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El Sáhara Occidental afronta en la ONU un futuro de autodeterminación sin referéndum

30 October 2026 at 04:30
Celebración del Fisahara en los campamentos de refugiados saharauis de Tinduf (Argelia), en abril.

El mandato anual de la Misión de Naciones Unidas para el Referéndum del Sáhara Occidental (Minurso), que expira el sábado, puede ser el último bajo ese nombre si el Consejo de Seguridad aprueba este viernes una resolución presentada por Estados Unidos para que desaparezca la mención a una consulta popular. Tras lanzar a comienzos de mes un órdago al Frente Polisario, que defiende la independencia del territorio mediante un referéndum, Washington ha redactado una nueva propuesta al Consejo donde el plan de autonomía bajo soberanía de Marruecos deja de ser la “única solución” factible al conflicto para convertirse en “marco negociador” de una salida política, en la que todavía se incluye el concepto de autodeterminación.

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La recarga de un camión cisterna de la ONG ATTSF en el campamento de refugiados de Auserd en Tinduf (Argelia), en mayo.

Organizaciones mexicanas festejan otro triunfo de Cuba en ONU

30 October 2026 at 01:55

Ciudad de México, 29 oct (Prensa Latina) Organizaciones mexicanas festejaron hoy que 130 países en Naciones Unidas rechazaran el bloqueo económico, comercial y financiero impuesto por Estados Unidos a Cuba desde hace más de seis décadas y recrudecido en los meses recientes.

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«¡La independencia es la solución!»: saharauis se movilizan ante votación en la ONU

30 October 2026 at 00:43
Rechazan el «borrador cero» promovido por EE.UU. que pretende imponer la autonomía marroquí como marco exclusivo; alertan que la transformación de la Minurso busca sepultar el referéndum y vulnerar el derecho inalienable del pueblo saharaui a su autodeterminación.

Periódico dominicano destaca respaldo de la ONU a Cuba contra bloqueo

29 October 2026 at 23:29

Santo Domingo, 29 oct (Prensa Latina) El periódico dominicano Vanguardia del Pueblo, órgano del Partido de la Liberación Dominicana (PLD), destacó hoy el respaldo mayoritario de la comunidad internacional a Cuba en Naciones Unidas y su reclamo del levantamiento del bloqueo de Estados Unidos.

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Defienden derecho de pueblo saharaui a la autodeterminación

29 October 2026 at 18:29

Naciones Unidas, 29 oct (Prensa Latina) Las últimas décadas demostraron el compromiso del pueblo saharaui con su derecho a la autodeterminación y reafirmaron su voluntad de vivir hoy en paz y libertad, aseveró el representante del Frente Polisario ante la ONU, Sidi Mohamed Omar.

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Sob pressão de Trump, Cuba comemora aprovação na ONU contra bloqueio

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Mesmo com o placar mais desfavorável a Cuba em 30 anos, o embaixador do país caribenho no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, comemorou a aprovação, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), da resolução contra o bloqueio econômico dos Estados Unidos (EUA) à ilha, que dura mais de seis décadas.

“Em um mundo onde os EUA lideram novas práticas do fascismo, por meio de chantagens e ameaças a países pequenos, imposição de guerras econômicas e tarifas, Cuba manteve o apoio da imensa maioria dos países da comunidade internacional. É uma grande vitória de nosso povo”, afirmou o embaixador sobre a votação na ONU.

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A resolução foi aprovada, nessa terça-feira (29), com 130 votos favoráveis, incluindo do Brasil, 17 contrários e 25 abstenções. Em 30 anos, esse foi o menor apoio ao fim do bloqueio, que chegou a somar mais de 190 votos favoráveis.

A queda está relacionada a uma campanha do governo de Donald Trump para convencer países aliados a rejeitarem a resolução. Em 2024, apenas dois países votaram contra a proposta: Israel e EUA.

Neste ano, 17 países votaram contra a condenação do bloqueio a Cuba: Argentina, Bósnia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Hungria, Israel, Lituânia, Marrocos, Macedônia do Norte, Paraguai, Eslovênia, Trindade e Tobago, Ucrânia, Emirados Árabes Unidos, República Tcheca e EUA.

Enquanto em 2024 houve apenas uma abstenção, dessa vez foram 25 países que não votaram, entre eles, nações da América Latina como Chile, Honduras, Guiana, Haiti, Jamaica e Peru que, historicamente, costumavam votar a favor de Cuba.

Custo humano do bloqueio

Ao receber a Agência Brasil na embaixada em Brasília, nesta quinta-feira (29), Palomo lembrou que o bloqueio à Cuba é ilegal pelo direito internacional e destacou o custo humano da política de Washington.

“Foram mais de 1,5 mil crianças que morreram em Cuba por não ter acesso a medicamento e por falta de combustível para manter as incubadoras daqueles que nascem prematuramente ou com baixo peso. Não são apenas números, são vidas”, lamentou.

De 2025 a 2026, em meio ao endurecimento do bloqueio pelo governo Trump, a mortalidade infantil em Cuba dobrou, passando de 4,4 bebês mortos em cada mil nascimentos para 9,9.
 

Brasília (DF)29/10/2026 O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, durante entrevista à Agência Brasil.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Brasília (DF)29/10/2026 O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, durante entrevista à Agência Brasil.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, em entrevista à Agência Brasil - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Problema mundial

O bloqueio econômico a Cuba, adotado em retaliação à Revolução Cubana de 1959, não é um problema apenas da ilha, mas de toda a humanidade, defende o embaixador Victor Manuel Cairo Palomo.

“É um tema que tem que ver com o mundo porque hoje é Cuba, mas amanhã pode ser qualquer outro país que os EUA desejarem”, justificou.

O diplomata lembrou da nova doutrina de Trump para a América Latina, que busca, entre outros objetivos, impedir as relações dos países da região com a China.

“Os EUA acreditam que eles têm que controlar os destinos da América Latina e do Caribe. Eles dizem que vão impor a paz pela força. É um modelo para o mundo onde eles se consideram os donos de tudo”, destacou Victor.

O embaixador fez questão de descrever como as medidas dos EUA têm prejudicado a população cubana, entre elas, as chamadas sanções secundárias, que punem empresas de outros países que comercializem com Cuba, aumentando o preço dos produtos que entram na ilha.

“As sanções secundárias têm um impacto tremendo. Temos mais de 7 mil contêineres comprados por Cuba parados em portos de todo o mundo porque as transportadoras não querem entregar. Chegam à Jamaica e deixam lá porque os donos dos navios têm medo de represálias dos EUA”, explicou.

Endurecimento do bloqueio

Desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca, em janeiro de 2025, os EUA têm adotado uma série de novas sanções contra o pequeno país caribenho. Entre as ações, está o bloqueio energético com ameaças a países que vendam petróleo a Cuba.

A medida chegou a deixar a ilha três meses sem receber nenhum barril de petróleo. Em consequência, os apagões de energia podem chegar a mais de dez horas na capital, Havana.

“Se não tem combustível, você não tem capacidade para produzir ou conservar alimentos ou manter os serviços básicos públicos, transporte público, não tem capacidade para indústria”, criticou o embaixador.

As medidas de asfixia econômica vêm escalando mês a mês, levando à redução dos voos interacionais à Cuba, saída de empresas hoteleiras estrangeiras e mesmo da empresa de cartões Visa, o que tem afetado o setor do turismo, o principal do país.

Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA, liderada pelo descendente de cubanos Marco Rubio, adotou nova sanção contra empresas de “tecnologias sensíveis” que tenham relação com a ilha caribenha. A Justiça dos EUA chegou ainda a decretar, neste mês, a prisão do ex-presidente cubano Raúl Castro.

Reforma econômica

Em resposta, Cuba adotou uma reforma econômica para tentar contornar o bloqueio e dinamizar a economia. O embaixador Victor Manuel Cairo Palomo afirmou que ainda é cedo para avaliar o impacto das mudanças, mas apontou que estudos internos indicam condições mais favoráveis para aumentar a produção.

“Estamos mudando a matriz energética para energia solar de maneira acelerada com ajuda a China e estamos trabalhando muito forte na produção de alimentos porque nosso país não pode esperar que o presidente dos EUA queira mudar seu genocídio contra a Cuba", concluiu.

Agradece Cuba respaldo global contra bloqueo estadounidense

29 October 2026 at 16:40

La Habana, 29 oct (Prensa Latina) El presidente Miguel Díaz-Canel agradeció hoy en nombre del pueblo de Cuba el respaldo de la comunidad internacional frente al bloqueo estadounidense, apoyo ratificado la víspera en la Asamblea General de la ONU.

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Cuba, l’Italia si inchina agli Stati Uniti e si astiene sulla risoluzione Onu che chiedeva la fine dell’embargo

29 October 2026 at 09:06

Ufficialmente i rapporti tra Giorgia Meloni e Donald Trump sono ai minimi storici, ma se c’è da piegare la testa a a Washington il governo non si tira indietro. E’ accaduto ieri a New York, dove l’Assemblea generale delle Nazioni Unite ha chiesto a larga maggioranza la fine dell’embargo economico statunitense contro Cuba, in vigore da decenni. Tuttavia, un’intensa attività da parte degli Stati Uniti ha spinto diversi paesi a opporsi alla risoluzione o ad astenersi per la prima volta dopo anni. Tra questi c’è stata anche l’Italia. La risoluzione ha ottenuto 130 voti a favore, 25 astenuti e 17 contrari, tra i quali Stati Uniti e Israele. L’anno precedente, i sì erano stati 165, 7 i no e 12 le astensioni.

Stati Uniti e Cuba si sono scambiati accuse durissime nella sala dell’Assemblea Generale, trasformando un dibattito sull’embargo commerciale imposto da Washington decenni fa in un teso confronto verbale tra le due delegazioni. L’ambasciatore Usa Mike Waltz ha accusato il governo dell’Avana di arricchire la propria élite mentre la popolazione comune è alle prese con carenze e difficoltà economiche. Oltre a respingere la definizione di “blocco” utilizzata da Cuba per descrivere le misure di Washington. “Non esiste alcun blocco – ha detto Waltz – Un blocco è un cordone di navi militari attorno a un’isola. Non è questo il caso”.

La delegazione cubana ha interrotto più volte il discorso, costringendo il presidente dell’Assemblea a intervenire per richiamare le parti a rispettare le regole. A un certo punto, Waltz si è rivolto direttamente alla delegazione cubana affermando: “Questa è l’America, queste sono le Nazioni Unite. Non siamo nella vostra dittatura comunista. Non potete mettermi a tacere”. Il ministro degli Esteri cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, ha replicato accusando Waltz di affermazioni false e di aver mancato di rispetto all’Assemblea: “Sta offendendo la dignità del popolo e del governo di Cuba”, ha sottolineato.

Il voto dell’Assemblea Generale Onu ha un peso politico, ma solo il Congresso di Washington può revocare l’embargo a Cuba, risalente all’epoca della Guerra Fredda. L’Assemblea adotta questa risoluzione ogni anno da oltre tre decenni, con la sola eccezione del 2020, durante la pandemia di Covid. “Sono soddisfatto del fatto che così tanti paesi, tra cui importanti economie come la Corea, la Germania e altri, abbiano cambiato la loro posizione”, ha detto ai giornalisti Waltz dopo il voto. “La diplomazia richiede tempo, ma ora che abbiamo assistito a una triplicazione del numero di paesi che hanno mutato orientamento, ci aspettiamo che questo trend continui a crescere”, ha aggiunto.

“L’Italia, nel ribadire la vicinanza al popolo cubano e la necessità di continuare gli aiuti umanitari, ha scelto di astenersi assieme ad altri paesi alleati come Germania, Olanda, Polonia, Grecia, Bulgaria, Romania, Estonia, Lettonia e Croazia”, ha riferito la Farnesina. In sintesi, si legge nella nota, “l’Italia ritiene che vada accelerato un cambiamento con le autorità cubane: l’embargo economico imposto dagli Stati Uniti a Cuba ha conseguenze economiche e umanitarie negative per il popolo cubano. La revoca dell’embargo potrebbe rendere più efficaci le riforme economiche e favorire una ulteriore apertura dell’economia cubana, a beneficio del popolo cubano: ma le riforme non arrivano, le decisioni delle autorità cubane sono il motivo della crisi attuale. La mancanza di libertà politiche ed economiche, le debolezze strutturali e le inefficienze di lunga data del sistema economico hanno contribuito in misura significativa alla crisi attuale”.

“Sono necessarie urgentemente riforme politiche, economiche, sociali e giudiziarie sostanziali da parte delle autorità cubane per alleviare le sofferenze del popolo cubano. Le 176 misure economiche e sociali adottate lo scorso giugno dovranno essere attuate rapidamente”, prosegue la nota. L’Italia, sottolinea la Farnesina, “inoltre rimane profondamente preoccupata per la situazione dei diritti umani a Cuba, in particolare dopo gli eventi del luglio 2021, e ribadisce il suo appello al governo cubano affinché rilasci tutti i prigionieri politici. Deploriamo inoltre, si legge, che la posizione di Cuba sulla guerra di aggressione illegale della Russia contro l’Ucraina continui a essere incompatibile con i principi della Carta delle Nazioni Unite. Cuba ha votato contro la risoluzione dell’Assemblea generale Onu del 24 febbraio 2026 che promuoveva un cessate il fuoco e una pace duratura in Ucraina“.

Pazienza se l’Avana dà una grossa mano all’Italia nella sanità pubblica, dove i medici cubani rappresentano una realtà consolidata, in particolare in Calabria. Per far fronte a una cronica e drammatica carenza di personale, la Regione ha siglato un accordo con l’Avana che prevede il reclutamento di quasi 500 camici bianchi. Attualmente, centinaia di specialisti caraibici prestano servizio negli ospedali calabresi, lavorando in prima linea nei pronto soccorso e nei reparti più in affanno. Dopo una prima esperienza emergenziale in Lombardia e Piemonte durante la pandemia del 2020, questa cooperazione è diventata strutturale: l’intesa è stata infatti prorogata fino al termine del 2027 per garantire la continuità dei servizi sanitari essenziali.

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Prensa de India destaca victoria de Cuba en ONU contra bloqueo

29 October 2026 at 08:47

Nueva Delhi, 29 oct (Prensa Latina) La prensa de India destaca hoy la victoria de Cuba en la votación contra el bloqueo de Estados Unidos en Naciones Unidas, con 130 votos a favor de la resolución que condena esa política ilegal de Washington.

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Argentinos solidarios celebran triunfo de Cuba en la ONU

29 October 2026 at 04:58

Buenos Aires, 29 oct (Prensa Latina) El Movimiento Argentino de Solidaridad con Cuba (MASCuba) celebra hoy que 130 países repudiaran en la Asamblea General de la ONU, por 34 ocasión consecutiva, el bloqueo que Estados Unidos impone a la isla desde 1962.

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Copresidenta de Nicaragua destaca victoria de Cuba en Naciones Unidas

29 October 2026 at 02:54

Managua, 28 oct (Prensa Latina) La copresidenta de Nicaragua, Rosario Murillo, destacó hoy la victoria de Cuba en Naciones Unidas, donde 130 países respaldaron la resolución que reclama el fin del bloqueo económico, comercial y financiero impuesto por Estados Unidos a la isla.

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Cuba no es una amenaza, el bloqueo sí, reafirman en México

29 October 2026 at 02:00

Ciudad de México, 28 oct (Prensa Latina) La secretaria general del gobernante partido mexicano Morena, Carolina Rangel, afirmó hoy que “Cuba no es una amenaza, el bloqueo sí”, una realidad reafirmada por 130 países en la Asamblea General de la ONU.

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Cubanos residentes en México celebran victoria de la isla en ONU

29 October 2026 at 01:46

Ciudad de México, 28 oct (Prensa Latina) La Asociación de Cubanos Residentes en México José Martí celebró hoy que la mayoría de los países votara nuevamente en la ONU contra el bloqueo a la isla, pese a las presiones ejercidas por Estados Unidos.

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Cubanos y dominicanos honran a Camilo y destacan apoyo a Cuba en ONU

28 October 2026 at 23:24

Santo Domingo, 28 oct (Prensa Latina) Cubanos y dominicanos celebraron hoy el respaldo mayoritario a Cuba en la Asamblea General de las Naciones Unidas en su reclamo por el fin del bloqueo de Estados Unidos, durante un homenaje aquí al comandante Camilo Cienfuegos.

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