de carros elétricos dirigidos a famílias carenciadas deverão abranger mais de um milhão e meio de cidadãos.
A definição de pessoa carenciada que ditará se um cidadão pode candidatar-se ao novo apoio para a compra de carros elétricos é dupla: por um lado, abrange aqueles que são beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica ao dia de hoje; além disso, chega também a famílias que possuam um rendimento abaixo de 80% do rendimento mediano.
Desta forma, o apoio estará ao alcance de “mais de um milhão de pessoas” – mais precisamente 1.576 mil agregados em Portugal continental e nas regiões autónomas. No entanto, nem todas terão oportunidade de o receber: apenas será apoiada a compra de 20 mil veículos.
De acordo com a Direção Geral da Energia e Geologia, em agosto de 2026, existiam cerca de 747 mil consumidores de eletricidade abrangidos pela tarifa social de energia elétrica. Já o valor do rendimento considerado para as candidaturas não pode exceder os 11.572 euros anuais, indica o ministério, com base nos dados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento 2025, que colocam o rendimento mediano de referência nos 14.465 euros anuais, referindo-se a 2024.
De acordo com fonte oficial do Ministério do Ambiente e Energia, os interessados podem candidatar-se a um apoio de 80% sobre o custo de aquisição do veículo, excluindo o Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), desde que o custo não ultrapasse os 15 mil euros, sendo este o tecto para receber o apoio.
“Se houver abate de um veículo a combustíveis fósseis, o teto máximo do apoio ao veículo é majorado em mil euros, podendo, por conseguinte, chegar a 16 mil euros”, lê-se numa nota partilhada pela tutela. O mesmo programa inclui um apoio até mil euros para a instalação de um posto de carregamento, também considerando valores sem IVA. O Ministério do Ambiente e Energia ainda não divulgou mais detalhes acerca do programa, desde o calendário à fonte de financiamento.
Em paralelo, o Ministério reservou uma dotação de 50 milhões de euros destinada a financiar um apoio que serve a população em geral, e não apenas a franja mais carenciada.
O último concurso para a aquisição de veículos elétricos contou com uma dotação global de 10 milhões de euros. Eram elegíveis os veículos adquiridos desde 1 de janeiro de 2025. Os particulares puderam receber um incentivo de até quatro mil euros na aquisição de veículos 100% elétricos novos, com preço até 38.500 euros, ou até 55 mil euros no caso de modelos com mais de cinco lugares.
A Câmara Municipal da Amadora vai celebrar um protocolo com os municípios de Lisboa e Oeiras para desenvolver os estudos e projetos do Metrobus, um sistema de transporte público com autocarros elétricos em corredor dedicado, informou a autarquia esta quinta-feira.
A proposta de celebração deste protocolo foi aprovada na última reunião do executivo da Amadora e inclui também a Carris e a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML).
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal da Amadora, Vítor Ferreira (PS), explicou que este acordo de cooperação intermunicipal visa criar condições para a implementação do sistema de Bus Rapid Transit (BRT), que pretende ligar zonas residenciais e empresariais dos concelhos da Amadora, Lisboa e Oeiras.
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“Este traçado já existe desde 2002 e é uma ligação essencial entre a linha de Cascais e a linha de Sintra”, sublinhou Vítor Ferreira.
Segundo o autarca socialista, “não existe atualmente um sistema de transporte pesado que ligue diretamente as duas linhas ferroviárias“, pelo que o Metrobus poderá reforçar a articulação da rede de transportes na zona ocidental da Área Metropolitana de Lisboa.
O projeto prevê um corredor em sítio próprio, servido por autocarros totalmente elétricos, com um traçado entre Algés, no concelho de Oeiras, e a estação da Reboleira, na Amadora. Está também prevista uma ligação à zona da Buraca e à estação de Benfica, com acesso ao Colégio Militar, já no concelho de Lisboa.
Nesse sentido, segundo indicou Vítor Ferreira, no concelho da Amadora, o percurso do Metrobus deverá servir áreas residenciais e empresariais, incluindo zonas de Alfragide, Buraca e Venda Nova, permitindo ligações a interfaces de transporte público.
Este traçado já existe desde 2002 e é uma ligação essencial entre a linha de Cascais e a linha de Sintra.
O autarca explicou que, nesta fase, o protocolo abrange o planeamento e a conceção técnica do projeto, incluindo estudos de procura, circulação e tráfego, impacto socioambiental e viabilidade da inserção urbana, bem como a preparação dos anteprojetos e projetos de execução.
“Aquilo que nós já temos bastante avançado é a inserção do traçado deste sistema no território da Amadora. Como deve calcular, influencia muito aquilo que é a área da superfície, com questões de estacionamento, com questões de alargamento de vias, com questões de paragens”, apontou.
Em julho do ano passado, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, anunciou um investimento de 93,5 milhões de euros para ligar os concelhos de Oeiras e Lisboa por Metrobus, a partir de 2028.
Em causa está uma ligação Algés–Benfica e outra Algés-Alcântara, sendo as novas ligações feitas em canal dedicado, num traçado de 21 quilómetros, com 29 paragens.
O Jetour G700 Ark Edition, SUV híbrido plug-in, concluiu com sucesso um teste de navegação na água, comprovando suas capacidades anfíbias em condições reais. A demonstração foi realizada na base especializada da Série G da marca, na China, durante o Jetour Global Technology Experience Day 2026.
A iniciativa reforça os avanços da Jetour no desenvolvimento de tecnologias para todo tipo de terreno, ampliando as possibilidades de uso de veículos de produção em série em ambientes terrestres e aquáticos.

A demonstração também destacou a GAIA Ark Tech, solução da Série G da Jetour desenvolvida para ampliar a mobilidade em terrenos desafiadores e na água. Voltada a operações de resgate, exploração ao ar livre e atividades em locais de difícil acesso, ela busca oferecer maior versatilidade em condições adversas.
Ao integrar recursos para a condução off-road e a navegação aquática, a GAIA Ark Tech amplia as possibilidades de uso dos veículos acima dos limites da mobilidade terrestre convencional.
Para garantir o deslocamento controlado na água, a GAIA Ark Tech reúne um conjunto de soluções que inclui sistema abrangente de vedação, controle inteligente de estabilidade durante a navegação e sistema de travessia aquática de 800 V, integrado ao extensor de autonomia anfíbio CEM-O.

Ao ativar o modo de navegação, o sistema de propulsão direciona a energia para o mecanismo específico de deslocamento aquático, permitindo que o veículo avance e mantenha o controle direcional.
Aliados à proteção com classificação IP68 dos componentes essenciais, esses recursos ampliam as capacidades do veículo para além da transposição convencional de trechos alagados, possibilitando uma experiência de navegação controlada na água.
Após a experiência, um representante da imprensa europeia destacou o desempenho do modelo: “Ao contrário dos veículos conceito que costumam ser apresentados, o G700 Ark Edition é um verdadeiro modelo anfíbio de produção em série.

Seu desempenho estável na água, a maturidade de seus sistemas e a capacidade de oferecer uma experiência completa de condução, preservando plenamente suas capacidades off-road em terra, superaram as expectativas e demonstram a expertise tecnológica que a Jetour vem desenvolvendo no campo da mobilidade em diferentes ambientes.”
A Série G da Jetour segue avançando no desenvolvimento de tecnologias para todo tipo de terreno, combinando engenharia aplicada e validação em condições reais. Os testes realizados aproximam o desenvolvimento tecnológico da experiência do usuário e demonstram as aplicações práticas da GAIA Ark Tech em situações reais.

A Jetour segue investindo no desenvolvimento de soluções de mobilidade para todo tipo de terreno, com foco em diferentes necessidades de deslocamento e aplicações especializadas. A iniciativa reforça o compromisso da marca em ampliar as possibilidades de mobilidade e oferecer tecnologias confiáveis a usuários em todo o mundo.
G700 no Brasil
A Jetour prepara o lançamento do G700 no país ainda este ano. O SUV terá motorização híbrida plug-in (PHEV) e deverá ocupar o topo da gama, como o maior e mais potente modelo da fabricante no mercado nacional.

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Já estão disponíveis no Recife as primeiras das 240 bicicletas elétricas do Bike PE, sistema público de bicicletas compartilhadas (o chamado bike share, em que o usuário retira e devolve a bike em estações) que desde setembro passou a ser gerido pela prefeitura da capital pernambucana. São as e-bikes de pedal assistido, tecnologia em que um motor elétrico complementa a força aplicada pelo ciclista, mas só funciona enquanto ele pedala. Na prática, subidas e trajetos longos ficam mais leves.
Para usar, o primeiro passo é baixar o aplicativo do Bike Itaú, fazer o cadastro e escolher um dos planos disponíveis. Pelo próprio app, o usuário localiza a estação mais próxima, confere se há bicicletas elétricas e vagas para devolução e libera a bike. Na estação, é preciso escolher qual modelo pedalar: a elétrica ou a mecânica.
Mas atenção: a principal diferença está na cobrança. Quem tem plano Diário, Mensal ou Anual segue com a bicicleta mecânica incluída, mas a elétrica é sempre paga à parte, mesmo para assinantes. O custo é de R$ 13,50 por viagem de até 15 minutos e, depois disso, R$ 0,90 por minuto excedente: 20 minutos saem por R$ 18 e 30 minutos, por R$ 27. Segundo o app, os planos variam de R$ 32,45 por mês a R$ 225 por ano.

1) Baixe o app Bike Itaú na App Store (iOS) ou na Google Play (Android).
2) Faça o cadastro e selecione a região de Pernambuco.
3) Escolha um plano e cadastre a forma de pagamento. A e-bike não está incluída nele e é cobrada separadamente.
4) Localize uma estação pelo mapa do app e veja a disponibilidade de bicicletas elétricas e de vagas para devolução.
5) Escolha a e-bike na estação e desbloqueie-a seguindo as instruções do aplicativo.
6) Pedale: o motor entra em ação conforme você faz força nos pedais.
7) Devolva a bicicleta em uma vaga livre de qualquer estação e confirme no app que a viagem foi encerrada.
8) Passados 15 minutos, cada minuto custa R$ 0,90.

A chegada das e-bikes é a primeira modernização da nova operação, que continua com a Tembici, líder em micromobilidade na América Latina, e o Itaú Unibanco como patrocinador. Com exceção das poucas estações de Olinda e Jaboatão dos Guararapes, que seguem com a Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi), o sistema da capital passou à coordenação municipal.
Pelo edital de licitação do novo sistema, o Recife terá 1.200 bicicletas, sendo 240 elétricas, e 120 estações, 51,90% a mais que os 79 pontos mantidos hoje na cidade. Até então, eram aproximadamente 700 bicicletas convencionais na capital. O contrato é de dez anos, com investimento estimado em até cerca de R$ 102 milhões, e a prefeitura garante que vai fiscalizar metas e indicadores de desempenho e aplicar sanções quando cabível.
Ao todo, 21 bairros passarão a ter estações. As instalações começaram em 14 de setembro e já contemplaram Ilha do Joaneiro, Hipódromo, Dois Irmãos, Prado, Torrões, Brasília Teimosa, Areias, Ipsep, Mustardinha, Afogados, Jardim São Paulo e Torre. Faltam Cabanga, Macaxeira, Apipucos, Monteiro, Casa Forte, Santana, Várzea, Bongi e San Martin. A concessionária prevê concluir toda a implantação até o final de julho de 2027.
A novidade chega depois de 15 anos de um sistema que, nos últimos anos, perdeu a confiabilidade, requisito básico de qualquer modal de transporte, inclusive os ativos, que dependem da força humana, como a bicicleta. Problemas em marchas, pedais, correntes, pneus e até freios são cada vez mais comuns entre as cerca de 900 bicicletas que oficialmente estariam disponíveis nas 90 estações, quase todas no Recife.
Há ainda falhas de encaixe nos docks, os pontos onde as bikes são travadas, e dificuldade de achar bicicleta para retirar ou vaga para devolver nos horários de pico. A expansão, prometida desde 2011, nunca saiu do papel até agora, quando a PCR resolveu criar um sistema municipal. Atualmente, entretanto, tem sido comum encontrar estações vazias pela cidade, especialmente na área central. Segundo a Tembici, a manutenção das bicicletas para a migração para o novo contrato seria a razão.
Com pouquíssimas exceções, só bairros nobres e o Centro têm estações, com a periferia ficando de fora. A integração com o transporte público, que por anos funcionou com o cartão VEM, também se perdeu. A tese de mestrado "Cadê a bike?", da UFRPE, indicou que só 3% das estações ficam perto de transporte de média e alta capacidade, todas na área central. O estudo apontou, ainda, que a Região Metropolitana do Recife precisaria de pelo menos 300 estações, mais que o triplo das 90 atuais, e que a distância entre elas, de até 1 km, desestimula o uso.


© Divulgação PCR
O Governo vai avançar com novos apoios à compra de veículos elétricos. Estão reservados 50 milhões de euros para uma medida em moldes semelhantes aos de concursos anteriores. Em paralelo, haverá também um apoio destinado às famílias mais vulneráveis, que poderão candidatar-se a uma comparticipação de até 80% do valor do automóvel.
“Teremos pela primeira vez apoio à aquisição de veículos elétricos dirigidos especificamente aos mais carenciados“, anunciou esta quarta-feira a ministra do ambiente, Maria da Graça Carvalho, no Parlamento. Neste âmbito, vai ser apoiada a aquisição de 20 mil veículos, com uma comparticipação de até 80% do respetivo valor.
A governante não detalhou em que condições as famílias poderão ter direito a este apoio, se existem restrições ao preço dos veículos abrangidos, nem quando vai arrancar a medida.
“Manteremos ainda os incentivos à aquisição de veículos elétricos para a população em geral, com regras semelhantes às do passado“, continuou a ministra, desvendando que este programa de apoio terá uma dotação de cerca de 50 milhões de euros.
Além do apoio aos particulares, o Executivo decidiu apoiar a compra de até 9.000 veículos elétricos para microempresas e, noutra iniciativa, a aquisição de veículos pesados mais sustentáveis, assim como a rede de postos de carregamento destes veículos.
Por fim, irá cofinanciar a aquisição de autocarros elétricos para zonas de baixa densidade, destinados, por exemplo, à mobilidade dos trabalhadores e da população estudantil nestes territórios.
“Libertar Portugal da dependência dos combustíveis fósseis não é uma quimera: é uma condição essencial para um futuro melhor e menos dependente de terceiros”, rematou a ministra, na sua intervenção no plenário desta manhã.
O último concurso para a aquisição de veículos elétricos contou com uma dotação global de 10 milhões de euros. Eram elegíveis os veículos adquiridos desde 1 de janeiro de 2025. Os particulares puderam receber um incentivo de até 4 mil euros na aquisição de veículos 100% elétricos novos, com preço até 38.500 euros, ou até 55 mil euros no caso de modelos com mais de cinco lugares.
(Notícia atualizada pela última vez às 15h13, com mais informação)
O município do Porto já retirou 300 trotinetas das ruas desde setembro e prepara-se para substituir gradualmente parte da frota em circulação por bicicletas partilhadas. Há vários meses que o Executivo de…
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Ver todos os planosO magistrado tinha ordenado, no domingo (25), que a Polícia Federal (PF) detivesse Souza. A determinação buscava “constranger” a Secretaria de Mobilidade (Semob) a tomar as providências necessárias para garantir a circulação de 100% da frota de ônibus na capital baiana durante o segundo turno das eleições.
Segundo o magistrado, o mandado de prisão não foi cumprido antes de deixar de ser necessário porque Souza se encontra no exterior e só deve retornar ao Brasil nesta segunda-feira. O secretário municipal também se comprometeu a se apresentar espontaneamente às autoridades responsáveis assim que chegar ao país.
O Ministério Público Eleitoral (MPE), que instaurou um procedimento preliminar (notícia de fato) para apurar as suspeitas de crime eleitoral, não requereu a prisão de Souza.
Em sua decisão, o presidente do TRE-BA destaca que a revogação da ordem de prisão não elimina a necessidade de apuração dos fatos. O magistrado determina que a Semob e as empresas concessionárias preservem e apresentem, em até 48 horas após ser intimadas, o plano de operações vigente no domingo; as escalas de motoristas; as ordens de serviço; os registros de monitoramento da frota e as comunicações internas relativas à redução do serviço, com a comparação com dias úteis.
Segundo Szporer, a conduta de Souza, em tese, pode configurar crime eleitoral, passível de reclusão de quatro a seis anos e mais o pagamento de multa.
Há provas materiais, como vídeos e fotografias, de dezenas de ônibus retidos em garagens das empresas concessionárias de transporte durante no horário de votação, enquanto a frota operava com uma redução superior a 50% da empregada em dias úteis.
A Agência Brasil não conseguiu contato com o secretário municipal ou com seus advogados.
Em nota divulgada no domingo, a Semob garantiu ter determinado que todos os ônibus fossem liberados das garagens, com a frota máxima, de forma a garantir o serviço de transporte gratuito para a população durante a votação.
A nova linha funciona desde 1 de outubro, com quatro horários diários. Serve também Castro Verde, Faro, Albufeira, Beja e Setúbal.
O conteúdo FlixBus liga Loulé a Lisboa com bilhetes desde 4,49 euros aparece primeiro em Barlavento.
A FlixBus, transportadora ‘low cost’, começou a operar uma nova linha que vai ligar Braga e Guimarães a Vouzela e às Termas de São Pedro do Sul, na região Centro, foi hoje anunciado.
Em comunicado, a empresa adianta que, com esta nova rota, estende a sua rede doméstica a Vouzela e Termas de São Pedro do Sul, ligando os dois destinos do centro do país a Braga, Guimarães, Porto, Aveiro e Viseu.
“Esta nova linha, que conta para já com dois horários diários (um em cada sentido), permitirá à população de Braga poder viajar até Vouzela ou até às Termas de São Pedro do Sul em pouco mais de três horas, enquanto os passageiros de Guimarães estarão a menos de duas horas de distância destes dois novos destinos da FlixBus”, refere.
Tanto em Vouzela, como nas Termas de São Pedro do Sul, as paragens estão localizadas nos respetivos terminais rodoviários: em Vouzela, na Rua dos Bombeiros Voluntários; nas Termas de São Pedro do Sul, na Avenida Dr. Pinho Bandeira.
Com estes dois novos destinos, a FlixBus passa a contar com 13 novas cidades na sua rede doméstica desde o início de 2026, alargando a sua presença em territórios com menor densidade populacional. No total, a operadora já conta com mais de 100 destinos na sua rede doméstica .
Para Tiago Cavaco Alves, diretor das operações da FlixBus em Portugal, “a chegada a estes dois novos destinos reflete o compromisso estratégico” da operadora em levar a sua “alternativa de transporte a cada vez mais cidades, em particular na região Centro”.
“Uma maior conectividade entre as localidades da região e os principais centros urbanos contribuirá para aproximar territórios, criar novas oportunidades e reforçar a sua atratividade”, defende.
Os bilhetes já se encontram disponíveis na aplicação e ‘site’ da FlixBus, nos pontos de venda Pagaqui e nas agências de viagens parceiras da operadora, com preços a começar em 1,99 euros para as ligações Braga-Vouzela, Braga-Termas de São Pedro do Sul, Guimarães-Vouzela e Guimarães-Termas de São Pedro do Sul.
O conteúdo FlixBus liga Braga e Guimarães a famosas termas da região Centro a partir de 1,99 euros aparece primeiro em O MINHO.
A votação começa hoje e decorre durante 30 dias. As propostas incluem bicicletas partilhadas, melhores transportes públicos, hortas comunitárias e espaços verdes.
O conteúdo WWF abre votação de propostas de alunos de Loulé para melhorar mobilidade e ambiente aparece primeiro em Barlavento.
“É um absurdo que, em pleno dia de eleição, centenas de ônibus estejam parados nas garagens, enquanto a população enfrenta dificuldades para chegar às urnas”, disse, em seu perfil na rede social Instagram.
Diante do cenário, o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) determinou o restabelecimento imediato da frota integral do transporte público de Salvador, operando com frequência equivalente à de dias úteis e mantida a gratuidade integral aos passageiros.
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), Maurício Kertzman Szporer, determinou ainda, à Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), que prenda o secretário municipal de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza.
Após a decisão, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), disse, em seu perfil na rede social X, ter colocado a Polícia Militar e a Secretaria da Segurança Pública à disposição para identificar policiais com habilitação categoria D, aptos a dirigir os ônibus, caso se faça necessário.
Já a prefeitura de Salvador informou, em nota, ter determinado que todos os ônibus fossem liberados das garagens, ainda que estivessem com adesivação considerada como propaganda irregular, facilitando a locomoção de eleitores neste domingo.
Desde a manhã deste domingo, eleitores relatam dificuldades para chegar aos locais de votação em Salvador e se queixam sobre demora e problemas na circulação de ônibus durante o segundo turno das eleições.
De acordo com o governo baiano, fiscais encontraram ônibus aptos para operação que permaneciam nas garagens durante a vistoria realizada no dia da votação.
O diagnóstico está feito: três em cada quatro deslocações pendulares no Algarve são feitas de automóvel, uma em cada cinco a pé ou de bicicleta e só uma parcela residual de autocarro ou comboio.
O conteúdo Plano da AMAL quer combater a forte dependência do automóvel no Algarve aparece primeiro em Barlavento.
A Praça da República, em Loulé, abriu dia 22, as suas portas ao convívio, à animação e à promoção da mobilidade sustentável com a realização de mais uma edição do Park(ing) Day.
A iniciativa, inserida na Semana Europeia da Mobilidade de 2026, com o lema “Mobilidade para todos – Justiça entre gerações”e realizada no âmbito do Dia Europeu sem Carros, assinalado esta terça-feira (22 de setembro), desafiou a população a deixar o automóvel em casa e a usufruir do espaço público de uma forma ativa e inclusiva.
Sob o mote “Ocupa o teu lugar na cidade”, o evento transformou os habituais lugares de estacionamento automóvel em áreas vivas destinadas às pessoas. Com propostas pensadas para todas as idades, o programa integrou atividades desportivas, jogos tradicionais,stands informativos e de sensibilização ambiental, sessões de cinema imersivas e o projeto Mercado de Trocas. Mas a pista de segurança rodoviária da GNR foi uma das zonas que mais interesse despertou junto dos mais novos.
Em termos de balanço, a organização do Park(ing) Day’26 destaca o forte envolvimento comunitário e institucional. As empresas municipais (Infralobo, Inframoura, Infraquinta e Loulé Concelho Global) marcaram presença e promoveram diversos projetos focados na mobilidade e sustentabilidade urbana, na ação climática e na preservação ambiental. O associativismo local também esteve em grande destaque, com a participação ativa de vários parceiros, como a AMAL – Comunidade intermunicipal do Algarve, a Guarda Nacional Republicana, os Boardgamers de Loulé da Casa da Cultura, o Mercado de Trocas, o Clube BTT Loulé, o MOOV – Fitness Center, o Almancilense Cycling e o Banco Local de Voluntariado de Loulé, entre outras entidades que se associam a esta iniciativa. A diversidade dos parceiros envolvidos permitiu reunir, num mesmo espaço diferentes contributos nas áreas da mobilidade, segurança rodoviária, ambiente, ação climática, saúde, desporto, cultura, educação e participação comunitária, reforçando o carácter transversal do Park(ing) Day.
Outra das ações do evento foi a ativação da marca VELA, o novo sistema de bicicletas partilhadas de Loulé, que será implementado no próximo ano. Esta nova solução de transporte pretende revolucionar a mobilidade suave em Loulé, oferecendo uma alternativa ecológica, económica e eficiente para as deslocações diárias dos munícipes e visitantes.
Com a conclusão de mais uma edição do do Park(ing) Day, o Município de Loulé reforça o seu compromisso contínuo na transformação do ambiente urbano, demonstrando que as cidades podem ser desenhadas para as pessoas e o espaço público pode assumir múltiplas funções, garantindo maior qualidade de vida e para os cidadãos entre gerações. Para a Autarquia, a mobilidade suave é, cada vez mais, uma realidade que se pretende integrar no concelho, em especial nas suas zonas urbanas, sendo um contributo relevante para alcançar a neutralidade carbónica.
“A mobilidade sustentável constrói-se com a participação de todos!”. Este é o mote para as sessões participativas que a Autarquia de Loulé irá realizar no próximo dia 28 de setembro, dirigidas a entidades e à população em geral, no âmbito da elaboração do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável de Loulé (PMUS de Loulé).
Pretende-se promover espaços de diálogo, reflexão e partilha de conhecimentos, experiências e perspetivas sobre a mobilidade no concelho.
Durante a manhã, terá lugar a sessão de trabalho com os serviços municipais e com as entidades representativas do território, procurando reunir diferentes visões e conhecimentos técnicos e reforçar a articulação entre os diversos intervenientes com responsabilidade e competências nas áreas da mobilidade, acessibilidade, transportes, território e espaço público.
Mas neste processo, a participação da comunidade constitui uma dimensão essencial. Depois de, numa fase anterior, ter sido realizado um Inquérito à Mobilidade dirigido à população, destinado a caracterizar os padrões de deslocação existentes no concelho e a identificar necessidades e desafios, o Município pretende agora aprofundar esta auscultação. Um dos momentos centrais deste processo será a sessão pública dirigida à população em geral, que acontece pelas 17h30, na Biblioteca Municipal Sophia de Mello Breyner Andresen.
A sessão será aberta à participação de todos os munícipes e entidades representativas da sociedade civil, constituindo uma oportunidade para conhecer o trabalho desenvolvido no âmbito do PMUS e, sobretudo, partilhar ideias, preocupações, experiências e propostas sobre a mobilidade no concelho.
Refira-se que o Município está a desenvolver o PMUS de Loulé, um instrumento estratégico que pretende definir uma nova visão para a mobilidade no concelho, promovendo deslocações mais sustentáveis, acessíveis e seguras, espaços públicos mais humanizados e um território mais preparado para os desafios do presente e do futuro.
Financiado pelo Fundo de Transportes e pelo Fundo Ambiental, o Plano conta com a assessoria técnica da MPT – Mobilidade e Planeamento do Território, Lda. e encontra-se atualmente numa fase em que a participação das instituições, entidades e da população assume particular importância para consolidar as opções a integrar no Plano.
O PMUS de Loulé pretende, assim, contribuir para uma mudança positiva na forma como as pessoas se deslocam e experienciam o território, promovendo uma mobilidade mais sustentável, inclusiva e eficiente, sem esquecer as especificidades de um concelho diversificado, que integra diferentes realidades urbanas, rurais e costeiras.
Mais do que um plano elaborado para a população, o Município pretende construir um plano com a população, incorporando diferentes perspetivas e experiências na definição das opções para a mobilidade futura de Loulé, valorizando o conhecimento de quem vive, trabalha, estuda e se desloca diariamente no território.