O Grande Prêmio do México será disputado neste final de semana, no Autódromo Hermanos Rodríguez, na Cidade do México, pela 19ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1.
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Mongbwalu, en Ituri, des moments de joie ont marqu la sortie du dernier patient confirm dEbola du centre de traitement de MSF, guri. Mais lpidmie est loin dtre termine : plus de 10 000
Um ataque cibernético balançou o mercado de criptomoedas nesta sexta-feira (30), após a Binance informar nas redes sociais que estava investigando um “problema de segurança” em sua plataforma. A corretora de cripto sinalizou também que congelou US$ 2,54 bi em ativos.
Com a notícia, as principais criptomoedas do mundo tinham queda expressiva. Pela manhã, o Bitcoin – um dos ativos mais conhecidos do mundo -, cedia 1,50%, cotado a US$ 77.624 (R$ 417.610). Antes disso, a moeda chegou a ceder mais de 2%.
Enquanto isso, a Ethereum tinha queda de 3,27%, a US$ 2.244,6 (R$ 12.080).
Diversos investigadores apontaram a Coreia do Norte como a possível responsável pelo ataque. Os invasores conseguiram acessar carteiras digitais mantidas na Binance, que hoje é a maior corretora de criptomoedas do mundo.
“Estamos trabalhando sem parar para resolver este problema. A Binance cobrirá todas as perdas. […] Estamos trabalhando 24 horas por dia e compartilharemos um relatório completo pós-incidente assim que a investigação for concluída”, escreveu a empresa na rede social X.
“Somos uma plataforma separada e independente, e os fundos e serviços dos clientes estão seguros e funcionando normalmente”, diz a conta da operação norte-americana no X.
A chinesa Chery avalia as condições para trazer ao Brasil uma picape híbrida plug-in a diesel, mas a comercialização depende de uma decisão industrial. Durante o Global User Summit, realizado em Wuhu, na China, Guibing Zhang, presidente da Chery International e vice-presidente executivo do Grupo Chery Auto, afirmou que a produção local é fundamental para viabilizar o projeto no país. O modelo em questão é a Rely Hi800, também conhecida como Chery Stockman.
Questionado em entrevista à CNN Brasil sobre a estratégia da empresa para o segmento de utilitários brasileiro, o executivo destacou que a importação não seria adequada para atender à demanda potencial.
“Atualmente, seria muito difícil introduzir o produto sem produção local, pois trabalhar com volumes pequenos não é o ideal. Estou acompanhando o progresso das negociações para a fabricação local”, disse Zhang.
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A reportagem conheceu de perto o produto, ainda em fase de pré-lançamento: o modelo representa uma possível entrada do grupo em um segmento no qual capacidade de carga, reboque e desempenho fora de estrada são fatores importantes para o consumidor. Ainda não há confirmação de lançamento, preço ou prazo de chegada ao Brasil. A Hi800 será lançada em novembro na Austrália.
A Rely Hi800 utiliza um conjunto híbrido plug-in que associa um motor 2.5 turbodiesel de quatro cilindros a um propulsor elétrico. A potência combinada divulgada é de 350 kW, equivalente a aproximadamente 476 cv, enquanto o torque chega a 800 Nm, ou cerca de 81,5 kgfm.
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN
A energia elétrica vem de uma bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) com capacidade de 34 kWh. Segundo os dados técnicos apresentados para o modelo australiano, a autonomia exclusivamente elétrica pode chegar a 96 km no ciclo NEDC, enquanto a autonomia combinada anunciada alcança 1.350 km. A Chery também informa consumo combinado de 1,1 litro por 100 km para a Stockman na Austrália, o que daria incríveis 90 km/l! Esse número, contudo, segue o padrão de divulgação local e não deve ser tratado como uma estimativa de consumo para o Brasil.
O sistema permite utilizar energia elétrica em deslocamentos curtos e manter o motor a diesel para percursos mais longos ou situações que exigem maior esforço. A configuração é diferente da encontrada em picapes híbridas que utilizam motores a gasolina ou etanol.
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN
A Stockman mede 5,45 metros de comprimento, tem 2,01 m de largura, 1,93 m de altura e entre-eixos de 3,25 m. A suspensão dianteira utiliza braços duplos, enquanto a traseira recorre a feixes de molas, solução comum em veículos voltados ao transporte de carga. A estrutura é o chassi sobre longarinas, voltada para o trabalho pesado.
O conjunto inclui tração integral 4×4, bloqueios dos diferenciais dianteiro, central e traseiro, controle de velocidade em terrenos difíceis e assistente para manobras em curvas fechadas. A altura livre do solo é de pelo menos 247 mm, enquanto a capacidade de imersão em água informada para o projeto chega a 900 mm.
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN
A picape também oferece funções de fornecimento de energia para equipamentos externos. A tecnologia V2L permite alimentar ferramentas e dispositivos, enquanto a função V2V possibilita transferir energia para outro veículo. O material técnico fornecido para o projeto indica potência de até 6 kW nessas operações.
A eventual chegada da picape também envolve a organização das marcas do grupo no Brasil. A Chery atua no país por meio de diferentes operações e marcas, entre elas Omoda Jaecoo, enquanto a Rely é direcionada a veículos comerciais. A Caoa Chery, por sua vez, já indicou planos para uma picape própria sob a marca Himla, apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo 2025.
Outra empresa do grupo Chery, mas que atua em operação independente, é a Jetour. Essa, por sua vez, deverá lançar a picape F700 no Brasil, que é a versão com caçamba do jipão G700.
A nova picape híbrida diesel deverá chega sob a bandeira da Jaecoo. Outra alternativa é ressuscitar a marca Rely, que operou no Brasil nos anos 2010 com mini caminhões e utilitários. Todavia, conforme Guibing Zhang, o lançamento depende da nova fábrica da Chery no país, ainda em fase de negociações.
*Jornalista viajou a convite da Omoda & Jaecoo Brasil
Rely Hi800: picape híbrida diesel deve ser lançada no Brasil • Thiago Ventura/CNN
O número de pacientes que precisaram de atendimento médico após realizar exames de endoscopia e colonoscopia em uma clínica particular de Ibirama, em Santa Catarina, subiu para 25. Uma mulher de 38 anos que realizou exame no local no dia 22 deste mês morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
Segundo a SES (Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina), os 25 pacientes apresentaram sintomas semelhantes, como dores abdominais, calafrios e vômitos após os procedimentos realizados na WS Centro Clínico & Diagnósticos. A maioria passou por avaliação médica e não precisou de internação, mas dois permanecem internados em estado estável.
A clínica foi interditada cautelarmente pela Vigilância Sanitária Municipal na sexta-feira (23). A Secretaria de Estado da Saúde acompanha as ocorrências e aguarda os resultados dos exames realizados no hospital e das amostras encaminhadas ao Lacen SC (Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina). As análises devem contribuir para esclarecer as possíveis causas das complicações.
Em nota, a WS Centro Clínico & Diagnósticos lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade aos pacientes e familiares. O estabelecimento afirmou que realiza os procedimentos há três anos e que a situação é inédita em sua trajetória. A clínica também informou que está colaborando com as autoridades competentes para esclarecer os fatos.
A investigação também conta com o acompanhamento dos órgãos de Vigilância Sanitária e Epidemiológica, responsáveis pelas análises técnicas. Os resultados serão encaminhados à autoridade policial assim que concluídos, para dar continuidade à apuração.
A paciente que morreu foi identificada como Daiane Deucher dos Santos, de 38 anos. Ela era atleta de futsal e integrava a equipe Amigas da Bola, de Ibirama.
Daiane realizou uma colonoscopia na clínica na quinta-feira (22). Após o procedimento, passou mal e procurou atendimento no Hospital Doutor Waldomiro Colautti, onde foi medicada e liberada.
A paciente voltou ao hospital na sexta-feira (23), após apresentar piora no quadro de saúde. Ela chegou a sofrer uma convulsão e permaneceu internada. Na segunda-feira (26), Daiane morreu após uma parada cardiorrespiratória.
Uma amiga da vítima, que não quis se identificar, relatou à CNN Brasil que Daiane teria contraído uma bactéria após o exame. No entanto, essa informação ainda não foi confirmada pelas autoridades, e as circunstâncias da morte seguem sob investigação.
A Secretaria Municipal de Saúde orientou que pessoas que realizaram exames na clínica e apresentem sintomas procurem atendimento médico, mesmo que os sinais sejam leves.
A clínica também afirmou, em publicação nas redes sociais, que os pacientes foram liberados somente após acordarem da sedação e apresentarem condições consideradas adequadas. O responsável técnico informou que a equipe tenta identificar o que pode ter provocado os casos, mencionando possibilidades como bactéria, vírus, medicamento ou algum fator externo.
Peggy Noonan / Wall Street Journal: The Case for a Historic Wave — The president should be dealt a rebuke, a rebellion and a rout. Only then can the Republican Party be rebuilt. — We begin with a thought at odds with the mood of the moment. It is the old political wisdom that every victory contains the seeds of defeat, and every defeat the seeds of victory.
Jack Grealish voltou a se envolver em problemas disciplinares e ficou fora da vitória do Everton por 3 a 1 sobre o Newcastle, na última quarta-feira (29), pelas oitavas de final da Copa da Liga Inglesa. O atacante inglês teria descumprido regras internas do clube.
Embora o Everton não tenha divulgado oficialmente o motivo da ausência, a imprensa inglesa informou que o jogador, de 31 anos, faltou a um treinamento sem autorização prévia.
Após a classificação diante do Newcastle, o técnico David Moyes foi questionado sobre a ausência do atacante. O treinador evitou entrar em detalhes, mas confirmou que a decisão partiu do clube.
“Não vou dar detalhes. Foi uma decisão do clube e eu apoio. Não quero falar muito sobre isso”, declarou Moyes.
Grealish já havia ficado fora de outro jogo do Everton
Emprestado novamente pelo Manchester City ao Everton, Grealish também não participou da partida contra o Arsenal, no último sábado (25). Na ocasião, o clube justificou a ausência do jogador por motivos de saúde.
A nova ausência, porém, teria sido motivada por uma questão disciplinar. Segundo a imprensa inglesa, o atacante não compareceu a um treinamento sem receber autorização do clube.
Números de Jack Grealish na temporada
O início de temporada de Grealish também não tem sido positivo dentro de campo. Em seis partidas disputadas pelo Everton, o jogador inglês ainda não marcou gols nem distribuiu assistências.
Bianca Andrade, 32, chamou a atenção ao entrar sozinha como madrinha no casamento de Juliette, 36, e Kaique Cerveny, 29, realizado nesta quinta-feira (29), em Recife, Pernambuco.
A influenciadora deveria formar par com Gil do Vigor, 35, durante a entrada, mas o economista não conseguiu chegar a tempo por causa de atrasos e do trânsito na cidade.
Nas redes sociais, Bianca compartilhou um vídeo do momento em que caminhou desacompanhada até o altar e brincou com a situação. “Bem loba entrando sozinha”, escreveu a empresária.
Gil mostrou aos seguidores a correria para conseguir participar da celebração. O ex-BBB, que integra o programa “Mais Você”, da TV Globo, desembarcou em Recife poucas horas antes do casamento e demonstrou preocupação com o trânsito.
“Orando para Deus abrir os caminhos do trânsito de Recife para eu chegar lá. Mas vai dar certo”, publicou enquanto tentava chegar ao local.
Ainda no aeroporto, o economista gravou um vídeo para explicar por que não estava conseguindo atender aos pedidos de fotos dos fãs. Ele pediu desculpas e afirmou que precisava seguir imediatamente para a cerimônia.
“Gente, com muitos atrasos, cheguei no aeroporto. Perdão porque eu não tenho tirado foto com vocês. É que estou muito atrasado e está com trânsito, mas eu vou chegar. Ai, eu vou chegar. Meu Deus, perdão, gente. Na próxima, vou tirar foto com todo mundo que pediu. Perdão”, declarou.
Apesar dos esforços, Gil não chegou a tempo de participar da entrada dos padrinhos, e Bianca precisou fazer o percurso sozinha.
O Grêmio venceu o Athletico-PR por 2 a 0 nesta quinta-feira (29) e deixou a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Em coletiva de imprensa após a partida, Renato Portaluppi falou abertamente sobre o ambiente no clube e cobrou maior comprometimento dos jogadores na reta final da competição.
“O Grêmio é um clube campeão do mundo. O Grêmio é campeão da Libertadores, é campeão brasileiro, é campeão da Copa do Brasil”, afirmou. Para ele, o clube é grande demais para estar brigando na parte de baixo da tabela.
Cobranças diretas ao elenco
Renato foi enfático ao dizer que o elenco tem tudo o que precisa para render mais. “Eu falo para eles: o que falta para vocês? Falta absolutamente nada”, declarou. O técnico chegou a afirmar que, se algum jogador não estiver satisfeito no clube, pode buscar outra equipe.
“Tá ruim aqui no Grêmio? Vai embora, vê se algum clube grande te quer lá fora”, disse, na frente da diretoria, incluindo o vice-presidente Rafael.
Portaluppi também pediu que os jogadores se colocassem no lugar do torcedor. Segundo ele, o torcedor sai de casa, chega tarde ao estádio e paga ingresso, e merece ver uma equipe que corre e se entrega em campo. “Se coloque no lugar do torcedor. Chega aqui e vê o jogador que não quer correr. Não vai xingar? Lógico que vai”, concluiu.
Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
Todo mundo sabe que o cachorro é o melhor amigo do homem, mas desde quando esse animal é um companheiro fiel dos seres humanos? Uma nova descoberta sugere que há muito mais tempo do que imaginamos.
O Ministro da Cultura e Turismo da Turquia, Mehmet Nuri Ersoy, compartilhou nas redes sociais a descoberta de uma pegada de cachorro marcada em um tijolo há mais de 4 mil anos. De acordo com a publicação, a pedra foi encontrada na cidade de Cutáquia por um grupo de pesquisadores da Universidade de Bilecik, liderados pelo professor Erkan Fidan.
“O tijolo estava na estrutura que desabou após um incêndio na Idade do Bronze. As pegadas de patas em sua superfície preservaram um pequeno momento da vida cotidiana”, escreveu Ersoy no X.
Tavşanlı Höyük’te yaklaşık 4.000 yıllık pati izleri bulduk. Kütahya’daki kazılarımızda, patili bir dostumuzun henüz kurumamış kerpicin üzerinde bıraktığı izlere ulaştık. Tunç Çağı’nda yangın geçirerek yıkılan bir yapının molozu içinde bulunan bu kerpiç, bir zamanlar evin duvarında yer alıyordu. Üzerindeki pati izleri, dört bin yıl önceki gündelik hayatın küçük bir anını korudu. Batı Anadolu’nun en büyük Tunç Çağı kentlerinden Tavşanlı Höyük’te yalnızca yapıları ve eserleri değil, yaşamın böylesine küçük ve beklenmedik izlerini de ortaya çıkarıyoruz. 2021’den bu yana çalışmaları yürüten Kazı Başkanımız Prof. Dr. Erkan Fidan’a ve kazı ekibimize teşekkür ediyorum.
De acordo com o blog Popular Science, a equipe de Fidan estava investigando as pegadas desde 2021. Os vestígios incluíam seções de paredes de tijolos de barro, comuns na época, feitas com uma mistura de água, terra e palha, que era então seca ao sol.
Mas, enquanto um lote de tijolos de barro estava exposto ao calor, o animal aparentemente passou por cima de um tijolo e deixou uma marca perfeita.
A BAIC iniciou sua operação comercial da linha Arcfox no Brasil com o lançamento do T1, crossover 100% elétrico que chega em duas versões, com preços a partir de R$ 129.900.
O Arcfox T1 utiliza um motor elétrico de 70 kW, equivalente a aproximadamente 95 cv, com torque de 17,9 kgfm. A bateria de fosfato de ferro-lítio (LFP) tem capacidade de 42,3 kWh. A autonomia declarada é de 283 km pelo padrão brasileiro PBEV, do Inmetro.
As primeiras entregas estão previstas para 11 de novembro de 2026. A versão PRO tem preço promocional de lançamento de R$ 129.900, enquanto a MAX custa R$ 139.900. Contudo, o preço da configuração de entrada é limitado até o dia 31 de dezembro ou enquanto durar o estoque de 600 unidades.
A BAIC informa que já conta com uma rede de 50 concessionárias no Brasil. A meta é ampliar essa estrutura para 150 unidades até o fim de 2027.
Em estações de recarga rápida em corrente contínua (DC), o modelo pode recuperar de 30% a 80% da carga em cerca de 25 minutos, segundo a fabricante.
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil
A potência máxima de recarga DC é de 89 kW. Em corrente alternada (AC), com potência de até 6,6 kW, a recarga completa pode levar até oito horas, dependendo das condições.
O crossover também oferece as funções V2L e V2V. A primeira permite alimentar equipamentos externos compatíveis usando a energia da bateria. A segunda possibilita transferir energia para outro veículo compatível.
O BAIC Arcfox T1 mede 4,33 metros de comprimento, 1,86 m de largura e 1,57 m de altura, com entre-eixos de 2,77 m.
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil
O porta-malas tem capacidade de 459 litros, volume que pode chegar a 1.352 litros com os bancos traseiros rebatidos. A proposta é oferecer espaço para passageiros e bagagens em um veículo voltado principalmente aos deslocamentos urbanos.
Por dentro, o modelo tem painel de instrumentos de 8,8 polegadas e central multimídia de 15,6 polegadas. As duas versões contam com bancos dianteiros com ajustes elétricos e aquecimento para o motorista. Na configuração MAX, o banco do passageiro também tem aquecimento, além de ventilação e memória de posição.
A versão mais cara ainda oferece teto panorâmico de 2,34 m² com cortina elétrica, rodas de liga leve de 18 polegadas e tampa do porta-malas com acionamento elétrico. Na PRO, as rodas são de aço de 17 polegadas com calotas decorativas.
Versão MAX tem pacote de assistência à condução
Um dos recursos presentes nas duas versões é a câmera panorâmica de 540 graus, que combina a visão do entorno do veículo com uma representação da área sob o chassi. O sistema auxilia o motorista durante manobras e na identificação de obstáculos.
Novo Baic Arcfox T1 • Rodrigo Barros/CNN Brasil
O modelo também conta com assistência à direção em baixa velocidade, que utiliza a frenagem para facilitar curvas fechadas e pode reduzir o raio de giro em aproximadamente 30 centímetros, de acordo com a fabricante.
Na versão MAX, a lista de equipamentos inclui frenagem autônoma de emergência, alerta de colisão frontal, controle de cruzeiro adaptativo com função Stop & Go, assistência de centralização em faixa e assistente de estacionamento automático.
A configuração também oferece auxílio para a passagem por espaços estreitos e sistema de assistência à marcha à ré com memorização do trajeto.
Estrutura de pós-venda da BAIC
No pós-venda, a empresa prevê cobertura de quase 100% das peças consideradas críticas e mantém um armazém operacional em Itajaí (SC), em parceria logística com a Foton. A operação também inclui assistência 24 horas, com serviços como socorro e reboque, conforme as condições do programa.
A marca ainda prevê oferecer o BAIC Concierge, serviço de atendimento personalizado por telefone e WhatsApp. A estrutura técnica inclui equipamentos para manutenção de veículos eletrificados e treinamento de profissionais para trabalhar com sistemas de alta tensão, baterias e recarga.
After missing out on the F-22 and F-35 fighter programs, the B-21 Raider next-generation bomber deal, and absorbing billions in losses on the fixed-price KC-46 Pegasus tanker development, Boeing’s Defense, Space, and Security division has rebounded strongly with a series of major contracts.
Amid this turnaround, Boeing reported its third-quarter results on October 27, with CEO Kelly Ortberg assuring investors that the dark days for the company’s defense unit are over.
In the first three quarters of 2026, Boeing’s defense sector brought in US$23 billion in revenue and US$710 million in earnings, up from US$379 million a year earlier, a healthy 87.3 percent increase.
Meanwhile, the company reported a record backlog of US$745 billion, more than five times its market capitalization of about US$132.36 billion. This also includes a backlog of over 6,300 commercial airplanes.
The backlog at Defense, Space & Security grew to a record US$101 billion, with 23 percent representing orders from customers outside the US.
Rising defense sales also helped Boeing narrow its third-quarter losses.
In fact, Boeing believes its Defense unit will continue to deliver healthy growth after massive multi-year contract wins over the last two years and its decision to shun risky contracts, such as the fixed-price contract for the KC-46 Pegasus tanker development, in which it has already lost billions of dollars.
“We are going to see higher growth out of our defense portfolio than maybe what we thought a year ago. I think we were thinking more in terms of low-single-digit revenue growth. Clearly, that’s going to be more towards the high – middle-single- digit or higher going forward,” Ortberg said.
Boeing’s Massive Contract Wins
CEO Ortberg highlighted the recent 737 certification and Boeing’s win in the competition to build the Navy’s sixth-generation F/A-XX fighter as the company’s two most important third-quarter highlights.
“Recent milestones, including certification of the 737-7 and 737-10 and selection to design and build the Navy’s sixth-generation fighter aircraft, are important steps as we continue building on our progress.”
In September, the U.S. Department of War (DoW) selected Boeing to develop the Navy’s next-generation F/A-XX fighter jets. The contract is valued at over US$20 billion for the full-scale development phase.
This was the second time in as many years that Boeing was selected to develop a sixth-generation aircraft. Earlier, in March 2025, the US awarded Boeing the NGAD contract, now called the F-47.
F-47: Image for Representation
Boeing is therefore building the sixth-generation fighter for both the US Air Force (USAF) and the US Navy.
This is a remarkable turnaround, as Boeing has no genuine experience in building a stealth aircraft.
In 2015, Boeing lost the contract to build the USAF’s next-generation bomber, the B-21 Raider, to Northrop Grumman.
Earlier, Boeing lost the contract to build both fifth-generation fighters to Lockheed Martin.
In 1991, the Pentagon selected Lockheed Martin as the prime contractor for the F-22 Raptor. Boeing, however, participated in the project and built the aircraft’s wings and tail sections.
In 2001, Boeing’s X-32 lost the Joint Strike Fighter (JSF) competition to Lockheed Martin’s X-35, which became the F-35. That was a winner-take-all program.
Boeing then went roughly 24 years without winning a new fighter design competition.
During those years, the 1997 merger with McDonnell Douglas kept Boeing’s defense and aerospace business alive.
The merger with McDonnell Douglas brought the F-15 Eagle and F/A-18 Hornet/Super Hornet lines. Boeing continued production, maintenance, and upgrades of these aircraft, originally designed and built by McDonnell Douglas.
Its lack of experience in stealth technology and its failure to design and build a new (clean-sheet) fighter in over three decades were major impediments to Boeing’s bid to design and develop sixth-generation fighters.
In fact, the USAF’s NGAD program was widely described as existential for Boeing’s future as a fighter designer and builder.
Boeing, however, came from behind and not only won the NGAD contract, but also cemented its lead by winning the Navy’s next-generation fighter, the F/A XX.
“We scored a generational win with the US Navy when they selected Boeing to design, build, and deliver its sixth-generation fighter jet, making Boeing the exclusive sixth-generation fighter company for both the US Air Force and the US Navy,” Ortberg said.
Boeing also won substantial F-15EX orders.
In September, the Air Force awarded Boeing a US$2.38 billion contract for 22 additional F-15EX Eagle II fighters. This brings the total F-15EXs under contract to 120.
“In the quarter, we also received a contract to manufacture 22 more F-15EX aircraft for the US Air Force. And this award brings the total number of aircraft under contract to 120, with the potential for additional upside as the F-15EX continues to demonstrate the value of its unmatched payload and range capability,” Ortberg said.
Notably, the Air Force has significantly raised its overall planned buy of F-15EX fighters, from earlier targets of around 129 to roughly 267 aircraft.
According to the US force structure plan 2035, submitted to Congress earlier this month, nearly 20 percent of the USAF’s combat-coded fleet could be F-15EXs by 2035.
F-15EX teamed with MQ-28 during Exercise Valiant Shield.
These new F-15EX orders would provide Boeing with stable cash flow for at least another decade.
Another major victory was new multi-year agreements for Patriot PAC-3 seeker production.
“Boeing received a seven-year contract to accelerate and eventually triple the PAC-3 Seeker production, supported by our early investments in facilities, workforce, and supply chain,” Ortberg said.
Besides, Boeing also saw growth in the MQ-25 Stingray aerial refueling drone and in the T-7A Red Hawk trainer program. Both programs have achieved Milestone C approval and moved into low-rate initial production.
Ortberg also stressed that all these programs are “being underwritten with the right contract type,” and the company has decided to avoid risky contracts, such as fixed-price contracts.
Boeing has lost more than US$7 billion on the KC-46A Pegasus fixed-price program.
The original firm-fixed-price development contract was valued at roughly US$4.9 billion. Boeing, however, has absorbed far more than that in overruns because, under the fixed-price terms, the company covers all costs above the agreed ceiling.
CEO Ortberg has repeatedly called it a “bad contract for the last decade.”
“The important part is all these programs are also being underwritten with the right contract type. So not only are
we booking more orders, we’re booking more orders that won’t result in some of the challenges we’ve had,” Ortberg said.
The F-47 contract is a cost-plus deal, Ortberg said. He declined to identify what type of contract Boeing signed for F/A-XX, but said it is “an appropriate contract type.”
Boeing has already decided to shun fixed-price contracts by 2022, when its newly appointed chief of the defense unit, Ted Colbert, announced the company would no longer bid on such contracts with the Pentagon.
The company also made major leadership changes as it worked its way back to recovery.
In July 2024, Boeing named Robert “Kelly” Ortberg to succeed Dave Calhoun as the company’s CEO.
Then, in September 2024, the company fired defense unit chief Colbert and replaced him with Stephen “Steve” Parker.
Two major labor strikes in 2024 and 2025 also impacted the company’s recovery.
However, strong defense sales and FAA certifications for the 737-7 and 737-10 aircraft have helped the company narrow its losses, build its backlog, and reassure investors of future growth potential.
“So the outlook is strong, our products are in strong demand, and the budget supports additional growth,” Ortberg said.
Sumit Ahlawat has over a decade of experience in news media. He has worked with Press Trust of India, Times Now, Zee News, Economic Times, and Microsoft News. He holds a Master’s Degree in International Media and Modern History from the University of Sheffield, UK.
He can be reached at ahlawat.sumit85 (at) gmail.com
Quando a denúncia interna não avança, o assédio continua e o ambiente se torna insustentável, uma das saídas mais lembradas é pedir demissão. A decisão, porém, pode ter consequências financeiras: quem pede as contas, em regra, não recebe aviso-prévio indenizado, multa de 40% do FGTS nem tem direito ao saque do fundo por motivo de dispensa sem justa causa ou ao seguro-desemprego em razão daquele desligamento.
Por isso, é importante que a mulher saiba que a legislação oferece alternativas. Uma delas é buscar indenização por danos morais sem romper o contrato de trabalho. Outra é pedir o reconhecimento da rescisão indireta, quando a empresa comete uma falta grave que justifica o encerramento do vínculo. As duas possibilidades têm requisitos e consequências diferentes.
Entender as diferenças ajuda a avaliar os caminhos disponíveis sem tratar o pedido de demissão como única saída ou presumir que a rescisão indireta será necessariamente reconhecida pela Justiça.
A CNN Brasil publica, entre 14 de setembro e 25 de novembro, a série Direito Delas, que busca jogar luz sobre um assunto que segue urgente: a luta pelo respeito aos direitos das mulheres.
A trabalhadora pode continuar empregada e ajuizar uma ação de indenização por danos morais contra a empresa e, conforme as circunstâncias, contra o responsável pelo assédio. Para isso, precisa apresentar elementos que sustentem as alegações e permitam demonstrar a ocorrência da conduta e os danos sofridos.
Essa possibilidade não exige, por si só, que a trabalhadora prove uma falta patronal suficientemente grave para encerrar o contrato. O vínculo empregatício pode ser mantido durante o processo, embora a situação concreta possa envolver outros riscos ou mudanças na relação profissional.
A ação de indenização pode ser uma alternativa para quem deseja buscar reparação sem romper imediatamente o vínculo e perder a renda mensal. A escolha, no entanto, depende das circunstâncias do caso, das condições de trabalho e da orientação jurídica disponível.
O que é a rescisão indireta e quando cabe
A rescisão indireta funciona como uma espécie de justa causa aplicada ao empregador. Em vez de ser dispensada por cometer uma falta, a trabalhadora pede o reconhecimento de que a empresa praticou uma irregularidade grave o suficiente para justificar o fim do contrato.
As hipóteses estão no artigo 483 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Entre elas estão:
a exigência de serviços superiores às forças da empregada, proibidos por lei ou alheios ao contrato;
o tratamento com rigor excessivo pelo empregador ou por superiores hierárquicos;
a exposição a perigo manifesto de mal considerável;
o descumprimento das obrigações contratuais;
atos lesivos à honra e à boa fama praticados pelo empregador ou por seus prepostos;
e ofensas físicas.
A lei também prevê a hipótese de redução do trabalho de quem recebe por peça ou tarefa, quando isso afeta sensivelmente o salário.
Na prática trabalhista, atrasos reiterados no pagamento de salários e irregularidades no recolhimento do FGTS estão entre as condutas que podem fundamentar a rescisão indireta. O assédio moral também pode embasar o pedido, conforme a gravidade dos fatos e o enquadramento jurídico.
No entanto, nem todo conflito com a chefia caracteriza rescisão indireta. A Justiça do Trabalho examina a gravidade da conduta, as provas e as circunstâncias de cada caso.
Quando o assédio parte de um colega
O enquadramento jurídico pode exigir uma análise mais cuidadosa quando o assediador é um colega de trabalho, e não um superior hierárquico. O artigo 483 da CLT prevê, na alínea “b”, o tratamento com rigor excessivo pelo empregador ou por seus superiores hierárquicos. Já a alínea “e” trata de ato lesivo à honra e à boa fama praticado pelo empregador ou por seus prepostos.
Quando a conduta parte de um colega do mesmo nível hierárquico, uma das possibilidades é fundamentar o pedido na alínea “d”, que trata do descumprimento das obrigações contratuais pelo empregador. O argumento pode ser o de que a empresa falhou em seu dever de manter um ambiente de trabalho seguro e respeitoso, especialmente se foi informada sobre o assédio e não tomou providências adequadas.
Esse enquadramento, porém, depende dos fatos e das provas. A omissão da empresa não leva automaticamente ao reconhecimento da rescisão indireta, e a análise judicial considera a gravidade da situação e as medidas adotadas pelo empregador.
O que ela recebe se ganhar
Se a Justiça reconhecer a rescisão indireta, a trabalhadora terá direito, em regra, às verbas rescisórias correspondentes à dispensa sem justa causa. Entre elas estão:
saldo de salário pelos dias trabalhados;
aviso-prévio, conforme as regras aplicáveis;
décimo terceiro salário proporcional;
férias vencidas e proporcionais, acrescidas de um terço;
saque do FGTS, observadas as regras aplicáveis;
indenização de 40% sobre os depósitos do FGTS;
possibilidade de requerer o seguro-desemprego, desde que preenchidos os requisitos legais.
Diferenças salariais, horas extras e outras parcelas não pagas também podem ser discutidas no processo, conforme o caso.
Até quando pedir
O prazo prescricional trabalhista segue o artigo 7º, inciso XXIX, da Constituição Federal: podem ser cobrados créditos relativos aos cinco anos anteriores ao ajuizamento da ação, observado o limite de dois anos após o fim do contrato de trabalho.
A aplicação dos prazos e seus efeitos dependem do pedido formulado e das circunstâncias do caso. Por isso, a trabalhadora não deve esperar o fim do vínculo para buscar orientação sobre eventuais violações de direitos.
Entenda os riscos
Conforme já ressaltado, é importante ter em mente que a rescisão indireta não é automática. Se o pedido for negado, as consequências dependerão das circunstâncias e da forma como o contrato foi encerrado.
A depender do caso, a ausência ao trabalho pode levar a uma disputa sobre abandono de emprego. Em outras situações, o desligamento comunicado pela trabalhadora pode ser considerado pedido de demissão. Nenhum desses desfechos, porém, é inevitável: a Justiça examina os fatos, as provas e as condutas das partes.
Também é importante considerar que a possibilidade de pedir judicialmente o reconhecimento da rescisão indireta depois de formalizar um pedido de demissão é tema de discussão na Justiça do Trabalho. O Tribunal Superior do Trabalho afetou a matéria para julgamento sob o rito dos recursos repetitivos, de modo que não se deve presumir que a conversão será aceita em qualquer situação.
Por isso, decidir parar de comparecer ao trabalho ou formalizar o desligamento é uma etapa especialmente delicada. Buscar orientação jurídica antes de tomar a decisão ajuda a compreender as alternativas e os riscos envolvidos.
A trabalhadora pode procurar um advogado trabalhista ou o sindicato da categoria. A possibilidade de atendimento pela Defensoria Pública depende da organização e da competência do órgão na região. O Ministério Público do Trabalho também recebe denúncias de irregularidades nas relações de trabalho.
Mensagens, e-mails, registros de ponto, comprovantes de pagamento, extratos do FGTS, documentos de atendimento médico e nomes de testemunhas podem ajudar a demonstrar as irregularidades. Conforme já explicado pela CNN Brasil, é importante preservar os registros de maneira lícita, sem acessar indevidamente contas, sistemas ou documentos de terceiros.
A ansiedade que uma prova pode causar em um estudante costuma prejudicar possíveis bons resultados. A proximidade do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2026, que acontecerá nos dias 8 e 15 de novembro, pode afetar a saúde mental de candidatos que buscam definir o futuro de suas carreiras.
Segundo um mapeamento realizado pelo Instituto Ayrton Senna, 79% de um grupo de 89 mil alunos do ensino médio relatou ter um ou mais sintomas de ansiedade, incluindo depressão em alto nível.
Diversos fatores podem contribuir para que esses sentimentos negativos apareçam, como o medo da frustração, do constrangimento próprio perante a família, além do receio do desconhecido que envolve a realização de um exame exaustivo.
À CNN Brasil, Daniel Reis, professor de biologia e coordenador pedagógico do Estratégia Vestibulares, explica que é importante encarar os estudos de forma séria, mas dentro das próprias limitações.
O profissional afirma que o tempo recomendado de estudo diário nas semanas que antecedem o Enem não pode ser muito superior àquilo que o candidato já está acostumado a fazer.
“Esse é o principal erro relacionado à sobrecarga de estudos. Quando o aluno acha que é possível recuperar 1 ano inteiro de estudo em 1 mês, as chances de um esgotamento mental crescem absurdamente”, avalia.
O preparador recomenda que o aluno faça acompanhamento profissional por meio de cursos pré-vestibulares ou invista em mentorias especializadas para ter um tempo de estudo de qualidade.
Outros pontos que podem contribuir para uma preparação saudável antes do exame envolvem o ambiente em que o estudo acontece. Apoio familiar e qualidade de sono são essenciais para reduzir o impacto na saúde mental de uma pessoa que já lida com um momento que, por si só, é conturbado.
Relação com as redes sociais
Daniel Reis recomenda a diminuição do uso de redes sociais durante esse período.
O professor aponta que é comum que pessoas que demonstram desempenhos extraordinários não mostrem todo o esforço prévio que precisou ocorrer para isso nas redes, além de esconderem os maus resultados eventualmente obtidos.
“Afinal, ninguém quer mostrar derrota nas redes sociais”, opina. “Então, se o candidato não quiser se expor a esse tipo de conteúdo, o melhor é evitar o uso de redes sociais no período mais próximo aos vestibulares.”
Como diminuir a ansiedade antes da realização do Enem 2026?
O preparador Daniel Reis afirma que simular o próprio dia da prova pode aliviar algumas das angústias que podem aparecer no momento do exame.
“É importante simular tudo: a preparação do material que será levado para a prova, o horário de acordar, o trajeto que vai te levar até o local de prova, tudo”, afirma o professor.
Ele segue: “O medo do desconhecido tem potencial de aumentar a ansiedade. Assim, faz sentido minimizar todas as possíveis surpresas antes do dia da prova.”
Jessie Blaeser / Politico: Poll: Americans don't trust polls — This just in, according to new poll results: Americans don't trust polls. — Only 25% of Americans said political surveys correctly estimate votes, according to a new POLITICO Poll, conducted by PF Global. The result reveals that a significant portion …